História Shot me down - Capítulo 15


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Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Apollo, Calipso, Connor Stoll, Dionísio, Frederick Chase, Hades, Jason Grace, Leo Valdez, Luke Castellan, Nico di Angelo, Percy Jackson, Piper McLean, Poseidon, Quíron, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Silena Beauregard, Thalia Grace, Travis Stoll, Zeus
Tags Caleo, Jaspercy, Os Herois Do Olimpo, Os Olimpianos, Percy Jackson, Pipabeth, Solangelo
Visualizações 77
Palavras 621
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O bloqueio ainda não veio então vamos aproveitar. Espero que gostem

Capítulo 15 - Vai. Dar. Merda.


Empurrei Reyna com força, minhas costelas protestaram e a onda de dor quente, me atingiu em cheio, fazendo-me perder o fôlego.

Ela tentou se aproximar de novo. Ergui a mão num gesto de "pare".

- Que merda você está fazendo aqui?- Rilhei os dentes.

- Eles são meus amigos também.- Respondeu com seu melhor sorriso cínico.

Eu queria tanto socar a cara dela.

- Quis dizer aqui! O que te faz pensar que eu, ao menos queira respirar o mesmo oxigênio que você!?- Apoiei as costas no meu carro. A dor tingia tudo de vermelho.Fechei os olhos e respirei devagar. Um, dois, respira, um, dois...

- Quanta grosseria Annie. Não vejo nescessidade disso..

- Não ouse me chamar assim Reyna!- Mordi o lábio com força até sentir o gosto de sangue. Eu não ia chorar. Não ali.

Minha cabeça rodava. Meu corpo estava tomado pela dor. Meus sentimentos estavam confusos. Eu sentia oquê? Era raiva? Tristeza? 

- Qual é o seu problema!?- Tentei desfazer o nó em minha garganta.- Thalia sabe que você está aqui!?

Ela revirou os olhos.

- Thalia está tão bêbada, que não lembra o próprio nome.- Ela chegou mais perto e me prensou no carro. Soltei um grunhido de dor. Tentei socá-la mas o latejar em minhas costelas, reduzia minha força e a minha capacidade de pensar. Reyna agarrou meu braço, prendendo-o acima da minha cabeça. A pontada se espalhou.

- Sai de perto de mim.- Grunhi trincando os dentes.

- E se eu não quiser?- Sussurrou em meu ouvido.

Um arrepio involuntário correu pela minha barriga. Olhei dentro dos seus olhos escuros, amendoados. Eram os mesmo olhos, que eu amei, que eu confiei. Os mesmos que me traíram e sugaram tudo o que havia de bom em mim. Não havia mais calor neles. Eu não me sentia segura, ou em casa. Sentia raiva. Sentia decepção. Meu coração estava acelerado.

- Sai, por favor.- Supliquei com a voz fraca.

Ela roçou os lábios de leve em meu pescoço. Mordi a boca com mais força,  reprimindo um gemido involuntário. Mesmo meu cérebro não querendo,meu corpo apreciou o gesto. Senti mais raiva ainda. Comprimi os lábios caso ela tentasse me beijar, e antes que ela pudesse sequer pensar em fazer isso, algo à atingiu com força tirando-a de cima de mim. Permaneci encostada no carro, atônita demais para sequer imaginar o que havia acontecido.

- Annie você está bem? Amor, fala comigo.- Piper estava ao meu lado, com um pé descalço. Estava preocupada, mas seus olhos tinham um brilho triunfante.

Eu estava em choque. Não conseguia assimilar tudo o que estava acontecendo.

Reyna voltou gritando algo que não entendi. Piper se postou à minha frente para enfrentá-la, também gritando. Eu, uma policial, sendo protegida pela namorada. A palavra inútil não definia como eu estava me sentindo.

- Não chegue perto dela nunca mais, entendeu?- Rosnou Piper.

Reyna deu uma risada debochada.

- E você, uma indiazinha de meio metro vai fazer o quê hein? Me atacar com um salto alto de novo?- Provocou.

Foi tudo muito rápido.

Em um momento Piper estava do meu lado. No outro sua mão passou como um raio atingindo Reyna no rosto. Antes que ela pudesse sequer cogitar se defender, Piper chutou-a na barriga fazendo-a cair de costas no chão frio. Eu pisquei e Piper estava montanda em cima dela, um dos joelhos comprimindo sua garganta.

- Nunca mais, entendeu?- Repetiu com a voz calma, porém ameaçadora. Levantou, tirou a franja do rosto e me abraçou devagar.

- Tudo bem, vamos embora agora ok?- Murmurou no meu pescoço. Apenas sacudi a cabeça. Deixei-a me me colocar no banco do carona e passar o cinto em mim. Sentou no banco do motorista e deu a partida começando à manobrar o carro. Quando estávamos saindo, ouvi Léo gritar:

- PUTZ EU GRAVEI TUDO! FALEI QUE ESSA FESTA SERIA DEMAIS!

Mesmo contrariada eu sorri.



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