História Shoujo - Capítulo 10


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 3.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - DESESPERO E PAVOR


Fanfic / Fanfiction Shoujo - Capítulo 10 - DESESPERO E PAVOR

Depois que Joker foi embora naquela semana e Bae me pediu em namoro, eu logicamente aceitei, passei a noite na casa dele, e ainda estou aqui. Há 2 dias já.

- Bom dia. - Bae saiu do banheiro com a toalha enrolada ao corpo e me deu um sorriso. 

- Eu não devia ser acordada com um sorriso desse. - Levantei da cama e calcei o chinelo.

- Mesmo? E por que? - Ele perguntou tirando a cara do guarda roupa.

- Porque não... - Ri e mordi os lábios.

- Está pensando em coisas erradas, senhora Autumn? - Ele pôs as mãos na cintura.

- Claro que não. - Sorri e sai do quarto.

Eu tenho certeza de que estivéssemos dormindo na mesma cama, as coisas teriam mudado muito mais do que estão agora. Ele tem dormido no sofá que tem em seu quarto e me deixado dormir em sua cama, eu confesso que amo dormir sentindo o cheiro de Bae e com a consciência em que ele dorme onde estou deitada todos os dias, mas... Não gosto de ver ele dormir em um lugar menos confortável por mim. 

- Está pronta? - Bae saiu do quarto vestindo a camisa.

- Pronta para o que? - Perguntei sem saber o motivo dele estar arrumado.

- Vou pegar a Sindy hoje. 

- Ah sim... Já já fico pronta. - Falei descendo da cadeira que tinha me sentado. Bae segurou no meu pulso antes que eu pudesse chegar ao quarto.

- Autumn?

- Oi...? - Respondi parando.

- Obrigada por ficar comigo esse tempo, amo ter você comigo. - Vi em seus olhos um brilho lindo.

- Não tem que agradecer, estou aqui porque quero estar, estar ao lado do meu... É...

- Seu esposo? - Bae encheu o corpo de ar dando um ar de superiodade e levantou as sobrancelhas.

- Ainda não... - Saí da sala e mandei um beijo no ar para Bae e fechei a porta do quarto, logo em seguida abri novamente. - Mas um dia será. - Sorri para ele, que me devolveu um sorriso extremamente cheio de vida.

Eu não precisa de roupas, Bae descobriu meu manequim graças a Snow que disse para ele. Ganhei muitas roupas de Bae, e tenho certeza que Snow deu dicas de cores, de estilos, e posso dizer que ele conseguiu. Vesti uma calça preta, uma blusa branca e soltei os cabelos.

- Vamos pegar Sindy. - Saí do quarto.

- Nossa... - Bae estava me olhando dos pés a cabeça.

- O que foi? - Perguntei olhando para roupa.

Bae foi se aproximando de mim, e então passou por mim.

- Meu quarto está uma bagunça. - Ele estava brincando comigo, ele sabia que eu acharia que era algo comigo.

- Tchau Bae. - Saí andando tentando esconder o riso.

Ouvi a risada de Bae preencher a casa toda.

- Vem aqui. - Ele veio atrás de mim.

- Não, estou indo embora. - Falava quase não segurando o riso mais.

- Vem aqui. - Bae me puxou pelo pulso e colou nossos corpos. 

- Ow. - Ele olhou dentro dos meus olhos e depois para minha boca. - A senhora está... Encantadora?

- Encantadora? - Ri perto de sua boca.

Bae me beijou, com força.

- Não sorria assim. - Ele falou enquanto afastava sua boca da minha numa mordida no meu lábio inferior.

- E como faço para controlar? - Perguntei me afastando.

- Apenas não se segure. - Bae disse me dando um sorriso e entrando no carro.

- Vou ficar séria, a partir de agora. - Falei colocando o cinto.

- Cosquinhas resolvem o meu problema. - Bae ligou o carro e piscou para mim.

- Não adianta, eu não sinto. - Falei encostando as costas no banco.

- Vou testar isso quando voltarmos. 

- Para, para aí. Sua irmã vai estar em casa... Não seria melhor eu ir para minha? 

- Por que? - Ele olhou para mim.

- Sua irmã é pequena...

- Ah... De novo pensando em coisas suspeitas, Senhora Autumn? - Bae sorriu olhando para a estrada.

Fiquei rosada.

- Não, eu só não sei como ela reagiria ao ver nós dois nos beijando.

- Fica tranquila, não faríamos isso na frente dela, mas Sindy não é nada burra, ela disse para você que eu gostava de você.

Ri lembrando desse dia.

- É, sua irmã é muito esperta mesmo.

Depois de alguns minutos, Bae chegou no aeroporto, Sindy estava na porta com uma mala ao seu lado.

Bae desceu do carro e foi ao seu encontro, eu o segui.

- Ei, minha princesa, onde está nosso guarda de jóias preciosas, hein? - Bae abaixou para ficar a sua altura.

- Ele disse que papai ligou para ele, e então foi atender.

- Estranho... - Bae se levantou ficando em pé.

- Mas irmão... Que jóias que você está falando? - Sindy perguntou olhando para Bae.

- Você, meu amor. - Bae deu um sorriso para ela.

Sindy largou uma gargalhada muito gostosa no ar.

- É muito estranho isso pra você? - Perguntei para Bae no seu pescoço. 

- Um pouco, ele nunca deixou Sindy sozinha antes.

- Entendi... 

O celular de Bae tocou.

- Alô? - Bae disse. - Ah, então você está aí. Não, tudo bem, tudo bem, não se preocupe. Vou levar ela pra casa comigo, até mais. - Ele desligou o celular.

- Algum problema? - Perguntei para Bae.

- Não... Ele só me disse que um problema urgente apareceu, ele havia ido ao banheiro e Sindy se perdeu dele. Foi o ele me disse.

- Ah... Vamos então? - Perguntei para ele.

- Vamos... Só vou pagar o estacionamento, vai na frente com ela. 

- Ok. 

Saí com Sindy para o carro e Bae foi para outro lado. 

- Quer um sorvete, Sindy? - Vi uma máquina de sorvete e resolvi parar.

- Quero, tia! - Ela disse dando pulinhos.

- Ok, vou comprar para você. - Me virei para balconista e pedi uma casquinha. Ela demorou tanto a fazer porque estava conversando com os funcionários que Sindy ficou cansada e foi se sentar em um banco poucos metros de mim. Observei ela até se sentar. Vi um homem com um capuz preto passar por ela, estranhei, mas achei que fosse coisa da minha cabeça, virei para o balcão novamente e a moça já estava trazendo a casquinha. Em questão de segundos vejo Sindy ser carregada no colo pelo mesmo homem a caminho da saída Do aeroporto.

- Aqui está, senhorita. - Ignorei a mão estendida da mulher.

Corri muito até chegar a uma rua fora do aeroporto onde havia um carro preto parado, vi ele jogar o corpo de Sindy desmaiado dentro do carro.

- Ei! - Gritei, mas a pessoa continuou inabalável. - Pare já aí! - Minha crise estava chegando, mas não podia deixar Sindy ser levada. Corri mais para frente e o carro por algum motivo continuou parado, o homem já havia entrado dentro do carro, quando me aproximei do carro ele ligou e como na velocidade da luz, só vi meus olhos se fechando e senti uma pancada na nuca com o impacto do chão.

O estofado de um sofá no qual eu estava deitada e amarrada estava sangrando, minha cabeça estava sangrando e eu podia sentir. Minha boca estava seca e podia sentir minha respiração mais fraca que o normal.

- Então quer dizer, que a garota teve uma princesa para resgatá-la ao invés de um príncipe. - Riu com ironia uma voz acima de mim. - Eu fico imaginando até onde vai a bondade.

- Quem é você? - Perguntei com a voz baixa pela dor que estava sentindo e por ter acordado a pouco.

- Eu? Ah, mas isso não importa, não agora. - Ouvi um barulho de chute e me lembrei de Sindy.

- Onde está Sindy? O que você fez com ela?! - Perguntei alterando a voz.

- Muita calma, Autumn. Não vai querer que eu te acerte com um carro de novo, não é? - Ele riu. - Mas fique tranquila, você não é o meu foco, se tivesse ficado quietinha, não estaria aqui. 

- Quem é você?! - Perguntei gritando e tentando me levantar do sofá no qual estava amarrada.

- Um amigo recente. - Ele abaixou mais o capuz para que eu não pudesse ver seu rosto. - Já falei que pode ficar tranquila não é? Você não me fez nada ainda. - Ele riu e repetiu. - Ainda.

- Por que está fazendo isso? - Fechei os olhos novamente.

- Porque alguém me deve.

- Quem seria o louco de comprar algo com você? Quem seria o maluco de negociar algo com você? - Perguntei com o peito acelerado e cheio de raiva.

Ele riu alto.

- Você logo, logo verá. - Ele parou na minha frente com uma seringa.

- Me solte! Eu vou gritar! Onde está Sindy?! - Comecei a chorar por estar fraca e sem forças para ir buscá-la e sair dalí.

- Ela está bem, está nos fundos. Mas eu preciso descartar qualquer pessoa que esteja ou vá atrapalhar meu plano. - Ele se abaixou ficando a minha altura e bateu a seringa no meu braço com leves tapinhas. - Você entende, não é? - Ele passou a mão pelo meu cabelo e quando estava perto o suficiente eu dei uma cabeçada na sua testa, fazendo ele cair sentado e o capuz fora de sua cabeça.

Ele começou a rir, eu estava em choque.

- Você?! - Perguntei com os olhos abertos.

- Surpresa? - Ele disse se levanta do chão. - Eu achei que você fosse mesmo demorar mais tempo para descobrir.

- Como você pôde trair Bae assim?! - Perguntei assustada.

- Calminha... - Ele colocou um pouco de vinho em um copo. - Não tire conclusões precipitadas, ok? Não é seu namoradinho que me deve, são os pais dele. - Ele respondeu bebendo o vinho.

- Devendo o que? Os pais de Bae tem dinheiro, e afinal, você trabalhava lá porque gostava, foram anos trabalhando com a família dele. Por que está fazendo isso agora?

- Porque... Os pais dele, não são assim tão... Honestos, como você pensa. - Ele pegou a seringa do chão.

- Claro que são! - Gritei.

- Você é muito bobinha mesmo... 

- Você está mesmo prendendo Sindy aqui com você porque os pais dele estão devendo algo para você?! Por que não vai até eles diretamente resolver seus problemas? 

- Porque, minha querida... Eles não são honestos. - Você já deve ter percebido... Seu namoradinho tem uma condição boa, não?

- Isso não te interessa, é tudo fruto do trabalho duro dele.

O mordomo deu uma risada assutadora.

- Em parte, você está certíssima. Agora, o dinheiro que ele recebe dos pais para Sindy não é tão limpo assim como você pensa.

- O que você... - Estava difícil de respirar com aquelas cordas amarradas no meu peito. - O que você pensa que está fazendo? Acha que isso tudo vai resolver?

- Ah... Vai. Sabe por que Autumn? Porque desde o dia em que você sumiu e Sindy também, vocês estão sendo procuradas pela polícia Canadense. Ou melhor, em minutos de sumiço a polícia foi contatada. Pelo seu namoradinho, claro.

- Dia? Isso foi a pouco tempo... - Falei ficando cansada de tentar me desamarrar.

- Pelo visto isso funciona mesmo. - Ele balançou a seringa na mão. - Não, foi a 3 dias atrás.

- Você está mentindo. E por que eu não acordei nesse tempo todo? 

- Deve repetir que isso funciona? - Ele balançou novamente a seringa em sua mão. - Você chegou a acordar, mas eu sempre era mais rápido. - Ele deu sorriso.

- Você está me drogando?! 

- Você é esperta, Autumn... e forte. Mas não posso dizer o mesmo de sua amiguinha. Ela está rejeitando comida desde chegaram aqui comigo.

- Deixa eu ver ela! Por favor... 

- Ah, não não... Isso seria ruim. Isso acenderia dentro dela uma faísca de esperança. E não queremos isso, não é?

- Você vai pagar! Bae já deve estar vindo! - Gritei chorando.

- A três dias?! - Ele riu. - Ele tá um pouco atrasado, não acha?

- Não me importa o tempo, ele virá.

- Vou te deixar sonhar com isso então. - Ele se aproximou com a seringa de mim.

- Não! - Gritei o mais alto que pude. 

- Durma. - Ele ingetou em mim.

Tive certeza que dormi por horas apenas, pois estava de madrugada e aquela conversa tinha sido pela tarde, o relógio batia tão devagar que me deixava mais triste ainda.

- Ótimas notícias! Seu namoradinho descobriu a nossa localização. - O mordomo de Bae entrou naquela espécie de sala e mostrou para um notebook e um carro se movendo em um mapa.

- Ele está vindo! - Disse abrindo um sorriso fraco.

- Sim, Autumn! Anime-se. Mas é uma pena ele não chegar a tempo para sua sessão de perguntas. - Ele me deu um sorriso.

- Sessão de perguntas? - Perguntei enquanto ele me levantava do sofá.

- Isso mesmo, vamos a um lugar. - Ele me levantou e me puxou pelas cordas que estavam no meu corpo.

Ele abriu uma porta onde havia uma cadeira com fivelas no meio da sala.

- Sente-se aí. - Ele apontou pra cadeira.

- O que você vai fazer? - Perguntei dando um pulinhos para trás querendo me afastar da sala.

- Hoje Autumn, eu acordei com bondade no coração. Então, ao invés de fazer isso com uma criança, o que seria péssimo e horrível, você será perfeita para responder minhas perguntas. - É fácil, eu pergunto e você responde. - Ele piscou para mim. - Agora venha sentar. - Ele apontou para cadeira.

- Não vou. - Recusei.

- Tudo bem, então teremos que trabalhar da maneira difícil. - Ele veio até mim e me pegou e colocou meu corpo sobre seu ombro.

- Me larga! - Tentei me debater, mas não dei certo.

- Isso... - Ele me prendeu na cadeira.

- O que você quer? - Gritei com raiva nos olhos.

- Apenas algumas informações. 

Ele me fez algumas perguntas e respondi algumas e outras não sabia.

- Acabou? - Perguntei exausta de ficar sentada naquela posição. Meu corpo estava ficando dolorido.

- Sim, é só isso. Mas sinto te dizer, algumas coisas poderiam me prejudicar, então vou ter que pedir segredo seu sobre essas coisas.

- Pedir?! Você acha que está em condições de pedir alguma coisa?! - Gritei mais com ele.

- Acho que sim. - Ele apertou um botão e eu levei um leve choque na cadeira. - Estou, não estou? - Ele ameaçou apertar o botão.

- Nunca estará. - Falei eufórica pelo choque e pela dor do meu corpo.

- Vou te mais uma chance, dessa vez vai doer mais. Posso guardar segredo com você sobre essas perguntas? 

Comecei a rir dele.

- Está achando mesmo que vai sair bem disso tudo? - Ri de novo.

- Acho que sim, e se não. Pode ter certeza, você estará tão ruim quanto eu. - Ele deu outro choque em mim, mais forte.

- Para! - Pedi ficando sem fôlego.

- Posso guardar segredo com você, Autumn?! 

- Nunca! Seu verme! - Gritei.

Ele apertou o botão novamente e dessa vez o choque foi muito mais forte do que antes. Eu estava sem fôlego nenhum, comecei a puxar o ar pela boca desesperadamente.

- Olha só... Você tem asma? - Ele saiu da mesa onde o botão estava preso. - Claro que não pode responder.

- A última chance, Autumn. - Ele chegou perto de mim e depois voltou para mesa. - Posso ou não guardar segredo com você? - Ele perguntou ameaçando apertar o botão.

- N... - Eu não havia nem terminado de falar e fui eletrocutada novamente. Senti meus olhos se fechando e a última coisa que vi foi um vulto invadindo a sala onde estava.

Meu corpo todo estava dormente e doendo muito. Não conseguia abrir os olhos. Me forcei abrir eles somente para saber onde estava.

Vi um teto branco e tubos no meu braço, nariz e boca.

Estava em um hospital, sorri internamente comigo mesma e fechei os olhos novamente.

- Quando ela ficará boa, doutora? - Uma voz conhecida preenchia o mesmo local.

- Ainda não sabemos, há substâncias ruins em seu corpo ainda, ela tem asma e perdeu o fôlego na hora do choque que tomou e desmaiou, é possível que ela fique dependente de um aparelho respiratório por um bom tempo, e use ele com muito mais frequência do que antes. Agora ela precisa descansar, irá acordar no tempo dela. - Ela finalizou.

- Obrigada, doutora. - Ouvi a voz chorosa de Snow. - Mas e... E Bae? - Snow perguntou para doutora.

- O caso dele não é grave. Ele está na sala 18 recebendo o tratamento que lhe foi passado.

Ao ouvir essas palavras tive vontade de levantar da cama e sair procurando Bae por todo canto daquele hospital.

- Obrigada, doutora. - Snow agradeceu novamente. 

- Qualquer coisa, pode me chamar. 

Depois destas palavras não ouvi mais nada. 

Acordei com os olhos embaçados, tentei lembrar onde estava e fiquei aliviada por lembrar que estava no hospital.

- Autumn? - Ouvi a voz de Snow, ela se aproximou da cama do hospital e me deu um abraço ao ver meus olhos abertos. - O que aconteceu? - Seus olhos estavam cheio de lágrimas, ela estava com olheiras terríveis e seu cabelo estava bagunçado. - Por favor, fala comigo... Já faz 4 dias. - Ela pediu chorando.

- Eu... - Tentei falar, mas não consegui mais que isso.

Snow chorou mais e por um milagre de Deus consegui mexer o dedo e fiz um sinal para que ela se aproximasse. 

Ela entendeu que iria lhe abraçar.

- Snow... - Ouvi a voz de Fênix entrando na sala. - Ela levantou se distanciando de mim e Fênix a abraçou.

- Bae... - Consegui dizer. 

Snow virou na hora.

- Bae? Bae está bem, fique tranquila. - Ela falou limpando as lágrimas que caiam.

- Ele está bem, recebeu alta. - Fênix disse.

- Al... Ta? - Perguntei com dificuldade.

- Sim... Bae foi ferido. Quando ele foi buscar você e Sindy, quando ele descobriu que vocês tinham sido levadas por um estranho, que agora não é mais estranho. - Vi raiva nos olhos de Fênix pelo amigo. 

- Ele saiu a procura de vocês, e quando achou onde vocês estavam, bem... Ele levou muitos socos no rosto e... Uma facada nas costas ao tentar desamarrar você. 

Eu comecei a sentir o meu rosto quente, lágrimas caiam sem parar.

- Ele não veio nenhuma vez aqui ainda desde que isso aconteceu. Ele teve alto a pouco tempo e queria vir vê-la quando estivesse sozinha, mas Snow não quer ir embora. - Finalizou Fênix

- Snow... - Comecei a falar.

- Eu sei, eu sei, quer que eu vá embora, não é? - Ela perguntou sabendo a resposta.

Eu balancei a cabeça.

- Vou sair com ela, vou levá-la para casa, mais tarde eu volto com ela aqui. - Fênix disse. 

Eu assenti com a cabeça de leve e foi o suficiente para ele perceber que eu havia compreendido.

- Eu te amo, amiga. Me perdoe. - Snow falou antes de ser quase que arrastada por Fênix para fora da sala.

- Bae vai ficar com você, vou chamar ele. Não demore a ficar boa. - Fênix piscou para mim e saiu abraçando Snow que ainda chorava um pouco.

Fiquei alguns minutos naquela sala deitava e sem poder me mexer direito, já estava sentindo um pouco meus braços. Ouvi a porta se abrir e tentei virar a cabeça para ver quem era, mas não consegui.

Ouvi um choro e reconheci que não era nenhum choro feminino. 

Bae estava ali.








Notas Finais


Esse capítulo foi difícil...


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