História Shoujo Lover - Capítulo 50


Escrita por: ~

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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, Won Ho
Tags 2won, Hyungwonho, Sexting, Texting
Visualizações 158
Palavras 1.409
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


todos os pedidos de desculpas que forem precisos :(

Capítulo 50 - A mamãe Shin


O melhor dia das nossas vidas a gente nunca sabe quando é, se já aconteceu ou se ainda está destinado a ser. E, por causa disso vivemos renomeando momentos felizes ou lembranças distintas ao passar dos nossos dias.

Para Hyungwon e Hoseok o melhor dia da vida deles foi aquele, os dois haviam uma lista de motivos pelo qual poderiam consagrar dia 20/07 como tal, os presentes da Nana, a vitória no concurso de cosplayer, todos os ramens possíveis de graça no qual o loiro ingeriu e também os beijos calmos que o mais alto lhe deu a cada sorriso bobo entre o grande evento. Mas o que realmente transformou tudo em a-melhor-coisa-desse-evento-e-de-toda-a-nossa-vida foi quando o loiro com as bochechas coradas e lágrimas de felicidade escorriam por sua face aceitou o outro como seu talvez eterno Takashi ou seja, namorado.

 

O momento melhorou muito mais quando o casal - não tão novo assim, seguiu a caminho da melhor churrascaria da cidade para jantar longe de seus cunhados, somente eles, carne e muito ramyun. Em que várias vezes Hyungwon interrompeu seu desejo de comer toda a carne que tivesse no estabelecimento para limpar os cantos sujos da boca de Hoseok, entre risadas e algumas caretas vinda junto com a reclamação do mesmo dizendo que não era nenhum bebê. 

— Será que eu tenho o direito de dizer uma coisa?

— Vai me fazer chorar de novo? Porque se não for, tudo bem, pode dizer. — Hoseok deixou os hashi de lado e concentrou toda sua atenção a face serena do outro, ou quer dizer tentou, pois, aqueles lábios eram convidativos demais para sua sanidade.

— É só que... bem, você me faz alguém muito melhor, além de feliz sabe? E queria poder agradecer por isso, eu sinto que viver tem um pouco mais de razões.

Envergonhado e com os lábios sendo tomados o moreno teve sua resposta, ele não precisava que a mesma fosse dita já que os batimentos do outro lhe diziam muito mais do coubesse em um simples “eu te amo”.

 

Quando voltaram a cidade Hyungwon apenas se imaginava deitando novamente na cama macia de Hoseok com o mesmo lhe abraçando, uma longa maratona de seus animes favoritos e claro, muitos beijos e carícias trocadas. Mas quando o caminho fora mudado e o moreno se viu perdido sem noção de para onde eles estavam indo, os planos escorreram por seus dedos suados e ansiedade voltou a lhe incomodar.

— A mamãe já sabe sobre você e o Wonie? — Ouviu o cunhado com a boca cheia de salgadinhos questionar o loiro ao seu lado.

—Hmm... ainda não, então vai ser meio que uma surpresa.

Com um grunhido baixo vindo do cunhado Hyungwon se encolheu mais em seu banco. — Isso vai ser engraçado.

 

A casa dos Shin não era tão simples, mas não se igualava a do Chae e por conta disso o moreno sentiu um frio subir pela sua espinha, ele sempre conviveu com pessoas a cima da classe média. Não que isso o incomodava, porque para ele sendo humano todo mundo era igual, mas tinha medo de que sua educação parecesse esnobe demais e afinal, ninguém quer que a primeira impressão da sua sogra seja que você é um filhinho de papai egocêntrico maldito.

Uma senhora baixa e sorriso fácil abriu a porta -  tendo traços que lhe assemelhavam muito com seu querido Hoseok, e lhes convidou para entrar. O interior da casa cheirava a comida, principalmente ao bom ramyun que o loiro tanto gostava, fazendo o mais novo rir ao pensar que aquilo era um gosto um tanto particular da família. Antes de se acomodarem no sofá recebeu um abraço apertado da mulher do mesmo jeito que seu namorado também recebeu.

— Omma, deixa eu te apresentar o Wonie, ele veio de visita para a cidade e também para o evento em Seul, ele é .... — Antes que o mais velho pudesse continuar fora interrompido por sua mãe já concluindo a frase antes do tempo.

— Eu sei quem é ele, eu o vi nas fotos de vocês dois. Aliás que belo cosplayers vocês ficaram, combinaram tanto com aqueles ternos azuis. — Com a palma estendida para fazer um leve carinho nos braços do outro ela continuou. — Muito prazer meu querido, olha se sinta à vontade, eu sei que a casa é humilde, mas é aquele ditado né, coração de mãe sempre cabe mais um. — Sorrindo de um modo que seus olhos ficassem extremamente pequenos assim como seu filho também fazia a senhora voltou a se dirigir a Hoseok.

— Ele me parece muito um modelo é mais bonito ainda do que nas fotos, mas então Hoseok você vai ficar aí parado ou vai no mercado comprar mais carne, nós precisamos de muita comida para deixar todos esses homens fortes com a barriguinha bem cheia.

— Não Omma, antes eu preciso te contar uma coisa.

— Você me conta quando voltar, anda vai logo.

Com muita insistência de sua mãe o loiro seguiu novamente a porta da casa deixando para trás um Hyungwon apavorado em meio as almofadas coloridas de seu sofá.

 

Minutos de desesperos se passaram enquanto os pés de Hyungwon tentavam ganhar forças para caminhar até a cozinha onde sua sogra se encontrava preparando aquele banquete, ele não sabia se seria certo contar para a outra sem que o seu namorado estivesse presente, mas o clima de que era errado demais estar ali com aquele segredo entalado em sua garganta lhe dava um pouco de coragem.

Vinte e dois passos foram precisos para que a coragem não escapasse por seus dedos suados e com alguns sorrisos e ajuda para preparar o caldo do ramyun Hyungwon inalou todo o ar em volta e sibilou.

— Senhora Shin, me desculpe pelo atrevimento, mas eu gostaria de te contar meus mais sinceros sentimentos sobre o seu filho Hoseok. — O moreno terminou embolando todas as palavras juntas e não sabia se poderia sentir um alivio quando o olhar de espanto da mulher se tornou um sorriso calmo.

— Não precisa querido, pois eu já sei. 

“Mas como... ele contou... eu ... olha... por favor não culpe o hoseok ... sabe eu amo ele demais” — Nem toda a calma do mundo faria o garoto parar de gaguejar, ou até mesmo a risada alta que vinha de sua sogra.

— Dá para perceber só pelo olhar de vocês e se eu não vou culpar o Hoseok, culparei quem? — Ainda rindo e massageando as mãos geladas do garoto ela continuou. — Se você diz que é um sentimento puro e verdadeiro, eu não vejo problema. E aliás, finalmente Hoseok me apresenta alguém, eu jamais vi aquele menino apaixonado. Mas pelo jeito a demora serviu para alguma coisa, olha só que casal lindo vocês formam.

Com o ar de volta aos seus pulmões e o sorriso bobo um tanto quanto apaixonado em seu rosto, Hyungwon terminou de ajudar com o almoço. Hoseok não demorou para voltar com as carnes pedidas e um pouco mais de tempero, notou como o ambiente estava muito mais leve e a aura em seu namorado brilhava com a animação, deixou um beijo estralado no topo da cabeça de sua mãe e outro na bochecha do namorado. 

 

Depois da janta divertida e algumas conversas jogadas fora o mais novo subiu para o quarto no telhado com um dos cobertores de quando Hoseok era criança. Ele gostava de como ali na cidade pequena assim como a sua, poderia ver as estrelas claramente, assim sempre que sentisse saudade do seu amor poderia olhá-las e automaticamente estaria perto do outro novamente.

O barulho da porta do alçapão lhe tirou dos seus pensamentos e junto dele o loiro sonolento caminhou para o lado de seu namorado invadindo o espaço do coberto com um ar gélido.

— Te assustei meu amor? — Os braços do outro circularam no corpo de Hoseok e o mesmo se acomodou em seu ombro deixando vários selares na pele descoberta da clavícula alheia.

— Não, estava esperando que você subisse também. — “E a minha mãe?” — Hmm, talvez um pouco no começo. — Riu fraco retribuindo os carinhos pela cintura do mais baixo.

Algum tempo em silêncio olhando as estrelas Hyungwon se incomodou um pouco pela falta de barulho do outro. — No que você tanto pensa Shin Hoseok? — Esperou e nada lhe foi respondido além de ronronados fracos que escapavam da narina de coração. — Seokkie? — Percebendo que o mesmo havia dormindo lhe deitou em seu colo e continuou com os carinhos até que os dois fossem embriagados pelo sono.



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