História Should I Stay Or Should I Go? - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Beatles
Personagens George Harrison, John Lennon, Paul McCartney, Personagens Originais, Ringo Starr
Exibições 44
Palavras 1.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi todos que ainda leem isso, sem mais enrolações, vejo vocês nas notas finais

Capítulo 4 - Liverpool City


Fanfic / Fanfiction Should I Stay Or Should I Go? - Capítulo 4 - Liverpool City

Ao escutar um barulho que, de certo modo, me assustou, começo a andar mais rápido e a apertar meus passos. Passo a mão pelo meu bolso direito e percebo que meu celular está ali, fico um pouco aliviada e ao mesmo tempo confusa por isso quando de repente escuto mais um barulho, só que dessa vez mais alto, o que me faz andar ainda mais rápido e ficar um pouco ofegante. Paro em um esquina e olho em volta, aparentemente perdida, até que percebo uma sombra vindo em minha direção, olho assustada procurando o que ou quem estava projetando a sombra mas não vejo ninguém, então decido pegar meu celular para ver que horas eram quando sinto duas mãos encostarem em meus ombros e em seguida uma delas tapa minha boca, meu corpo todo gela e consigo sentir o suor frio escorrer pelo meu rosto, por impulso, tiro a mão que estava tapando minha boca e me viro trêmula, dando alguns passos para trás. Todo, ou quase, meu pânico desaparece quando vejo quem estava diante de mim

-Seus pais nunca te disseram que é perigoso andar por aí sozinha? Ainda mais a essas horas

-George- minha voz sai quase como um suspiro e instantaneamente o abraço, o que o pega de surpresa

-Hey, Lê, acho que peguei pesado com a brincadeira- ele fala rindo e passando as mãos em minhas costas, o que me alivia mais

-Seu idiota! Você acha que pegou pesado? Acha?! Eu, nem sei o que dizer, eu, argh eu ainda tô em choque- respondo com a voz alterada e desfazendo o abraço

-Calma, calma, já passou. Relaxa, eu sou inofensivo

-Sério, não teve graça, estou perdida e completamente sozinha, numa rua que eu nem conheço, ou melhor, em uma cidade que eu nem conheço! Não tenho família, nem amigos aqui, eu, nem sei o que eu faço- simplesmente desmorono e sento com os braços sobre os joelhos, numa calçada fria de um estabelecimento qualquer, abaixo minha cabeça e sinto meus olhos encherem-se de lágrimas

Lágrimas? Oh não Leticia, por favor, não chore na frente de George Harrison, por favor não... tarde demais

Começo a chorar tentando controlar os soluços que saíam de minha boca, tentativa em vão, e por um momento, esqueço que George estava ali, assistindo todo o meu showzinho dramático, nem vi sua expressão e estava com muita vergonha de levantar a cabeça para observar seu rosto. Continuo alguns minutos com a cabeça baixa até sentir seus braços me envolverem em um abraço meio desajeitado, mas sincero

-Me desculpa, eu não sabia que você ficaria assim, de verdade. Por favor, me desculpe- ele dizia em um tom de arrependimento enquanto deslizava suas mãos pelos meus cabelos e minhas costas

-Tudo bem, não se preocupa, eu que devia me desculpar por esse teatrinho- respondo rindo e desfazendo o abraço enquanto enxugava as lágrimas, só então pude olhar seu rosto com clareza, sua expressão era de total preocupação e arrependimento, o que me fez até rir um pouco

-Não, a culpa foi minha, eu não devia ter feito isso com você, fui um tolo- fez uma pausa e olhou pra baixo como se escolhesse as palavras que ia dizer- você realmente tá perdida e sozinha? Realmente não tem lugar pra ficar nem nada?- fiz que sim com a cabeça

-Mas não precisa se desculpar, irei procurar algum hotel mais tarde e alugar um quartinho- digo sorrindo e passando meus dedos por suas bochechas macias- sabe, foi tudo uma coisa de momento, já estou melhor veja- faço uma de minhas caretas fazendo-o rir

George me puxou para mais um abraço e começamos a conversar sobre o que eu estava achando de Liverpool, do The Cavern, dos meninos, minha situação e de como ele estava disposto a se redimir comigo. Ele teve a ideia de "me emprestar o seu quarto", o que eu recusei quase que na mesma hora, mas ele insistiu, insistiu e eu acabei aceitando, mas por apenas uma noite, ou melhor, algumas horas já qu estava perto de amanhecer. Ficamos mais alguns minutos abraçados até que Harrison desfez o abraço e se levantou, me estendeu a mão e me puxou pra cima, então começamos a andar à caminho de sua humilde residência, ele me contou um pouco sobre seus pais e irmãos, falou de algumas pérolas da sua infância e etc. Depois de ficarmos sem assunto, percebi que o céu já começava a ficar em um tom de azul mais claro, já estava amanhecendo, deuses, quanto tempo eu passei conversando com George?

Quando finalmente chegamos na residência dos Harrison, George abriu a porta tentando fazer o mínimo de barulho possível, tiramos os sapatos e começamos a subir silenciosamente em direção ao seu quarto, não consegui enxergar muita coisa da casa pois estava meio escuro, e meu corpo estava em uma batalha com o sono e, parecia que o sono estava ganhando, a única coisa que percebi fora que a casa tinha um leve cheiro amadeirado e de chá inglês. Chegamos em seu quarto, ele abriu a porta e deu passagem para que eu entrasse, começou a arrumar os lençóis da cama e a mexer em seu guarda roupa à procura de um cobertor novo, enquanto ele procurava, larguei minha mochila perto de sua guitarra e me deitei lentamente na cama. Não me lembro de muita coisa depois disso, minhas pálpebras foram ficando cada vez mais e mais pesadas e minha visão embaçava, parece que a batalha estava quase no fim, e o vencedor era o sono

Senti um cobertor sendo colocado carinhosamente sobre todo meu corpo e um beijo ser depositado em minha testa, não podia acreditar que George era tão carinhoso, sempre imaginei ele meio frio e quieto demais, parece que eu me enganei. Sorri de meus pensamentos lutando para manter meus olhos abertos, sussurrei um "boa noite" quase inaudível à George mas ele escutou e retribuiu, massageou meus cabelos, o que me fez fechar os olhos por completo

A última coisa que me lembro antes do sono tomar conta de todo meu corpo, foi de George sussurrando pra mim

-Você não está mais sozinha em Liverpool, eu sou seu amigo, de verdade...boa noite, Leticia do Brasil


Notas Finais


Pessoal, eu peço mil desculpas pelo tamanho minúsculo desse capítulo, mas meu irmão tá precisando usar o notebook agora e fazer uns trabalhos hahsuajisnahj
Enfim, espero que tenham gostado (o que eu acho quase impossível), de novo peço desculpas e mil desculpas por esse capítulo
E não se esqueçam de pôr a opinião de vocês aqui, sem mais delongas
Beijinhos pra todos vocês


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