História Should I Stay Or Should I Go? - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Beatles
Personagens George Harrison, John Lennon, Paul McCartney, Personagens Originais, Ringo Starr
Exibições 29
Palavras 1.367
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Vejo vocês nas notas finais pessoas!

Capítulo 7 - Let Me Take You Down


Julho, 1962, Liverpool City, quinta feira

Me movia no ritmo animado de uma música qualquer que tocava no pequeno rádio da cozinha, enquanto fazia, ou pelo menos tentava, uma torta de maçã que tinha aprendido recentemente, até que a receita não era tão complicada assim. No fundo eu estava querendo me enganar dizendo que tava afim de cozinhar um pouco, mas o verdadeiro motivo de eu estar fazendo essa sobremesa era porque estava a espera de Paul, eu e ele combinamos de nos encontrar aqui mesmo no meu apartamento pra tocar alguns acústicos e ficar jogando conversa fora. Como sou ansiosa, precisava de algo pra conter o nervosismo e se distrair um pouco, cozinhar sempre me fez bem e me acalmou, na minha adolescência eu tinha a mania de fazer guloseimas e depois me entupir das minhas receitas. Hoje em dia a única coisa que mudou é que faço receitas mais saudáveis

Estava pondo a massa na forma quando a campainha toca, grito "só um minuto" mesmo sabendo que a pessoa não iria escutar, e me apresso pra atender. Era o porteiro avisando que um tal de Paul McCartney estava pedindo permissão para subir, sorri e autorizei, assim que fechei a porta, corri para pôr a torta no forno e dar uma última olhada no espelho. Soltei o cabelo que estava em um coque bagunçado e dei uma arrumada rápida, fiz algumas caretas como sempre faço e corri pra atender a porta. Abri-a e Paul estava com um violão nas costas e outro na mão, sorrindo logo ao me ver. Dei espaço para que ele entrasse e o cumprimentei com um olá e um beijo estalado na bochecha, ele me seguiu até a sala e nos sentamos no sofá grande, ele deixou o violão que estava em suas mãos no espaço entre nós dois enquanto tirava o que estava em suas costas

-Esse é o violão do John, o pedi emprestado- disse sorrindo- pode pegar, só tenha cuidado se não John será preso por assassinato, e a vítima será eu- ri de seu comentário e peguei o vilão com todo o cuidado, não conseguia acreditar que estava o segurando

-Uau, é lindo- digo quase hipnotizada pelo instrumento

-É, a mãe do John deu pra ele quando soube que ele queria um. Bom, mostre-me o que sabe

Sorrio nervosa e toco alguns acordes até começar a tocar Jailhouse Rock do Elvis improvisadamente, Paul está me olhando atento e fico mais confiante. Depois de dois minutos paro de tocar e o olho sorrindo

-Caramba, você toca bem- diz me olhando meio boquiaberto

-Ah, nem é pra tanto, mas obrigada Macca- respondo meio sem graça

-Já pode me substituir quando eu não estiver afim de tocar

-Não exagera, nem se engane, isso é o máximo que eu sei

-Tenho quase certeza que você só tá sendo modesta, vem, me acompanha- ele começa a tocar uma melodia e eu tento acompanhá-lo nas notas, mas acabo errando algumas

-Viu só? Eu não sou tão boa assim- digo assim que paramos

-Nada que umas boas aulinhas não resolva

Então Paul começa a me ensinar algumas notas, o seu bom humor fez com que meu nervosismo simplesmente evaporasse, ficávamos conversando enquanto tocávamos alguma nota e a maioria dos papos eram bem descontraídos, ele contou um pouco sobre a sua família e experiências com o dentista, eu sorria quase em todas as histórias dele, mas percebi que ele evitou um pouco falar sobre o período em que perdeu a mãe, então decidi mudar de assunto e falar das minhas histórias engraçadas de adolescência. Depois de várias e várias conversas e músicas tocadas decidimos dar um tempo, deixamos os violões de lado e relaxamos no sofá, Paul parecia um pouco distante, e depois me fitou

-O que foi?- perguntei meio sem jeito

-Você quer mesmo passar essa tarde toda só tendo aulas de violão?- ele pergunta me fitando e se aproximando um pouco

-N-Não sei, quer dizer, como assim?- meu coração passou a bater mais forte

-Nada- ele responde mais baixo e perto o suficiente para fazer com que eu sentisse seu hálito

Ele pôs as mãos em cada lado do meu rosto me puxando para mais perto, iniciando um beijo calmo, seus lábios eram tão macios e nossas línguas moviam-se em harmonia, apoiei minhas mãos em seus ombros e Paul foi jogando seu peso para mim fazendo com que seu corpo ficasse por cima do meu. O beijo foi ficando cada vez mais quente, minhas mãos passeavam por cada centímetro de suas costas, arranhava sua pele enquanto ele depositava beijos e mordidas em meu pescoço, logo voltando a me beijar, mordisquei sua orelha direita e ele passou as mãos por dentro de minha blusa. Suas mãos passeavam pelo meu corpo enquanto as minhas arranhavam suas costas, eu já conseguia sentir sua excitação e comecei a puxar sua blusa em meio ao clima, quando ele interrompe o beijo com uma cara estranha

-Que cheiro é esse?- ele pergunta fungando

-Qual chei... ai minha nossa! A torta!- respondo com um pulo e indo correndo em direção a cozinha

Ponho a luva e abro o forno apressada pra tentar salvar um pouco da torta, ponho-a em cima da mesa abanando um pouco da fumaça

-E lá se vai a minha criação- digo decepcionada olhando pra torta

-Calma, eu acho que ainda dá pra comer- Paul diz na porta da cozinha com uma cara meio preocupada e o cabelo desarrumado. Não pude conter o riso ao olhá-lo- o que foi?

-Nada- respondo ainda sorrindo- só que, você tá engraçado desse jeito, com essa cara e esse cabelo- ele cora um pouco e tenta arrumar o cabelo

-Foi você quem me deixou assim, Letícia do Brasil- ele fala com um sorriso malicioso

-Oh, desculpe senhor McCartney, eu não queria

-Não mesmo?- ele se aproxima com uma cara séria

-Não mesmo- digo dando de ombros e cutucando a torta com um garfo

-Você mente muito mal- ele sussurra em meu ouvido e eu arrepio

Viro-me de frente pra ele e lhe dou um beijo lento e provocador, ele põe as mãos em minha cintura e me puxa para mais perto, mas interrompo antes que o clima esquente mais uma vez

-Olha Paul, eu queria muito continuar, mas preciso pensar no que fazer pra comer- digo com as mãos apoiada em seus ombros

-E quem liga pra comida?- ele fala me dando um selinho logo em seguida

-Muita gente, inclusive eu, já tô começando a ficar com fome- ele revira os olhos

-Argh que fome é essa? Você parece até o George- ele fala fazendo uma cara emburrada enquanto eu me viro pra tirar a torta da forma

-Vai me dizer que você não está com um pouco de fome?

-Sim, nisso eu tenho que concordar

-Então, por culpa sua eu queimei a minha deliciosa torta de maçã- digo jogando uma das luvas nele- e agora não tem mais o que comer

-Não sou eu quem gosta de provocar as pessoas aqui- ele responde me fitando- além do mais, depois você pode fazer outra, já que é uma expert na cozinha

-Eu sou boa cozinheira mesmo, mas não sou a única com provocações aqui- ele chega mais perto e me beija mais uma vez, interrompo o beijo mais uma vez assim que meu estômago ronca

-Argh, tá vendo o que você faz?- ele responde ainda com as mãos em minha cintura

-Vamos sair pra comer algo vai, você pode até me mostrar a cidade depois

-Tudo bem, vamos logo- saímos da cozinha, abro minha carteira e pego algumas notas, ponho-as no bolso

Pegamos os violões na sala, Paul pôs o de John em suas costas e eu pus o seu nas minhas, mas antes de sairmos decidi deixá-los no sofá, já que o céu estava meio nublado, e se o violão de Lennon pegasse chuva, ele mataria a gente. Pego meu casaco e saímos, tranco a porta e antes de começarmos a andar dou um beijo rápido em Paul

-Depois a gente pode continuar de onde paramos- digo dando uma piscadela, Paul me olha surpresa e logo dá um sorriso malicioso, balanço a cabeça e pego sua mão, o puxando para descermos


Notas Finais


LEIAM AQUI PLEASE, OBRIGADA DE NADA
Primeiramente me perdoem por qualquer erro de português, eu demorei séculos pra ter inspiração pra fazer esse capítulo, escutei música, pensei muito e assisti apresentações do meu amorzinho Roy Orbison, acho que ele me deu uma inspiraçãozinha hasuhua
Segundamente, eu nunca escrevi cena hot em toda a minha vida e essa foi minha primeira experiência e uma demonstração, então por favor me digam se está horrivelmente horrível, mais ou menos ou bomzão. Agradeço desde já
Obrigada pela atenção e espero que tenham gosta, beijos!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...