História Shut the fuck up - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Bottom!chanyeol, Chanbaek, Pwp, Smut!au, Top!baekhyun
Visualizações 1.096
Palavras 4.100
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


4 mil fUCKING PALAVRAS DE PURO PWP TRASH MINHA GENTE
eu enlouqueci de vez real oficial
enfim vamos fingir que isso tá bom e que eu ainda sirvo pra escrever pwp
desculpem os erros to com sono

Capítulo 1 - And suck me.


Chanyeol descobrira cedo que não há muito que se fazer no colégio quando você é só mais um no meio de tantos outros adolescentes na puberdade que têm praticamente os mesmos objetivos: ficar na média pra não levar esporro dos pais, evitar ser pego pelos professores enquanto fuma um beck atrás da escola e transar o máximo que conseguir. Claro que existe uma pequena porcentagem que faz alguma outra coisa produtiva, mas o Park só se envolvia com a maioria, porque essa pequena porcentagem era alvo da zoação quando a outra parte não tinha nada mais interessante pra fazer.

No colégio de Chanyeol em particular, a pequena porcentagem era formada por um único garoto corajoso o suficiente para permanecer num ambiente ao qual claramente não pertencia. Seu nome era Byun Baekhyun. Baixinho, um cabelo descolorido, quase branco e comprido que caía até o início de seus ombros, terminando em uma franjinha que cobria parcialmente seus olhos, estes que se assemelhavam a pequenas pérolas negras, escuros e penetrantes. Dono de uma inteligência invejável para alguém de sua idade e uma aparência inegavelmente atraente, o rapaz, por alguma razão desconhecida ao Park, era o único que não se encaixava em nenhum grupinho – pelo que soube, por vontade própria.

Dizem que para uma escola funcionar corretamente, alguém precisa pegar o papel de desajustado e coube a Baekhyun essa árdua tarefa. E Chanyeol fazia questão de que ele a exercesse à risca.

— Olha lá a bichinha — Assim começavam todas as manhãs quando o loiro se aproximava dos portões do colégio, enquanto Chanyeol parecia espera-lo recostado ao muro alto com alguns amigos. — E aí Baek, dormiu bem? Não virou a madrugada no pornhub, né? — Os outros garotos riram atrás de si e o moreno se limitou a dar um sorrisinho de lado, um de seus braços rodeando os ombros do Byun de maneira desleixada.

— Me deixa em paz Chanyeol — Baekhyun afastou o outro de si com um empurrão estressado, andando a passos firmes sem sequer olhar para trás.

— Uuh, o viadinho tá de TPM hoje — O Park fez uma voz falsamente assustada, se juntando as gargalhadas de seu grupo. Logo em seguida mandou um olhar sugestivo a um garoto encostado na porta de entrada da escola, gesticulando para o mesmo, que despretensiosamente esticou uma das pernas justamente no momento em que Baekhyun passava. O loiro não teve tempo de fazer muito além de colocar ambas as mãos à frente do corpo para evitar uma queda maior, o que não impediu suas calças de rasgarem nos joelhos, os filetes de sangue saindo de ambos e também das palmas pálidas.

Todos os estudantes que jaziam no pátio do colégio explodiram em risadas, principalmente Chanyeol, que se escorava em um de seus colegas enquanto se curvava para todos os lados possíveis com uma das mãos na barriga.

Ouvindo as zombarias que eram direcionadas a si, Baekhyun não teve outra escolha senão levantar-se um pouco cambaleante, tirando precariamente o carmesim de sua pele e ajeitando a mochila nas costas, voltando a andar como se nada tivesse acontecido. Logo as risadas cessaram e o sinal bateu, avisando o início da primeira aula.

Enquanto todos se dirigiam às suas salas, Chanyeol e Jongin, um dos amigos que o moreno mais presava, foram direto a um dos banheiros, trancando-se lá e logo ascenderam um cigarro. O mais velho parecia pensativo, tragando com vontade e observando a fumaça se espalhar no ar, tornando mais densa e tremulante a atmosfera do local.

— Aquele filho da puta não se abala com nada. Qual a graça de zoar com alguém que não é afetado?

— Esquece ele — Jongin comentou sem interesse. — É só um otário esquisito, não se liga tanto.

— Não cara, me irrita. Tipo, o que ele representa nesse colégio? Porra nenhuma, é só um baba-ovo dos professores. E mesmo assim anda como se fosse o rei do universo — A feição raivosa em seu rosto mostrava o quanto a atitude “prepotente” do Byun o incomodava – por mais que aquilo não fizesse o menor sentido, já que o loiro visivelmente quisesse passar despercebido.

— Vamos jogar jokenpô.

Jongin soltara de repente, vendo o mais velho fazer uma cara de desentendimento.

— É o quê?

— Não se faz de surdo.

— Mas que porra tu tá falando? Jogar jokenpô pra quê?

— Só bota pedra, papel ou tesoura nessa mão logo.

Ainda sem entender, Chanyeol fez o que lhe foi dito. Colocou tesoura, e o mais novo, pedra.

— Ganhei. Então você solta ele.

O Park só ficou ainda mais confuso.

— Dá pra me explicar de que merda você tá falando?

— Tu não quer abalar o Byun? Então, eu vou te ajudar. Vou prendê-lo aqui no banheiro na segunda aula e você vai ter que esperar passar um tempo pra soltá-lo. E olha, se tu tiver um pouquinho de mais coragem, pode até se aproveitar da situação pra brincar com ele e causar um impacto ainda maior.

Chanyeol arqueou uma sobrancelha, surpreso com a proposta de seu amigo.

— Mas eu não quero, sabe, estuprar ele. Além do fato de eu não ser gay, também não sou nenhum criminoso.

O Kim deu uma risadinha nasalada.

— E nem precisa. Digamos que você só vai... sei lá, dar um estímulo pra ele se cansar de ser tão metido.

Chanyeol permaneceu estático por alguns segundos e, depois de dar uma tragada pesada em seu cigarro, soltou um sorriso ladeiro.

— Você é o capeta, Jongin.

— Valeu, tô só fazendo o meu trabalho. Alguém tem que pensar por aqui.

 

.¸ ¸.

Como planejado, ao fim da primeira aula, Jongin se encaminhou até a sala de Baekhyun e chamou pelo mesmo, com a desculpa esfarrapada de que um professor estava procurando por ele. O loiro estranhou, porém o outro insistiu tanto que acabou por se convencer e seguiu-o. E num momento de distração, quando os corredores estavam praticamente vazios, sentiu-se ser agarrado por trás e uma mão grande lhe tapar a boca, enquanto era arrastado sem dificuldade pelo corpo maior que si. Tentou se debater ou gritar, mas de nada adiantou. Estavam apenas eles no corredor do primeiro andar, onde se encontravam os armários dos alunos e os banheiros; foi em um deles que entraram.

O Kim o jogou dentro de um dos boxes e pareceu empurrar algum objeto pesado contra a porta, esta que a todo custo Baekhyun tentou abrir, sem sucesso.

— Jongin, me tira daqui! Não tem graça nenhuma!

— Sério? Eu tô rindo pra caralho — As risadas do garoto ecoavam na acústica dos azulejos azuis e brancos. — Mas não se preocupa, você não vai ficar sozinho. Logo chega alguém pra te fazer companhia. Falou!

A porta do banheiro foi batida, e Baekhyun teve certeza de que ouviu um barulho de trinco; estava trancado ali.

.¸ ¸.

O “logo” de Jongin durou uma eternidade.

Com seu relógio de pulso, Baekhyun contou. Uma, duas, três, quatro horas, e ninguém apareceu. As aulas acabaram, passava das seis da tarde, e nada. O loiro começava a perder as esperanças, pois gastara toda sua energia gritando e mesmo assim não veio ninguém. Por uma pequena vidraça, viu os raios de sol se tornarem cada vez mais alaranjados, e o banheiro aos poucos ficava mais escuro.

Olhou mais uma vez para o relógio: seis e vinte e quatro. A escola fecharia em mais ou menos meia hora. E no mesmo instante em que fez essa constatação, ouviu mais uma vez o trinco da porta do banheiro, as luzes foram acesas.

— Ei Baekhyun, ainda tá aí?

— Chanyeol? O que você tá fazendo aqui?

— Tô me fazendo essa mesma pergunta, deveria te deixar aqui até amanhã — Riu soprado. — Mas o Jongin me mandou te soltar.

Baekhyun respirou fundo, tentando ao máximo não explodir.

— Óbvio que uma ideia imbecil como essa tinha que vir de você. Me tira logo daqui.

— Abre essa boca mais uma vez e eu vou quebrar os teus dentes um por um — Chanyeol ameaçou desafiador, não gostando nada do tom elevado do mais velho.

Fez-se silêncio. O Park sorriu convencido, indo em direção à porta do boxe onde o outro jazia, removendo as várias carteiras que se amontoavam sobre ela.

— Pode sair. Espero que isso sirva pra voc...

Antes mesmo de terminar sua frase, o moreno sentiu um impacto forte contra seu rosto, seguido por uma ardência dolorida no local. Baekhyun havia acabado de socar sua bochecha.

Ficou paralisado por alguns instantes com uma das mãos na região atingida, atônito. Quando finalmente se recompôs, continuou sem acreditar no que acabara de acontecer.

— Você... você bateu em mim? Você acabou de bater em mim, seu merda?!

— Quer que eu bata de novo pra se convencer?

Chanyeol podia sentir a fumaça saindo de suas orelhas e o rosto esquentando, seu sangue pareceu congelar por um segundo e depois correr uma maratona pelas artérias. Sua raiva atingira um nível perigoso.

— Eu ia ser legal contigo, mas já vi que ficar trancado aqui não foi suficiente — Estreitou os olhos, se endireitando e caminhando vagaroso ao encontro do menor, que permaneceu imóvel e com um sorrisinho que não demonstrava um pingo de medo. — Vou te foder tão forte que vai se esquecer do próprio nome...

Baekhyun apenas riu nasalado.

— Não tenho medo de você Chanyeol. Na verdade, sempre te achei um filho da puta de dar pena. Mas sabe, agora que comentou, não seria uma má ideia te colocar de quatro e acabar com essa pose de macho alfa. Então vem cá e tenta me pegar, vamos ver quem vai sair mancando daqui.

O Park estava simplesmente sem palavras. Nunca antes imaginara que o tímido, quieto e evasivo Baekhyun poderia agir daquela maneira. O mesmo cara que sempre baixava a cabeça e fingia não existir quando caminhava apressado pelos corredores e a todo custo tentava se afastar de suas brincadeiras perversas.

Só naquele momento Chanyeol parou para pensar em como, realmente, Baekhyun nunca foi a pessoa estúpida e exibida que ele pensara.

Mas naquele instante não fazia diferença, pois ele o havia desafiado.

— Sabe que vai se arrepender disso, né?

O que eu sei é que você fala demais e faz muito pouco, igualzinho a uma vadia de esquina.

Lá fora, o sol já se pusera há tempos. Estava escuro, e no colégio não havia mais ninguém além dos dois rapazes, que se enfrentavam naquele joguinho de encarar e discutir com os olhos sobre quem daria o primeiro passo. O box que dividiam era minúsculo, e ambos já estavam suficientemente próximos para sentirem o aroma um do outro.

Chanyeol se inebriou com o cheiro de menta que desprendia daquele sorriso; quando o mais velho umedeceu os lábios com a língua, o frescor se intensificou.

Já o Byun pôde sentir de mais perto o aroma doce que o outro carregava consigo. O grande, musculoso, destemido e macho Chanyeol usava uma colônia com perfume de flores.

Baekhyun segurou sua vontade de rir.

O silêncio perdurou por mais tempo do que deveria até Chanyeol finalmente fazer o primeiro movimento; seus passos foram contados em direção ao loiro, que aumentou o sorriso debochado.

— Tu não vai sorrir assim por muito tempo.

— Cala a boca e me beija.

Os braços esguios e pálidos foram de encontro a curvatura do pescoço de Chanyeol, que foi pego de surpresa pelo ato repentino. Levou algum tempo até que ele decidisse, por fim, corresponder ao beijo afoito, suas mãos seguindo à cintura alheia, apertando-a.

Baekhyun bagunçava os cabelos da nuca do Park enquanto um dos joelhos atiçava o membro adormecido entre as pernas que, àquela altura, já estavam trêmulas. O loiro ria em meio ao ósculo; como Chanyeol conseguia manter sua fachada sendo o total oposto do que aparentava?

Quando se separaram, as respirações se tornaram rápidas e incertas, os olhos não se desgrudaram.  Baekhyun vagueava seus dedos pelo rosto do outro, alternando à pele desprotegida do pescoço e vez ou outra subindo às madeixas despenteadas. Sentia os arrepios correndo pela tez do mais novo, e quando sua boca se aproximou daquela região, depositando um leve sopro, poderia jurar que ouviu um pequeno ruído, baixo e sôfrego.

— Eu vou te ensinar a não mexer com pessoas que não conhece Park — Sussurrou rente ao ouvido do mais alto, este que vibrou ao sentir a voz rouca penetrando em suas têmporas. — A propósito, eu te odeio pra caralho e você tá literalmente fodido.

As mãos que antes distribuíam carinhos e toques suaves se encarregaram de prender as semelhantes de Chanyeol, que sequer teve tempo de entender o que estava acontecendo quando seus pulsos foram fortemente envolvidos pela gravata azul-claro do uniforme que outrora rodeava o pescoço do Byun. Agora virado de costas para o menor, Chanyeol sentiu-se totalmente impune quando seu lóbulo direito foi mordido e, como reação natural, um suspiro dançou por seus lábios.

Baekhyun riu baixinho logo em seguida, zombando de si.

— Você não parece tão másculo agora, Chan.

Em sua cabeça, o que predominava era a grande vontade de socar o rosto bonito do loiro, entretanto suas ações diziam exatamente o contrário.

— Isso foi golpe baixo.

— Isso foi usar a sua fraqueza ao meu favor. Eu sei que tu quer que eu te foda, e bem lá no fundo, você sabe disso também.

— Vou acabar contigo amanhã...

Amanhã você nem vai conseguir andar.

Ao fim da frase ameaçadora, o Byun empurrou-o com brutalidade para fora do box e ambos pararam de frente à extensa pia de mármore branco, Chanyeol encarando seu próprio reflexo no espelho enquanto observava Baekhyun sorrindo logo atrás de si. Seu corpo foi virado mais uma vez sem dificuldade e, novamente, as pupilas se encontraram.

Sem aviso prévio, o mais velho levou seus dedos ágeis a um dos mamilos alheios, apertando-o e acariciando, sem desviar seus olhos dos semelhantes de Chanyeol. Este que, por sua vez, fazia de tudo para não exteriorizar as sensações que correram como um choque dentro de si.

— Me diga Chanyeol, como você chegou à conclusão de que eu sou uma “bichinha”? — Pressionou com mais força, vendo o outro cerrar os olhos. Sorriu ladeiro. — Não que eu me importe, claro. Mas tem alguma coisa errada nisso, afinal, você não é tão machão quanto tenta demonstrar.

A cada palavra sua voz se tornava mais grave e baixa, intimando o Park a lhe responder.

— E por acaso... tô errado? — A coisa mais difícil que Chanyeol fizera em sua vida foi dizer aquela simples frase sem permitir que um único gemido saísse junto.

— Bom, tecnicamente, não. De fato, eu sou gay ­— A outra mão livre de Baekhyun escorregou pelo corpo esguio de Chanyeol; o abdome magro e a cintura fina, até alcançar o membro já desperto. — Mas fodo tão bem como você nunca fez em toda a sua vidinha de merda.

O primeiro gemido escapou contra a vontade do moreno. E fora mais manhoso do que ele imaginou que seria.

Baekhyun deu uma risada baixa.

Tu é mesmo uma putinha, Chan.

Mais um selar, repleto de volúpia, as mãos ainda brincando com o corpo amolecido de Chanyeol; os gemidos do mesmo verberando na acústica do banheiro. No enroscar de línguas, o loiro propositalmente mordeu o músculo quente e úmido do outro, que prontamente se afastou para encarar um Baekhyun cheio de ironia no olhar.

— Não achou que eu ia ser bonzinho contigo, achou?

A mão que outrora utilizava para estimular o membro ainda coberto do Park, se direcionou ao seu próprio pênis, já desperto. Desabotoou a calça social, descendo o zíper e baixando-a até os joelhos junto com a cueca.

— Ajoelha.

Foi naquele momento que Chanyeol sentiu medo.

— Eu não sei fazer isso Baekhyun.

— E eu mandei você ajoelhar. Agora.

Sem saída, o moreno obedeceu, temendo as ordens que receberia a seguir.

— Com essa carinha de assustado, você já deve saber o que eu quero.

— Já te disse, não sei fazer isso.

— A teoria é bem simples: cala a porra da boca e me chupa. O resto é prática.

Sem aviso prévio, o menor empurrou sem gentileza a cabeça de Chanyeol contra seu falo, o obrigando a engoli-lo até certo ponto. Pôde sentir as tosses vindas da garganta do mais novo batendo contra sua glande. Não se preocupou, entretanto; Chanyeol era um filho da puta e merecia aprender uma lição.

— Shh, devagar... cuidado com esses dentes — Puxava com força os cabelos escuros do Park, para depois empurrar novamente para a frente, num movimento vaivém em seu pênis. A franja começa a colar em sua testa, assim com as madeixas compridas em sua nuca; a língua despreparada do outro batia por todos os lados e aquilo só o enlouquecia ainda mais. — É melhor lubrificar bem, senão vai mais dolorido pra você depois — Sorriu arteiro ao passo em que sentiu o mais alto se engasgar.

Com mais algumas investidas, Baekhyun percebeu que Chanyeol não suportaria muito mais antes de passar mal, então puxou uma última vez os fios negros com agressividade, ouvindo as lufadas de ar pesadas do maior.

— Tu até que saiu bem pra uma primeira vez, Chan — Estava divertido aquele joguinho de brincar com o orgulho do Park. — Pode levantar... isso, sem pressa... agora você vai recostar na pia e empinar bem essa bunda pra mim, hum?

Totalmente extasiado, Chanyeol sequer contestou. Abaixou-se até que seu peito encostasse no mármore gelado, sentindo espasmos involuntários ao toque de sua pele incendiada com a pia fria. Àquela altura, estava impossível negar a si mesmo que sentia algo; algo forte, que não poderia ser controlado nem mesmo se ele quisesse.

E, por mais incrível que parecesse, ele não queria.

— Por mais que a minha vontade seja te foder a seco e te rasgar ao meio, não sou ruim a esse ponto — Houve uma pausa seguida de um longo ruído molhado que o moreno não soube identificar. — E você é bem macho, então vai aguentar a falta do lubrificante.

As calças de Chanyeol cederam a um puxão bruto do outro e o Park se viu exposto da cintura para baixo, sentindo a fervura de uma das mãos do Byun apoiada em sua costas. Ao olhar de relance pelo espelho, observou o mesmo encarando sua bunda com um sorrisinho indecifrável nos lábios finos.

— Porra — O loiro desferiu um tapa contra a nádega esquerda, o estalo foi acompanhado por um gemido sôfrego por parte do mais novo. — Odeio admitir, mas você é gostoso pra caralho.

Baekhyun direcionou o primeiro dedo coberto por sua saliva a entrada rosada de Chanyeol, este que tremeu e se retraiu.

— Está assustado? — A voz rouca carregada de sarcasmo.

— C-Cala... cala a boca...

Mal terminara sua frase, Chanyeol sentira ser preenchido por completo. Era uma dor terrível, impossível de ser descrita; como se seu corpo se chocasse contra algo desconhecido.

— Você precisa ser mais educado que isso se não quiser sofrer tanto. Sabe, se eu começar a me lembrar de cada uma das vezes em que você me humilhou na frente de todo mundo... — Baekhyun movimentou seu dedo levemente para trás, o empurrando novamente no interior alheio. — Ah, não vai ser bom...

O movimento de vaivém fazia o moreno soltar baixos muxoxos de dor, suas unhas curtas apertavam com firmeza nas palmas. Um milhão de coisas passavam por sua cabeça e ele tentava se convencer da ideia de que estava explodindo de raiva de Baekhyun e que ser complacente com toda aquela merda não resolveria nada.

Todavia, era tudo mentira. Ele queria tentar.

— B...Baekhyun... mais devagar, por favor...

Baekhyun cessou. Não podia acreditar no que acabara de ouvir.

— Por essa eu não esperava — Riu, retirando-se do mais novo e observando-o pelo grande espelho. — Mas ok, vamos ver o que você é capaz de fazer quando tratado com gentileza.

Aproximando-se mais do moreno, voltou a penetrá-lo, com mais cuidado e abaixando-se para distribuir selares pelas costas desnudas. Subindo até onde lhe foi permitido devido à camisa que o outro vestia, dirigiu-se ao pescoço, deixando chupões e mordidas por onde sua boca alcançava, enquanto seu dedo ainda trabalhava num vaivém que se tornava ao poucos mais rápido e profundo.

Logo os murmúrios doloridos do Park se tornaram gemidos tímidos, recheados de um prazer contido. Engolindo em seco diversas vezes, seu ar se tornando mais pesado e a respiração trêmula.

O loiro molhou os lábios rente à orelha alheia, intencionalmente causando um som úmido e sorriu ao sentir o interior do maior se contrair.

Acha que aguenta ser fodido por mim, Park?

E ainda meio atordoado, com a mente longe, Chanyeol decidiu entrar naquele joguinho.

Manda ver, Byun.

Baekhyun não esperou nem um segundo. Virou o moreno de frente para si, atirando-se de costas na parede mais próxima com ele em seu colo, as pernas esguias envolta de sua cintura. Masturbou seu próprio membro, espalhando o pré-gozo para facilitar a penetração.

Por um minuto, encarou os orbes negros do outro, que fez o mesmo consigo. Ambos sorriram perversos.

— Isso vai doer pra cacete, você sabe.

— Essa vai ser a última vez que tu vai transar com alguém tão gostoso quanto eu, aproveita.

O mais velho riu.

— Olha só, parece que eu libertei o teu lado passivo.

Os braços amarrados de Chanyeol rodearam o pescoço do outro, lambendo o lóbulo alheio.

Só me fode logo, Baekhyun.

Atendendo ao pedido sem contrariar, o menor posicionou seu pênis na entrada entre as nádegas de Chanyeol, que parecia chamar por si enquanto contraia contra sua glande. O semblante do mais novo, entretanto, se contorceu; aquilo doía mil vezes mais que um dedo.

Percebendo o desespero nos olhos semicerrados, Baekhyun passou a distribuir selos suaves na bochecha que outrora acertara um soco, surpreendendo o Park.

— Desculpa por te acertar, é que você consegue ser bem filho da puta quando quer.

— Desculpa por ser filho da puta, é que você consegue ser perfeito pra caralho e eu morro de inveja disso.

Ambos se olharam por instante antes de rirem em conjunto, Chanyeol segurando firme nos fios descoloridos da nuca alheia e Baekhyun apertando com vontade as coxas finas. Trocavam carícias mútuas ao passo em que o mais velho penetrava seu membro túrgido, estocando-o por completo no ânus do Park, que reprimiu um gemido misto de desconforto e prazer.

No primeiro movimento, todavia, foi impossível reprimir qualquer coisa. De sua garganta escapou um murmúrio arrastado, este que não passou despercebido por Baekhyun, que intensificou o aperto na carne pálida.

D...Dói...

Sem pensar muito bem em como acalmá-lo, o Byun fez a primeira coisa que passou por sua cabeça; tomou os lábios avermelhados com avidez, tentando distraí-lo do desconforto inicial. Sem interromper as estocadas lentas, intensificava cada vez mais o beijo, levando uma das mãos ao membro esquecido do outro, que permanecia intumescido.

Os gemidos manhosos de Chanyeol eram abafados pelo ósculos, e o cavalgar no pênis alheio, antes lento, se tornava cada vez mais ritmado e depressa, os ruídos molhados se espalhando pelo banheiro. O aperto na nuca de Baekhyun era cada vez mais apertado, suas pernas se enroscavam cada vez mais no abdômen magro. Com um pouco de trabalho, o loiro conseguiu livrá-lo da camisa que vestia, brincando com os mamilos enrijecidos, a franja em seus olhos balançando enquanto a bunda farta de Chanyeol subia e descia contra seu colo.

O Park separou as bocas para que seus gemidos fossem libertos, pois já não aguentava a falta de ar. Por sorte o colégio estava vazio, já que a maneira sôfrega como o moreno pedia por mais chamaria a atenção do primeiro curioso que passasse em frente do banheiro onde estavam.

Ao mesmo tempo em que aumentava o ritmo das investidas no interior quente de Chanyeol, Baekhyun movia com frenesi sua mão no membro do mesmo, um vaivém rápido que causava ruídos nada castos, seus dedos melados com o pré-gozo.

— Eu... eu vou...

— Pode gozar, Chan.

E com mais algumas estocadas, se desfez em um gemido manhoso entre os dois corpos, sujando ambas as barrigas com o sêmen.

Sentindo o corpo sobre si mais pesado, Baekhyun aumentou o passo das investidas e logo gozou dentro do outro, mordendo o lábio inferior para reprimir seu gemido. Escorregou mole pela parede gélida ainda com um Chanyeol extasiado em seu colo, ambos alcançaram o chão, exaustos. O loiro desatou o nó da gravata nos pulsos do mais novo, percebendo que, ainda assim, ele não tirou as mãos de seu cabelo.

Sorriu convencido, recostando a cabeça no azulejo.

— Você sabe que eu ainda te odeio, não sabe?

Chanyeol sorriu também, recostando a cabeça no peito que subia e descia descompassadamente.

— Eu sei.

.¸ ¸.

— Porra Chanyeol, me conta o que houve! — Jongin estava ansioso querendo saber da noite anterior, porém seu amigo não dizia uma única palavra sobre. — Fala alguma coisa, que merda!

— Caralho Kai, tu é chato! Digamos apenas que... eu e o Baekhyun ficamos quites.


Notas Finais


percebam como eu me perco na minha própria linha de raciocínio gjfipojfgjfdmemata
por mais top!baek nesse site pq ele tbm tem um pinto que n tá lá de enfeite
n vamos levar essa fanfic a sério pq ela é só um teste pra eu ver se ainda sei o que to fazendo ok ok


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