História Shutdown - FNAF - Capítulo 3


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Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Bonnie the Bunny, Chica the Chicken, Foxy the Pirate, Freddy Fazbear, Golden Freddy, Jeremy Fitzgerald, Mike Schmidt, Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Ficção, Five Nights At Freddy's, Fnaf, Furry, Kemono, Mistério, Sobrenatural, Suspense
Exibições 20
Palavras 593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Soltando mais um capítulo desxta fanfiction bugada. Tomara que tenha ficado legal.

Enjoy. (~'-')~

Capítulo 3 - O novo emprego


O aviso de despejo lembrou Schmidt de suas contas, da forma mais ríspida. O homem cerra os dentes ao se lembrar de que havia sido demitido no trabalho anterior. Ainda para completar, gastou suas últimas economias num smartphone e agora, não tem um tostão se quer. Schmidt começou a entrar em desespero.

—Caralho, não acredito que esqueci desse lixo! —O homem joga a folha de papel sobre a mesa de centro de madeira e vidro. Respirando fundo ele passa a mão entre os cabelos. —Mike seu idiota, como pôde esquecer justamente disso?! Espera... Preciso de um emprego qualquer. —Schmidt termina, com a atenção atraída para um jornal do dia anterior jogado sobre alguns gibis. 

Indo em direção ao mesmo, ele o toma. Por coincidência já está aberto na página de anúncios de vagas para empregos. Passando os olhos pelo jornal de quatro páginas o homem se decepciona a cada anúncio, os salários são pouquíssimos e os trabalhos são muitos. Chegando no anúncio final, Schmidt se contentou com este, é uma vaga para vigia noturno numa pizzaria o valor do salário não é grande coisa, é pago semanalmente, mas irá servir muito bem.

—“Ligar pra Charlie Fazbear”. Vou fazer isso agorinha. —O homem leva a mão de dedos finos até dentro do bolso tateando o mesmo que está vazio. 

Olhando em volta com as sobrancelhas abaixadas, os olhos castanhos procuram o telefone com destreza. Encontrando-o sobre o balcão da cozinha onde Schmidt havia deixado quando chegou na noite passada. Sem demora, Schmidt pega o Sony numa mão enquanto segura o jornal com a outra ele digita o número indicado no anúncio. O som persistente chamando o número permanece em torno de doze segundos. Naquela hora, o homem já acredita que não tem mais alguma chance de preencher a tal vaga, soltando um suspiro e baixando a cabeça ele fecha os olhos. E neste momento, uma voz masculina soou do outro lado da linha. Uma voz grave e calma, lhe disse.

—Direção da Fazbear Entertainment. —Imediatamente as pálpebras de Schmidt se abrem, e uma expressão surpresa se forma em seu rosto. Assim o homem do outro lado da linha continua. —Christopher Charlie falando.

Schmidt então respira fundo, torcendo para que sua almejada vaga não tenha sido preenchida ainda. Respondendo logo em seguida.

—Oi, bom dia. Me chamo Mike Schmidt, vi seu anúncio nos classificados. E... Tô interessado na vaga. 

—A vaga está sendo disputada por mais três pessoas. Você vive próximo a pizzaria? 

—Sim. Dá uns 9 minutos de caminhada até aí. —Respondeu Schmidt revirando os olhos.

—Interessante. —uma pausa se forma pelo homem, seguidos de bater de teclas. —Você tem alguma experiência? 

—Sim. Trabalhei por um ano no shopping do centro da cidade. 

—Muito bem. Isso é o suficiente, venha assinar o contrato às dez.

—Certo, dez da noite. Vou tá aí!

—A vaga é sua... Oh! Ia me esquecendo você pode começar por hoje. Precisava mesmo de você. Nos vemos às dez horas, seja bem vindo à família Fazbear, Mike Schmidt. 

O novo chefe de Schmidt encerra a ligação, e logo no rosto dele um sorriso aliviado surge, com um emprego finalmente ele ia poder colocar em dia seus débitos com a administração do prédio e evitar um certo despejo.

—Quero ver me tirarem desse apartamento agora! —O jovem ri, se jogando no sofá com uma das mãos atrás da cabeça. Ele permite que seu telefone caia sobre o centro de seu peitoral, criando um som abafado quando o aparelho colide contra. —Achar essa vaga, foi tão fácil como andar de bicicleta! Ha ha!


Notas Finais


Lá se foi mais um capítulo. Espero que tenha gostado, valeu por ter lido até aqui.

Abraços,

Panda.


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