História Sick Like Me - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Alfredo Flores, Jeremy Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais
Tags Criminal, Incesto, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Megan Bieber, Romance, Ryan Butler
Exibições 383
Palavras 2.715
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 30 - Não queira competir comigo.


"I'm your pimp, I'm your pope, I'm your pastor baby. 
Confess your sins to me while you masturbate. 
I wanna fuck like we're filming in the valley. 
I'm your heaven, I'm your hell, I'm your healer babe."

Xxxx Song: The valley - Miguel. Xxxx

 

Deitei-me na espreguiçadeira e Megan sentou-se na minha cintura, com uma perna de cada lado. Ela debruçou sobre meu corpo e voltamos a nos beijar. Ficamos assim uma boa parte da tarde, sem nenhum dos empregados nos incomodando. Eles agiam como se não estivéssemos em casa e isso era ótimo.

Deslizei as mãos pelas pernas de Megan, até chegar em suas coxas nuas devido ao curto shorts que usava. Conforme eu acariciava seu corpo, ela rebolava no meu colo em resposta aos meus toques, fazendo meu membro dar os primeiros sinais de vida por debaixo da calça.

Os beijos e as carícias ficavam cada vez mais quentes e intensos, deixando-nos inebriados. Meu pau já estava duro dentro da calça por conta das reboladas de Megan e aos seus gemidos baixos contra meus lábios que ela insistia em soltar somente para me provocar. Não ficamos naquilo por muito tempo, logo os empregados começaram a passar pela casa e nossa privacidade fora arrancada. Dorothy apareceu na varanda tão discretamente, que eu e Megan nem sequer a notamos ali.

Por sorte, havíamos parado de nos provocar e apenas estávamos nos beijando quando ela apareceu no final da varanda, próximo a área de serviço. Ela estava lavando roupas e não nos olhava, mas sabíamos que tínhamos sido vistos.

Com delicadeza, tirei Megan do meu colo e me levantei da espreguiçadeira, me levantando. Caminhei até onde Dorothy estava e pigarreei sem graça, na tentativa vitoriosa de ganhar sua atenção. Ela me observou com atenção, abrindo um sorriso simpático.

– Deseja alguma coisa senhor? – Perguntou.

– O que está fazendo aqui? – Franzi o cenho, tentando parecer o mais discreto possível.

Ela sorriu e ligou a máquina, fechando-a em seguida.

– Eu poderia ter esperado lá dentro, mas não sabia quanto tempo vocês demorariam aqui fora e precisava lavar essas roupas ainda hoje, desculpe.

– Do que está falando? – Perguntei confuso.

– Não se preocupe comigo senhor, já vi e ouvi vocês em situações bem piores do que um simples beijo. Eu não me importo. – Ele riu e caminhou em direção a porta da varanda, que dava para dentro da casa.

Arregalei os olhos com seu dito surpreso. Ela sabia?

– Está tudo bem, meu filho. – Tocou em meus ombros e entrou. Cocei a nuca, constrangido, tentando disfarçar numa tentativa frustrada.

Olhei perplexo para Megan, que ria da cena sentada no mesmo lugar que a deixei.

– Como ela sabe? – Sibilei quase sem som, incrédulo com toda a situação.

Ela se levantou e veio em minha direção, envolvendo os braços em meu pescoço.

– Dorothy sabe de muitas coisas. Ela sempre soube, aliás.

– Você contou? – Envolvi as mãos em sua cintura.

– Não foi preciso.

– Acha que...

– Não. – Megan me interrompeu, antes mesmo que eu completasse a frase. – Eu confio nela e ela jamais faria algo contra nós. Talvez tivesse achado estranho no começo, mas acho que agora já se acostumou.

– Espero que tenha razão. – Dei um selinho em seus lábios, me afastando em seguida.

Entrei dentro de casa e Megan me acompanhou até a sala. Ele se jogou no sofá, enquanto eu procurava meu celular em cima da cômoda ao lado da tevê. O encontrei em cima das correspondências que Megan estava olhando hoje cedo.

– Você vai nesse casamento? – Peguei a carta com o convite, achando outra escondida por baixo, da clínica na qual Megan estava internada.

– Vou, apesar de ser contra, não faria isso com Gregory, talvez ele precise de mim lá e...

Abri a correspondência e comecei a lê-la, interrompendo Megan antes que ela completasse sua fala.

– Por que escondeu essa carta? – Perguntei a encarando fixamente.

Sua expressão se tornou rígida e ela suspirou, se levantando.

– Não sei. – Respondeu sincera.

– Você leu?

– Sim...

– Está com medo ou mudou de ideia?

– Estou com medo e... Acho que posso mudar de ideia.

– Não era o que você queria?

– Na verdade, não. Eu queria melhorar e essa me parece a única forma. Não estou muita certa desse método, mas se essa for a minha única chance...

– Do que você tem medo?

– De te esquecer.

Um sorriso discreto apareceu em meus lábios, enquanto eu caminhava em direção dela.

– Acha que isso é possível?

– É uma possibilidade. Eu posso me esquecer de tudo, inclusive de mim.

– Eu a lembraria de quem é.

– E se eu me tornar outra pessoa?

– Isso é muito ruim?

– Eu não sei... – Suspirou. – Tenho medo de ser alguém completamente diferente do que sou agora. De fazer coisas que eu não considero certas.

– Como transar com seu irmão. – Brinquei e ela riu, dando um leve empurrão em meu ombro.

– Falo sério.

– Eu também. – Assenti, passando as mãos em sua nuca enquanto acariciava suas bochechas com os polegares. – Sua essência tratamento nenhum no mundo muda Megan. Você é o que é. O máximo que isso pode fazer é tirar memórias da sua cabeça. E talvez isso seja bom.

– Viver sem conhecer o passado é como andar no escuro.

– Não há nada que você gostaria de esquecer? – Arqueei as sobrancelhas, a observando de forma desafiadora.

– Bom, sim... Mas eu não sei. Não estou muito certa disso.

– Você vai ter tempo pra pensar.

– O que você faria?

– Não sei... Confesso que não sei.

– E o que acha que eu devo fazer?

– Parece clichê, mas eu acho que deveria escutar seu coração.

– É complicado, porque ele não para de dizer o seu nome. – Ela me olhou e sorriu, me arrancando um riso divertido.

Selei nossos lábios, iniciando um beijo lento e arrancando risadas de Megan enquanto nossas línguas brincavam em perfeita sincronia.

 

Pour your sins on me baby, let us pray.

Justin’s House. 07:00hrs A.M.

 

Acordei com uma ligação perdida de Ryan. Tentei retornar outras duas vezes, mas ele não atendeu nenhuma delas. Estranhei aquele telefonema e liguei para Khalil, perguntando se ele sabia o paradeiro de Ryan, que até o momento era desconhecido por todos nós. Ele se negou e eu desliguei, esperando que ele ligasse caso tivesse notícias.

Acabei perdendo o sono, me vendo obrigado a levantar-me de uma vez e tomar um café da manhã. Fiz minha higiene matinal e quando voltei para o quarto, tinha recebido a seguinte mensagem do meu advogado:

“Lucy retirou as acusações. Você é oficialmente um homem livre, quer me falar sobre isso?”

Ri ao ler aquela mensagem, mordendo meu lábio inferior em vitória. Finalmente eu estava livre daquele pequeno problema ruivo. A vagabunda agiu mais rápido do que eu pensei.

“Talvez mais tarde”.

 Respondi a mensagem e deixei o celular no criado-mudo ao lado da cama, descendo para tomar o café da manhã.

O sol já tinha raiado e o dia estava lindo, apesar de ainda ser muito cedo. Andei pela casa, encontrando-a completamente silenciosa, já que todos os empregados ainda estavam dormindo. Seus serviços começavam a partir das 08:00h e eu tinha me esquecido completamente.

Decidi ir para a varanda aproveitar o sol no começo do dia, que ainda era fraco. Caminhei em passos lentos até a espreguiçadeira, mas antes de me sentar, escutei um barulho vindo de dentro de uma salinha na área de serviço.

Encostei-me à parede e encontrei Megan debruçada sobre o tanque, lavando algumas calcinhas. Ela ainda estava de pijama, um pijama bem curto, eu diria. O pequeno short do mesmo, deixava à mostra a polpa da bunda e a blusa estava transparente devido a água que tinha molhado boa parte do pijama, marcando seus mamilos durinhos no tecido.

Pigarreei para ganhar sua atenção, pegando uma das calcinhas ainda secas, que ela não havia lavado.

– Por que está fazendo isso se temos empregados? – Perguntei, rodando sua calcinha nos meus dedos.

– Que susto! – Disse surpresa, colocando a mão direita sobre o peito. – O que faz acordado, a cama te chutou?!

– Perdi o sono. – Dei de ombros.

Ela puxou a calcinha da minha mão, me fazendo rir.

– E eu sempre lavei minhas calcinhas, se você nunca reparou.

– Nunca reparei. – Respondi sincero e ela riu.

– Foi o que imaginei. – Ela voltou a encostar a barriga no tanque, continuando o que eu havia atrapalhado.

Encarei o corpo de Megan sem pudor algum, sabendo que ela sentiria meu olhar de pura luxúria a queimar àquela hora da manhã.

Ela riu sem graça e me encarou de volta, soltando a calcinha dentro do tanque.

– Justin, o que você quer?

– Você.

Fui em direção a ela e apalpei sua bunda, enchendo minhas mãos. Depositei tapas na região, puxando o tecido para cima de modo que o enterrasse entre as nádegas. Encostei meu quadril na bunda da garota e enfiei a mão dentro de seu short, esfregando seu clitóris que melava cada vez mais meus dedos.

Ela encostou a cabeça em meus ombros e começou a gemer enquanto rebolava neles, deixando-me completamente duro.

Sem hesitar, puxei seu short juntamente com a calcinha para baixo e a livrei das peças, deixando-a nua da cintura para baixo. Ele me olhou assustada e se virou de frente pra mim.

– E se alguém acordar? – Perguntou receosa.

– Ninguém vai entrar aqui. – Afirmei confiante, colocando-a sentada em cima do tanque molhado.

Megan resmungou devido a água gelada, e arranhou minhas costas nuas de modo que suas unhas machucassem de maneira prazerosa minha pele. Gemi de dor, selando nossos lábios em um beijo quente, enquanto sentia as mãos de Megan acariciarem meu abdômen até o cós da minha bermuda.

– Sabia que estava sem cueca. – Sussurrou maliciosa, apertando meu pau por cima da peça de roupa, marcando-o todo conforme o esfregava por cima.

Ela puxou minha bermuda pra baixo e começou a me masturbar, esfregando meu pau em ritmo de vai e vem repetidas vezes, sempre alternando entre movimentos acelerados e vagarosos.

Esquivei meu corpo para trás, tirando Megan de cima do tanque. Entrelacei os dedos entre os fios dos seus cabelos e puxei levemente a cabeça da garota para baixo, insinuando que ela se abaixasse.

– Chupa.

– Justin, alguém pode entrar. – Resmungou.

– Você já foi mais corajosa. – Provoquei e ela me encarou com um sorriso sacana e surpreso, se abaixando.

Megan continuou com os movimentos de vai e vem, contornando a glande do meu pau com a língua, até por fim coloca-lo na boca. Ela o chupou com volúpia ao mesmo tempo em que me masturbava, levando a cabecinha dele até a garganta e o tirando quando sentia que iria engasgar. Ela repetiu os movimentos algumas vezes, deixando meu membro completamente babado.  

A puxei para cima antes que gozasse em sua boca, e a coloquei novamente sentada em cima do tanque molhado. Esfreguei a cabecinha do meu pau em sua entradinha, enquanto ela entrelaçava as pernas em minha cintura, prensando meu corpo contra o seu.

– Devagar. – Sussurrou em meu ouvido, a medida que eu enfiava a cabecinha dentro da sua boceta completamente melada.

Uma vez que a glande do meu membro já estava dentro da garota, contraí meu quadril pra frente e penetrei meu pau de uma só vez, arrancando um gemido alto de sua boca. Assim, comecei a estocar meu caralho dentro dela, conforme ela contraía a boceta, apertando meu membro dentro de si, o fazendo latejar de tão duro.

Aumentei gradativamente o ritmo das estocadas, conforme os gemidos de Megan ficavam mais altos e escandalosos, como uma perfeita vagabunda. Aquilo estava me levando a loucura, mas iríamos acordar todos os empregados, então tapei sua boca com uma das mãos, não parando meu movimentos.

Numa tentativa vitoriosa de me provocar, ela começou a rebolar deliciosamente no meu pau, também quicando em movimentos contrários aos meus. Em seguida, a garota contornou a língua na minha mão, babando na palma da mesma e levando-me a loucura.

Megan soltou seu líquido quente no meu pau, melando-o ainda mais, que me fizera também chegar ao ápice. Assim que puxei meu pau pra fora, ela levou as mãos até ele e começou a me masturbar até que eu gozasse.

Esquivei meu corpo para trás e ajudei Megan a descer do tanque. Em seguida, peguei uma das calcinhas secas e limpei meu pau sujo de porra, deixando Megan irada.

– Caralho Justin, sério isso?

Ri sacana com sua feição, vestindo novamente a bermuda.

– Relaxa, essa aqui fica comigo.

Mesmo irritada ela riu e fez um sinal negativo com a cabeça, também vestindo suas roupas.

Voltei para dentro de casa e subi para tomar um banho rápido e relaxante. Quando saí, peguei o celular e vesti umas roupas, descendo novamente para tomar café.

Quando desci, Megan também estava sentada a mesa, comendo.

– Vai sair hoje? – Ela perguntou e eu assenti, dando uma golada no suco de laranja. – Bom. Vou visitar Gregory hoje, se não se importa.

– Me importo sempre, então vá com o motorista.

– Tudo bem. – Ela deu de ombros, sem se importar com a condição que impus, o que era bom.

Meu celular começou a tocar no bolso da calça e eu o atendi na quinta chamada, já que Ellis insistia muito.

– Fala. – Atendi enquanto Megan me observava, mesmo que disfarçando seu interesse na conversa.

– Ela está te esperando no restaurante que combinaram.

– Certo. Já estou indo. – Respondi e desliguei o telefone, sorrindo para Megan. Ela sorriu de volta, voltando a comer.

– Já vai?

– Eu volto para o almoço, a gente pode sair mais tarde, caso queira.

– Sério? – Franziu o cenho, parecendo surpresa.

– É. – Ri com sua feição. – Mas agora preciso ir. – Me levantei e depositei um beijo na testa de Megan, saindo apressado dali.

Peguei a Ferrari e acelerei pelo jardim, indo para o outro lado da cidade.

Durante todo o caminho eu olhava para trás para me certificar de que não estava sendo seguido, pois não queria ter nenhuma surpresa desagradável, ainda mais se tratando de Megan.

Estacionei o carro no estacionamento do restaurante que Ellis escolheu e entrei, sendo levado pela garçonete até a mesa que a garota estava me esperando. Ellis estava sentado na mesa ao lado de Lucy, como uma espécie de segurança conforme eu havida ordenado. Ela fora obrigada a coloca-lo como segurança particular, assim, conseguíamos seguir todos os seus passos.

Sentei-me de frente para a garota e Ellis se levantou, acenando para mim com um simples gesto feito com a cabeça, indo para a porta de entrada do restaurante.

– Onde estão suas coisas? – Perguntei, observando a garota que se recusava a me encarar.

– No carro.

– O que falou pro Brendon?

– Que não ia mais mentir e que ele poderia me tirar da herança se quisesse.

– E o que ele disse?

– Que eu iria me arrepender por isso.

– Ele te ameaçou?

– Você sabe como é o meu pai! – Ela disse ríspida, só então mantendo contato visual.

– Igual a filha, então. – Arqueei as sobrancelhas, sarcástico.

Ela me fuzilou com o olhar, exibindo uma feição séria.

– Comprou as passagens?

– Sim. – Ela colocou em cima da mesa, mostrando-me.

– França?

– É.

– Ótimo. – Coloquei um envelope em cima da mesa, entregando-lhe.

Ela o abriu, arregalando os olhos, surpresa.

– 200 milhões pra eu sumir? – Ela riu, perplexa. – Tem tanto medo assim de que eu fale a verdade?

– Qual verdade? – Agora foi a minha vez de rir. – Você é uma mentirosa, ninguém mais acredita em você. Além do mais, até mesmo a Megan concordaria com o que eu fiz. Você decidiu mentir primeiro, só teve o que mereceu.

– Esse dinheiro não vai comprar o meu silêncio pra sempre. – Respondeu irritada.

– Eu sei. – Assenti. – Quando ele não for mais o suficiente, você não vai mais viver pra contar história.

– Você é um monstro!

– Você pediu por isso, Lucy. – Dei de ombros. – Agradeça por estar viva.

– Tem tanto medo assim da concorrência? – Provocou.

– Acorda! – Me levantei, deixando duas notas de cem dólares para pagar a conta em cima da mesa. – Você nem mesmo é uma concorrência. E Megan nunca ficaria com alguém como você.

– E por que não? Ela fica com alguém como você. – Provocou.

A fuzilei com o olhar e sorri cínico, umedecendo os lábios com a língua.

– Não queira competir comigo. Você perde antes mesmo de tentar.

O sorriso da garota desmanchou automaticamente. Ela pegou o cheque e o colocou dentro da bolsa, irritada. Eu saí primeiro do restaurante e fui para o meu carro, observando de longe Lucy ir para o dela e tomar o caminho do aeroporto. 



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