História Sickly - Yandere Simulator - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Palavras 1.596
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Eh, minhas provas teriam acabado se a minha mãe querida não me forçasse a fazer a recuperação porque sou uma aluna exemplar e não posso ficar com nota vermelha no boletim.
Então até o dia 1° primeiro vou ter recuperação.

Eu tô chorando muito por dentro, mas entendo... NÃO ENTENDO NÃO QUERO FÉRIAS CARAMBA!
Enfim, eu não demorei muito para atualizar não é mesmo? É que agora estou escrevendo duas ao mesmo tempo que é a nova que eu criei de Undertale do shippe Charisk e está que tem um ótimo progresso.

Tirando isso eu acho que vou criar um tipo de data e horário que pode sair um capítulo, mas isso só depois das provas certinho com vocês.

Enfim esse capítulo vai deixar vocês felizes e só no próximo vai ter vinho como brinde de entrada em DEZEMBRO ♥

Boa leitura amores:

Capítulo 12 - Our first date?


Pov’s Ayano

Eu fechei meus olhos, mas não senti nada, apenas alguém que colocou minha franja para trás, abri os olhos devagar Taro estava tão perto.

Mas apenas ajeitou meu cabelo.

- Estava com essa poeira branca no seu cabelo. – Ele demonstrou e assoprou para longe.

O que eu tenho na cabeça? É claro que ele não iria fazer isso, ele é tão elegante se fosse fazer algo desta maneira pediria permissão como um rapaz nobre, o que ele é.

- Ah, Ayano eu acho que irei indo, minha filha está me esperando para ir busca-la no colégio. – Ele disse olhando o relógio onde recebeu uma mensagem escrita.

- Sua filha? Ah, sim claro. – Ele se alevantou e se despediu, o levei até lá embaixo onde eu fiquei o vendo entrar no seu belo carro vermelho e indo para longe.

Aquela criança, um fruto que não deveria ter nascido deveria ter matado a mãe quando estava com aquela garota ainda na sua barriga, mas ela é o tesouro do Taro, mas quando eu tiver a oportunidade.

Não, não posso fazer isso, não devo pensar isso, eu prometi não matar mais ninguém pelo Taro, ninguém.

Suspirei eu ia entrar em casa, mas senti a presença de alguém na minha frente.

- Olá Aishi. – Uma voz feminina, eu olhei para frente pelo canto dos olhos Mina Rai, o que diabos ela faz aqui?

- Ah, é você... O que faz aqui? – Ela apertou a saia.

- Eu vim pedir para que você se afaste do Masuta-kun. – Disse firme na voz, quem ela pensa que é para me ordenar algo?

- E o que te da o direito de vir pedir isso?

- Eu estou apaixonada por ele e você está atrapalhando isso, você é uma pedra no caminho. – Ela ficou exaltada, uau, eu me surpreendi.

Pobre coitada, se ela soubesse que não tenho interesse algum, não perderia seu tempo.

- Ah isso? Não sei qual o seu problema, mas eu nem sequer tenho interesse nele. – Cruzei os meus braços, ela afirmou com a cabeça.

- Eu sei disso, eu sei muito bem disso, o problema é que ele só vê você, apenas você, ele nunca reparou em mim por causa da sua existência. – Sua voz aumentou a alteração a cada momento era pior do que a primeira.

Ela estava sem vida em seus olhos e os direcionou para mim ela estava com uma tesoura na mão, desde quando?

- Aishi, veja pelo lado positivo, você não vai mais matar ninguém e nem roubar a pessoa que eu amo, eu acabarei com isso rapidinho. – Ela não demonstrou medo algum em querer me matar, ela realmente pretende fazer isso?

Eu sinto aquilo de novo, um desespero percorrer o meu corpo e eu corri, fui para o pátio de trás de casa entrar na casa de ferramentas eu a tranquei por dentro, mas com certeza a Mina sabia que eu estava ali, porque no mesmo momento a maçaneta se movimentava e cada vez que ela não conseguia abrir ela empurrava a porta.

Porque eu estou com medo? Quer dizer, eu posso matar ela e eu não sentiria nenhum rancor nisso, mas cada vez que eu quero matar alguém eu não me lembro do Taro eu me lembro do Budo e isso não me faz enfiar a faca no corpo dela.

- Aishi, abra a porta eu sei que você está aí, você não está com medo não é? – A voz dela estava estranha, a porta se rachou com uma batida forte eu fiquei com medo novamente eu me encolhi no fundo da casa.

Ela batia novamente desta vez com algo mais pesado e com mais força, o machado que ficava do lado para cortas as arvores que cresciam onde a mamãe não queria.

Já podia se ver o rosto dela com o enorme buraco que ela fez, ela alargou um sorriso e tentou abrir a porta por dentro e conseguiu.

- Olha a gatinha tá assustada. –Ela se aproximou cada vez mais- Eu vou fazer você se sentir bem logo.

De todas com certeza o medo foi a pior emoção que eu poderia sentir pela última vez, mas nada aconteceu depois de um tempo eu olhei para ela que me observava? Aos poucos observei bem seu crânio onde algo pontudo saia de dentro.

- Ah, olha o que essa pirralha fez, destruiu a porta que o seu pai fez. – Uma voz que eu nunca imaginaria querer ouvir novamente.

Mina caiu no chão sangrando a faca presa em seu crânio e uma nova emoção, nojo... Senti-me enjoada por ver alguém morto? Estou descobrindo lados que nem eu mesma imaginaria.

- Porque não a matou pouparia esse estrago todo. – Minha mãe disse severa.

- Eu não consegui... – Toquei no seu corpo já gélido com certeza estava morta.

- Acho que ela não faz falta, não fique aí parada me olhando como se eu tivesse feito algo errado, aqui. – Ela pegou a pá que estava pendurada e jogou nos meus braços- Eu matei você enterra aqui mesmo no pátio.

- O que? E se descobriram mãe? – Ela riu ironicamente.

- Querida, você não faz ideia de quantos corpos tem embaixo dessa terra.

Que nojento, então desde pequena eu mexia numa terra ensanguentada? Tá aí uma coisa que não se vê numa infância.

Imagino que o Budo ficará arrasado, mas se eu falar que ela tentou me matar ele vai entender não é? Ela nem fará falta não é mesmo?

E imaginar que dentro de uma garota como ela tinha um tipo de Yandere como eu, porém um pouco péssima nesse trabalho é a primeira vez a gente nunca esquece. No caso dela não vai sequer nem poder ter essa chance.

Depois de todo o trabalho que eu fiz enterrando ela estava de tarde acabei nem almoçando estava enjoada.

Deveria está acostumada, já que no colegial eu fazia as mesmas coisas, mas depois que conheci o Budo parece que meus pensamentos e as minhas emoções estão confusas, complexas são se encaixam mais.

Agora pensando mais no que ela disse, o que quis dizer que “ele apenas tinha olhos para mim”, não é como se ele me observasse ou algo do tipo no passado, mas tudo o que ele fez por mim, será? Não, estamos falando do garoto que era famoso por ser líder do Club de Artes Marciais e de uma garota que fracassou no Club de Ocultismo, ou seja, eu.

Da garota que fracassou no Club de esporte, vídeo game, artes, robótica, jardinagem, teatro e praticamente todos os Clubs possíveis naquela academia.

É uma vida longa e deprimente e com certeza sem sucesso.

- Ayano venha para dentro se continuar aí fora seus ferimentos podem piorar. – Minha mãe gritou da janela.

- Como se você se importasse. – Murmurei.

- Eu escutei mocinha. – Gritou novamente.

Encolhi meus ombros, deveria ter dito um pouco mais baixo, me alevantei e fui para dentro de preferencia tomar um banho demorado e tirar esse sangue do meu corpo.

...

“A polícia recebeu um chamado dos amigos e familiares da garota Mina Rai que está desaparecida a mais de 48 horas, a polícia investigou os últimos lugares que ela foi vista.”

“Encontrou nada, nenhuma evidencia de que haveria fugido ou sido sequestrada, a polícia desistiu das buscas por hora, a família da garota está arrasa, mas em breve eles voltaram com as buscas”.

- Desliga a televisão mãe. – Eu disse tomando o café da manhã.

- Isso parece interessante, esses policiais são péssimos não devem ganhar muito. – Ela disse degustando do café o meu pai comia e olhava para nós duas.

- O que vocês fizeram? – Ele se pronunciou.

- Sua filha a enterrou no nosso quintal. – Ela disse cantando, foi engraçado, mas o meu pai quase vomitou o café.

- Mãe, por favor, estamos comendo...

- Mas é a verdade ué eu apenas ajudei enfiando a faca no crânio dela, quer dizer quem mandou ela se meter com um membro da minha família?  - Insistiu a maior.

Era a última gota, meu pai saiu correndo para o banheiro, ele não gosta de mortes e mesmo assim lê jornal e televisão o que normalmente só tem tragédia e depois vai vomitar, é engraçado, mas um caso sério.

O telefone começou a vibrar na sala a minha mãe foi atender enquanto eu procurava um canal decente.

- Filha uma pessoa no telefone e para você. – Ela disse levantando as sobrancelhas para cima e para baixo, qual é a dela?

Eu me alevantei ou para ser exata, me arrastei até a sala tomando o telefone das mãos da maior que saiu dando risadinhas.

- Quem é? – Disse desanimada.

“Que maneira ótima de me receber vai me expulsar do celular agora?” – Não, ele não, por que... Ok se perguntar se tive alguma relação com a morte da melhor amiga, vamos dizer que não e somos inocentes e ela não está no meu quintal e enterrada, e chega estou ficando insana.

- Budo, nossa é que me desculpa, eu estou um pouco cansada.

“Jura? Nem percebi, mas não te liguei para isso, já que você está em casa e tem passe livre para pelo menos ir à esquina da outra rua – Disse irônico- Quer... Ir ver algum filme?”

- Isso é um encontro?

“Não, de maneira nenhuma é um passeio de amigos?!”

- Você é péssimo com improviso, mas por mim tudo bem eu não estou com vontade de ficar em casa.

“Legal, então... Até mais tarde.”

- Até mais. – Ele desligou.

Eu poderia jurar que escutei alguma voz feminina falando junto com ele.


Notas Finais


Ela morreu...
TÔ NEM AÍ, TÔ NEM AÍ, PODE FICAR EMBAIXO DA TERRA EU NÃO TÔ NEM AÍ.

Opa ela retornara com zumbi ha, PLOT TWIST, não mentira calma gente guardem essas pedras e facas -qq
Principalmente as facas, enfim...

Até os próximos quero ver o mundo comentando aí -q
Que hoje eu tô feliz, pera... A uma hora atrás eu tava na Bad, MAS TÔ FELIZ PORQUE VOCÊS ME FAZEM FELIZ.

( Ai que nojo tô meiga) parei... Sempre fui :*

Mentira, eu... Ah, esquece eu sempre fui alguém doidinha.


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