História Significando - MALEC - Capítulo 5


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Imasu Morales, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Lady Camille Belcourt, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Max Michael Lightwood-Bane, Rafael Lightwood-Bane, Ragnor Fell, Robert Lightwood
Tags Amor, Malec, Romance
Visualizações 39
Palavras 238
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Droubble, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, confesso, eu pulei a palavra número 5, por que não conseguia pensar em nada pra ela! Vou colocar ela e o "significado" nas notas finais, se tiverem sugestões, aceito sz
Então eu diz a 6, que é meio sofrência, mas não tanto. E é bem pequena também, mas é a minha palavra preferida do dicionário do John. POV Alec, provavelmente no universo dos livros (mas eu não tenho certeza)

Boa leitura!

Capítulo 5 - (6.) 5. Anemoia



(6.) 5. ANEMOIA


"Nostalgia de um tempo no qual você nunca viveu."


 


Deitei minha cabeça no colo de Magnus sentindo os dedos cobertos de anéis dele rasparem entre meus fios, o tipo de toque que me deixava tão relaxado quando eu poderia estar.


Ele parecia sorrir enquanto me contava uma história engraçada do seu passado, era tão mais fácil agora para nós dois falarmos disso, sem o fantasma malvado da imortalidade me assombrando. Eu gostava de ouvir ele me contar sua história, gostava de rir junto com ele com alguma história do Peru, gostava de ouvir ele falar sobre guerras passadas (honestamente, como ele consegue ficar tão sexy falando sobre isso?), gostava de enxugar suas lágrimas quando eram histórias dolorosas. Era maravilhoso saber que depois de tantos anos ele havia me escolhido para falar sobre tudo isso.


As vezes, eu sentia uma coceirinha no meu peito enquanto ele falava, uma espécie de nostalgia gostosa, embora eu não estivesse presente em nenhuma daquelas lembranças. Era como se tivesse saudades daquele Magnus inocente e inteiramente feliz.


Independente de tudo, eu gostava do seu passado agora, eu gostava das suas experiências e de como elas foram importantes para moldar-lo. Agora eu entendia que se não fosse tudo isso - imortalidade, passado, ex's - ele não seria ele. E talvez eu não houvesse me apaixonado por ele ou ele por mim.
E eu não gostava nem de imaginar essa alternativa.



OoOoOoOoO
 


Notas Finais


Palavra número 5:
Anecdoche, uma conversa em que todo mundo está falando mas ninguém está ouvindo.

Nos vemos nos comentários?


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