História Signos e paixões - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 58
Palavras 855
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Tentando agradar


Fanfic / Fanfiction Signos e paixões - Capítulo 7 - Tentando agradar

Câncer caminhou pelo corredor até chegar no escritório de Capricórnio, bateu na porta e logo o maior atendeu.

- Oi - Sorriu tímido e Capricórnio acenou com a cabeça - O jantar já tá pronto. Não vai comer?

- Ah... Daqui a pouco eu vou. Tenho que terminar um trabalho aqui. - respondeu, mesmo já estando com fome.

- Certo. Quer que eu espere pra jantarmos juntos? - o garoto de olhos grandes e brilhantes perguntou.

- Não precisa - sorriu agradecido.

- Ah para - Câncer riu - Estarei na sala, assim que sair te faço companhia no jantar. - olhou meigo para o outro.

- Tudo bem então... - Capricórnio mordeu o lábio. Nervoso?

- Tá... - Caranguejo deu um beijo na bochecha do outro e saiu. Capricórnio ficou um tempo parado na porta com um sorriso bobo.

- Mano... - Sagitário se aproximou - Tá sorrindo desse jeito por que? Achou dinheiro caralho? - perguntou rindo.

- Vai a merda, Sagitário. - Fechou a porta antes de ouvir uma resposta.

Ele voltou para a sua poltrona e ficou pensando... Se perguntava o porquê de ficar daquela forma sempre que o Caranguejo aparecia.

Não podia negar que sentia algo, como as típicas borboletas no estômago, quando estava sozinho com aquele garoto. Mas também não conseguia lidar bem com isso, pra ele era muito difícil de encarar os fatos.

Tinha medo de se magoar, por isso passava maior parte do tempo afundado em trabalhos, só assim pra ocupar a mente e não pensar numa possível rejeição por parte de Câncer.

Tinha horror de se machucar por amor. Afinal, ele não era do tipo que se envolvia com os outros com facilidade, ele precisava se sentir seguro e confiante, se ele estivesse com alguém ia querer que isso durasse o máximo possível.

Ele tentou esquecer isso e voltou ao trabalho. Passaram-se quase meia hora para finalmente acabar o trabalho.

Pela sua posição na empresa, ele não tinha necessidade de trabalhar tanto, fazia aquilo só pra encher a cabeça. E também por ser um tanto viciado em dinheiro.

Quando ele desceu para jantar, Câncer estava o esperando. Capricórnio sorriu internamente com isso e os dois seguiram para a cozinha.

Tudo correu bem, jantaram e conversaram. Logo depois foram para seus devidos quartos.

Capricórnio se deitou em sua cama mas não conseguia dormir. Sempre se sentia tão bem e, de certa forma, especial ao lado de Câncer... Decidiu que iria retribuir o carinho, por mais estranho que fosse pensar nisso.

Iria lhe arranjar um presente. Pensou em mil coisas que poderiam agradar o outro... Até que se lembrou de algo... Uma vez Caranguejo comentou que queria muito bichinhos de estimação... É... Talvez fosse uma boa.


No dia seguinte, quando voltou do trabalho Capricórnio tinha uma caixa em mãos, assim que chegou em casa foi até o quarto de Câncer e bateu na porta. Com certeza o chefe de cozinha já havia chego do restaurante. O maior bateu na porta e logo foi atendido.

- Capricórnio... - Sorriu - tudo bem? - o maior tentava não demonstrar, mas estava um pouco nervoso.

- Hmm... Sim. Tudo ótimo. - Câncer olhou para a caixa nas mãos dele.

- O que tem aí? - perguntou risonho.

- Er... Eu trouxe algo pra você. - Respondeu mordendo o lábio.

- Oh! E posso ver? - perguntou com os olhinhos brilhando.

- Claro. - respondeu, permitindo que o outro retirasse a tampa.

Assim que viu os dois gatinhos pretos dormindo dentro da caixa, o Caranguejo exclamou um "awn" baixinho, seus olhos se arregalaram em supresa, logo ele sorriu e fez uma carinha fofa que foi lá no coração difícil de Capricórnio.

- Gostou? - Capricórnio questionou esperando as palavras que o outro tinha a dizer.

- É claro. Vem entra, vamos arrumar um lugarzinho pra eles aqui. - Entraram no quarto e Câncer já foi improvisando um lugar para os bichinhos - Eu vou deixar um lugar pra eles dormirem, porque ainda são muito pequenininhos. Quando estiverem maiores podem dormir comigo.

- Bom... Eu fico feliz que tenha gostado. - Capricórnio pronunciou meio sem jeito. Câncer sorriu largo e no impulso o abraçou com força. O outro foi pego de surpresa e na hora não soube bem como reagir, ele tinha uma certa dificuldade para lidar com o afeto. Mas logo Caranguejo o soltou.

- Desculpe... - Câncer pediu, sem graça.

- Não precisa se desculpar. - respondeu um pouco envergonhado.

- De qualquer forma, muito obrigado. Eu adorei os gatinhos. Aliás... O que te levou a me dar eles? - Capricórnio ficou um pouco vermelho.

- Ah... Eu vi no pet shop e imaginei que ia gostar. - respondeu coçando a nuca.

- É, eu gostei muito. De verdade.

Eles se olharam nos olhos e por um momento o maior pensou em beijar o outro. Mas se conteve.

- Então eu vou indo. Nós nos vemos no jantar.

- Certo. - Câncer sorriu e se despediu dele.


O restante do dia correu bem, os gatinhos foram apresentados aos outros membros da casa, que o receberam bem. Virgem até tratou de ligar para o veterinário e marcar uma consulta para ver se os filhotes estavam saudáveis. Nessa noite eles jantaram pizza e assistiram filme, e é claro, todo mundo, até Peixes, sacou um climinha entre Câncer e o homem de negócios.



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