História Signs - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Dinah Jane, Drama, Ficção, Lauren Jauregui, Normani Kordei, Norminah, Romance
Visualizações 428
Palavras 1.229
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Capítulo 13


Lauren POV

Novamente eu já estava pronta, mas agora para a festa que teria no salão lá embaixo. Será que Camila iria? Por algum motivo essa é a única frase que meu cérebro consegue formular desde que eu decidi ir. Sabia que Alexa estaria lá e provavelmente viria atrás de mim querendo migalhas do meu amor, mas hoje meus pensamentos novamente estão na latina.

Por que eu penso tanto nela sendo que nós nem ao menos somos amigas? Quando pensei na palavra amigas, meu cérebro rejeitou na hora a ideia. Ela é linda e qualquer um daria tudo para beijar a moça, mas ela é a mulher do diretor então... não posso fazer nada. Mas como eu queria mergulhar naqueles lábios e sentir seu sabor. Oooh se eu queria.

A festa começava 20h, mas eu não apareceria lá antes das 21:30, não gosto de ser a primeira a chegar nos lugares. Fiquei enrolando no meu celular, vendo coisas sobre mim no twitter, alguns fãs queriam saber aonde eu estava, outros juravam que eu estava em algum lugar me drogando com o Ty. Realmente eles não gostam dele e têm razão, eu me perdi completamente no tempo em que fiquei com ele. Usei algumas drogas e falei bastante besteira por aí, mas hoje eu sei que estava errada e devo desculpas a todo mundo, mas é tão difícil pra mim assumir que estou errada.

Afastei meus pensamentos ruins quando vi que o relógio do meu iPhone marcava 21:30. Eu estava num vestido branco bem coladinho com uma fenda na coxa esquerda, eu estava sexy e sabia disso, mas ali não tinha ninguém que eu queria seduzir, ou tinha? Argh, como é difícil não pensar naquela mulher. O que será que deu em mim? Até sexta eu a jogaria embaixo de um trem.

Saí do quarto e fui até a festa. As pessoas estavam animadas, tocava apenas música eletrônica e eu conhecia a que estava tomando conta do ambiente. Era Galantis. Ah, esses caras são ótimos, “In My Head” é um hino e eu nunca me cansei de ouvir ela. Comecei a dançar discretamente até que senti uma mão envolta da minha cintura.

- Eu sabia que você não resistiria a uma festa! – Era Alexa, fiquei até desanimada.

- Quem resiste? – Realmente, eu sou bem festeira.

- Sua amiga, como ela chama mesmo? Catarina, Marina...

- Camila – Disse alto, eu jamais me esqueceria desse nome e ver a recepcionista falando dela assim soava quase como um pecado.

- Isso! Ela não apareceu por aqui. Acho que não vem. – Abaixei a cabeça e suspirei. – Vem dançar comigo Laur, vamos curtir a noite.

Dançar não mata ninguém, não é? Aceitei o convite e me juntei a ela na pista improvisada no meio do salão. As músicas estavam ótimas, pareciam até que eles tinham acesso ao meu spotify para montar a setlist. Dancei fervorosamente e quando olhei no canto da sala, quase caí para trás.

Camila estava lá no bar bebendo algo e conversando com o garçom. Vestia um vestido azul, eu não reparei como era pois já estava um pouco bêbada. Andei em sua direção e pude notar que o garçom flertava com ela. Descarado.

- Camz, vamos dançar? – Okay Lauren de onde veio esse apelido?

Camila POV

Camz? Quando eu te dei liberdade para me dar apelidos? Mas okay, até que soa bem-vindo de Lauren. Ela estava um pouco bêbada, eu não estava 100% bem, mas só de ela aparecer ali quando o garçom me incomodava com seus flertes já foi o suficiente para eu a achar o máximo.

- Vamos sim!

O olhar decepcionado do barista me fez ter mais certeza de que ele achava que hoje não dormiria sozinho. Segui Lauren até a pista e começamos a dançar. Ela dança muito bem, devo admitir, eu fiquei até hipnotizada com sua ginga, mas eu danço muito melhor. Nossos corpos não se descolavam por um minuto sequer, eu estava de costas para ela, sentia sua respiração agitada bater no meu pescoço e isso me causava calafrios? Como um ser humano pode te deixar louco apenas com o calor da respiração?

Eu sentia seu olhar queimar meu corpo, seu olhar era de desejo. Começamos a nos tocar levemente e um clima de flerte tomou conta, eu sabia que aquilo era errado, mas aqueles olhos verdes me impediam de sequer pensar em parar. Estávamos dançando bem próximas quando o embuste chegou.

- Laur, te procurei a pista toda! – Alexa disse e os olhos verdes reviraram, eu apenas ri baixinho. – Ah, oi Camila, que bom que veio.

- Eu não perderia a chance de dançar nem que a vaca tussa! – Disse tentando parecer simpática, mas a verdade era que eu já sentia falta dos toques de Lauren.

- Você se importa se eu roubar a Laur um pouco? – A cara da hispânica era bizarra, era um misto de socorro com um me mate, eu apenas assenti com a cabeça e voltei para o bar.

Eu não tinha notado, mas nós dançamos por mais de 2 horas naquele climão. Olhei para o relógio e já eram 2 da manhã. Continuei bebendo como se não houvesse amanhã e estava completamente bêbada e eu e bebida não combinamos, faço coisas impulsivas nas quais me arrependo no outro dia. Mas lá estava eu, recordando da minha semana efusiva. Foi tudo tão rápido e surreal que eu nem conseguia acreditar e então aqueles malditos olhos verdes vieram na minha mente.

 Eu lembrava dos toques de Lauren e de como estávamos perto quando o pombo apareceu. Mas sabe, eu não vou passar vontade não, vou beijar essa mulher nem que eu tenha que perder o emprego. Levantei um pouco tonta do bar e comecei a procurar pela mulher. Olhei por todos os lados e vi que ela não estava ali, provavelmente já tinha ido dormir já que amanhã voltamos para Miami e começamos a gravar na segunda cedo. Decidi ir até seu quarto.

Enquanto eu ia, flashes da noite passavam pela minha cabeça, parecia que eu conseguia realmente sentir seus toques no meu corpo. Eu já estava ficando louca quando me deparei com uma porta com um grande 97 desenhado. Okay, era agora ou nunca. Bati na porta e logo Lauren veio abrir.

- Camila? – Parecia surpresa, mas ao mesmo tempo feliz.

- Oi Lauren, eu não te vi mais lá e queria saber como você estava – MENTIIIIRA.

- Ah, eu estou bem, vim dormir, amanhã voltamos cedo para Miami.

- Eu sei, mas depois daquela dança eu acho que fiquei com vontade de algo e precisava te ver.

- Do que?

Okay, that’s it, é agora ou nunca, fui me aproximando do rosto dela e pude ver um leve sorriso se formar em sua boca. Sua respiração já batia em meu rosto quando...

- PRU – quer dizer, isso foi o que eu ouvi, o que ela realmente disse foi – LAUR!

Me afastei rapidamente e olhei para a menina seminua dentro do quarto de lauren. A hispânica não sabia o que fazer e eu apenas saí dali o mais rápido possível, eu ouvia Lauren me chamar mas ignorei. Entrei no meu quarto e me joguei na cama, demorei para dormir pois fiquei pensando na morena, quando vi já eram 7 horas e eu não tinha um pingo de sono, pelo menos poderia dormir no carro e evitar Lauren o máximo possível.



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