História Signs - Capítulo 36


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Dinah Jane, Drama, Ficção, Lauren Jauregui, Normani Kordei, Norminah, Romance
Visualizações 167
Palavras 1.577
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 36 - Capítulo 36


Lauren POV

O beijo que trocamos selando o nosso acordo despertou todos os meus sentidos. Estávamos sob a luz do luar no lugar que eu mais gosto no mundo. Após conversarmos sobre quase de tudo um pouco, ali estávamos nós, nos despindo enlouquecidas em céu aberto. Ela se sentou no meu colo passando uma perna para cada lado do meu corpo me dando total liberdade para passar minas mãos aonde eu quisesse. Essa latina me enlouqueceria. Passei a mão na barra do seu vestido fazendo menção de o levantar e ela se prontificou a me ajudar.

Agora eu estava completamente molhada vendo aquela perdição apenas de lingerie nos meus braços. Eu conseguia sentir a umidade e o calor que seu centro emanavam e isso me deixava mais sedenta ainda por ela, como se isso fosse possível. Senti as mãos ágeis dela começarem a desabotoar a minha camisa e eu gemi de satisfação sem querer. Ela sorriu cinicamente e diminuiu a velocidade com que me despia, me deixando a beira da loucura. Assim que todos os botões foram abertos, ela ficou me encarando por um tempo. “Você me deixa louca, Jauregui” foi a única coisa que ela conseguiu dizer antes de me atacar com seus lábios. O beijo agora era feroz e faminto, ela me deitou de costas no lençol que eu havia estendido e trocávamos beijos e caricias quentes. Eu já não aguentava mais aquilo e abri o feixe do seu sutiã. Quando vi aqueles mamilos enrijecidos entregando o prazer que ela sentia, não tive outra atitude a não ser abocanhá-los.

Sentir a pele da morena e ouvir seus gemidos me fazia sentir um prazer inenarrável. O seu gosto era delicioso, jamais alguém me pareceu tão saboroso. Eu me sentia uma canibal querendo comer cada pedacinho do corpo da menina que estava completamente entregue nos meus braços, ela já nem policiava a altura de seus gemidos e qualquer pessoa que estivesse por perto ouviria seus sons prazerosos. Logo senti meu sutiã afrouxar e sabia que ela havia o desabotoado. Rapidamente o tirei, ficando apenas de calcinha, exatamente como ela estava também. Olhei em seus olhos e via luxuria e desejo neles, o castanho agora se fazia negro e a menina não tinha nenhum pudor sobre onde suas mãos iriam em meu corpo. Bruscamente inverti nossas posições, e agora eu estava por cima encaixada no meio de suas pernas, sentindo o contato entre nossos corpos se tornarem cada vez mais intensos. Eu ainda chupava seus seios ferozmente, mas todas as vezes que nossos olhares se cruzavam, era como se ela me implorasse para descer um pouco mais. Resolvi ceder.

Comecei a depositar beijos entre seus seios, barriga até que parei em seu ventre. Ansiedade era tudo o que os olhos dela me diziam, e num movimento rápido e a tomei para mim. Segurei suas coxas grossas e apenas sentia ela arcar seu corpo a cada sugada que eu dava em seu sexo. Eu a chupava com vigor, o gosto que ela tinha era viciante, mas eu queria a levar ao extremo. Parei de chupá-la e a penetrei com dois dedos enquanto distribuía beijos em toda a região do seu centro. Eu sentia seus músculos apertarem meus dedos, me dando o conhecimento de que seu ápice estava próximo. Retirei meus dedos e voltei a penetra-la, mas agora com a ponta da língua. O corpo de Camila simplesmente estremeceu na minha boca e eu sabia que ela havia se desfeito. O sabor de seu mel logo se fez presente em minha boca e aquilo me parecia muito melhor que qualquer outro tipo de sabor. Bebi cada gota do seu prazer e voltei a beijá-la na boca ferozmente. A respiração dela estava descompassada, o que me fez sorrir por um minuto, eu amava causar isso nela.

Mas logo minha alegria aumentou quando senti seus braços empurrarem meu ombro para trás, agora o jogo havia virado. Eu caí de costas e ela continuou de joelhos me olhando, abriu um sorriso cínico e disse “quero você de quatro, agora”. Estremeci. Durante o sexo, Camz se tornava extremamente autoritária e aquilo a deixava muito mais sexy. Eu não ousaria desobedecer nenhuma de suas ordens e logo me pus de quatro. Senti suas mãos na minha bunda e um tapa fez meu corpo queimar mais ainda por ela. Parecia uma arte renascentista os nossos movimentos iluminados apenas pela luz da lua. Ela começou a beijar minhas costas e foi subindo pela minha espinha até encontrar minha nuca. Suas mãos enrolaram meu cabelo e ela puxou com tamanha força que meu corpo se arcou em sua direção. Eu estava entregue e possuída. Ela dava chupões no meu pescoço quase como se marcasse território. Senti meus cabelos se soltarem de suas mãos e rapidamente sua boca estava no meu sexo. Quando senti o toque quente de seus lábios na minha boceta, eu quase desfaleci. Seus lábios brincavam com os meus e eu apenas gemia como uma louca.

Ela estava indo devagar até que realmente possuiu meu centro. Eu simplesmente gritei com o contato, pela segunda vez eu havia sido domada pela mesma mulher e isso não era o usual. A língua da latina percorria meu ponto de prazer e eu nem mesmo lembrava meu nome agora. Eu iria me desmanchar a qualquer instante, eu nunca havia sentido tanto prazer em tão pouco tempo. Ela se afastou do meu corpo com um sorriso maroto que só conseguir ver por cima dos ombros e logo seus dedos abriram minha fenda e adentraram meu corpo. Mais uma vez eu me entreguei a ela, que estocava rapidamente os dedos em mim, aumentando o contato entre nossos corpos e me deixando na beira de um abismo. Eu já estava praticamente me dissolvendo em seus dedos quando ela os retirou e me abocanhou novamente. Eu não aguentei tamanho prazer e gozei como jamais havia gozado antes. Ela me bebeu por inteira e jogou seu corpo no lençol.

Eu me deitei do seu lado e peguei a minha blusa e coloquei sobre ela, não queria que ela pegasse friagem ou coisa do tipo. Quem diria que eu me preocuparia com alguém depois do sexo? Geralmente eu apenas me levantava, tomava um banho e mandava a pessoa embora ou eu mesma ía. Mas com Camila era diferente. Eu fodia com ela sim, com todas as minhas forças, mas não era apenas uma transa. Era um ato desesperado de amor. Nossos corpos já conheciam o calor que eles emanavam juntos e pareciam querer permanecer assim. Sorri olhando a latina exausta com um lindo sorriso no rosto ao meu lado.

Me deitei em seus braços e deixei um beijo casto em seu queixo. O silencio entre nós agora era confortável. Não haviam palavras para descrever o que estar com ela me causava, e então ficamos assim até que pegamos no sono.

Acordei um pouco assustada, eu estava com uma baita dor nas costas. Olhei para os lados e puta que o paril, nós dormimos em ceu aberto no meio do nada. Procurei por meu celular e já eram 5h30 da manhã. Olhei no lençol e a latina dormia tranquilamente, sorri ao ver que ela dormia lindamente mas sabia que isso poderia nos dar uma baita dor de garganta ou gripe. Pesquisei quando o sol nasceria hoje e decidi acordá-la, faltavam 10 minutos pra isso. Eu a balancei devagarinho.

- Amor, acorda. A gente dormiu no meio do nada. – ela abriu os olhos devagarinho e sorriu ao me ver.

- ta tão bom aqui, volta pra cama. – eu ri, ela achava que estávamos em uma cama.

- Camz, a gente dormiu no mato. – ela abriu os olhos de uma vez e começou a olhar pros lados desesperada. Eu ria com a situação.

- não me diga que eu passei a noite toda aqui desse jeito. – assenti. – por deus lauren, a gente tem que ir pra casa.

- calma aí apressadinha, a gente vai, mas antes se vista que nós vamos ver o sol nascer.

- ver o sol nascer? – ela perguntou enquanto se vestia. – lauren, eu não vou ficar aqui a noite toda, devem ser 23h ainda.

- Camz, olha no relógio. – ela pegou meu celular e acendeu a tela.

- Puta que paril Lo, a gente dormiu mesmo aqui. – eu ri e finalmente ela sorriu. – então vamos ver o sol nascer meu anjo. Falta muito?

- uns 10 minutos só, senta aqui.

Ela se sentou do meu lado e eu a abracei. Ficamos ali esperando e logo os primeiros raios solares se fizeram visíveis. Sorri ao sentir o calor do sol no meu rosto e vi que ela apenas me olhava. Eu virei meu rosto e dei um beijo casto nela, mas cheio de sentimentos. Ela terminou o beijo me dando vários beijinhos pelo rosto e eu ria como uma criança. Assim que o sol apareceu praticamente inteiro no ceu, me levantei e ajudei a menina a se levantar.

Fomos para a minha casa dormir e depois explicaríamos tudo a Dinah. Eu poderia garantir que hoje seria o dia mais feliz da minha vida até eu ouvir meu celular tocar e atender, ouvindo aquela voz insuportável.

- Lauren, quero você no meu escritório as 14h hoje. – era shawn e seu tom era bravo. – temos muito para conversar.

Ele nem esperou eu responder e desligou. Camila já estava dormindo novamente na minha cama, mas eu não conseguia mais dormir, eu queria saber o que o menino queria comigo.


Notas Finais


comentem aí seus lindos çç


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