História Silence! - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Falling In Reverse, Marilyn Manson
Personagens Derek Jones, Jacky Vincent, Marilyn Manson, Max Green, Personagens Originais, Ronnie Radke, Ryan Seaman
Tags Ação, Drogas, Marilyn Manson, Ronnie Radke, Tráfico Americano
Exibições 24
Palavras 902
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁ GENTE!
Dessa vez eu não demorei tanto, podem dizer. Gostaram da nova capa da fanfic? Foi a maravilhosa da ~RedRocco que fez pra mim. Espero que gostem do capítulo de hoje.

Enfim.

Boa leitura!

Capítulo 6 - Minha casa


Fanfic / Fanfiction Silence! - Capítulo 6 - Minha casa

 
     Depois de mentir para minha mãe me senti mais aliviada, parecia que um peso enorme estava em minhas costas, e eu não iria aguentar ele por muito tempo. Parece errado, e é errado mentir para a sua própria genitora, mas infelizmente eu só tinha essa opção.
                                      
     Ronnie já havia comida todos os alimentos da geladeira, então o que lhe restava era ir embora e me deixar em paz pro resto vida. Logo eu inventaria que tivemos uma briga e que não dava pra continuar, algo que acontece em todos os namoros de verdade, ninguém desconfiaria.

     Não demorou muito para ele se despedir da minha mãe. Levei-o até a porta da saída, graças a Deus.

   - Porra, por que não me disse que sua mãe era tão legal?

   - Você só gostou dela por causa da comida, imbecil. - Revirei os olhos. Até parece que ele prestou atenção no discurso que ela deu falando sobre doenças e gravidez.

   - Essa não foi minha pergunta, lindinha. - Cantarolou passando os dedos no meu queixo. Qual a dificuldade que ele tem para me deixar em paz? - Bom, vamos embora, tô cheião.

   - Eu não vou a lugar nenhum com você.

   - Pois vai sim. Eu disse para sua mãe que você vai morar comigo agora.

   - Morar? Esse não foi o combinado Ronnie. - Bufei lembrando do nosso acordo. - Eu assinei aquele papel falando que logo depois disso você me deixaria em paz.

   - Lá estava escrito que você iria fazer o que eu quisesse neném.

   - Não estava escrito isso, eu li parágrafo por parágrafo.

   - Pois agora está. - Disse, demonstrando um sorriso irônico. Eu odeio esse filho da puta. - Vá pegar suas coisas logo, eu quero tomar banho.

   - Eu ja disse que não vou. - Bati o pé o chão. Quem ele acha que é para mandar em tudo?

   - Eu não te dei opção, você vai por bem ou vai por mal.

   - E o que eu ganho com isso? - Resmunguei. Talvez se tivesse um prêmio interessante, até que eu poderia repensar no assunto.

   - Eu te dou um carro.

   - E como posso ter certeza disso? Você mentiu agora a pouco sobre o tal contrato.

  - A gente vai agora mesmo comprar se você quiser. - Droga. Eu me esqueci que ele pode jogar dinheiro fora e não se preocupar com isso.

  - Posso até aceitar, mas eu tenho uma condição.

  - Diga.

  - Eu vou voltar com a minha rotina normal, e não quero que você mude nada, nadinha, nem que seja um detalhezinho de nada nela. - Foquei o olhar nele.

  - Tudo bem, desde que não banque a engraçadinha e atrapalhe meus negócios. Agora vamos, outra hora você pega essas coisas que você chama de roupa.

  - Por que você implica tanto comigo, garoto? - Questinei. Desde quando eu o vi pela primeira vez, ele comenta sobre as minhas roupas.

  - Elas não combinam nada com você.

  - E você agora é consultor de moda? Tem carinha mesmo.

  - Não brinque comigo, não vai querer me ver bravo.

  - Não está mais aqui quem falou. - Levantei os braços em sinal de rendição. Estresse deveria ser o seu sobrenome.


     Mansão Radke - 05:00 PM

     A casa estava agitada, havia muitas pessoas andando pra lá e pra cá com caixas enormes nas mãos. Os meninos não estavam em casa, mas pelo falatório dos seguranças, eles estariam fazendo algo extremamente importante, não me surpreenderia se fosse alguma coisa ilegal.

   - O que estão fazendo? - Perguntei cutucando uma senhora de meia idade que passou ao meu lado.

   - Vão fazer uma festa, senhorita.

   - É aniversário de algum deles?

   - Essa pergunta eu não posso lhe responder, o patrão sempre faz festas, mas nunca diz o motivo.

   - E você sabe o por quê de não falar? - Taquei mais uma pergunta, não custa nada já aproveitar a aportunidade.

   - Segundo ele, pra manter a segurança de todos, não quer ninguém o atrapalhando.

    Logo depois a tal mulher pediu licença e se retirou, indo em direção a cozinha, e a minha curiosidade aumentava na mesma medida em que a casa ia se enchendo de enfeites. Ronnie não demorou muito para dar as caras novamente, com ele vinha várias sacolas grandes e algumas poucas pequenas.

   - Tenho presentinho para você, querida. - Gritou da porta, se referindo a mim.

  - Aposto que deve ser algo sem graça. - Menti. Até parece que Ronnie Radke da presente sem graça pra alguém, apesar de que ele nem tem cara de gente que da presentes.

  - Tá vendo como ela me trata, dude? Eu sou todo carinhoso e ganho isso. - Fez cara de manhoso. Tem como resistir a isso, Deus? - Toma. Abra lá no seu quarto e depois me dê sua opinião.

  - Como se você se importasse com a minha opinião. - Gritei subindo as escadas. Nem esperei resposta, eu estava muito curiosa para isso.

     A sacola era uma das enormes, era tão bonita e estilosa que dava dó de abri-lá. Sua cor era um roxo fosco, que no meio continha um nome dourado, desconhecido por mim. Rasguei a embalagem e lá estava uma roupa, a desdobrei e pude ver que era uma fantasia, uma fantasia de enfermeira.

    Ronnie Radke me deu uma fantasia, e eu não sei o que ele quer dizer com isso.


Notas Finais


Gostaram? Comentem o que acharam, se quiserem. Beijão.


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