História Silence Nightmare. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Visualizações 2
Palavras 1.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mil graau

Capítulo 2 - New friends.


Talvez tenha sido um pouco macabro matar os meus pais daquela forma, parei em um frame e dei zoom no rosto do meu pai, era uma expressão dolorosa, agora bateu uma pequena pena no meu coração.
Retirei o meu canivete que havia ganhado do meu pai quando tinha 8 anos, cortei as cordas e embalei os corpos em um saco, sorrindo e os arrastando pelo quintal, coloquei a máscara ensanguentada junto ao cadáver de meu pai e os joguei no lago perto de casa, vendo os corpos partirem para longe, enquanto a Lua refletia sua luz na água.
Corri para a casa com a máquina fotográfica e adentrei meu quarto, plugando a máquina no computador e editando o vídeo, cortei todas as partes em que citavam meu nome e as partes em que eu me referia ser filho deles, depois de tudo concluido, joguei o vídeo na Deep Web e sorri, colocando o título de : "Assasinato brutal."

- Ah, mais que delicia de vídeo, mais acho que foi macabro - Dizia rindo enquanto pegava alguns amendoins, quando viu um vulto com passos barulhentos passar pelo corredor. - Mais que porra é essa, deve ser a alma deles que voltaram pra me matar. - O garoto reclamava e mantinha uma firme postura, a verdade é que estava morrendo de medo por dentro, quando tomou a decisão de sair pra fora e pisou o pé ali, as luzes se apagaram. - Isso, luz filha de uma puta, deu pra apagar na hora que eu tô cagado. - Peguei a lanterna e tomei rumo ao local onde o vulto havia ido, era questão de tempo para ver a figura que estava em sua casa, tocou a mão na maçaneta e quando estava próximo à girá-la, tomou uma coronhada na cabeça, desmaiando na hora.

[...]


- Calma, calma. Ele está acordando! - Um jovem de cabelos escuros indicava para outro, tentou correr dali e só deu conta que estava amarrado quando seus pulsos doeram ao tentar a ação. - Fica quieto ai, dono coelhinho.

- Mais que porra é essa aqui? Caralho! - Tentava se soltar e um outro garoto, com mechas avermelhadas desferia um tapa no rosto dele. - Vagabundo, me larga daqui, eu vou te matar.

- Ora ora, parece que o assassino de pais fica revoltadinho facilmente.. - A preocupação do menor era saber como ele foi descoberto, afinal, não queria pegar prisão perpétua, nem sabia quem era aquelas pessoas. - Fica calmo, imbecil, a gente não vai te matar, a menos que você queira isso.

- Me larga, seu cabelo de menstruação do caralho, ME LARGA! - O garoto gritava e logo viu o ruivo pegar um "Taser", apertando seu botão e o colocando contra a barriga do menor, vendo ele gemer de dor por conta do choque. - Ah.. Ah.. M-me solta..

- Deixa eu dizer, imbecil. - O ruivo se abaixava em sua frente e sorria calmo. - Você se inspirou no meu assassinato pra matar seus pais, eu matei aqueles jovens porque eles ameaçaram contar tudo sobre nós, e obviamente, os maiores assassinos que Icecity já viram não podem ser tão burros assim. - O menor assentia de boca entreaberta, estando um pouco nauseado pela potência do choque que havia tomado em seu abdômen. - Então, vimos o vídeo e rastreamos seu endereço, eu e o 004 fomos para sua casa, eu fui a isca, e quando você ia me achar, BUM! - O de cabelos avermelhados gritou, fazendo Jeon tentar saltar da cadeira, ele riu da cena e o menor arregalou os olhos, procurando o perigo dali. - Ele te deu uma coronhada e você? Apenas caiu como uma pedra. - O ruivo ria da cena e logo olhou para Jeongguk. - Então, você tem duas escolhas, se junta a gente e se mantém em silêncio, ou você morre da pior forma possível.

- Eu aceito me juntar à vocês, mais agora só me solta! - Jeon dizia agonizado e o denominado 004 desfez o nó das cordas, o pequeno se levantou e balançou os pulsos, que tinha uma coloração avermelhada, o ruivo o olhou e sorriu. - E agora, o que eu faço?

- Você vai passar por uma sessão ali, e desculpa pelo que vai ver. - O de mechas escuras empurrou Jeon para uma sala escura, a porta de aço foi fechada e logo todas as luzes se acenderam.

- O que está acontecendo? - Jeongguk dizia nauseado e uma voz grossa e computadorizada dizia.

" Olá Jeon Jeongguk, bem vindo, você está disposto a fazer parte da maior gangue de assassinos que Icecity já viu? Se estiver disposto, siga o corredor em sua frente, se não estiver, olhe para baixo, e terá um belo rio de lava borbulhante te esperando. "


- T-tá! - Kookie nem pensou em olhar para baixo e apenas correu para frente, tateando a parede com as mãos, sentindo a textura de pedra e logo as luzes se acenderam novamente e havia apenas uma cadeira e um projetor em seu lado, a frente, apenas uma parede, e ao lado direito um corredor, e a voz começou novamente.

" Guk, agora vai ver os assassinatos cometidos por esses caras e porque eles são um dos melhores assassinos de Icecity, apenas aperte o projetor e bom filme. "


Jeon, mesmo não sabendo quem era o dono daquela voz, obedecia todos os seus pedidos, logo, apertou o botão do projetor e na tela apareceu : "001."

- Essa foi o meu assassinato, eba! - Uma voz dizia junto a voz grossa do misterioso, Jeon fitava a parede e se assustou ao ver uma câmera atrás dos livros da estante, um garoto de mechas loiras, tinha uma foice, um garoto estava lendo um livro enquanto ria, ele pegava a foice e decapitava o jovem, correndo para a câmera e terminando a gravação. - Muito sinistro, esse é o significado de "Cabeças vão rolar" - Ele ria e logo apareceu "002."

- É o meu, é o meu! - Uma voz dizia eufórica e logo apareceu um jovem de mechas esverdeadas, ele amarrava o corpo de uma jovem em uma cadeira ao ar livre e prendeu uma dinamite em sua barriga, ela chorava agonizada, ele corria pra longe e com o seu computador, dizia : - Bum! - Logo assim, começaram a voar membros de seu corpo pelo ar. Jeon só pensava o quão agoniante conseguia ser. Até que na tela apareceu "003."

- Esse você pode pular, foi o assassinato em que você se inspirou. - Provavelmente o dono do assassinato, dizia e ria baixinho, Jeon obedeceu e rodou o disco, exibindo o número "004." na tela.

- É o meu, olha, é o meu! - Uma voz alegre dizia e logo apareceu um garoto ali na tela, sorrindo largo e exibindo ele segurando um corpo, provavelmente dopado, alguém o filmava. - E é assim que eu acabo com a vida de Byun Baekhyun, o valentão do colegial, que me julgava por eu ser um bom dançarino e sempre acabar com ele. - A cena seguinte mostrava o garoto jogando o corpo do denominado Baekhyun em uma estaca, que atravessou sua barriga e saiu do outro lado, o corpo se agonizava na lança, o sangue saía rápido de sua boca, sujando todo o seu rosto e logo a gravação acabava.

" Gostou? Agora siga no corredor à direita, vai ser a última etapa! "

Jeon correu para o corredor e havia uma grande placa, onde dizia : " Coloque o braço ali ->".
Havia uma máquina e uma grande agulha, Guk colocou o braço como foi pedido e logo recebeu uma anestesia, deixando seu braço dormente, logo, na parede, um vídeo começava a ser reproduzido, continha o número : "005.", e em seguida, o vídeo completo e sem cortes de Jeongguk foi iniciado, ele sorria largo enquanto a máquina trabalhava, ele ria baixo enquanto via a cena do sangue jorrar pela lente da câmera, e depois de terminado, foi exibido uma imagem, onde dizia : "Parabéns 005.".
Jeon retirou o braço da máquina e riu baixo ao ver a tatuagem "005." em seu braço, logo a voz começou.

" Saia da sala, os seus amigos mostrarão o que fazer. "

Notas Finais


Enozes, o que acharam?


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