História Jauregui Cabello ( camren) - Capítulo 2


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Categorias Fifth Harmony, Lendas Urbanas
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Norminah
Visualizações 365
Palavras 659
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção Científica, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Camila Cabello


Camila Cabello:

-Caralho - reclamei ao sentir um tapa estralado na minha bunda -,  que isso?  - encarei Ally que sorria. 

-Acelera bundão, a boate  já vai abrir - saiu rindo. 

Terminei de me arrumar e saí, o local já tinha bastante gente, mereço. 

-Vai lá camilinha - Simon disse sorrindo ao me entregar uma bandeja cheia de drinks - vai servir o camarote hoje - sorri e peguei. 

Subi ao camarote encontrando duas mulheres se beijando, estranho, geralmente casal não vem aqui. 

-Com licença - falei meio sem graça recebendo o olhar das mulheres -,  sou Camila Cabello - anunciei deixando a bandeja com as bebidas na mesinha de centro - vou atender vocês hoje. 

-Oi Camila - a morena sorriu - sou Normani e essa e Dinah - apontou a loira do meu lado -, minha namorada. 

-Prazer - a loira disse sorrindo. 

-Só na cama - ouvi uma voz atrás de mim e me virei -, começaram a festa sem mim?  - a mulher visivelmente bêbada me abraçou. 

-Sai - empurrei ela em vão -, sai caralho!  - falei firme tentando me soltar. 

-Solta ela Lauren - Normani tentava me ajudar, em vão, pela força da mulher. 

Que força é essa caralho? 

- SAI - gritei por definitivo acertando um tapa na cara dela que se afastou assustada - com licença - saí correndo. 

Que bosta viu, isso só acontece comigo mesmo. 

-Ei - Ally chamou minha atenção após trombar comigo, ou melhor,  eu trombrar nela -,  que foi? - me encarou. 

-A louca do camarote me agarrou - revirei os olhos tentando manter a calma. 

-Louca?  LoucAaa?  - perguntou com um sorriso malicioso. 

-É Ally, louca. 

-Vai falar que você não gosta - acabei rindo com o jeito dela. 

-Gosto - suspirei -, mas porra, to trabalhando. 

-Eu sei - me abraçou de lado -, mas ela é bonita pelo menos? 

-Não deu nem pra ver, mas a voz é linda, rouca sabe?  - concordou com a cabeça - e ela é forte, muito forte. 

-Ei, chega de conversa - Austin falou divertido passando por nós -,  trabalhando - sorrimos e fomos fazer nosso serviço. 

Depois do ocorrido Simon designou um homem para atender o camarote e eu fiquei com a pista, ótimo, AMO esse serviço. 

O que uma garota de 20 anos poderia querer mais do que um trabalho numa das melhores boates de Miami? 

A guarda da minha irmã!  Aturo isso por ela. 

As horas passaram lentas..  6hrs da manhã, hora de fechar. 

-Com licença senhor - falei ao único homem ainda naquele lugar -,  o senhor tem que sair, já vamos fechar - sorri simpática. 

-E daí? - me olhou com deboche virando mais um copo - só saio daqui se for com você - sorriu safado. 

-Como é?  - Austin apareceu e colocou a mão no ombro do cara - o senhor vai sair, e vai sair agora - falou sério aproveitando a posição de segurança. 

-Se liga frangote - o cara tentou tirar a não de Austin. 

-Pode ir Mila - Austin sorriu me encarando -, vou dar um jeito nisso aqui que o Shaw já ta me esperando. 

Sorri e agradeci, saí e fui ajudar na limpeza da cozinha, peguei minha parte na gorjeta e saí,  7h45.

Fui pro ponto e me sentei na espera do ônibus, meu Deus, que sono. 

-Ei garota - abri dos olhos ao ouvir a voz bêbada do cara de hoje mais cedo -,  vem cá - sorriu malicioso -, te dou uma carona. 

Ignorei e voltei a fechar os olhos. 

-Garota!  - do nada o cara apareceu do meu lado e segurou meu braço - você vem comigo - falou me puxando pelo braço. 

-Me solta - comecei a me debater -, SOCORRO - gritei mas não tinha ninguém por perto. 

-Não adianta - sussurrou perto do meu pescoço -,  você vai ser minha hoje - apertou minha bunda. 

-Ei - a voz rouca apareceu. 




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