História Silêncio - Camren - Capítulo 2


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Categorias Fifth Harmony, Lendas Urbanas
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Norminah
Visualizações 16
Palavras 1.488
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Científica, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Cap. 2


Lauren Jauregui:

Estamos no carro em direção ao bar que o filho da puta sempre fica, o silêncio só era quebrado quando Camila me perguntava alguma coisa. 

-Falta muito? - falou sem tirar os olhos da ficha.

-10 minutos - fui direta.

Parei o carro próximo ao bar e pude ver, lá estava ele, 17hrs e o cara enchendo a cara, ai ai, ta fudido na minha mão. 

-Detalhes do caso,Cabello? - falei sem tirar os olhos do bar.

-Hm.. - me encarou - a garota foi levada ao hospital por uma amiga após passar mal na escola, lá descobriram ematomas enormes, e que os abusos aconteciam desde os 10 anos - olhou a ficha e seu olhar ficou triste - ela ta grávida - encarei ela -, três meses.

-Filho da puta - voltei a olhar o bar e vi o cara tentando agarrar umas mulheres.

-O caso esta em análise,  enquanto isso ele espera bebendo.

-Já sei - olhei Camila - pega aquela mochila ali atrás, por favor - ela sorriu e pegou.

-O que tem aqui? - falou me entregando a bolsa.

-Tcharam - sorri tirando da mochila dois shorts que faltam chegar no útero e dois tops - , nossos passes pra pegar ele.

-Dios mío - falou espantada em um espanhol perfeito - , adoro - começou a rir. 

Enquanto me vestia senti os olhares de Camila, mas fingi não notar.

Saí do carro e esperei ela sair, gostosa.

Tranquei o carro e fomos em direção ao bar.

-Acho que morri e fui pro céu - um dos bêbados fez graça. 

-Ainda não , bebê - Camila piscou pra ele e eu não pude deixar de ri.

-Duas cervejas - falei no balcão enquanto sentia o olhar de todos sob nós. 

Sentamos em uma mesa e ficamos trocando olhares com o futuro morto.

-Aqui - o garçom logo apareceu com o pedido - , se quiser mais alguma coisa - sorriu galante e saiu.

-Ele ta olhando - Camila falou se sentando de lado no meu colo e passando os braços pelo meu pescoço.

-Que isso , Cabello? - sussurrei em seu ouvido - vai me agarrar agora.

-Qual é -revirou os olhos - , entra no personagem - riu - , nada melhor para atrair um tarado do que um convite para um ménage,  certo? - sorriu de lado. 

O que custa ne? To adorando essa bunda em mim.

-Ok - sussurrei e segurei firme em sua cintura - , só não reclama - beijei seu pescoço e sorri ao ver ela se arrepiar.

O cara não parava de nos olhar, hora de entrar em ação. 

-Já volto - levantei e fui ate ele - oi.. - fiz minha melhor voz sensual/puta.

-Oi gostosa - mal falava de tão bêbado - , você é uma delícia hein - agarrou minha cintura e eu tive que controlar o nojo.

-Sou é? - passei os braços pelo pescoço dele que só concordou com a cabeça - "vamo" embora comigo então - a felicidade do desgraçado era quase palpável. 

-Mas e sua amiguinha ali? - sinalizou Camila.

-Ela vai participar - sussurrei e sai rebolando até a mesa que Camila estava - vamos? - paguei a conta e saí com Camila e o cara me seguindo. 

-E aí - agarrou uma de cada lado pela cintura - , onde vai ser? Já to duro aqui - socorro Senhor.

-No carro a gente decide - Camila falou e mordeu a orelha dele - a chave ? - esticou a mão pra mim e eu lge entreguei - valeu - mordeu o lábio e bateu de surpresa na minha bunda.

-Porra - soltei baixinho.

Assim que entramos no carro fiz ele beber uma cerveja batizada e o cara logo apagou.

-Muito bem, Cabello - sorri sem tirar os olhos do trânsito - , não pense que eu não percebi que adorou se aproveitar de mim.

-Não nego - riu e eu abri a boca com a cara de pau dela - , não finja que também não gostou - piscou e eu mordi o lábio,  não da pra negar - enfim.. vamos pra onde?

-Ta com a ficha ainda? - concordou com a cabeça - ótimo,  aí na última folha tem a localização do cativeiro. 

Menos de 40min depois estacionei na frente de um casebre aparente abandonado no meio da mata.

-Finalmente - Camila falou saindo do carro - , achei que não ia chegar nunca -acabei rindo - que foi ? - cruzou os braços e me encarou.

-Achei que você era tímida - continuei rindo.

-Idiota - me deu um tapa no braço. 

-Ai, bruta, qual é seu problema - fiz vós de choro e acaricei meu braço. 

-Rum - sorriu convencida - vamos logo com isso - abriu a porta de trás. 

-Ok - abri o porta-malas e peguei uma mochila que mais parecia um saco de tão grande - , pega ele que eu arrumo lá dentro - nem esperei ela responder e saí em disparada.

O lugar era abandonado só por fora, e estava todo trancado, justamente para evitar idiotas, sorte que lembrei de pegar a chave.

Coloquei a ferramentas em cima da mesa e preparei alguns nós. Quanse 10min depois Camila apareceu literalmente arrastando o cara.

-Que garota forte - gargalhei indo ajudar.

-Filha da puta - se jogou numa cadeira tentando recuperar o fôlego - , da próxima eu arrumo o lugar - se tiver próxima,  bebê. 

-Enfim.. - sorri pra ela - temos certo de 30min até ele acordar,  quer fazer o que?  - Sentei no estilo índio no chão próximo a ela.

-Hm.. - anlisou o local - tem uma cama aqui? - apenas concordei com a cabeça - ótimo - levantou animada - , amarra na cama, igual ele fazia - sorri. 

...

20h26

Amarramos ele pelado na cama, braços e pernas separados, isso vai ser divertido.

Quando ele acordou lá estávamos nós encarando ele.

-Gatas.. - falou com a voz mole - opa, me amarraram é ? - falou sorridente,  tadinho - assim não vale.

-Sabe o que não vale? - me aproximei e ele murmurou um "o que?" - um homem do seu tamanho invadir o quarto de uma adolescente e engravidar ela - arregalou os olhos.

-Quem são vocês? - começou a se debater - me solta - seu olhar foi de puro desespero ao ver a Camila com uma tesoura de jardinagem - socorro! - começou a gritar.

-Seu pior pesadelo, "gato" - Camila imitou a voz dele e se aproximou.

-Por favor - o cara chorava e se debatia.

-Por favor? - sorri cínica - eu acho que ela pediu por favor - fingi pensar - , o que você acha?  - olhei Camila. 

-Hm.. - também fingiu pensar - esse por favor não rola hein - encaramos ele.

-Você viu ne? - ergui os braços em falsa rendição - ela é difícil - peguei a tesoura da Camila e me aproximei dele.

-Socorro! - gritava sem parar.

-Aqui Camz? - coloquei a tesoura na cabeça do pau dele, nem me atentei ao apelido - "só a cabecinha" - falei a frase que li na ficha e cortei de uma vez a cabeça daquilo.

O cara chorava e gritava de dor pedindo ajuda.

-Por favor.. - era tudo o que ele murmurava. 

-Sua vez,Camz - peguei a parte decepada no chão e enfiei na boca dele - tua voz me irrita - bati na cara dele.

-O que acha,Lo? - me mostrou uma chave de fenda grande e grossa e eu sorri - gostou? - se aproximou do cara que se debatia cada vez mais.

Ela colocou o objeto no cú dele, de começo enfiando beeem devagar enquanto girava.

O cara berrava, estava mijado e ainda com o negócio na boca.

-Ops - Camila colocou a mão na boca após enfiar todo o objeto numa vez só - escorregou.

-Acho que ele desmaiou - falei rindo após cutucar ele - ta indo muito bem , Camz - frisei o apelido e ela sorriu corada.

-Você também,  Lo.

...

21h07

-Olha quem acordou - falei olhando o cara que já acordou se debatendo - , minha vez - sorri pra Camila e peguei um alicate - direita ou eesquerda Camz? - encarei ela sorrindo. 

-Hm.. esquerda - falou animada.

Coloquei o alicate na bola esquerda e comecei a apertar, hora forte hora praco, ele se debatia tanto que tive que apertar mais, arrancando a preciosa bolinha dele.

-DESMAIOU DE NOVO?  - falei indignada encarando ele - aaaah, que cara sem graça. 

-Ownt, bebê - Camila falou rindo - mata ele logo, to com fome.

-Ta - peguei a arma e atirei na cabeça dele - esse foi sem graça - ela riu enquanto me ajudava a limpar e guardar as ferramentas.

-E agora ? - encarei ela - o que fazemos como o corpo? - ela parecei preocupada.

-Você vai ver  - sorri acabado de arrumar minhas coisas - vai indo - entreguei a chave do carro pra ela.

Tirei alguma fortos do cara e fui até o fogão,  liguei todas as bocas e logo o cheiro ja se espalhava.

-É isso que a gente faz - falei já próxima ao carro e joguei um isqueiro daqueles descartáveis lá dentro.

Buum.





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