História Silent Night - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Goku, Vegeta
Tags Kakavege Goku Vegeta Yaoi
Exibições 117
Palavras 1.509
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Opaaaa!
se tacar pedrinha ... mato todo mundo na fic. :v

kappa! im invecibleee *-*

CAPAS DE SEUS RESPECTIVOS AUTORES U-U

EDIÇÃO : MOMOCHII MINHA LINDA AMADA GOKU FOFETE *-*

Capítulo 7 - Capítulo 7 - Compartilhar


Fanfic / Fanfiction Silent Night - Capítulo 7 - Capítulo 7 - Compartilhar

Capítulo 7 – Compartilhar

Dia seguinte, Goku fora o primeiro a acordar. Abriu os olhos devagar, ainda com medo que tivesse tudo sido uma ilusão ou apenas um sonho. Mas sua euforia foi aos céus quando seus olhos encontraram o rosto de um Vegeta adormecido. Mantinha uma expressão serena. Talvez uma expressão que ele jamais vira no menor. E aquilo o fazia mais lindo e muito mais desejoso.

 

Queria lhe fazer uma surpresa. Fazer daquele dia algo especial. Delicadamente conseguiu se desvencilhar dos braços quentinhos de Vegeta. E vestiu somente a calça, já que em meio a empolgação, ficara sem camisa. Sabia onde ir. Iria falar com o senhor Kaiôh. Já tinha em mente o que queria dar para o menos. Para celebrar um novo começo aos dois. E que representasse algo que somente os dois saberiam. E foi pedir socorro ao supremo.queria alguma ideia tanto no modo humano quanto no modo saiyajin. Queria algo realmente especial. Quando se casou com chi-chi era apenas um garoto imaturo. Que não sabia nada da vida. Com Vegeta ela já é um homem adulto cheio de certezas e convicções. Sabia o que era amor, o que era entrega e sua última noite lhe mostrara o quando estava iludido a vida toda. E apesar de ter filhos maravilhosos, dos quais ele se orgulhava dia por dia, em nenhuma das ocasiões ele chegou a fazer amor com chi-chi. Era quase que mecanizado. Como um roteiro a ser seguido. Com o menor não ele perdeu a cabeça. E não sabia o que raciocinar. Ele estava seguindo os instintos. Sorriu com o último pensamento.

 

-Então.. Me ajudaaaa! Eu não sei o que fazer... to perdido. E já já ele acorda.

 

-Moleque! Me deixa  pensar! Pare de choramingar – Deu um cascudo em Goku-

 

Goku meio a contra gosto, se sentou e esperou. Até que ouviu o deus gritar em êxtase alegando ser inteligente demais. E pediu que o “humano” o acompanhasse até até o outro lado do planeta. E no caminho foi explicando passo-a-passo do que ele deveria fazer. Como tinha medo que Goku fosse muito desastrado. Ele se certificou que nada seria grave caso tudo desse errado. Mas estava tranquilo. E ficou satisfeito de seu pupilo tê-lo escolhido para ser seu conselheiro até no amor.

Na volta para casa Goku passou em uma rotisserie e comprou vários ingredientes para fazer um café da manhã para o outro. Ironicamente Goku se vira obrigado a aprender a cozinhar em sua casa. E descobriu que tinha até um pouco de aptidão para tal. E iria mimar Vegeta o quanto pudesse. Afinal ele o fez sofrer o que não pode suportar.  

Entrou na casa do outro pelo  teletransporte. E como suspeitava Vegeta ainda dormia. Afinal de contas o dia foi tão corrido e cansativo para o menor que longas horas de sono o fariam bem. Preparou tudo o que aprendeu com a ex-mulher.

Conseguiu preparar pães recheados, uma geleia e mais algumas frutas e suco. Com delicadeza, chegou bem perto do ouvido de Vegeta e sussurrou um bom dia. Vegeta demorou a se acostumar com a claridade.  Com um pouco de vergonha, puxou o lençol para lhe cobrir o corpo. E Goku não se conteve em uma risada sonora.

 

-Meu querido. Por acaso tem algo aí que eu não tenha visto? E adorado? Diga-se de passagem.

-Tenho vergonha. Cale-se!

 

-Amor. Você pode ser ranzinza. Mas te amo mesmo assim.

 

Foi o suficiente para quebrar todas as barreiras  de seriedade de Vegeta. Que sorriu. E puxou o maior para um beijo.

 

-Você está com cheiro de comida. E comida gostosa. – o estomago do outro se fez onipresente –

 

-Sim. Fiz para você algumas coisas de café da manhã. Espero que tenham ficado do seu gosto. Eu provei tudo. Mas se não gostar basta não comer.

 

Vegeta se maravilhou. Não é que Kakaroto era muito mais que um super guerreiro, com corpo de dar inveja? Também tinha dotes culinários. E nessa hora se sentiu muito sortudo.

 

Depois de tomarem seu café. Vegeta se levantou para atender o telefone. Sentindo uma fisgada em seu quadril. Que não passou despercebida a Goku.

 

-Alô. Ah oi Bulma. Sim. Está aqui sim. Sim, nos entendemos. Não grite pessoa escandalosa!!!! O quê? Pra quê? Isso é .. não não e não. Eu sei que ele adora esse tipo de coisa. Mas. Tá tá. Eu vou avisar pra ele. Sua peste!

 

-O que foi querido?

 

-Porque me chama assim? Vegeta basta.

 

-Porque na terra pessoas especiais criam um vínculo diferenciado. Eu gostaria de te chamar de amor. Mas tenho medo de ser morto. Então optei por começar com querido.

 

-Tá. Me chame como quiser. Agora eu tô puto. Bulma nos inventou uma das grandes. Vai anunciar seu noivado com o atual namorado dela. E nos anunciar aos nossos conhecidos. Como um casal. Já sabe que isso vai dar merda não sabe?

 

-Se isso lhe incomoda, posso falar com ela amor.

 

Vegeta corou fortemente. Não pensou que Goku o chamaria assim na lata. Mas não desgostou. Apenas é tudo diferente.

 

-O problema meu querido Goku, é que nossos filhos estarão lá! O que diremos a eles?

 

-Que somos adultos. Que fomos casados e que não deu certo. E achamos a felicidade um no outro?

 

Vegeta ficou atônico. Não imaginava uma resposta tão simples e direta. E mais uma vez Goku lhe venceu com honra!

-Podemos conversar?

 

-É grave?

 

-Não. So que eu tenho algumas coisas para lhe falar. Eu acordei aos primeiros raios da manhã. Você estava tão lindo dormindo. Que eu fui atrás de algo para você.

 

Vegeta fez uma cara esquisita como se não entendesse o porquê daquilo.

 

-Eu procurei unir nós dois em dois presentes diferentes. Se você analisar sua cauda voltou e a minha também. Eu fui pesquisar com o senhor Kaiôh alguma coisa do nosso planeta natal. Que selasse uma união permanente. Bom eu encontrei. E creio que você sabe do que se trata.

 

-Sim. Você sabe que terá acesso a as minhas memórias novas e antigas. Desde o nascimento até os dias de hoje. E eu as suas não sabe Goku?

 

-Sim. Sei. Eu estou preparado. Sou um livro aberto para você.

 

Vegeta , por já saber como fazer e o que fazer. Pegou a cauda de Goku em suas mãos. Com os dentes fez um machucado em seus lábios. E logo em seguida mordeu a cauda do maior. Os sangues se misturaram. E no planeta natal de ambos. Laços de sangue jamais era, quebrados. Normalmente nem mesmo a morte. Goku esperava sentir dor. E tudo o que sentiu foi uma enxurrada de memórias que não lhe pertenciam invadir sua mente. E ficou encantado de ver como era o planeta Bejitta. Como era seu pai. Sua mãe. Como Vegeta foi negligenciado a vida toda por muitos. E considerou irônico o rei Vegeta ser tão “bondoso” à sua maneira. Depois viu a vida como soldado de Freeza. A ida a terra. A Namekusei. Vira toda a história do menor.

E então Goku seguiu os passos de Vegeta. Mordendo a cauda do menor. E foi a vez de Vegeta sentir a infância de Goku. O avo tão amado. Os amigos. As aventuras vividas com Bulma desde crianças. O carinho. Sentiu uma pontada de tristeza. Sua infância tinha sido tão diferente da dele. Mas sabia que agora sua vida seria muito diferente. Seria felicidade genuína.

 

-Vegeta... e agora essas caudas?

 

-Irão cair em minutos e nunca mais nascerão. Apenas voltarão se quebrarmos esse laço.

 

-Não corremos esse risco. Mas queria te dar outra coisas. Apesar de ter ido pesquisar a fundo esse ritual do nosso planeta. Gostaria que você aceitasse o ritual do nosso planeta atual.

 

E então Goku se ajoelhou para Vegeta. Como se estivesse saudando uma realeza.  Para despois se levantar e depositar um pequeno cristal na mão de Vegeta.

 

-É bonito! Obrigado – sorriu de forma singela-

-ABRE! –deu uma longa risada gostosa-

 

-Mas isso... é .. o que é isso... eu nunca usei. Não sei nem como funciona.

 

-Na terra temos tradições. Quando um casal se gosta. Normalmente compartilham alianças. Que é o símbolo de afeto extremo por outra pessoa. Ironicamente eu nunca usei isso em meu casamento. Você será o primeiro e único.

 

Vegeta se emocionou. Mas se conteve com destreza. Estava com o coração a mil. Mas apenas se pôs a analisar o material daquelas alianças. E então Goku explicou que elas foram feitas a partir da joia de um Kaioshin. E não quebraria em nenhuma luta. Apenas se um de nós morrer. Aí ela se quebra.

Passaram aquela tarde conversando. Trocando ideias. Planejando treinos. Até que se lembraram da festa de Bulma. Se arrumaram. E Goku chegou com Vegeta através de seu teletransporte. E então o inferno , segundo Vegeta, iria começar.

 

-Quero que todos deem as boas-vindas ao nosso casal momento!

 

-Bulma. Eu te odeio!

 

-Gokuuu olha como ainda é ranzinza. Muda um pouco esse gênio dele! Por favor.

E tudo o que Goku fez foi sorrir ao menor. E se preparar para a chuva de perguntas que viria a seguir.


Notas Finais


Obaaaaaaaaaaaaaaaaa!



não tem pedrinha não!



sabia que não!!



aproveitem o amor enquanto vocês podem! HAHAUAHUAHUAHUAH


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