História Silenzio della nostra passione - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~MayPejic

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ben Barnes, Comedia, Drama, Família, Lemon, Mistério, Nicholas Hoult, Novela, Personagens Originais, Romance, Shonen-ai, Yaoi
Exibições 41
Palavras 2.682
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá gente,

estamos com problemas para atualizar pq trabalhamos então mil desculpas..

espero que não desistam, da nossa historia.


beijos vejo vocês lá em baixo...

Capítulo 7 - 6 - Temporal.


-POV'S Giovanni-

Já fazia uma semana que nem via a sombra de Giuseppe, não sei se ele estava com raiva de mim ou seja lá o que for, mas, me incomodava de mais não ter ele perto sempre quase nem saía mais de casa, não queria preocupar ninguém mas, a falta de Giuseppe estava me incomodando, - poxa podia jurar que agora nos éramos amigos o que será que deu nele? - Fico pensando ainda deitado na cama, era meio dia e meia meu pai me surpreende batendo a porta e pedindo para entrar deixo ele entrar ele senta no pé da minha cama me olhando.

-Pai aconteceu algo? - Digo olhando ele que parecia um pouco nervoso.

-Sim, a um enorme problema, o Senhor Giovanni conhece ele, pois bem, começou a fazer pirraça para não sair do quarto aconteceu alguma coisa meu filho? - Ele me olha nos olhos.

-Só me sinto enjoado pai acho que aquela sopa de ontem me fez mal. - Minto o olhando.

-Oh! Meu filho, levante tome um banho vou pedir para Manuela fazer um chá para você depois ande um pouco pela fazenda hoje esta um dia agradável e não muito quente então não lhe fará mal algum. - Ele fala me olhando.

-Esta bem pai pode me deixar sozinho? - Pergunto e sorrio.

Ele sai do quarto, me levanto coloco meu celular para tocar uma musica aleatória e acaba caindo em Nothing Else Matters do Metallica, começo a cantar e vou ao banheiro tiro minhas roupas e começo meu banho calmamente, passo as mãos pelo meu corpo e lembro do abraço de Giuseppe, o cheiro e o calor dele eram perfeitos, balanço a cabeça termino meu banho rápido antes que meus pensamentos fossem muito longe me seco e visto uma camiseta preta e uma calça jeans comum desço as escadas devagar e olho a porta do escritório do meu pai entre aberta, me aproximo e ouço a voz de Giuseppe, tento ouvir a conversa mas, logo levo um susto que me faz pular e colocar a mão no peito.

-Ai esta você vem tomar seu chá. - Diz Dona Manu que me olha e ri da minha cara. - Oras deixe disto pequeno e venha tomar logo seu chá.

-Esta bem. - Sigo ela para a cozinha.

-Giovanni o que está lhe acontecendo a quatro dias atrás corria para tentar achar Giuseppe agora fica o dia todo em casa? Vocês brigaram é? - Dona Manu sendo Dona Manu sempre.

-Apenas acho que ele não quer mais me ver. - Digo e bebo um pouco do chá.

-Deveria tentar hoje ir atrás dele e tirar satisfações afinal vocês são amigos não podem ficar assim. - Ela fala me olhando.

-Não sei se devo. - Confesso olhando ela. - Ele parece não querer me ver. - Confesso e suspiro.

-Giovanni vai atrás dele. - Manuela sempre teimosa.

-Eu vou sim, só espera um pouco. - Digo e bebo meu chá.

-Hoje as duas horas ele vai estar no estabulo seu pai mandou ele cuidar de anotar melhorias que tem de fazer lá. - Ela fala me olhando nos olhos.

-Ok, eu vou ir lá. - Digo e sorrio.

Depois de mais algumas palavras, subo para meu quarto vejo meu celular ainda tocando agora tocava One do Metallica, desligo o celular e coloco ele no bolso, pouco depois vejo que era uma e vinte três, calço um tênis esportivo e corro para onde era o estabulo e me escondo atrás da porta pelo lado de dentro, e fico esperando Giuseppe, quando deu duas e dez, ele apareceu olhei para ele andando com uma prancheta, me aproximo por trás dele.

-É feio fugir das pessoas. - Digo no ouvido dele e vejo ele se arrepiar, fico meio surpreso com a reação dele.

-Também é feio assustar os outros Giovanni. - Ele fala meio frio.

-Hey! O que houve? - Puxo o ombro dele fazendo ele me olhar nos olhos.

-Você, foi isto que houve. - Ele fala e fico sem entender. - Olha o que você quer, sente falta do caipira para andar atrás de você o tempo todo enquanto se diverte se sentindo superior. - Ele fala muito serio me olhando.

-Nossa! Realmente você não me conhece não é Giuseppe, eu gosto de andar com você por que nos somos amigos não é isto que você sempre diz? Porra o que houve para você estar assim? - Digo me sentindo levemente incomodado com a situação.

-Não sei talvez prefira pessoas da sua idade das quais pode levar para lugares afastados e se divertir. - Ele fala me olhando. - Quantos você dormia quando vivia naquela cidade imunda que você tanto ama, antes de vir para este fim de mundo como você chama. - AS palavras de Giuseppe acabam sendo um baque forte me fazendo abaixar a cabeça engoli todo meu  orgulho.

-Eu prefiro andar com você afinal foi a única pessoa que me tratou diferente de todos desde que cheguei, agora vejo que você é como todos os outros que só querem me machucar. - Digo e olho para ele sem me importar para as lagrimas que corriam no meu rosto todo.

-Giovanni? - Ele se aproxima de mim e eu me afasto um pouco.

-Não se aproxima de mim. - Grito com ele. - Você acaba de me dizer todas aquelas coisas e ainda acha que vou deixar você chegar perto de mim? Se me acha tão sujo assim por que fingiu ser meu amigo. - Digo nervoso com ele.

-Eu não fugi eu não... me desculpa eu estava de cabeça quente não tinha a intenção de dizer tudo aquilo para você sei que você não faria nada disto me perdoa Giovanni. - Ele fala me olhando.

-Não Giuseppe. - Digo me virando para sair, sinto ele largar o que estava segurando e me segurar pelo pulso e me abraçar apertado.

-Me perdoa ainda estou incomodado com o que aconteceu, sinceramente me sinto mal, por ter te dito isto tudo você não merece por favor me perdoa, e-eu...eu senti c-ciúmes de você. - Ele fala a ultima parte muito baixo quase não entendi e depois ele me aperta mais. - Me perdoa, Giovanni.

-Está bem mas, não fique me julgando sem me conhecer antes se quer saber algo pergunte. - Me solto e olho ele serio.

-Eu prometo que não farei mais isto. - Olho para ele e sorrio de canto.

-Então sentiu ciúmes? - Falo rindo tentando fazer aquela dor sumir do meu peito.

-Ok, pode me julgar mal. - Ele me olha. - Adoro seu jeito bipolar sabia. - Ele ri.

-Me diz o que mais adora em mim? - Falo colocando os braços envolta do pescoço dele.

-Isto está ficando muito gay melhor pararmos. - Ele ri.

-Giuseppe sou gay. - Ele fica quieto e me olha. - Isto muda algo na nossa amizade? Confesso se não quiser mais falar comigo tudo bem. - Pergunto ansioso pela resposta dele e com medo.

 

-POV'S Giuseppe-

 

Fico em silêncio por uns instantes vejo ele me olhar e morder o lábio levemente e ele me solta devagar e fica me olhando ansioso.

-Claro que não, isto não muda em nada nossa amizade Giovanni. Eu fui pego desprevenido, mas admito que já desconfiava. - Sorrio olhando ele que suspira aliviado.

-Ah que bom fiquei com medo de você não querer falar mais comigo ou me ofender de alguma maneira. - Ele sorri e me abraça.

-Agora quem deve dizer que você não me conhece sou eu, jamais faria isto com você.  - Sorrio e retribuo ao abraço.

-Fico aliviado com isto obrigado Giu. - Ele se afasta levemente e sorri me olhando.

-Não precisa agradecer, mas você vai continuar me chamando por este apelido? - Reviro os olhos levemente. 

-Sim vou, seu nome é muito grande, aliás você não tinha nenhum apelido então tratei de arranjar um para você. - Ele diz e sorri.

-Mas você já me deu outros apelidos, embora eles não tem nada a ver com o meu nome e sim pela função que exerço aqui na fazenda. - Rio e vejo ele corar levemente.

-Ah sim verdade eu já te arranjei outros apelidos, embora alguns é melhor eu guardar somente para mim. - Ele ri junto.

-Ah então está bem senhorzinho da cidade. - Rio da cara emburrada que dele.

-Sério que você vai ficar me chamando assim? - Ele fala e cruza os braços.

-Só de vez em quando. - Continuo rindo.

-Afffs sério mesmo? - Ele se apoia na porteira do estabulo.

-Adoro sua cara emburrada, fica... engraçado. - Olho para ele, embora eu tenha pensado fofo, mas é melhor deixar isto pra lá.

-Então você acha engraçado me deixar nervoso? Quero ver quando eu começar a ser debochado você também vai adorar. - Ele fala sorrindo.

-Vou nem comentar a respeito disso. - Começo a anotar algumas coisas na prancheta.

-Por que você está anotando as coisas nesse papel? - Ele olha por cima do meu ombro para ver minhas anotações.

-Seu pai falou para mim fazer uma espécie de balanço das coisas que devem ser consertadas ou trocadas. - Continuo anotando as coisas.

-E vai demorar muito para você  terminar? - Ele me olha.

-Creio que não, a não ser que seu pai queira que faça mais alguma coisa. - Termino de anotar as coisas na prancheta e olho para ele. - Por que a pergunta? - Tampo a caneta e coloco na prancheta.

-Bom a uma semana atrás você tinha me dito levar na cidade e até hoje não me levou. - Ele diz e sorri.

Quando me dou conta já estávamos na minha casa me arrumava para levar o garoto a cidade, ele disse que iria do jeito que estava vestido devo admitir que ele sempre esta arrumado não importa o dia, porém tinha uma certa insegurança dentro de mim que me deixava ainda mais apreensivo com o fato de que Giovanni confiar tanto em mim, gostava quando ele me contava as coisas era como se realmente ele quisesse que eu o conhecesse e o entendesse, mas, da mesma maneira sentia medo de ele se aproximar demais de mim e acabar me conhecendo além do necessário.

No momento que ele disse que era gay foi algo comum, mas, sentia algo estranho dentro de mim um calor que sempre acabo sentindo quando ele chega muito perto com o tempo comecei a julgar que aquilo era apenas pelo fato de que me sinto confortável perto dele mas, será mesmo que é isto? Balanço a cabeça visto uma outra calça e quando olho pelo espero fecho a calça vejo ele parado na porta me olhando.

- Aconteceu algo? - Pergunto vendo que ele me olhava de um modo diferente.

- Tem uma mulher na sala ela está querendo falar com você. - Ele fala sem animo e estranho o modo como ele falou e passo por ele ainda com a camiseta em mãos por um momento pude jurar que ele havia suspirado quando passei perto, visto a mesma e chego na sala reconhecendo de primeira vista a mulher. - Fala Rita o que você quer?

- Olá Giuseppe, nossa ainda está lindo e perfeito como sempre. - Ela fala com sotaque me olhando.

- O que quer? Anda fala estou ocupado. - Falo vendo ela atravessar a sala com passos leves e pude reparar que ela estava com uma roupa muito justa parecia uma segunda pele.

- Ocupado para sair com aquele menino? - Ela ri debochada. - Fala serio, né você nunca se importou com este tipo de gente, e agora se arruma todo para sair com aquilo? - Ela para na minha frente com as mãos na cintura. - Vai dizer que trocou de time? Ou eu preciso te lembrar de como é ficar com uma mulher de verdade, e não com estes seres assim. - Ela fala se insinuando para mim.

- Olha vai embora, eu não estou nem ai para o que você pensa ou sei lá, qual motivo de ter vindo aqui, mas, não vai ficar ofendendo meu amigo, vai embora. - Falo e ela me abraça e me beija, fico sem saber como reagir e depois afasto ela que me olha surpresa.

- Acho melhor eu ir embora Giu. - Giovanni fala e percebo que ele estava ouvindo tudo. 

- Você vai ficar, ela que vai embora. - Falo nervoso e ela se ajeita para falar. - Cala a sua maldita boca e sai daqui eu não quero saber de você vaza daqui anda, já disse que não quero nada com você. - Falo e ela pega a bolsa e vai ate a porta.

- Você vai voltar para mim. - Ela fala e sai.

Me jogo no sofá nervoso e vejo Giovanni sentar ao meu lado e se aproximar devagar, olho para ele que abaixa a cabeça assim que eu olho para ele, vejo que seus olhos estavam meio vermelhos, - ele estava chorando? Mas, por que? - Fico pensativo me aproximo mais, dele e seguro o rosto vendo ele desviar torno a segurar o rosto dele fazendo ele me obrigar a me olhar.

- Por que está chorando? - Falo reparando que ele volta a chorar e o abraço. - Shh.. Calma. - Acaricio as costas dele. - O que foi? - Ele não me responde acaricio o rosto dele depois que se acalma, deixo ele se levantar o mesmo vai no banheiro lava o rosto e seca, reparo que ficou mais serio que o normal e fecho a porta do banheiro atrás de mim nos prendendo dentro do mesmo. - Só vamos sair se você me falar.

- Eu quero sair, não tenho nada para falar com você Giuseppe. - Ele fala me olhando. - Acho melhor deixar o passeio para lá você tem pessoas mais importantes, como por exemplo a "gostosa" que...

- Porra! Para Giovanni, ela não significa nada para mim, um dia em uma festa acabei ficando muito bêbado e ficando com ela mas, não passei disto, desde então ela fica me perseguindo, eu jamais gostei dela, que merda será que você pode parar com isto de julgar as coisas antes da hora. - Digo vendo ele levar a mão aos cabelos e bagunçando.

- Olha só quem fala, a outra pessoa que vive julgando os outros. - Ele fala com raiva e ri. - Vamos deixa eu sair. - Ele se aproxima e seguro pelos pulsos e encosto dele na porta com certa força fazendo ele soltar um gemido de dor com o impacto.

- Escuta, você é importante para mim, ela jamais foi e jamais será e vamos parar com isto, vamos nos dois sair para ir a cidade eu quero um dia amigável e feliz com você hoje não vai ser aquela vadia que vai acabar com isto. - Falo nervoso vendo, ele me olhando sem reação. - Giovanni? - Chamo ele vendo que ele me olhava surpreso.

- Desculpa. - Ele fala ficando vermelho no mesmo instante.

Nos saímos dali depois e fomos ao centro da cidade, ele me comprou camisas mesmo eu não querendo ele me fez provar todas as camisas e camisetas, ao todo ele comprou dez para mim e umas cinco para ele, depois ficou olhando para uns cds me aproximei dele e vi o mesmo se arrepiar.

- Ahm... Gosta de quais tipos de musica? - Ele fala me olhando.

- Depende muito, não tenho um estilo só. - Falo vendo ele pegando um cd e lendo atrás, depois saímos e compramos lanches, quando estávamos distraído, ele se lambuzava com o lanche. - Tem duas pessoas que gostaria que você conhecesse.

- Quem? - Ele fala limpando o canto da boca.

- Não posso falar, será uma surpresa, mas, já aviso não crie muitas expectativas, são pessoas simples. - Falei olhando ele.

- Está bem, Giu. - Ele sorria inocente como uma criança, e começava a admitir que aquele senhorzinho da cidade era realmente um bom menino como diz Manu.


Notas Finais


Gostaram..?

até mais.


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