História Silver Heart - Capítulo 33


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Napstablook, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Underfell, Undertale
Visualizações 9
Palavras 3.278
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Agora são só duas hiras para dormir e eu postando capítulo... Parabens para min. ಠ_ಠ

Capítulo 33 - Novo "Mestre"


P.O.V Lótus On

 Abri os olhos cansada olhando para o teto sentindo todo o meu corpo doer.
 Me lembrei do que havia acontecido e me sentei na cama rápido fazendo força para respirar sentindo minha alma se agitar dentro de min d meu braço doer quando puxei o corpo para cima bruscamente e uma agulha que estava segura no mesmo com fita soltar logo em seguida ouvindo a maquina ao meu lado começar a apitar como se eu estivesse morta.

-(Onde é que eu estou?) - Olhei em volta vendo que estava em uma enfermaria, hospital, não sei, só sei que estou toda enfaixada e em um quarto todo branco com banheiro e um banco próximo a porta.

-Flare, e-eu tenho que me encontrar com ela! - Falei descendo da cama em um pulo sentindo minhas pernas começarem a doer quase como se não fizesse força nelas a anos. 

 Fiquei de pé ignorando a dor assim como sempre faço começando a andar na direção do banheiro.
Abri a porta e entrei no mesmo logo me virando e a fechando batendo-a voltando a andar na direção do espelho.
 Parei fitando meu rosto no espelho acima da pia apoiando meus braços nela.

-Aquela porra de esqueleto pegou a minha máscara e não devolveu. - Não conseguia parar de encarar a cicatriz no meu rosto. Era consideravelmente grande mesmo em comparação com a rachadura no cranio do Papyrus.
 A mesma cruzava meu rosto pouco abaixo do meu olho esquerdo indo até pouco depois do meu nariz.

-MERDA!!! - Bati com a mão na pia quase a quebrando provavelmente trincando à na base.
 Parei um pouco colocando uma de minhas mãos em meu rosto suspirando. - Agora eu estou seminua na mansão dos Skeletons, trabalhando para um Gáster e um Sans o que é pior que morrer e por fim, não tenho prova alguma que aquele lixo machucou a Flare pra acabar com ele. Tinha mesmo que ser um Gáster? Podia até ser um Monster Kid. - Suspirei me virando por alguns segundos saindo do banheiro indo até a cama de novo.

-Se eu morresse eles estariam pouco se fodendo né?, já devem fazer uns 15 minutos que isso está apitando e ninguém apareceu. - Olhei direito para o lugar.

Haviam duas janelas, uma ao lado da outra. Ambas lado da cama com  cortinas brancas. Ao lado da cama tinham duas comodas marrons, uma de cada lado com abajures em cima. A luz do quarto estava acesa já que de acordo com a luz que provinha da janela, já tardava umas 8 horas da noite. Uma televisão decorava o quarto com um degrade de preto a cinza no material que envolvia a tela acompanhada com um relógio que pairava sobre ela na parede.
  O banco que ficava ao lado da porta era marrom quase preto o que o fazia discordar com o padrão sugerido pela cor do quarto e ao mesmo tempo destacar-se se você levasse em conta as sete garrafas vazias de vinho branco ao lado do banco.
 

Andei até uma das cômodas e abri as gavetas procurando uma peça de roupa que fosse. Não achei nada então andei até a outra esperando encontrar alguma, e bingo. Minha roupa quase inteira estava na ultima gaveta, isso incluía o meu celular e uma máscara, que infelizmente não era a minha.
 Ao invés de ser branca, vermelha e preta tendo o formato e o entalhe de rosas e a runa dos Emeralds, essa era preta por completo tirando a runa dos Skeletons que era branca. E o fato que ela era pintada a mão, quem pintou isso deve ser maneta.
 A runa dos skeletons é uma caveira rachada de um lado, tendo o outro todo pintado de caveira mexicana assim como o meu rosto. A mesma mudou no dia que recebi missão de invadir a antiga mansão do Gáster por terem capturado a Flare. Para a minha sorte ela nunca me viu irritada, na verdade só quem é um traço ou memória da alma da original já viu, quando invadi a casa do Gáster daqui, fiz a festa aproveitando que a Flare tinha se machucado e o esqueleto havia desmaiado ela. Peguei a máscara na mão encarando a mesma, que fazia questão de deixar a parte que ficava meu olho esquerdo aberto com uma lágrima com contorno vermelho e preto escorrendo.
 

-(Hoje é isso que eu tenho que aturar?) - Pensei indo me vestir.

Me vesti correndo como se tivesse teleportado a roupa para meu corpo e fiz minha alma aparecer na minha frente. Agora era como se alguem tivesse literalmente tirado pedaços dela para deixar no formato da runa desses lixos.
 Infelizmente é isso o que tem pra hoje.
 Apertei a mesma fazendo-a derreter e ela formar a minha foice de sempre na minha frente. Minha foice agora tinha entalhada uma caveira na ponta contraria como se tivessem quebrado ela no formato já que fizeram questão de modificar a forma da minha alma.
 Sai do quarto com a foice na mão esquerda segurando a mesma atrás do pescoço. 

-Onde pensa que vai? - Ouvi alguém falando comigo, olhei para onde a voz vinha já tirando a foice de trás do meu pescoço girando ela na mão em modo de alerta. Só pra ver o Sans parado no meio do corredor me encarando com cara de bosta segurando uma garrafa de vinho na mão.

-*Flare* - Falei logo alterando minha voz e modo de falar, começando a falar em Wingdings.

 -Não sei onde você acha que está mais não tem a permissão de ninguém pra arrastar o rabo por ai. - Ele falou me olhando não parecendo muito feliz.

-*Mesmo? E é a sua permissão que eu preciso?* - Perguntei arqueando a sombrancelha, não que ele tenha conseguido ver mais arqueei.

-Sim, é sim, e eu não te dei ela então arrasta a bunda pro quarto de novo antes que eu arraste para você. - Ele parecia irritado comigo sendo que eu não fiz nada, pelo menos não ainda.

-*Não é como se eu me importasse com ela, então de qualquer modo, não preciso gastar tempo com alguém como você* - Me virei voltando a andar para nem eu sei onde.

Estava andando quando tudo em volta de min começou a ficar preto e senti meu corpo começar a pesar.  Quando olhei para o esqueleto de novo não consegui reagir a tempo (já que minhas pernas ainda estã fracas) antes que ele se teleportasse para a minha frente e me prendesse na parede apontando um osso no meio da minha testa fazendo vários aparecerem em volta de nos.

-Eu pareço que estou blefando? Se me der na telha eu te mato aqui mesmo escondo o corpo e falo que você fugiu. Do momento que o Gáster me deixou como seu responsável ele nem vai se importar, então eu só vou te mandar entrar naquele quarto mais uma vez antes que eu te enfie nele a força. - Ele parecia não mais irritado comigo, mais sim com a minha forma de agir perante a autoridade dele.

-*Vai me fazer entrar naquele quarto a força? É mais fácil você me matar e dar uma de necrófilo. Talvez antes ainda role uma tragada no cachimbo da paz pra você ter a ideia que eu estou gemendo o seu nome igual doida pela sua mentalidade merda. Pretende enfiar esse osso na minha testa? Vai em frente, não vai ser o primeiro mais se o meu HP não acabar e eu levantar será o seu último.* - Falei encarando o esqueleto. Podemos não ser idênticos mais um não gosta do outro nem que nos paguem. Já tivemos problemas o bastante para uma luta até a morte, começando com o fato de que ele já me torturou enquanto estava bêbado e drogado.

-Pode ter certeza de que isso não vai acontecer. Ainda mais se continuar me provocando, não vai ser o único lugar que um osso vai acabar entrando, agora entra naquele quarto como uma boa puta que eu vou pensar em não te matar. (Sans)

-*hmm.. * CARA!! AGORA É SÉRIO, TEM UM COISO NO SEU NARIZ!!! - Falei arregalando os olhos olhando para o nariz que ele nem tinha.

-QUÊ?!! - Ele fez os ossos sumirem e passou a mão no "nariz" dele tentando tirar o que nem existia.

Na hora que ele arregalou os olhos e passou a mão eu comecei a rir tanto que acabei até caindo no chão já que esqueci que minhas pernas estavam doloridas e deixei elas vacilarem.
 Olhei para cima fitando o esqueleto que estava me olhando com as orbitas pretas sério como se fosse me matar de verdade dessa vez.

-...Agora... Você conseguiu me irritar. - Ele fez minha foice voltar ao formato normal e abriu a porta do quarto me jogando dentro do mesmo no chão com força.

-*AI PORRA!!! NÃO AGUENTA UMA BRINCADEIRA NÃO??!!* - Gritei me levantando vendo ele entrar no quarto e trancar a porta virando a chave.
 Estava olhando na cara dele quando ele tirou a chave da porta e colocou no bolso da camisa que ficava com o suspensório.

-*Sans coloca essa chave na porta.* - Falei olhando para os lados ainda desesperada, caso ele tente alguma coisa não vou ter como reagir o bastante para realmente machucar ele ou sequer parar com a minha magia como está agora.

-Agora você ainda quer mandar em min?? Ainda não entendeu que eu faço o que eu quiser com você que ninguém vai poder fazer nada? - Ele se virou para min começando a andar na minha direção.

Comecei a recuar ainda olhando em volta quando vi a janela, corri até ela tentando abrir o tranco da mesma porem falhando miseravelmente uma vez que o esqueleto estava prendendo o mesmo com magia.

-(Droga) - Tenho que tentar me teleportar lá para fora.
Fechei os olhos tentando pensar rápido e fazer minha alma gastar magia com isso quando um mesma ainda estava tentando se recuperar do ácido.

-(Telepo-

Meus pensamentos foram interrompidos quando o esqueleto segurou meu cabelo com força e o puxou para trás batendo o pé nos meus pés me fazendo cair de costas no chão.

-Você me provocou agora vai aguentar. - Antes que eu tentasse gritar ele começou a apertar meu pescoço. - Cala a boca va-

Alguem bateu na porta. 

-QUEM É?! - Ele gritou para quem estava do outro lado apertando ainda mais meu pescoço para que eu não pudesse sequer tentar gritar.

-O Gáster está chamando você e a garota caso esteja acordada. - Não reconheci a voz mesmo tentando, estava ocupada demais segurando a mão do esqueleto tentando tirar do meu pescoço.

-Você teve sorte. - Falou olhando para min me soltando se levantando e indo até a porta abrindo a mesma me deixando para trás tossindo tentando recuperar o fôlego.

-Ele está na sala de jantar agora, pode ir na frente se o senhor quiser.  (???)

-Que se dane. - O esqueleto falou antes de sair e começar a andar pelo corredor.

-A senhora está bem? - Um humano foi correndo até min.

-S-sim. - Falei respirando fundo me levantando.

-Ouvir isso é reconfortante. - Sorriu amigavelmente começou a andar me dando um sinal para segui-lo.

-Ahnn.. Ok. - Falei seguindo o passando pela porta começando a andar pelo corredor. - Você é?? - Perguntei curiosa, nunca que Gáster teria humanos no covil dele, para min era apenas os dois e talvez algum seguidor.

-Christopher.. Sou um dos ajudantes da casa. - Falou sem olhar para min. - E a senhora é? Isso se não for petulância minha perguntar. (Christopher)

-Não, sou uma Flare, meu nome aqui é Lótus. - Quando falei senti mesmo estando atrás o sorriso do garoto aumentar.

-Mesmo? É uma honra me encontrar com alguém como a senhora, deve ser a guarda da senhorita Flare, os boatos correm muito por aqui, se for verdade que moraram nesse lugar, tenho certeza que adoraram as pessoas. As crianças ficaram eufóricas quando descobriram que as Emeralds começariam a frequentar o lugar. Elas sempre foram muito lihadas desse tipo de coisa entende? E ainda mais agora que tem tantos inimigos começando a apareconvidarameaçar a segurança delas, é reconfortante saber que os mais fortes membros de uma organização tão poderosa como os Emeralds ou pelo menos como eles já foram estaram aqui. (Christopher)

-Crianças? Quê crianças? - Gáster e crianças? Quantas delas ainda não foram violentadas nisso?.

-Ah sim, acho que ainda não deve ter percebido. Nessa mansão moram mais de 90 crianças, entre elas 68 são adolescentes e também moram muitos adultos, entre essas quantias existem monstros e humanos. As crianças ficaram a tarde inteira pulando no jardim então agora estão dormindo. Por este motivo esse lugar tem tantos quartos. Na verdade, a mascara que a senhora está usando agora foi pintada por uma das crianças como um presente de agradecimento por agora estarem protegendo elas. (Christopher)

..Agora eu me sinto mal por ter chamado a criança de maneta..

-Desde quando o Gáster cuida de crianças? - Perguntei curiosa.

-Na verdade, desde um dia que ele foi em um orfanato por acidente. Nas palavras dele ele estava indo para uma boate, porém ele entrou no lugar errado e acabou lá. Uma das crianças acabou se apegando por ele e ele aceitou tomar conta dos monstros e humanos que moravam lá do momento que ele descobriu que estava prestes a ser demolido. Até hoje ele diz que viu nelas bons guerreiros para ajudar nas guerras mais pelo rosto que ele faz quando uma vai falar com ele não parece que é isso. (Christopher)

-Aham ta, ele ama tanto crianças que um dos filhos dele é um drogado e ele não parece se importar. - Falei vendo ele parar no meio do caminho.

-Sei que pode ser desrespeito de minha parte, mais Gáster me criou desde muito pequeno, e não posso aceitar o modo a qual se refere a ele, por favor, se dirija direito a ele. - Ele parecia irritado.

-Se for como um pedido posso até fazer isso, mais não muda o fato que já tive muitos problemas com Gásters, principalmente de "FELL'S" então não conseguiria confiar nele mesmo que tentasse. (Lótus)

-Tente, verá que ele não é tão rígido quanto parece. - Depois de quase vinte minutos andando chegamos a "sala de jantar".

Entramos na sala, tinha uma mesa enorme com vários tipos de alimentos e varias cadeiras na qual algumas estavam ocupadas por Flare, Sans, Papyrus, Gáster e alguns humanos/monstros que eu não conhecia.

Gáster bateu o olho em min e abriu um sorriso assim como a humana que parecia feliz em me ver.

-Lótus, se recuperou rápido. Fico feliz que se sinta melhor. (Gáster)

-Fico triste que não tenha machucado a Flare, me sentiria ótima em poder descontar meu ódio. - Respondi seca.

-Isso foi rude da sua parte, eu até guardei um lugar para você. Pode se sentar. - Falou balançando a cabeça na direção de uma cadeira vazia bem entre Papyrus e Sans, contando que a do Sans estava quase colada na "minha" cadeira.

-Ah, não, muito obrigada. Não tenho fome. - Eu nem terminei de falar a frase e minha barriga roncou.
Abaixei a cabeça e coloquei a mão na boca por cima da mascara me segurando para não rir da minha idiotice.

-..Isso me pareceu bem ruim.. Eu insisto que se sente, não tem o por que de se envergonhar. - O sorriso na cara dele começou a aumentar.

-Nah, mais obrigado por convidar, é que sabe como é né? Até eu acabo traumatizada quando um fóssil tenta me estuprar, não concorda Sans? - Falei fitando o esqueleto que tinha na boca agora uma taça de vinho.

-ah, então é isso? Sinto não poder ajudar. Seria voltar na minha palavra quando falei para ele que você agora era propriedade dele. Mas se precisar eu posso tentar mudar o seu quarto de lugar.. - ELE NÃO FEZ ISSO!!! 

-(Eu vou te matar seu filho de uma puta) Não, obrigada, se me deixar voltar para a minha casa já que já acabou o meu turno me seria muito útil. - Falei vendo o baixinho do vinho sorrindo convencido.

-Isso é na onde? - Me perguntou parecendo (só parecendo por que eu conheço) amigável.

-Na cidade de traços.. Posso ou não posso? - Fala que não que eu vou assim mesmo.

-Isso você não tem que decidir comigo. - Ele apontou para o Sans com um dos dedos.

-(Alguém me mata?) Certo.. - Na hora eu abri um sorriso que não dava para eles verem pela mascara só para não chorar mesmo por que eu já estava a ponto disso. - Sans?. - Falei como uma pergunta virando as mãos para as costas fazendo minha alma aparecer nelas. Se ele falar que não eu me mato.

-Sim? - O sorriso dele se alargou e ele terminou de beber o vinho em um só gole.

-Eu, ahn, posso por favor.. - Eu juro que daqui a mais duas frases eu começo a rir igual retardada e chorar.

-Você, ahn pode por favor? - Papyrus estava com a cabeça sobre o punho batendo os dedos no próprio crânio só olhando a situação.

-Posso ir para a minha casa já que o meu turno já acabou a 5 horas atrás quando eu desmaiei e você já fez o que tinha que fazer hoje tipo me torturar, tentar me estuprar e beber até quase entrar em coma do lado da cama que eu estava dormindo? - Falei tentando não rir vendo o esqueleto terminar de preencher a taça com dessa vez uma dose de whisky.

-Se isso foi para me fazer sentir pena de você então você falhou miseravelmente. Porém, como eu já bebi hoje. Eu vou deixar. - Ele virou a taça na boca e acabou com toda a bebida em um só gole. - Isso é claro, se eu for junto. - Ele falou se levantando empurrando a cadeira de volta a mesa.

-Tem certeza que eu tenho que te pedir mesmo permiss-

-Lótus. - A garota que até agora estava calada resolveu se pronunciar. - Do momento que eu trabalho para o Gáster, sinto muito mais você realmente tem que seguir o que o Sans fala mesmo que isso doa no meu coração.. 

-Isso quer dizer que eu posso chamar ele de minha senhora?? - Abri um sorriso imenso.

Juro que vi o Papyrus rir nem que seja por um segundo assim como o Gáster.

-Não.. Isso quer dizer que você tem que chamar ele do que ele pedir nem que seja.. - Ela corou e começou a rir escondendo o rosto com a mão. 

-Você vai ou não vai? (Sans)

-Claro.. - Mexi a mão perguntando o que era.

-Mestre.. - Ele sorriu falando a palavra.

-Ok, claro mestre.. Espera ai, o quê?  (Já vi muito hoje) Ah. Tanto faz. - Joguei minha alma no chão e ela viro um borrão preto no chão que brilhava mudando de preto para cinza. - Quer ir primeiro? - Abri um sorriso imenso na hora.

-O que é isso? - Me perguntou se aproximando da mancha.

-Vai logo, mestre. - Falei com sarcasmo.

-Se isso for uma armadilha você vaAAAAAAAAAAAAA - Empurrei ele na tinta que quando ele saiu simplesmente afundou como se tivesse derretido o chão.

Me joguei lá dentro caindo no meio da minha sala porém de pé diferente do esqueleto fazendo a mancha no teto sumir e retornar a minha alma.

Agora tem literalmente um estuprador na minha casa e eu vou ter que passar a noite inteira perto dele.

P.O.V Lótus Off

 

CONTINUA.....


Notas Finais


Vontade de morrer só em pensar que tenho que acordar cedo. Mais nessas horas eu me lembro que já vi coisa pior, como o moletom que eu quase comprei por acidente quando trocaram o meu pedido escrito, seja meu 6 que eu serei o seu 9. (Vontade de matar aquele maldito vendendo que me enviou aquela porcaria e eu abri bem do lado da minha mãe achando que era o meu escrito bazinga.) ಥ⌣ಥ


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