História Sim ou não? - Klaroline - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Bill Forbes, Camille O'Connell, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Liz" Forbes, Joshua "Josh" Rosza, Klaus Mikaelson, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Caroline, Caroline Forbes, Esther, Esther Mikaelson, Joshua, Klaroline, Klaus, Klaus Mikaelson, Liz Forbes, Matt, Matt Donovan, Mikael, Mikael Mikaelson, Rebekah, Rebekah Mikaelson, Stefan
Visualizações 46
Palavras 1.234
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amigos

Capítulo 19 - Verdade


Fanfic / Fanfiction Sim ou não? - Klaroline - Capítulo 19 - Verdade

Camille roçou seu dedo indicador em meu queixo. Seu sorriso combinava com seu perfume: enjoativo.

- Sua idiota. Fala logo o que você quer. - falei entre os dentes. 

Após minha rispidez, apenas senti uma ardência no lado direito do meu rosto. Ela havia me dado um tapa. Certeza que só por que eu estava insultando-a desde cedo.

- Fale direito comigo. Se for pra me tratar feito uma mocreia nem fale nada. - disse ela. 

Como se ela não fosse uma mocreia.

- Uma coisa que eu queria saber desde cedo: como você conseguiu todos esses homens, essas armas e esses equipamentos? - perguntou Elijah que mexia em uma das armas de um dos seguranças.

No mesmo instante retiraram a fita da boca de Caroline que gritou com o puxão de uma vez. 

- Aposto que foi através de todos os meios que uma mulher pode conseguir alguma coisa. - disse Caroline afrontando a loira.

- Da mesma maneira que você conseguiu, Klaus? - disse Camille indo na direção de Caroline. 

Caroline riu e olhou pra mim.

- De certa forma sim. Uma pena você não ter conseguido segurar um homem como o Klaus, mas infelizmente ele não merece você. - sorriu ela. 

Caroline ainda estava com os cabelos desorganizados, e o rosto um pouco machucado, porém, ainda assim conseguia ficar linda com sua afronta.

Sorri pra ela que sorria pra mim.

- Chega de sorrisos, Caroline. - falou ela fazendo menção para um dos seguranças colocar outra fita na boca dela. 

- Camille acha mesmo que isso é necessário? - perguntei olhando diretamente em seus olhos. - Apenas por não me ter mais é um motivo tão grande pra fazer tal maldade com uma garota, que por sinal é bem mais jovem e mais bonita que você. - provoquei.

Apenas pessoas estúpidas provocariam alguém com tantas armas assim.

E é por isso que eu adorava quando Caroline me chamava de estúpido.

- Tentar me colocar pra baixo só vai fazer piorar a situação da sua loirinha ali. Ou a gente conversa civilizadamente ou então você não, ou melhor, a loirinha não fica livre. - sorriu. - KLAUS pode me acompanhar precisamos conversar. 

Segui Camille até a salinha do lado onde ela queria conversar. 

O lugar parecia mais um escritório: tinham sofás e livros. Sentei em um deles e esperei que ela dissesse alguma coisa. 

- Bom... - disse ela encostada no portal da porta - vamos começar por partes. Não se ache tão bonzão assim. Não sequestrou Caroline só por você.

- E tem algum motivo óbvio que possa mostrar que não foi SÓ isso? - falei rispidamente.

Ela fechou os olhos e sentou no sofá na minha direção.

- Como eu disse, vamos por partes. Tente se lembrar de cada coisa que eu disser. Assim, pode compreenderá melhor.

Olhei de soslaio pra ela.

- O que quer dizer com isso? - perguntei-lhe.

Ela cruzou as pernas.

- Lembra-se do dia em que conheceu Caroline? Ela estava tristonha e molenga. Advinha porqe ela chorava? Isso mesmo, eu havia feito passar vergonha na frente de todos os funcionários.

Olhei atentamente pra ela. 

- Ou no dia que vocês se esconderam naquela interprises de que você era dono, só porque houve  ataque. - continuou. - Provavelmente vocês leram a mensagem que eu haia mandado deixarem. E sabe o que mais? Sabe o dia em que você brigou com o cara que estava tentando engolir Caroline? Então. Isso tudo será mais que explicado.

Eu estava em choque. Não sabia como ela tinha todas aquelas informações.

- A verdade Klaus é que eu não tenho essa raiva de Caroline atoa. Caroline foi e é uma das piores pessoas que eu já tive o desprazer de conhecer. 

- Vocês nunca se deram bem desde sempre? - questionei.

- Acontece que esse desde sempre deveria ter sido muito mais que sempre. 

Eu não conseguia compreender o que ela dizia.

- Eu "nasci" - fez o sinal de aspas com os dedos - na Espanha onde fui criada pelos meus pais que mesmo quando namorávamos você não os conheceu. Lá fui criada com tudo do bom e do melhor junto com meu irmão, Liam. O mesmo que tentou avançar em Caroline no dia da sua surra com ele. - disse. - Porém isso foi o que me contaram até meus 15 anos e eu saber da verdade. A verdade é que eu nasci aqui mesmo em Nova York e que minha mãe morava numa cidadezinha pequena. E minha mãe? A minha mãe da Espanha é só de crianção. Porque minha mãe mesmo se chama Elizabeth Forbes. - falou ela. Assim que liguei os pontos em uma fração de segundos pulei do sofá.

- Nem pense em contar pra ela.

- Que droga, Camille! - falei. - Ela é sua irmã e vocês vivem se matando. Ela quer tanto te conhecer que você nem faz idéia.

Camille riu.

- Eu não pretendo mata-la. Mas se for preciso é claro que eu mato. Eu quero primeiro saber o que ela faria se... Eu não sei. Odeio ela por tudo que ela roubou de mim. Odeio a por ter sido escolhida pela minha mãe quando nascemos. Foi ao mesmo tempo droga. - falou com lágrima nos olhos. - Mas isso não vai me afetar, porque se eu cheguei até aqui, eu tenho que continuar.

- Continuar com o que? - perguntei.

Ela saiu da salinha e eu a segui. 

- Camille volta aqui. - corri.

Entramos na outra sala onde estava Caroline, Elijah e alguns homens armados.

- Meu plano está feito. Ja tenho meu preço.

Todos ficaram na espectativa de algo ruim acontecer.

- Caroline terá de me engolir. - falou ela.

Caroline olhou estranho pra ela.

- O que você bebeu? - perguntou a loira.

- Talvez tenhamos a mesma cor de cabelo, os mesmos olhos, só não temos o mesmo rosto. Mas o fato de nascermos ao mesmo tempo não muda o fato de que...

Caroline arregalou os olhos e mudou sua postura. 

- Não, não, não. Não pode ser, você. - seus olhos jorraram.

- Eu só vim pra Nova York por você. E eu te odeio Caroline. Odeio você, por ser a escolhida da nossa mãe, do nosso pai, do Klaus, do Elijah, de todo mundo. Todo mundo gosta de você. - disse Camille aos prantos. - Eu só queria ter uma relação boa com minha irmã. Mas se ninguém gostava de mim, eu tinha em mente que você também não gostaria. Eu comecei a pensar em tudo de ruim que existisse, até a tentar te matar. Mas você é minha irmã. Eu não consigo. Vocês, - disse apontando pros guardas - vão embora! Agora, e digam para os outros lá fora irem também.

- O que você tá fazendo? - disse Caroline.

- To te soltando. Vou deixar você viver em paz. - Camille ainda chorava. - Eu vou embora. Te deixarei viver. - falou ela saindo aos prantos do local onde estávamos.

Nós três observamos a loira sair depois fomos ajudar Caroline a se soltar.

Elijah conseguiu solta-la e finalmente pude abraca-la novamente.

Ela correu pra cima de mim me dando um dos melhores abraços.

- Obrigada. Muito obrigada, não sei o que seria de mim sem você. Obrigada. - falou ela com o rosto enterrado em meu pescoço.

- Tá tudo bem, agora. - falei, passando minhas mãos em seus cabelos. Depois ela se virou pra mim e eu dei um beijo em sua testa.

Depois se soltou de mim e abraçou Elijah. Felizmente pude ouvir o que ela dizia a ele.

- Obrigada também. Vocês são muito importantes pra mim. 





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