História Sim ou não? - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias The Vampire Diaries
Visualizações 16
Palavras 1.232
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Constrangimento


Dia 6

Eu realmente com todas as minhas forças não queria ir trabalhar hoje. Tinha sido estranho aquilo que havia acontecido ontem. Klaus me trouxe até a porta da minha casa e provavelmente me viu fazendo alguma coisa que eu não deveria ter feito. Mesmo assim o tempo não pararia só pra mim então resolvi correr para lá e evitar Klaus para nada parecer estranho ou constrangedor demais. Como de costume encontrei Matt na frente do Grill me esperando e dessa vez junto com Rebekah. E estava feliz por eles dois. Só queria ver meu melhor amigo conquistar seus sonhos e nada melhor do que ao lado da mulher em que ele sonhou para ele.

- Oi gente! Bekah você tá tão linda. - admirei o vestido longo dela que a deixava mais linda do que já era.

- Obrigada Care, você também tá maravilhosa com essa calça preta. - falou olhando pra minhas coxas e piscando.

Ri. Bekah era a melhor pessoa.

Entramos e Matt não ia trabalhar pois já tinha se desligado totalmente dos negócios do Grill Bar. Entrei e vi Klaus passando pelo corredor com alguns papéis nas mãos direto para a última sala que agora era sua sala mas felizmente ele não me viu. E olha que quem estava chamando o ex-namorado de infantil era eu, e agora estou atuando como tal! Sacudi a cabeça, clareei as ideias e seja o que Deus quiser, sai do banheiro e fui para a minha sala. Eu sabia que evitar Klaus era uma ideia que não daria muito certo porque ele com certeza iria na minha sala saber ou se eu precisava de algo, ou saber como eu estava na administração ou então saber como eu estou depois de ontem. Não demorou muito para que eu ouvisse m barulho na porta, e graças a Deus era o Matt.

- Que susto você me deu seu bobo! - falei soltando ar.

- Parece até que está se escondendo, eu em. - olhei de relance pra ele que entendeu.

- Olha lá, loira. Não vai se meter em confusão, por que você tá se escondendo dele?

- Como você sabe que é um "ele"? - perguntei.

- Além de uma pessoa que causa arre... - fiz uma cara séria meio urgente.

- Cale a boca. Não fique falando dessas coisas aqui não. As paredes tem ouvidos e as pessoas também. - ele riu.

- Tá tudo bem loira, não comento mais nada. Agora conta o porquê da fuga.

- Você não vai acreditar Matt... - contei toda a história a ele que ficou perplexo e ao mesmo tempo rindo da situação.

- É uma história bem interessante loira, mas tenho que ir, Rebekah já deve ter acabado por aqui e quer conhecer meu novo local de trabalho, tchau. - me beijou na bochecha. - Mas antes de ir vou te dar um conselho: Se você encontrá-lo e claro que vai, não se preocupa. Isso é uma coisa da vida. E atire a primeira pedra quem nunca ficou bêbado. - e saiu.

Por pelo menos umas duas horas esqueci do assunto e consegui trabalhar. Mas após isso, fiquei pensando numa frase que Matt disse antes de ir embora: "Rebekah já deve ter acabado por aqui", e então uma batida me interrompeu meus pensamentos.

- Hey, posso entrar? - era Klaus.

Fiquei meio constrangido quando ele sorriu e involuntariamente meu cérebro fez eu dizer "sim".

- Como você tá se saindo? Muita papelada pro primeiro dia? - ele perguntou e eu não conseguia responder. - Caroline? Tudo bem com você?

- Tá sim. E respondendo a sua pergunta nem é tanto. Estava preparada para a quantidade, o que tive mais dificuldade foi sobre o que eu tinha que fazer, não que eu não saiba claro, mas não imaginei que seria isso logo de cara sabe? - consegui falar muito.

- Você precisa de ajuda? - ele ofereceu.

- Não, tudo bem. Eu preciso aprender a saber fazer isso sozinha. Gosto de aprender comigo mesma, entende?

Ele se levantou e ia fechando a porta mais antes disse:

- Também gosto de aprender com você, Caroline. - sorriu e saiu.

Eu achei meio estranho e fiquei mais encabulada quando os arrepios vieram na espinha e me deixaram curiosa.

Voltei para o térreo para ver como as coisas andavam pois Matt fazia o mesmo. Encontrei alguns rostos amigáveis como Damon e Elena e tive que explicar a eles que tinha mudado de cargo e tudo mais e graças a Deus entenderam e até me deram parabéns. Gostava muito deles e quando eu era garçonete sempre que vinham pra cá jantar ou tomar um drink eu sentava com eles na mesa e ficávamos conversando sem ver o tempo passar. 

Andei e andei até encontrar uma pessoa que eu não queria ver na minha frente se não o pau ia quebrar. Aquela vadia da Cami estava com mais raiva de mim do que o habitual pois ela está aqui a mais tempo que eu, tem estudo de administração e não foi solicitada para o cargo. E a desculpa dela era que Matt era meu amigo e só por isso consegui ocupar o cargo dele. Ela ia ouvir tanto que só Deus teria pena dela.

- Olá, Caroline. - disse ela.

- Oi Camile.  - falei escrevendo algumas coisas na prancheta.

- Ocupada demais agora né? - perguntou.

- Sempre estive desde quando comecei aqui como garçonete. E você? Horário livre? - perguntei finalmente olhando pra ela.

- Talvez. Estava conversando com uma pessoa lá fora, não vai me punir por isso né? Você fazia a mesma coisa quando namorava o gostosão lá. - perguntou cinicamente. Ela claramente falava de Tyler, e por incrível que pareça o "gostosão lá" que saiu da boca dela não me incomodou.

- Claro que não, querida. Hipocrisia não é meu forte nesse exato momento. - devolvi o sorriso.

- Engraçado né, ontem vi você e o nosso novo dono. Coincidência não é mesmo? 

- Conheci o sr. Mikaelson antes mesmo dele se tornar chefe. Algum problema? - olhei para ela fazendo cara.

Ela riu e saiu. Eu não suporto essa mulher com todas as minhas forças. 

Felizmente consegui me entreter com o trabalho e quando me dei conta já eram quase 18:00 horas - meu horário de ir embora. Matt tinha prometido me buscar após o expediente e quando sai lá estava ele e Bekah dentro de seu SUV maravilhoso a minha espera. Eles riam que acabaram não me vendo e como não quis ser tão intrusa bati no vidro ao lado de Matt e acenei, o mesmo abaixou o vidro.

- Entra ai, Care. - disse ele.

Depois de ir o caminho todo ouvindo Matt e Rebekah falar sobre o casamento, como Rebekah queria isso, quantos filhos Rebekah queria ter, o nome e outros planos de uma mulher que está prestes a se casar. Pelos era uma empolgação positiva, que os deixavam felizes. Não gosto de me sentir deslocada em meio ao mundo de felicidade enquanto só eu tenho a sensação de que existe uma nuvem, cinza de decepção sobre mim. Quando chegamos dei boa noite a eles, que responderam felizes e entrei pro meu apartamento totalmente bagunçado. Procurei minhas apostilas da faculdade para estudar um pouco e até que me distrai por umas três horas até dormir em cima dos livros e babar.

 

 


Notas Finais


Próximo capítulo não tem data assim como esse, mas se tudo der certo nessa sexta ou no final de semana.


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