História Sim, Sr. Professor. - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias B.A.P
Personagens Bang Yongguk
Tags Dirtytalk Bang
Visualizações 94
Palavras 3.374
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Lemon
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Me pediram e como tenho um coração cheio de amor...


Tá aqui! 🌼

Espero que gostem,foi bem divertido escrever e por favor desconsidere qualquer erro.
Obrigada 🌚

Capítulo 2 - Hit Me Baby One More Time


Fanfic / Fanfiction Sim, Sr. Professor. - Capítulo 2 - Hit Me Baby One More Time

📖📚✏️


Me mostre como você quer que seja

Me diga, baby, porque eu preciso saber agora

Oh porque

Minha solidão está me matando (E eu)

Eu tenho que confessar, ainda acredito (Ainda acredito)

Quando não estou com você eu fico louca

Me dê um sinal

Me toca baby mais uma vez

Britney Spears- Baby One More Time



______________________________

Meu queixo caiu assim que percebi que o cara de moto e jaqueta de couro era ele.

— Vamos, suba.- estendeu um capacete preto.

— Você tem uma moto?- estava boquiaberta.

— É.- sorriu.- Nunca subiu em uma?

— Não.

— Confie em mim, suba.

Assenti enfiando o capacete na cabeça, deixando a viseira aberta assim como ele.

Com sua ajuda subi na garupa da moto preta brilhante passados os braços ao redor de sua cintura, sentindo suas costas contra meus seios e o corpo firme deliciosamente definido.

—  Pronta?

— Pra você sempre.

Ele riu.

— Segure firme, querida.

Sabe quando o momento que você sempre idealizou, sonhou e desejou com todas suas forças está realmente acontecendo e sente como se tudo não passasse de mais uma fantasia, um sonho? Era exatamente assim que me sentia.

Depois de ter meu melhor orgasmo, com um homem de verdade. Um que sabe apreciar o que uma mulher tem a oferecer.

Minhas pernas pareciam meio flácidas e trémulas. Sentia-me tão feliz e leve.

Satisfeita.

— Onde mora, Natália?- perguntou alto para que pudesse ouvir.

— Não me leve pra casa.

—Pra onde quer ir, então?

—Onde pode me levar?

— Pra sua casa,oras.

— Não.

—  Natália...

—  Bang. Me leve pra sua casa.

— Só pode estar de brincadeira.

— Eu quero mais.- arranhei sua barriga por cima da camisa, o senti ficar tenso.

— Tem que ir pra casa,garota. Já ficou depois do horário. Sua família vai ficar preocupada.

— Com minha mãe eu me viro.

— E vai dizer o que pra ela? Que ficou tempo a mais porque fodeu seu professor de literatura?

— Bom,se ela não acreditar na desculpa que der tenho de contar a verdade.

— Não tem graça, menina.

— Eu sei que você quer.

Sua mão quente e macia escorregou de minha cintura por minha barriga chegando ao cós de minha calça.

Ela me deixava louco. Tão louco e necessitado.

O toque íntimo me fez quase perder a estabilidade da motocicleta.

— Natália,isso não é certo.

— Já passamos dessa fase,senhor professor.

Ela me levaria ao inferno com certeza,talvez fosse o próprio demônio tentando me arruinar fazendo-me desejar fode-lá de todas as formas possíveis.

Difícil pensar como fugir sabendo que estava sem calcinha com sua boceta raspando contra minha garupa. Difícil escapar ao lembrar da loucura que fizemos na escola... Caralho! È tão errado! Mas,como ela disse " já passamos por essa fase".

Deixei que me acariciasse por cima da calça,apertando a cabeça do meu pau de um jeito delicioso,mordi o lábio escondendo o gemido.

— Me leva. - continuou apertando até a base.

— Pode esperar a gente chegar por favor? Antes que eu acabe nos enfiando num poste.

Ouvi seu risinho infantil.

Não demoramos a chegar no meu condomínio. Dirigindo o mais rápido que nossa segurança permitia.

Ao entrar na garagem a ajudei a descer,tirei o capacete para encarar seu rosto.

Esses lábios me deixam louco.

— Por que se meteu comigo? - perguntei-lhe.

— Não vai me convidar pra entrar?

Rolei os olhos com sua ousadia. Realmente fazia parte de sua personalidade.

Da garagem entramos direito na sala de estar.

— Mora nesse casão sozinho?

— Gosto de espaço.

— Uau! Decoração incrível. Combina com você.

Peguei os capacetes os colocando num canto.

— Vai responder minha pergunta?

— Só se tomar um banho comigo. - o brilho daqueles olhos eram perversos e extremamente atraentes. O brilho que assisti de longe por quase um ano.

Deixei meu olhar cair por seu corpo cheio de curvas ,minha mente imaginando várias formas de comer ela até que gritasse meu nome aos ventos.

— Pode tomar banho. O banheiro fica no fim do corredor.

— Tem certeza que não quer me acompanhar? - se aproximou ficando na ponta dos pés acariciando meu queixo.

— Você também precisa de um banho,senhor professor.

Cada vez que seus lábios cheio moviam-se pronunciando tais palavras,meu pau latejava entre as pernas.

Observei seu olhar de falsa inocência.

Ela era definitivamente minha ruína.

— Vou tomar depois.

— Okay,não vou insistir. - suavemente seus doces lábios selaram os meus em seguida um sorrisinho no canto de sua boca.

— No fim do corredor?

— Isso.

A vi desaparecer pelo longo corredor.

Passei as mãos pelos cabelos soltando um longo suspiro deixando meu corpo cansado cair no sofá num baque surdo.

Se alguém soubesse de tudo isso eu estaria literalmente fodido. Fodido de todas as formas! Mas,o que não saia da minha cabeça era a razão pela qual não conseguia resistir a esse desejo.

Desejo duro e sujo. Sujo porque Natália era uma garotinha,com curvas de uma mulher,mas não deixava de ser uma adolescente com hormônios a flor da pele.

— Caralho,onde fui me meter?

O pior de tudo é que tive pensamentos sujos com minha aluna desde a primeira vez que cravei meus olhos nela,seus olhos castanhos profundos e brincalhões quando sorria. Desejei a ter sorrindo só pra mim. Imaginei suas pernas ao meu redor e sua boca na minha,nossa línguas se provando. Desejei por tanto tempo e com tanto intensidade que o destino acabou por dar-me oportunidade.

Senti tão bem junto dela,seu calor,seu sexo,seus gemidos e suspiros finalmente só pra mim.

Eu quis com todas minha forças não imaginar coisas com uma aluna,mas a primeira noite que me toquei no banheiro por imaginar me chupando,foi quando percebi o quão forte meu desejo tornara-se.

Uma música conhecida soou pelo corredor tirando minha atenção dos devaneios.

Segui sua voz desafinada até a porta entreaberta.

O som da água se misturando a sua voz,era engraçado e até fofo seu sotaque cantando a canção.

Minha curiosidade venceu. Empurrei a porta,o vapor pairava no ar,o boxe embaçado,mesmo assim sua silhueta exposta pelo vidro transparente.

Natália pareceu sentir minha presença,olhado sobre o ombro.

— Oi. - sorriu.

—  Já pode sair.

Ela franziu o cenho.

— Sim senhor.

Meu queixo caiu ao vê-la sair do boxe nua toda molhada,senti inveja das gotículas passeando por sua pele.

Peguei uma toalha jogando pra ela.

— Parece até que nunca viu uma mulher pelada. Deve ver mais que seus livros de literatura.

— Não é verdade.

— Dúvido.

— Se quiser pode pegar alguma coisa no meu closet. A segunda porta com fechadura dourada é meu quarto.

— Você é um amor, professor.

Se enrolou na toalha deixando o cômodo fechando a porta.

Na ducha tentei acalmar os ânimos,mas foi em vão. Totalmente.

Ela estava ali na minha casa,agora no meu quarto entre minhas roupas. Só isso me fez querer com mais intensidade.

A encontrei deitada de bruços usando minha camisa amarela,a única dessa cor,a blusa cobria metade de sua bunda empinada.

Os lençóis brancos contrastavam tua pele bronzeada e cabelos húmidos.

Tão linda.

— O que tá fazendo?

— Nada. - continuou olhando pra cabeceira.

— Achou uma roupa.

— Peguei uma camiseta.

— Por que não pegou algo pra vestir,uma cueca minha?

— Até tentei,mas não serve.

— Quer sua calcinha de volta?

Ela virou na cama olhando pra mim arregalando os olhos.

— Tem t-tatuagens?

Sua expressão me fez rir.

— Por que tá tão surpresa?

— Porque não sabia,oras.

Levantou da cama vindo até mim.

— Pode responder minha pergunta agora?- indaguei ansioso.

— A culpa é toda sua.- ditou passando os braços por meu pescoço, colando nossos corpos. Eu ainda usava só a toalha presa no quadril.

— Minha culpa?

— Sim.

— Como?

— Por ser tão lindo e me fazer querer você.

— Não seja boba,menina. O que houve entre nós tem e vai ser esquecido.Foi um erro.

Um brilho estranho passou por seus olhos.

— Foi um erro muito gostoso. Sei que amou cada momento sobre aquela mesa,assim como eu também amei.

— Aquela mesa nunca será a mesma.

Ela riu jogando a cabeça pra trás.

— Tem razão, serão boas memórias. Não acha?

— Sabe bem que se alguém descobrir estou fodido, não sabe?

Rolou os olhos como quem pouco se importa.

— Ninguém vai saber. Esse é um segredo só nosso.

— Pouco se importa ,pois será a vítima da estória se caso a bomba estourar!

— Só se você contar, professor...Alias,sabe que jogou toda sua ética no lixo a partir do momento que devolveu  meu beijo. - beijou meu peito, minha tattoo, na verdade. Minha pele se arrepiou toda ao toque macio e aconchegante.

— Pouco se importa na real,no fim você será a vítima da história toda.

— Pare de falar. - sua boca prendeu a minha no instante seguinte.

Irrisistiveis seus lábios macios e língua quente. Minhas mãos instintivamente encontrou a barra da blusa o caminho por baixo dela até a parte de pele exposta. Sob meu toque arrepios subiram por sua pele e eu jamais conseguiria descrever a sensação de satisfação que me atingiu.

— Hmmm.- gemeu na minha boca quando apertei sua carne.

A joguei na cama com certa força, isso fez a camiseta subir expondo sua boceta.

Me controlei trancando a mandíbula,me controlei para não toma-la feito um animal.

— Por que você é assim?

— Assim como?- fingiu inocência.

— Tão linda.

Ela sorriu largo.

— Sabe professor,sempre quis saber o que o senhor pensa de mim,me acha mesmo bonita?

— Muito.

— O suficiente pra te deixar duro? - seu olhar caiu pra minha ereção crescente na toalha branca.

— Tá vendo,por que pergunta?

Mordeu o lábio com uma expressão sapeca.

— Já teve fantasias comigo, professor?

— Sim.

— Quantas vezes?

— Muitas vezes.

— Hmmm... Agora tem a chance de realizar todas elas.

— Pra realizar todas,teria que te manter aqui por dias,garota.

— Uma ideia muito tentadora.

Separou suas coxas grossas me dando a visão completa de sua  íntimidade. Apertei meu membro com força.

Natália seria meu fim.

— Se toque.- ordenei.

— Quer me assistir?

Não respondi,apenas me sentei na cama á observar de perto sua boceta excitada.

Assisti seus dedos gordinhos tocarem seus lábios maiores os afastando lentamente se expondo ao máximo pra mim,naquele momento sentia-me o homem mais feliz da face da terra.

— Não toque seu pontinho,querida. Quero ver seus dedos. Quero saber como se alivia pensando em mim. Como fode essa boceta com seus dedinhos,huh. Pode fazer isso por mim?- ditei num tom baixo.

Ela assentiu positivamente.

— É tão bonita,menina. Como pode ser tão sexy sem esforço algum? A culpa é toda sua por tudo isso acontecer.

Dois dedos deslizavam por sua fenda acariciando as bordas,ela estava se provocando. Suas sobrancelhas franzidas e boca aberta num "o" perfeito,os mamilos perfeitamente marcados na camiseta.

A visão mais erótica e proibida,a mais excitante de todas.

— Perece gostar do que vê...- sussurrou.

— Vamos logo com isso, querida. Me mostra como faz sozinha.

Sem mais, ela afundou os dedos de uma vez dentro de si,soltando seus deliciosos gemidos manhosos.

Dentro e fora.

Dentro e fora.

Dentro e fora.

Ela não foi delicada como imaginei,mais uma vez superando minhas expectativas, seus movimentos  fortes  e ritmados junto o som molhado de sua excitação enchia meus ouvidos. Aquilo era demais!

Seu corpo se retorcendo sobre minha cama,meus lençóis. Meu nome escorrendo de sua boca bonita.

— Yongukk...

Apertava meu pau duro feito pedra, mas não foi suficiente, então joguei a toalha longe começando uma masturbação necessitada. Natália mantinha os olhos fechados enquanto se dava prazer gemendo alto.

— Me diz do que você precisa,querida.

— Aargh, preciso de você.

— O quanto precisa de seu professor?

— Porra... Muito,muito, muito!Ah!

— Aish! Você é muito gostosa.

Ela abriu os olhos olhando diretamente pra onde minha mão trabalhava subindo e descendo. O som de nossos sexos encharcados ressoava por todo quarto. Já sentia o suor em minha nuca e testa, não demoraria pra gozar e ela também não,seus gemidos cada vez mais manhosos.

— Vou te foder com força.

— Isso,com força. Quero não sentir minhas pernas quando acabar.

— Você é uma garotinha suja, Natália.

— Esse vai s-ser nosso segredo,professor...Ah,vou gozar!

Rápidamente me coloquei entre suas pernas  retirando sua mão de sua intimidade,recebi um olhar matador,foi até cômico a forma como me olhava.

— Por que fez isso? Tava quase gozando.

— Vai gozar,querida.

— Vai me comer,vai? - massageou os seios.

— Só se você pedir.

Sorriu safada apertando os seios fartos mais forte.

— Vai socar bem gostoso,vai?

Cada palavra tinha efeito sobre meu corpo sensivelmente excitado.

— Vem professor,agora pode me comer a vontade e forte,me fazer gritar,aqui ninguém pode nos interromper.- deu tapinha em sua boceta molhada me provocando.

Sem pensar e deixando meu instinto animal dominar meu corpo,segurei suas coxas afastando suas pernas ao máximo, só pra ter espaço o suficiente pra fazer o que ela queria de mim,para lhe dar tudo que necessitava,para fazer o que eu mais desejava no momento.

Me afundei naquele calor intenso até o fundo,ela gritou alto e eu fiquei no mesmo lugar.

— Te machuquei?- percebi que metade do meu fôlego havia ido embora.

— Não,por favor não fique parado.

— Tem certeza?

Em resposta moveu o quadril pra baixo,suas paredes contraindo ao meu redor.

— Assim... isso é muito bom. - falei entredentes. Suas paredes se ajustando em volta do meu pau,- Que boceta molhadinha a sua, querida.

Comecei a me mover lentamente segurando as carnes do quadril dela. Observando sem perder nenhuma das reações em seu rosto bonito.

— Como quer que eu te coma agora,huh?

— Rápido. Forte.

— Então tira o blusa, querida. Preciso ver esses peitos bonitos.

Sem se desconectar ela se desfez da peça e apertou os seios puxando os mamilos durinhos entre os dedos.

Aumentei meu aperto empurrando o quadril me chocando contra sua pele bronzeada.

— Assim,assim,mas faz com força,Bang...

— Com força?

— Uhum...

Ela teve o que pediu.

Meus movimentos tornaram-se fortes e precisos. Podia machuca-la ,mas meu animal interior não se importava.

Essa garota havia transformado num descontrolado sádico louco por tudo que podia tirar dela, começando pelo meu nome gritado para as paredes.

— Bang,por Deus! Não para agora.

— Você tá gostando,huh?

— Muito,posso ficar viciada em foder com você, professor!

Mordi seu lábio inferior puxando entre os dentes, entrando e saindo daquela boceta molhada. Afastei pra ver seus seios balançando com a força que metia nela. Sentia como se pudesse tocar o céu de tanto prazer correndo por cada parte. Natália sentia o mesmo,era nítido em sua face se retorcendo sem parar.

— Não feche os olhos minha linda. Olha pra mim,veja como te fodo gostoso.

— Aaahn... Que delícia, você fode tão gostoso.

— Gosta de foder com seu professor, então? O que as pessoas diriam sobre isso,huh?

— Foda-se os outros.

— Que boquinha suja,querida.

— Não é tão suja quando te chupo.

Dei um tapa em sua coxa.

— Aí! - riu sapeca.

— É tão gostoso comer você,sua bocetinha tão receptiva pra mim. Tão molhadinha.

— Pode ter ela sempre que quiser.- falou rebolando no meu pau. A sensação era incrível.

— Que delícia,rebola gostoso pra mim.

Sabia que estavamos cada vez mais altos de tesão e luxúria,nossas palavras cada vez mais sujas um para outro.

O suor escorria entre seus seios chacoalhando descendo por sua barriga, a cena mais sexy que vira na vida,somente por ser ela,a garota que me arrancava o sono e me fazia cometer grandes pecados.

— Fica de quatro pra mim.- ordenei deixando seu interior.

— Sabia que sonhei várias vezes com você me comendo na sua cama?

— Tornamos seu sonho realidade,querida.- sorri.

A maneira provocante que se posicionou,olhando sobre o ombro mordendo o lábio,seus olhos escuros de tesão e bochechas coradas. Me posicionei segurando um punhado de seus fios escuros logo me enterrando o mais fundo possível.

— Aaah! Porra,Bang!

— Disse querer  com força, princesa.

Meus movimentos eram de extrema força fazendo sua bunda grande mexer a cada movimento.

Foi ainda melhor porque ela começou a empinar na minha direção ajudando nossos quadris se encontrarem.

Sentia-me um completo selvagem. Os gemidos dela saíam como gritos e eu não era capaz de focar em nenhum som além da cama rangendo,nossas peles suadas se chocando e minha respiração irregular.

A fodia sem parar,como se fosse meu último dia na terra.

Ela gostava disso.

— Amo transar como você,porra que gostoso! Você gosta de me comer assim, professor? De quatro na sua cama,huh?

Puxei mais o aperto em seus cabelos úmidos,agora de suor, deferido outra tapa em sua carne farta. Seu riso sapeca era tão inocente! Soltei um gemido rouco e gutural socando todo meu membro na boceta apertando da garota,apertando cada vez mais sua carne.

Iria marca-la.

Olhei para pra baixo vendo meu pau entrar e sair rápidamente de sua bocetinha.

— Continue me apertando assim,princesa. Você faz tão bem.

Seus sucos me fazia deslizar com facilidade num vai-e-vem sem intervalos.

— Yongukk... Aahn... Vou gozar.

— Vai gozar,huh?

— Tô p-perto...

Diminui os movimentos até parar.

— Por que parou,merda? Eu tava quase.

— Fique calma - acariciei sua pele. — Vai gozar,mas olhando pra mim.

A puxei até sua cabeça está no travesseiro branco,ela abriu suas pernas de boa vontade dando tapinha em sua intimidade me provocando.

— Me faça focar gozar como nunca, professor.

Essa posição nos deixava mais próximos o suficiente para nossas respirações se misturando seus lindos olhar castanho preso no meu.

— Tudo que você quiser, princesa.- lhe beijei profundamente absorvendo o gosto doce em sua língua.

A essa altura o quarto estava em chamas.

— Aaahn...- suas pernas tremeram e o tremor percorreu seu corpo. Sua vagina me apertou tão forte que mesmo tentando me segurar foi impossível.

Gozamos juntos.

— Oh,porra. Que delícia!

Fechei os olhos jogando a cabeça pra trás despejando minha porra em seu interior.

Desabei sobre ela exausto,meu coração batendo forte pressionando meu peito. Nunca estive tão satisfeito e leve.

(...)

Acariciava seus cabelos enquanto sua cabeça repousava entre meus seios desnudos. A cama macia e lençóis brancos bagunçados e revirados por conta de nossos movimentos selvagens.

Flutuava feito pluma. Meu coração leve dentro do peito.

— Vou admitir. Você é maravilhosa.- falou com a voz mais grave que o normal.

— Sério?

— Uhum, principalmente por se tão jovem.

— Experiências vêem com prática.

— Então praticava muito com Baekhyun?

— Como sabe...?

— Sei de muita coisa,mas o ouvi se gabando para os garotos do terceiro A.

— Baek consegue ser um saco as vezes,mas faz tempo que não fazemos nada além de dar uns amaços.

— Isso não me interessa de qualquer jeito.

— Afinal não temos nada.

— Uhum,mas...

— Mas...? - respondi ansiosa.

Ele saiu de cima de mim deitando ao meu lado.

— Er... Não sei se vou conseguir ficar distante depois disso.

— Tá sugerindo da gente ter um lance?

— Não disse isso.

— Mas foi o que quis dizer.

— Não foi não.

— Foi sim.

— Você quem tá tirando conclusões.

— Yongukk.

— Nat.- sorri ao ouvir meu apelido.

Nós encaramos por longos segundos sem dizer nada.

Ela abriu um sorriso largo. Porra,meu coração doeu.

— Você aceitaria?

— Talvez...

— Ah,tá. Você quer.

— Como pode saber?

— Sempre percebi o jeito que me olhava na escola. Acha que sou idiota?

— Isso não significa nada.

— A forma que gozou comigo diz tudo, querida. - seu polegar traçou por meus lábios.

— E como vai ser?

— Primeiro de tudo temos que ser cuidadosos.

— Uhum.

— Vamos nos tratar como sempre sem dar nenhuma bandeira. E por favor, não conte a ninguém.

— Quantas vezes tenho de falar que esse é nosso segredo?

— Vou confiar em você, querida.

— Pode confiar, professor.

— Vou confiar mesmo.

No chuveiro fizemos mais uma vez. Uma rápidinha porque tinha  enfiado na cabeça que tinha que me levar pra casa antes que meus pais ficassem preocupados.

Vesti minha calcinha reserva dentro da mochila e meu uniforme.

— E a outra calcinha?

— Pode guardar de recordação.- o puxei para um beijo.





📚✏






— Eu quero essa redação para próxima aula sem falta. Se perceber copias um do outro ou de algum texto da internet,vou anular e terão que passara uma aula fazendo pra entregar no mesmo dia.

— Mas, a próxima aula é amanhã. - alguém ralhou.

— Que bom que sabe, Daehyung. Então, estamos combinados?

— Sim,Sr. Professor!- respondemos em uníssono.

— Ótimo. - sorriu de lado.

Quando seu olhar encontrou o meu deu uma piscadela rápida,quase engasguei com a saliva.

Ele disse: "Vamos ser discretos".

Isso é ser discreto. Pensei.

A aula não demorou a acabar. Fiquei enrolando até o último aluno sair e ficar a sós com ele.

— Por que fez àquilo?

— O quê?

— Você sabe.

— Não sei.

Rolei os alhos.

— Você piscou pra mim.

— Ah...- riu brevemente- Não foi pra você.

Arregalei os olhos incrédula.

— Foi pra Jisoo.

Cruzei os braços fechando a cara.

— Já cansou de mim, professor? Já vai procurar outra pra satisfazer suas necessidades?

Para minha maior frustração ele riu alto.

— Não sabia do seu lado ciumento.

— Não vem tirar onde com a minha cara, Yongukk.

Ele diminui a distância entre nós.

— Sabe que aqui é  Senhor Professor. - sussurrou contra minha face,seu hálito doce me fez querer beija-lo.

— Por que piscou pra ela?- perguntei semicerrando os olhos.

Sem me responder,ele recolheu seus livros os apoiando no antebraço e me deu as costas.

— Professor! - chamei.

Bang parou na porta e enfiou a mão no bolso puxando alguma coisa de lá.

Reconheci minha calcinha.

— Vamos pra casa,querida. - falou sobre o ombro.- Vou lhe ensinar como se referir a alguém mais velho.


Notas Finais


Tô insegura, não sei se ficou tão bom assim...mas tá bom.

🌚🌚🌚


Bang podia ser meu professor também....


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