História Simplesmente acontece - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Orange Is the New Black
Tags Laura Prepon, Laylor, Taylor Schilling
Visualizações 157
Palavras 2.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Luta, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente peço mil desculpas pelo atraso desse capítulo. Eu tive um bloqueio enorme para escrever e só consegui terminar agora. Queria agradecer a todos os comentários de vcs pq isso me incentiva muito a continuar escrevendo essa história. Queria agradecer também a leitora AnnyCintia, por tentar me ajudar com o bloqueio me dando ideias.
OBS: não revisei, então perdoem os errinhos
>>> NOTAS FINAIS <<<

Capítulo 11 - CAP 11


Fanfic / Fanfiction Simplesmente acontece - Capítulo 11 - CAP 11

[ - Oi –foi a única coisa que conseguiu sair da minha boca, e na mesma hora senti meu rosto virar bruscamente para o lado e uma ardência tomar conta da minha bochecha. ]

- Porra Ta.... - outro tapa - Vai se foder Taylor - a empurrei fazendo seu corpo chocar contra a parede

- Vai se foder você - me empurrou 

Nos encaramos por alguns segundos e então Taylor avançou em mim me beijando ferozmente e puxando meu cabelo, ela puxava com tanta força que parecia que ia arranca-lo de minha cabeça, e me empurrou deitada de costas na mesinha de centro. Nosso toque era intenso, urgente, mas era presente também a saudade, a paixão.

Ela invade a minha boca como uma onda, a inundando, matando o desejo que eu tinha por dentro, e saciando minha vontade, minha saudade de toca-la e ser tocada por ela. Nossos corpos grudados enquanto ela ainda puxava o meu cabelo e me puxava pra mais perto, eu desço as unhas rasgando a pele das suas costas até a sua bunda, fazendo a roçar o quadril contra o meu. Eu abro os olhos discretamente, pra observa-la me beijando de volta, o cenho franzido e o rosto contraído. Ela estava tão dominada pelo desejo quanto eu.

Ela me dá exatamente o que eu preciso. Nem se preocupa em tirar meu short por inteiro, apressada, e me invade. Eu ouço minha boca despejar sons incoerentes enquanto ela me estoca com três dedos, logo a sua mão livre é fincada em meu quadril, ajeitando o ângulo certo pra alcançar mais e mais fundo, o mais fundo que der,fazendo com que eu não consiga parar de gemer. Eu quase grito quando sua língua me encontra, passando por mim como se fosse um pincel, misturando a sua saliva com o meu gozo, passando em cada cantinho enquanto arfo em cima da mesa, puxando o seu cabelo, apertando o seu rosto contra mim, e então ela coloca a minha coxa no seu ombro e vai com mais sede ao pote, sugando e me fazendo gemer alto, invisto meu quadril contra a sua boca chegando ao ápice novamente. Aproveito que minhas pernas estão em seus ombros e a empurro com os pés para que ela caia de costas no chão. Não perco tempo e avanço nela como se ela fosse a minha presa e praticamente rasgo sua calça jeans ao tentar abri-la já colocando minha mão para dentro. Quando estou pronta ara penetra-la, ela me impede, segura meu braço e tira a minha mão.

- Mas que porra voc... – ela me cortou

- Você realmente achou que ia me foder? – disse levantando se arrumando com um sorriso irônico – Você passa meses comigo em Orlando fazendo eu acreditar que tudo o que eu sentia era recíproco, me fazendo de idiota por te amar, foge quando decido me abrir para você na frente de milhares de pessoas sem nem dizer uma palavra na minha cara. Fugiu como uma covarde preocupada apenas com a porra da sua imagem e pouco se fodendo pros meus sentimentos. Isso doeu pra caralho, sabia? – fez uma pequena pausa, e quando tento abrir a boca para falar algo ela continua – Depois de meses tentando me recuperar do estrago que VOCÊ – encostou o dedo em meu peito me apontando – fez no meu coração eu te encontro aqui e tenho uma maravilhosa surpresa, não é mesmo? Depois de tudo o que aconteceu com você na minha casa, depois de tudo o que aquele filho da puta te fez você voltou para ele. – O que? Ela realmente achava que eu tinha voltado pro Ben?

- Eu não vol... – ela não me deixou falar

- CALA A BOCA QUE EU NÃO TERMINEI – era visível as lagrimas acumuladas em seus olhos, ela estava se segurando para não chorar enquanto as minhas já caiam pelo meus rosto.

- Você acha que pode brincar assim com as pessoas? Que pode destruir a porra do coração delas fazendo o que quiser pensando apenas em você? Você não faz idéia de como esses meses foram para mim, Laura. Você me fez acreditar que eu tinha algo real pela primeira vez na vida, e era tudo mentira.

- Agora vai ficar se fazendo de vítima? Acha que eu também não sofri?

- Eu me fazendo de vítima? – soltou uma risada irônica – Você sofreu por consequência dos seus atos, dos seus atos egoístas.

-  Eu não podia fazer aquilo, eu...

- Você...?

- Eu não estava pronta para assumi a porra de um relacionamento homoafetivo pro mundo inteiro, a minha vida é publica, tinha muita coisa em jogo

- “Porra de relacionamento homoafetivo”? “Tinha muita coisa em jogo”? Pra você não significou nada o que passamos juntas?  Quer saber? Foda-se você, foda-se essa merda de marido que você tem, foda-se a sua vida, sua imagem, foda-se tudo! Vai se foder, Laura! – ela saiu batendo a porta.

Fiquei parada feito uma estátua durante alguns segundos digerindo tudo o que tinha acontecido, tudo o que Taylor tinha feito comigo e me falado. Foi então que percebi o que estava acontecendo. Ela estava indo embora. Eu não podia deixar que ela partisse daquele jeito. O que eu estava fazendo? Eu a amava, amo. E agora ela estava indo embora, por um erro meu. Sai correndo atrás dela gritando seu nome. Corri o mais rápido que eu pude até avista-la.

- TAYLOR! – eu corria e gritava por ela – TAYLOR, POR FAVOR, ESPERA! – ela acelerou os passos, então eu corri ainda mais depressa até que consegui alcança-la e a puxei delicadamente pelo braço

- Mas que droga, Laura! Me solta!

POV TAYLOR

Nos últimos minutos tudo tinha acontecido rápido demais. Assim que fiquei cara a cara com Laura foi impossível me segurar e não partir para cima dela, e agora, eu sou a prova de que descontar  tudo na hora do sexo deixa tudo mais selvagem, mais gostoso. Felizmente ou infelizmente, eu não sei bem, consegui retornar à minha sanidade antes de Laura me tocar, e no final acabamos brigando. Saí daquela sala batendo a porta e andei o mais rápido que pude em busca da Natasha para podermos ir embora, eu não queria ficar mais um segundo ali. Eu ouvia de longe Laura gritando meu nome, mas eu não parei, até que ela me puxou pelo braço forçando a minha parada.

- Mas que droga, Laura! Me solta! – tentei soltar meu braço mas foi em vão

- Espera, eu te ouvi, agora você é que vai me ouvir... – ela suspirou antes de começar – Você faz idéia do quanto isso tudo é novo pra mim? O quando isso ta mexendo comigo? Eu assumo que o que eu fiz foi muito egoísta, não foi justo com você, com a gente, mas no momento eu não conseguia pensar e essa foi o único caminho que eu achei. Eu não esperava que você fosse me pedir em namoro, muito menos daquele jeito no seu trabalho com milhares de pessoas. Nunca pensei que algum dia eu fosse amar uma mulher, mas aí você chegou e colocou a minha vida toda de cabeça para baixo. Acha que não sinto as coisas por que ajo como uma idiota? Eu sinto! Sinto coisas que nunca senti, que achei que ate fosse incapaz de sentir. Provavelmente te amo... É... eu te amo, te amo pra caralho. Amo tanto, que até me assusta. Eu não quero esperar. Eu quero viver isso com você. E agora, a única coisa que me resta fazer é esperar que você possa me perdoar. Que me perdoe por te abandonar, por ser uma puta egoísta e por fazer você sofrer. – ao terminar de falar as lagrimas já escorriam por nossos rostos

- Laura....

- Por favor Taylor... só mais uma chance e eu prometo que vou fazer o possível e o impossível para você ser a mulher mais feliz do mundo.

- Eu... Eu... PORRA! EU não consigo, não agora.

- T, por favor

- Laura, você realmente me magoou. Olha o vexame que você me fez passar e... – suspirei, eu já estava cansada do turbilhão de sentimentos que eu estava sentido - e ainda tem o Ben nisso tudo

- Eu não voltei pra ele, eu jamais voltaria para ele depois de tudo aquilo. Fizemos um acordo para ele ganhar uma licença para comparecer ao evento hoje, mas acabei de fazer uma coletiva de imprensa explicando tudo. E agora ele já voltou pra prisão.

- O que? Mas vocês se beijaram

-Não, ele que me beijou – parecia que um peso tinha saído de minhas costas com esse esclarecimento da Laura sobre o que tinha acontecido no final da luta entre ela e Ben. Não que eu tivesse algum direito de influenciar em sua vida, em suas escolhas, mas aquilo seria praticamente inaceitável.

- Olha, eu estou ciente da merda que eu fiz, sei que foi mais do que errado. Foi uma baita filha da putagem minha, mas.... E se tentássemos recomeçar tudo do zero? Se eu consegui te provar o quão arrependida estou, se te provar o meu amor?

- Você quebrou a porra do meu coração, Laura. Acha que vai ser fácil mudar as coisas? Consertá-las?

- Não, mas estou disposta a tentar. Não vou deixar a pessoa que provavelmente é o amor da minha vida ir embora por minha culpa

Ao mesmo tempo em que eu queria abraça-la e beija-la dizendo que eu daria essa chance eu estava com medo, medo dela não conseguir assumir a “porra de um relacionamento homoafetivo” e acabar fazendo tudo de novo. Porque no fim de tudo, eu que iria sofrer.

- Laura, eu precioso pensar

- Me diz pelo menos o hotel que você está

- Mandalay Bay. Agora eu realmente preciso ir - nem me despedi e fui embora

POV LAURA

Eu realmente estava disposta a reconquistar Taylor, faria tudo o que estivesse ao meu alcance para me desculpar e conseguir de novo aquele lindo sorriso estampado em seu rosto, mas pelo visto teria que me esforçar bastante, ela não facilitaria para mim. Assim que ela foi embora liguei para o hotel em que ela estava hospedada para saber o numero de seu quarto, o que felizmente não foi algo muito difícil de conseguir. Sai o mais rápido que pude do centro de esportes Thomas & Mack Center e fui em uma loja comprar flores e chocolates para Taylor. Óbvio que eu teria que fazer muito, muito mais do que comprar essas coisas para ela, mas isso já era um começo, não era? No meio das flores coloquei uma carta escrita a mão e pedi para entregarem em seu quarto.

 ‘Se eu pudesse voltar ao passado e reescrever nossa história, tudo seria diferente. Jamais eu teria deixado que algo falasse mais alto do que nosso amor. Foi o medo. Falhei e não fiz jus ao amor e confiança que você depositou em mim. Agora eu sei que cometi um erro, talvez o maior erro de toda a minha vida. Escrevo essa carta para dizer a você que estou tão arrependida que sinto meu coração doer. Acredito no nosso amor e sei que você também acredita. Peço que você me perdoe, em nome de todos os maravilhosos momentos que vivemos juntos. Perdoe meu egoísmo, minha ignorância e meu desespero. Sinto muito por tê-la machucado. Minhas atitudes não corresponderam aos meus sentimentos. A vida sem você ao meu lado não tem graça, não tem cor, não tem música. Me perdoe porque eu não tive coragem de enfrentar as conseqüências de uma vida ao seu lado. Mas agora, não importa mais contra quem ou o que, eu preciso lutar, eu vou lutar pela nossa relação até o fim. 
Venha ser feliz comigo. Ainda temos muita coisa pela frente para viver. E se você permitir, consertarei meus erros e lhe mostrarei que vale a pena me dar uma nova chance.”

Depois de passar algumas noites em claro esperando algum sinal de vida de Taylor, levantei na manhã de sexta feira decidida a botar meu plano em prática. Mandaria uma mensagem para Taylor perguntando se ela toparia jantar comigo. Alguns minutos depois sua resposta chegou, e para minha surpresa ela tinha aceitado. Com a chegada da noite eu ficava cada vez mais ansiosa para vê-la. Eu nunca estive tão nervosa em toda mina vida quanto estava naquele momento, nem mesmo em dias de luta eu ficava assim. Comecei a me arrumar bem cedo, eu queria estar impecável para nossa noite. Coloquei um vestido preto colado que ia até a metade de minha coxa e um scarpin também preto. Deixei meu cabelo solto com leves ondulações nas pontas e fiz uma maquiagem leve, marcando somente o contorno dos meus olhos e minha boca com um batom vermelho sangue. Exatamente as 21h estava parando com o carro em frente ao hotel em que Taylor estava. Mandei uma mensagem avisando que já tinha chegado e então sai do carro para esperá-la. Menos de cinco minutos depois avisto Taylor saindo pela porta do hotel. Ela estava impecável, perfeitamente linda como sempre. Ela foi se aproximando de mim e então notei a prensa de uma mulher ao seu lado, uma baixinha com cabelo meio bagunçado. Provavelmente a mesma mulher com quem ela estava em minha luta. Não entendi o que ela fazia ali, mas decidi afastar meus pensamentos e prestar atenção em Taylor. Ela vestia um lindo vestido curto rodado azul marinho com alça de renda da mesma cor e um belo decote.

- Boa noite – eu não sabia muito bem o que fazer

- Boa noite, Laura – me cumprimentou com um aperto de mãos e dois beijnhos na bochecha – essa aqui é a Natasha, uma grande amiga minha

- Prazer, Laura – estiquei a mão direita para cumprimentá-la e ela f4ex o mesmo

- Prazer, Natasha ou só Tasho – ela parecia ser bem simpática, mas eu ainda não entendia o motivo dela estar ali

- Laura, ela vai com a gente hoje. Algum problema? – O QUE? Por que caralhos aquela mulher ia atrás da gente? Qual era a intenção de Taylor com isso? Isso não estava em meus planos.

- Hmm... Ok – abri a porta do carona para que Taylor entrasse no carro enquanto Natasha entrava na parte de trás. Pelo visto a noite seria bem longa...


Notas Finais


E aí...o que será que vai sair desse encontro??
Estou pensando em fazer a adaptação de um livro para uma nova fic. O que vcs acham? Preferem laylor ou vauseman?


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