História Simplesmente Acontece [Malec] - Capítulo 1


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Personagens Originais, Raphael Santiago, Simon Lewis
Tags Alec Lightwood, Clace, Lemon, Magnus Bane, Malec, Shadowhunters, Sizzy
Visualizações 108
Palavras 1.049
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas, eu sou nova nisso de escrever fanfics (acho que vocês já leram isso antes) mas eu vou me esforçar ao máximo nisso, espero que gostem. ❤

Capítulo 1 - Capítulo 01


Fanfic / Fanfiction Simplesmente Acontece [Malec] - Capítulo 1 - Capítulo 01

Alec andava pelo Central Park, fazia um frio inexplicável e ele se aquecia apenas com sua camisa, e toda raiva que ele guardava dentro dele naquele momento.

Ele estava devastado, os olhos ardiam de tanto chorar, ele não sabia se queria gritar, ou voltar e prolongar a briga com seu pai. Mas não, ele não queria sujar o nome da família Lightwood, então simplesmente se sentou em um banco próximo dele, pegou uma lâmina em sua mochila – ele sempre estava com a mochila – e começou com os cortes. Enquanto lembrava das coisas que seu pai havia dito pra ele, de uma forma tão natural, mas ao mesmo tempo tão agressiva, e machucava, bem mais do que as agressões físicas. Tudo isso por sem quem ele era, tudo isso por ser gay.

...

Magnus não conseguia dormir, tudo que ele já havia passado, estava voltando, como um trator que esmagava cada parte do seu corpo.

Ele se lembrava de ter brigado com Catarina – a única que sempre o ajudou, em tudo, ela sempre estava lá – mas era algo recente, ele iria pedir desculpas, mas ainda sim doía. Se lembrou também de uma outra briga, mas uma briga física, com Ragnor, o seu "irmão", o relacionamento deles nunca foi a coisa mais dócil do mundo, e ficou ainda pior quando Ragnor transou com Camille, e Magnus viu, e queria explodir a cabeça dos dois. Se lembrou também de sua mãe biológica, que morreu algumas horas depois de seu nascimento, e os pais de Ragnor o acolheram. E mesmo não sendo filho de sangue, ele sempre foi o favorito, talvez por isso Ragnor tivesse transado com Camille, vingança.

Magnus havia passado por tanto, ele sabia que não conseguiria dormir. 

Magnus colocou um moletom por cima da blusa de manga longa que ele vestia, fazia frio, e ele não queria congelar no meio do caminho, por mais que fosse tentador.

Foi até o Central Park, era um lugar lindo, e ele gostava de ficar lá, ainda mais a noite, era maravilhoso.

...

Foi difícil, mas Alec parou, enquanto observava o sangue que escorria, junto com as suas lágrimas.

Magnus estava andando pelo Central Park quando viu alguém, e por mais que ele não conhecesse esse alguém, ele resolveu fazer companhia, porque por mais que fosse difícil admitir ele iria gostar de ajuda se fosse com ele, e então se sentou ao lado do tal garoto – ou melhor, Alec – que estava tremendo por conta do frio.

- Hey. – Colocou a mão no ombro de Alec, com muito cuidado para não assustar o mesmo. 

Alec não respondeu, seu corpo já estava arrepiado, e sentiu seus ossos virarem pó por conta do medo, e ele tremia, de medo é de frio.

- Você está congelando. – Continuou Magnus. - Toma. – Disse tirando seu moletom, ele estava com outra blusa por baixo e com certeza não sentia mais frio que Alec.

- Por que eu deveria aceitar? Você é um estranho. – Disse Alec, ainda sem olhar nos olhos de Magnus, Alec fitava o chão.

- Por que? Porque você precisa, e porque você quer, não tente negar, você grita por socorro, olha o seu braço, ajuda nunca é uma coisa ruim. – Colocou o moletom no colo de Alec.

Alec ficou sem reação, mas agradeceu.

- O-obrigado. Mas acho que você não quer sangue em seu moletom.

- Eu não me importo, vista antes que eu mesmo coloque em você. – Por que Magnus estava tão preocupado com um estranho? Ele não sabia. Mas iria até o fim.

Alec resolveu se virar, olhando nos olhos de Magnus, que não deixou de olhar Alec por nenhum segundo, e ele estava se afogando nos olhos azuis de Alec, era lindo, assim como ele. 

Alec colocou o moletom, sentindo menos frio, relaxou, não muito, mas o suficiente.

Magnus olhou para a mão de Alec, que ainda segurava a lâmina, e rapidamente pegou das mãos do garoto, guardando em seu bolso.

- Você não vai mais precisar disso. – Magnus declarou.

- E por que não? – Perguntou Alec.

- Porque agora você tem a mim.

- Mas você sequer sabe meu nome, e se for algum tipo de psicopata.

Magnus riu, mas porque todos o chamavam de louco, talvez ele fosse, mas ele queria ajudar Alec.

- Vai ter que acreditar em mim. – Pegou a mochila de Alec, colocando em seus ombros. - Como se chama? Sem apelidos por favor.

- Alexander.

- É um nome bonito. – Sorriu, fazendo Alec corar. - E a propósito, eu me chamo Magnus, você quer voltar pra casa?

- Não! – Alec disse convicto. 

- Mas você não pode ficar aqui sozinho, são... – Olhou para o relógio em seu pulso. - Duas da manhã.

- Mas você também está sozinho, estava.

- Sim, mas eu sou maior de idade, e eu acho que você não. – Disse se referindo aos livros de Alec, não eram "coisas" da faculdade.

- 17, não é tão ruim, quantos anos você tem?

- 23.

- Uau, você é um ancião. – Alec riu, e Magnus amou aquele sorriso.

- Ah qual é. – Socou o braço de Alec de leve, em questão de minutos eles ficaram tão íntimos, era estranho, mas era bom.

- Pra onde vamos então?

- Olha só, até alguns minutos atrás achava que eu era um psicopata, e agora quer sair comigo?

- É... – Alec coçou a nuca, ele ficou envergonhado, e Magnus achou aquilo extremamente fofo.

- Eu estou brincando. Tem um café aqui perto, pra sua sorte sou amigo da dona e tenho a chave, poderíamos dormir lá, e quando você acordar eu te levo pra sua casa. – Agora sim Magnus parecia louco, pra ele não, mas se alguém descobrisse com certeza iria achar que ele estava bêbado por ajudar alguém que ele mal conhecia.

Alec arqueou a sobrancelha, mas Magnus parecia ser de estrema confiança, e então assentiu, se levantando do banco juntamente com Magnus.

- Eu posso... – Disse apontando pra mochila.

- Pode deixar que eu levo.

- Ok. – Alec sorriu, mas ficou inquieto, ele estava com medo do que seu pai poderia fazer quando ele chegasse em casa.

- Alexander. – Chamou o mais novo, e Alec adorou como soava na boca de Magnus, o jeito que o "x" tinha som de "z", era lindo assim como Magnus. - Confie em mim, vai ficar tudo bem. – Segurou na mão de Alec, entrelaçando os seus dedos nos dele, tentando passar confiança, e ele obteve sucesso.

Alec corou com o ato de Magnus, mas gostou daquilo, e se relaxou indo até o tal café.




Notas Finais


Espero de todo meu coração que tenham gostado. Votem e comentem. Até o próximo capítulo. ❤


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