História Simplesmente aconteceu - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias A Regra do Jogo
Personagens Personagens Originais
Exibições 88
Palavras 749
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heeey! Gente desculpa a demora foi preguiça minha mesmo. Sinto muito. Muito mesmo. Mas tá aí o cap pra vocês. Aproveitem. Tem muita tapa nesse cap e vocês vão amar quem tá ganhando esses tapas. Beijooos. Boa leitura! :)

Capítulo 23 - Vingança!


Era segunda de manhã. Giovanna terminava de se maquiar enquanto Alexandre vestia a camisa social prontos para o trabalho. O fim de semana tinha sido perfeito tinha feito amor por todos os locais possíveis daquele apartamento, usaram e abusaram da saudade como motivo para se pegarem. Quase não saíram de casa, exceto quando foram sair para jantar e de lá para um motel de luxo. Ela que agora prendia o cabelo num rabo de cavalo, começou a gargalhar dele que se enroscava com a gravata.
G: Amor pera que eu te ajudo. - Falou enquanto tentava reprimir o riso. Foi até ele e arrumou a gravata.
G: Tá pronto?
N: Sim, vamos?
G: Bora.

   Chegando a revista, todos receberam Gio de volta muito bem. Já sabiam do romance dos dois e apoiavam. Karen chegou com cara de poucos amigos e todos riam e conversavam entre si.
K: NINGUÉM TRABALHA AQUI MAIS NÃO É? TÁ TODO MUNDO DE FOLGA HOJE? - Gritou chamando atenção fazendo que todos voltassem ao trabalho reclamando do comportamento da mulher.
G: Amor, eu tenho uma coisinha pra resolver. Me espera aqui. Volto daqui a uns 10 minutos.
N: Tá. Mas o que você vai fazer?
G: Nada demais - Deu um selinho nele e foi andando. -Nada demais meu amor - Sussurrou para si mesma.
G: Karen sua vaca - Falou entre os dentes sorrindo cínica.
K: Como é? - Perguntou incrédula.
G: Eu tenho que falar com você. Vamos a sua sala?
K: Não.
G: Se voce não for eu vou fazer o que tenho que fazer aqui mesmo. - A encarou debochada. Ela revirou os olhos e resolveu aceitar
Chegando na sala ela entra primeiro e depois Giovanna.

K: Então? O que voce quer comigo?
G: Ah nada. - Deu de ombros - É só uma coisa - mexia em uns papéis na mesa de Karen. - Que eu já devia ter feito a muito tempo. - Assustou Karen lhe dando um tapa na cara. - Sua cadela. Como você ousou separar eu e o Alexandre hein sua vadia? - Deu outro tapa, agora no outro lado do rosto de Karen. E nisso foram muitos tapas, socos e puxões de cabelo. - VACA! VADIA. PIRANHA. VAGABUNDA DESGRAÇADA. - Batia nela sem parar.
   Alexandre que estava estranhando a demora de Giovanna, decidiu ir procurá-la.

N: Carla. Voce viu a Giovanna? - Avistou a secretaria e resolveu perguntá-la.
C: Eu vi a Karen entrando com ela na sala de presidência.
N: Na sala da Karen? - Ficou pensativo. - Ok obrigada Carla. - Correu até lá e viu Giovanna enchendo Karen de tapa montada em cima dela.
N: Giovanna? O que você tâ fazendo? - A tirou de cima de Karen fazendo a mesma de levantar do chão.
G: Alexandre me solta! - Karen que estava de costas para eles com a mão no rosto marcado pelos tapas virou-se de frente e ameaçou bater em Giovann, mas ela a segurou pelo pulso.
G: É sério isso? Jura que você ia me bater? Eu achei que já tinha apanhado o bastante. Deu mais um tapa e a soltou bruscamente fazendo-a cair no chão. - Se voce tentar atrapalhar de novo minha relação com o Alexandre eu mato você. Fui clara? É bom que tenha sido. - Saiu da sala e Nero a seguiu. Entraram na sala dela e ele trancou a porta.
N: Giovanna? O que aconteceu lá dentro? Por que você bateu nela?
G: Porque? Ficou com pena?
N: Não. Não. Eu só fiquei surpreso nunca vi você brigar daquele jeito.
G: Quando mexem com algo que é meu, eu faço muito pior.
N: Entao eu sou seu é? - Perguntou sedutor a puxando pela cintura.
G: Tem alguma dúvida?
N: Não. Gostei de saber que tenho uma dona. Haha.
G: Tem que ter. Se não você sai por aí atrás de qualquer rabo de saia por aí.
N: Tá insinuando que eu sou cafajeste?
G: Eu? Imagina. Eu nunca insinuaria isso. Eu estou afirmando.
N: Mas você gosta assim. Um cafajeste que tenha uma pegada e quando te pegue te deixe toda marcada.
G: Goxxxto disso.
N: Amoor, quero você. - Cheirou o pescoço dela e a levantou pela bunda colocando-a sentada sob a penteadeira do camarim.
G: Alexandre. A porta tá aberta alguém pode entrar.
N: Eu tranquei. Agora caladinha que eu quero te amar. - E assim se amaram naquela sala. Esquecendo tudo lá fora. Só existia eles e mais nada importava.


Notas Finais


Gio batendo na pônei maldita e GN se pegando na sala da Gio? Gosto demais disso. Volto quando der, não demoro.


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