História Simplesmente Amor - Capítulo 25


Escrita por: ~ e ~Viickloves

Postado
Categorias Lana Parrilla, Once Upon a Time, Sean Maguire
Personagens Colin O'Donoghue, Ginnifer Goodwin, Jennifer Morrison, Josh Dallas, Lana Parrilla, Rebecca Mader, Sean Maguire
Tags Seana
Exibições 107
Palavras 4.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aproveitem... 💜

Capítulo 25 - Kat


“Claro, mas antes...” Sean a puxou para cama e a fez sentar. “Precisa comer algo, você bebeu muito ontem e para que melhore, precisa comer, nem que seja só esse copo de suco.”

“Certo, doutor.” Lana disse rindo e fazendo um coque de qualquer jeito no cabelo.

Enquanto Lana tomava o seu café, Sean não tirava os olhos dela. Tudo nela o encantava, o jeito que os fios teimosos caiam no seu rosto, o jeito que ela franzia a sobrancelha quando tentava comer sem colocar tudo pra fora, o jeito que mastigava...

“O que foi?” Lana o flagrou.

“Nada, estou apenas admirando o quanto linda você é.” Disse com um sorriso nos lábios, Sean estava feliz por tê-la ali naquele momento, depois do desentendimento que tiveram.

“Há há, devo está um lixo, não quero nem me olhar no espelho.” Ela colocou uma das mãos no rosto na intenção de se esconder.

“Então, é o lixo mais lindo que já vi.” Disse rindo e tirando uma gargalhada da morena.

“Certo, agora que estou alimentada, podemos vê sua mãe?” Ela estava sob os joelhos na cama, como uma menina pequena.

“Sim, mas deixa-me vê com a Clara se ela já está pronta, ela não gosta que a vejam desarrumada, Dona Kat é muito vaidosa. Já volto.” Ele levantou, deu um beijo na testa de Lana e saio do quarto. 

Lana caminhou até o banheiro de Sean, se olhou no espelho da pia e se assustou com o que viu. Sua cara estava de pura ressaca, ela jurava que nunca mais beber. Lavou o rosto para que melhorasse um pouco, abriu uma das gavetas a procura de um enxaguante bocal, na tentativa de tirar o hálito de vodka e acabou encontrando uma escova fechada na embalagem ainda. Excitou antes de abri-la, mas acabou fazendo. Ela precisava esta ao mínimo apresentável para conhecer a mãe de Sean, ela só não sabia o porquê de esta tão nervosa. 

“Calma Lana, é só a mãe dele, não há nada de errado nisso.” Ela se olhou mais uma vez no espelho ajeitando os fios que acabaram molhando quando lavou o rosto. 

“Lana?” Sean a procurava no quarto, Lana estava tão nervosa que nem ouviu quando ele se aproximou da porta do banheiro. “Ta sentindo alguma coisa?” A voz dele agora era de preocupação, pois ela estava no banheiro.

“Não, é q-que, olha como estou Sean...” Ela fez um gesto com as mãos apontando do ombro a sua cintura. “Sua mãe vai pensar que sou uma desleixada.” Ela soltou uma lufada pesada de ar e o loiro riu do desespero dela. “Porque você ta rindo?”

“Nada, só é engraçado você ai toda nervosa porque vai conhecer minha mãe.” Ele se aproximou dela e a puxou para perto e lhe deu um selinho. “Minha mãe não liga pra nada disso, relaxa. Ela não morde.” Quando Lana ouviu isso relaxou um pouco.

“Certo, então... vamos lá.” Ela disse se soltando dele.

“Vamos.” Eles foram em direção ao quarto que Kathleen estava, mas pararam na porta antes de entrar. “Preparada?” Perguntou para Lana num tom brincalhão e ela confirmou com a cabeça. “Mãe...” Ele disse assim que entrou no quarto, fazendo com que Kat desviasse a atenção da tela do iped que tinha na sua cadeira.

“Oi filho.” Disse sorrindo.

“Mãe, trouxe alguém que queria te conhecer.” Abraçou Lana pelos ombros e ambos caminharam em direção a Kat. “Mãe, Lana. Lana esta é Kathleen, minha mãe.” Lana deu um sorriso tímido.

“Aaah, Lana.” Kat olhou cumplice para o filho.

“Prazer, Senhora Maguire.” Deu outro sorriso amarelo ao se aproximar mais.

“Senta aqui.” Disse olhando para a poltrona que tinha ao lado da sua cadeira e assim ela fez. “E, por favor, sem formalidades, pode me chamar de Kat.” Ela virou um pouco a cadeira para ficar frente a frente com Lana.

“Certo, Kat.” Disse sorrindo e olhando para Sean, como se tivesse pedindo ajuda do que falar.

“Então quer dizer que você é a famosa Lana, ouvir muito sobre você.” 

“É? Quer dizer que seu filho fala muito de mim?” Olhou para Sean curiosa.

“Mamãe!” Sean advertiu a mãe.

“O que foi? Não posso mentir, uma senhora da minha idade não pode ficar inventando mentiras e você também não pediu para guardar segredo.” Disse rindo daquilo. A verdade é que Sean falou pouco de Lana para ela, mas Kat percebeu o quanto seu filho voltou triste depois que voltou da casa dela no domingo e durante a semana também. Logo ela percebeu que ele realmente gostava dela.

“Não ouve tudo o que ela falar, Lana. Ela só esta fazendo graça.” Sean revirava os olhos com tudo aquilo.

“Deixa sua mãe falar Sean, o que ele fala de mim Kat?” Lana disse rindo ignorando o comentário de Sean.

“Disse tudo o que posso vê aqui agora, que você é uma mulher muito bonita, educada...” Lana sentiu suas bochechas arderem, tinha quase certeza que tinha ficado vermelha de vergonha.

“Ai meu Deus, mãe.”

“Sean Martin Michael Maguire, eu ainda sou sua mãe e olha lá como você fala. Agora nos deixe a sós, quero conhecer minha nora.” Ambos se entreolharam com o comentário de Kat. Nora? Lana tinha ouvido direito? Ela olhou desesperada para Sean, ainda não estava pronta para isso, não para um namoro oficialmente. E ele de imediato compreendeu o olhar da morena.

“Ela não é sua nora, mãe.” Ele disse na tentativa de acalmar Lana.

“Ainda...” Disse Kat.

“É ainda...” Sean repetiu baixo, mas o suficiente para que ela ouvisse.

“Agora nos deixe a sós, filho.” Ela olhou para seu filho.

“Certo mãe, qualquer coisa me chamem.” Ele saiu, mas antes deu um beijo na testa de ambas.

“Agora que estamos só nós, podemos conversar melhor.” A voz de Kat era firme, o que fez Lana tentar recuar. Ela estava com medo, mas não sabia o por que.

“Sim, como à senhora está? Sean me disse que a senhora teve umas complicações no ultimo fim de semana...” Lana estava atenta em Kate.

“Estou bem minha querida, nada que esse velho coração não aguente.” Soltou uma risada. “E você Lana, me conte mais sobre ti... Sean me disse que você havia se separado recentemente...” Deixou a frase no ar.

“Sim, eu e o Fred se damos muito bem, porém, não para um relacionamento de homem e mulher, na verdade nem seria possível.” Ela riu ao lembrar-se do Cristiano.

“Por quê?” Kat indagou.

“Porque o Fred é homoxessual, na verdade esse foi um dos motivos da separação. Mas ainda nos damos muito bem, ele me deu três filhos de coração, amo meus meninos...” Lana pôs a mão no peito ao lembrar-se dos seus filhos.

“Compreendo... mas isso não afeta seu relacionamento com meu filho?” Kat estava curiosa, queria saber tudo a respeito das intenções de Lana para seu filho, ela via o quanto Sean a amava e tinha medo que ela não sentisse o mesmo pelo filho.

“Por quê?” Lana ficou confusa com a pergunta.

“Não sei... mas eu vejo o quanto o Sean gosta de você Lana, sei que ele já é grande para tomar suas decisões, mas sou mãe e tenho medo...” Lana não estava entendendo o que Kat queria falar, ela estava acusando Lana por algo?

“Sra Kathleen...” Lana a olhou intrigada e um pouco chateada.

“Não Lana, não fique chateada, estou falando porque eu também vejo esse carinho em você, o jeito que você o olhou... Mas algo me diz que você esta com medo, eu compreendo, ele tentou esconder como estava durante a semana, durante os dias que presumo que vocês não estavam se falando, eu conheço meu filho, mas tenho medo por vocês dois, entende? Quando a gente encontra alguém que nos gosta da mesma intensidade, temos que deixar o medo de lado e agarrar...” Disse sincera.

“Eu compreendo, mas não é tão simples Kat...” Deu um meio sorriso ao lembrar-se dos problemas que lhe afligiam. “Tem muita coisa ainda que tem que ser ajeitada, eu admito que gosto muito do seu filho e ele sabe disso, mas tem tanta coisa no meio, problemas meus, dele... não é tão simples quanto falar.” Soltou um ar pesado, como se aquilo fosse tirar todos os problemas de si.

“Mas nada é fácil nessa vida querida, se formos se privar de viver por conta dos problemas, todos nós já teríamos morrido. Olha pra mim...” Kat baixou o olhar para seu próprio corpo. “Acha que é fácil viver assim?” Lana negou com a cabeça. “Então... aproveite o que a vida tem te dado.” Deu um largo sorriso pra Lana e em seguida fez uma cara feia ao ouvir seu estômago roncar, fazendo Lana se levantar correndo em sua direção.

“O que foi? Esta sentindo alguma coisa? Quer que eu chame alguém?” Lana não sabia o que fazer, não sabia onde tocar, ela estava apavorada só de pensar que Kat estava sentindo algo.

“Calma Lana.” Kat riu e mexeu um pouco os dedos. Ela conseguia fazer mínimos movimentos nos dedos das mãos, a fisioterapia ajudou nisto. “Eu só estou com fome, Clara até agora não voltou com meu lanche.” Fez uma cara feia e revirou os olhos.

“Aaah...” Lana recuou e coçou a bochecha em vergonha. “Pensei que estava sentindo algo.” Kat riu.

“Bom saber que você se preocupa comigo.” Lana sorriu. “Pode fazer um favor para mim?” Lana fez que sim com a cabeça. “Pode chamar a Clara? Ela deve esta na cozinha.” 

“Certo, não demoro ta?” Lana saiu e foi em direção à cozinha. Quando chegou lá Clara estava de costas colocando um copo de salada de frutas em copo largo. “É-é, oi. Kat me pediu para chama-la com o lanche dela.” 

“Ah, oi. Eu já estava indo lá, mas Senhor Sean pediu que esperasse um pouco, pois vocês duas estavam conversando e não quis atrapalhar.” Deu um sorriso para Lana, quando começou a sair da cozinha.

“Aah, tudo bem, se quiser eu levo.” Ela disse colocando uma mecha teimosa que caia do coque atrás da orelha, Lana estava um pouco esquisita por esta naquela situação com Clara, ela sentia vergonha por acusa-la, não diretamente mas, de ter um caso com o Sean.

“Se não importa eu mesma levo, ela não gosta muito que as outras pessoas a vejam comendo, mas daqui a alguns minutos você poderá voltar lá.”

“Certo.” 

x—x—x—x—x

“Não Sean, aqui não tem nenhuma roupa minha. Eu preciso ir para casa e você tem que ficar com sua mãe.” Lana estava em pé ao lado da grande janela de vidro do quarto de Sean.

“Posso mandar o Pedro ir lá buscar alguma coisa para você, fica aqui vai, agora que estou aqui com você não posso deixar você ir embora, pelo menos não agora.” Ele estava parando em sua frente com as mãos na sua cintura e começou a beijar o pescoço da morena.

“Assim não vale...” Ela se arrepiava com cada beijo. 

“Não...” Ele a pegou no colo e caminhou ate a cama jogando ela. “Estou fazendo nada...” E continuou a beijar seu pescoço.

“Não? Muito cara de pau você é. Esta bem vou ficar, mas com uma condição.” Ele parou de beija-la e levantou a cabeça para olhar. “Sem sexo agora, sua mãe esta no quarto nesse mesmo corredor, o que ela vai achar de mim?” 

Sean jogou a cabeça pra trás rindo daquele comentário. “Nem pensar, vê você assim, nessa minha camisa, com essa carinha e não fazer nada? Impossível Lana.”

Lana o empurrou um pouco e conseguiu sentar na cama cruzando os braços.

“É isso ou nada feito.” Sean levantou da cama derrotado e soltando uma lufada de ar.

“Ok né? Vou ligar para Pedro pra pedir pra passar aqui para pegar suas chaves e ir buscar, você só sai daqui amanhã.” 

Lana revirou os olhos, mas sabia que não nada adiantaria reclamar, então pegou seu celular e ligou para Rebecca.

“Oi Sis.” Lana disse assim que ela atendeu, depois do quinto toque.

“Pode explicar porque você desligou o telefone na minha cara?” Rebecca estava preocupada, mesmo sabendo que nada de grave tenha acontecido com a amiga, pelo menos era o que ela achava.

“Ah... isso, eu acordei aqui no quarto do Sean...” Ela olhou para a porta para vê se Sean estava lá ainda.

“No quarto do Sean? Como assim?” Rebecca quase gritou e Lana precisou afastar um pouco o celular do ouvido.

“Calma sis, deixa eu explicar. Pelo o que ele me falou, ele foi lá me encontrar e eu estava tão bêbeda que nem me lembro disso, mas enfim, transamos no banheiro e ele acabou me trazendo para cá. Foi isso.” Lana sempre foi muito aberta com Rebecca, depois do que aconteceu com Daniel, Lana jurou para si mesma que nunca ia esconder mais nada dela.

“Vocês transaram no banheiro?” Agora Rebecca realmente gritou.

“Sim, me diz que nunca fez isso?” Lana apoiou a cabeça na parede, ela estava voltando a sentir dores de cabeça devido aos gritos de Bex.

“Claro, mas pelo que eu entendi, ele se aproveitou de você e você sabe o que acho disso né?” 

“Sei, eu também pensei nisto, mas ele disse que eu estava descontrolada dizendo que se ele não fizesse, eu iria achar outro que fizesse.” 

“Meu Deus sis, tu tava assim? Na verdade, não duvido, pois eu mal me lembro do que aconteceu ontem.” Ambas riram.

“Precisamos sair mais vezes com nossos amigos... vem cá, é coisa da minha cabeça ou Colin e a Jen estavam aos beijos?” Flashs apareceram para Lana.

“Acho que sim, lembro de o procurarem e depois não achar.” Sean entrou  no quarto bem na hora. 

“Sis, depois falo com você direito. Beijos.” Lana disse se levantando da cama.

“Beijos.” Desligaram a ligação e Lana abraçou Sean pelo pescoço e deu um beijo calmo.

“Com quem estava falando? Conseguir ouvir sua risada de lá do corredor.” Sean disse subindo a camisa que ela estava, recebendo um tapa.

“Epa, o que combinamos?” Sean revirou os olhos e deu um beijo na testa dela. “Estava falando com a Rebecca, mais cedo ela me ligou preocupada comigo, pois alguém me sequestrou no meio da festa.” Disse pausadamente provocando Sean.

“Sequestrei e sequestraria de novo, vim pra avisar que se quiser ir tomando um banho para trocar de roupa, pode ir, pois Pedro daqui a pouco estará aqui com suas roupas.” Ela se soltou dele dando um pulinho.

“Serio? Ótimo, vou poder botar uma roupa decente para poder ficar mais apresentável para sua mãe.” Disse caminhando para o banheiro. “Posso usar sua banheira? Preciso de um banho relaxante.” 

“Sim, se quiser posso te ajudar...” Disse ele caminhando em sua direção com segundas intenções.

“Não, não. Sei que você não quer só tomar banho...”.

“Eu só vou tomar banho, sem segundas intenções eu prometo.” Ele chegou pra trás dela e beijou seu pescoço.

“Porque será que eu não acredito nisso?” Ela se virou e olhou serio para ele.

“Vamos.” Sean caminhou ate a banheira e começou a encher. Caminhou de volta para Lana e puxou a camisa que estava no corpo dela, jogou na cesta de roupa suja. “Se vira.” Ela virou e ele soltou o sutiã tomara que caia dela, passando as mãos lentamente pela cintura ate chegar à barra da calcinha dela, onde ele se abaixou e foi retirando com muito cuidado e carinho. 

Lana estava ficando excitada com cada toque dele, mesmo que fosse sem malicia, é que cada toque dele, o mais simples que for, é como uma corrente elétrica que passa dele para ela e ascende uma faísca dentro dela. Ela o olhava por cima do ombro.

“Pronto.” Ele caminhou com ela ate a beirada da banheira e parou para tirar a bermuda e a camisa que estava. “Vem cá.” Ele entrou primeiro e logo em seguida ela. A morena recostou seu corpo no dele e ele pode apreciar mais um pouquinho do cheiro dela, o cheiro do cabelo... 

“Que saudade eu estava de você...” Lana estava com os olhos fechados enquanto as mãos de Sean passeava com suas mãos o corpo de Lana. 

“Também. Você não faz ideia o que a falta de você me faz, Lana. Você precisa aprender a me ouvir antes de sair tirando qualquer conclusão. Eu jamais mentiria para você Lana, jamais.” Ele colocou o queixo no ombro dela.

“Vou tentar, mas quando vi Clara aqui e você todo suado imaginei que vocês tinham transado, eu não sei...” Ela jogou a cabeça para trás apoiando no ombro de Sean e ele abraçou pela cintura. Naquele momento não existia maldade alguma, apenas carinho, desculpas...

“Mas eu não faria isso, eu estou com você e é apenas você que quero comigo, meu amor. Para com isso...” Ela apenas confirmou com a cabeça. “E ai como foi com Dona Kathleen? Ela mordeu?” Ele deixou uma risada gostosa sair.

“Ela quase me devorou viva, soube disso não?” Ela abriu os olhos e o olhou de canto o vendo rir. “Eu gostei dela, confesso que fiquei receosa de conhecê-la, não sei o porquê, mas eu gostei bastante dela, mais tarde vou lá conversar mais com ela, ela parou para lanchar e a Clara disse que ela não gosta que as pessoas a olhem comer...”.

“É, ela não se sente muito a vontade...”.

Eles ficaram assim, só os dois, sentindo o calor do abraço, matando a saudade dos dias que não se falaram, conversavam entre sussurros, coisas banais ao olhar de outros, mas que para eles era muito importante compartilhar.

Depois de realmente terem tomado banho, se enrolaram nos roupões que estavam ali no banheiro e foram para o quarto. Assim que chegaram havia seis sacolas de lojas em cima da cama.

“O que são isso?” Lana indagou curiosa, passando as mãos nos cabelos para arruma-los.

“Suas roupas, pedi a Pedro para comprar umas peças para ficar logo aqui.” Ele caminhou ate as sacolas e começou a tirar as peças, uma sacola havia um vestido roxo, junto com uma calça social cinza. Na outra, dois pares de saltos. Na terceira, conjuntos de lingerie. Na quarta, dois conjunto de moletons. Na quinta, três peças de roupas de dormir. E na ultima, uma blusa básica branca e um blazer azul turquesa.

“Essas calcinhas são novas Sean, não vou usar sem ao menos lavar.” Lana disse analisando as lingerie.

“Então usa um short meu e o moletom. Que assim que terminamos o almoço, eu coloco os moletons e as lingerie para lavar e amanha já vai poder usá-las.” Ele pegou o vestido, a calça, a blusa e o blazer, e colocou no closet dele. Pegou um short e deu a ela. “Pronto.”

“Estou parecendo quando eu tinha 11 anos e colocava umas roupas folgadas para brincar com os meninos.” Ela riu assim que se olhou no espelho. “Acho que você não quer que sua mãe goste de mim.” Disse ela assim que ele a abraçou por trás.

“Esta tão lindinha assim, tenho certeza que ela já te ama. Vamos que estou com fome e ainda temos que ligar pra pedir a comida.” 

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“Sean quando era pequeno e íamos para o haras, ele chorava pra não ir embora, ele sempre amou aquele lugar...” Kat e Lana estavam conversando desde que acabaram de almoçar.

“Não é atoa que ele tem muito orgulho daquele lugar.” Lana estava mais a vontade com Kat agora, o nervosismo de mais cedo tinha sumido.

“Sim, você já andou a cavalo?” 

“Sim, mas já tem muito tempo.” Sempre que perguntavam isso, seu coração doía ao lembrar de Roscinante. 

“Sean deveria te levar qualquer dia desses lá.” 

“Eu irei leva-la sim, basta ela querer.” Sean entrou na sala com uma vasilha enorme de pipoca bem na hora que sua mãe disse aquilo, juntamente com Clara, fazendo Lana levantar os olhos para ele.

“Depois vemos isso Sean, agora vem vamos, estávamos esperando vocês voltarem pra começarmos a assistir.” Lana deu espaço do seu lado do sofá para que Sean sentasse do lado dela e Clara sentou próxima a Kat.

“Desculpa eu estava preparando algo para a Kathleen.” Disse Clara.

“Tudo bem, vamos.” 

Os quatros passaram a tarde assistindo filme e comendo pipoca, assistiram dois filmes um de comedia que Sean escolheu e um de Drama que Clara escolheu, que era muito bom por sinal, Vidas Cruzadas o nome do filme.

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“Sobre o que minha mãe falou de ir no haras...” Sean estava deitado fazendo círculos com o dedo nos cabelos de Lana, que estava deitada sob o peito dele.

“Sim?” Ela levantou um pouco a cabeça para o olhar.

“Vamos fim de semana que vem? Desde o dia que lhe conheci e vi aquela pulseira com um cavalo” Ela fez que sim com a cabeça. “Então, vamos?”

“Não sei Sean...” 

“Porque não amor?”

“Ainda não e além do mais final de semana que vem vou esta em Nova York.” Ela abaixou novamente a cabeça e com os dedos começou a fazer carinho no abdômen dele.

“Nova York? O que tem lá?” Sean não gostou muito de saber disso, acabaram de fazerem as passes e eles já iam ficar longes do novo? Sean não queria isso.

“Nada demais, é a festa da empresa do meu padrasto.” Ela fechou os olhos apenas apreciando o carinho que ele fazia no cabelo dela.

“Entendo.” 

“Você poderia ir comigo né?” Ela voltou a olhar pra ele.

“Se você quiser... então eu vou com você.” Ela agradeceu por ele ter dito sim, se Sean não fosse ela ia ter que aturar a mãe apresentado ela a noite toda aos seus novos “amigos”.

“Que ótimo, vamos sair daqui no sábado de manha bem cedo, porque tenho que chegar lá antes do meio dia.” Ela levantou e deu um selinho nele. “Amanha mesmo vou ligar pra mamãe e mandar que ela reserve mais um lugar na nossa mesa.

“Certo, agora...” Ele levantou e deitou Lana de costas na cama e beijou ela, um beijo de tirou o folego de ambos. “Agora você não tem pra onde correr.” Disse passando os lábios de leve no queixo dela.

“Hummm... é?” 

“É.” Ele foi descendo os lábios ate chegar ao pescoço de Lana. Suas mãos subiam e descia pela coxa, fazendo que com que a cada subida a camisola de seda preta subisse mais. Ela ia abrir a boca pra reclamar, mas também estava morrendo de vontade dele.

“Eu me rendo.” Ela fechou os olhos para apenas sentir o prazer lhe tomando conta.

O rastro quente dos beijos de Sean foram passando para os ombros de Lana, ele começou a descer a alça da camisola com seus dedos calmos, fez o mesmo com a outra a alça, deixando os seios de Lana ali, expostos para ele apreciar. Sean começou a beijar e mordiscar o bico do peito dela.

“Como...” Puxou o ar. “Você ama pirraçar...” Lana dizia entre as lambidas e mordidas de Sean.

Com a outra mão ele começou a massagear o outro, o bico do peito de Lana já estava tão enrijecido que chegava a doer. Ele foi descendo os beijos pela barriga, enquanto ele abaixava mais a camisola, Lana arqueou as costas quando ele chegou à beira da sua calcinha.

Lana já estava encharcada, Sean a deixava louca, ela jurava que nenhum outro homem a deixou assim. Ela abriu os olhos e o encarou. Sean desceu os beijos para coxa e tirou a camisola. Foi mordendo a parte interna da coxa ate chegar à calcinha.

“Tão molhada...” Sean a encarou e começou a tirar a calcinha dela.

“Se-Sean...” Ela gemeu quando sentiu os lábios quentes de Sean lhe tocar o clitóris. “Me chupa...” 

Ao ouvir o pedido da amada, Sean começou a chupar devagar aquela umidade, sua língua abriu caminho ate a entrada de Lana e começou a estocar, enquanto sua outra mão fazia círculos no clitóris, os quadris de Lana mexiam, ela não conseguia ficar quieta com tudo aquilo. Sean começou a penetrar sua língua mais rápido ainda, Lana tentava ao máximo não gemer alto, mas estava falhando.

“V-vou go-gozar.” Com uma onda de espasmos, seguida de outra, as mãos de Lana estavam enterradas nos cabelos de Sean direcionando para que ele não saísse dali, Lana arqueou a coluna e afundando a cabeça no travesseiro ela gozou chamando seu nome, Sean continuou com a penetração ate que o corpo de Lana se acalmasse e ele acabasse de sentir todo o gosto dela.

Quando ela se acalmou e o puxou pra cima e deu um beijo, um beijo selvagem. “Agora é minha vez.” Empurrou Sean conseguindo ficar por cima dele.

“Lana, Lana.” Ele advertiu quando viu o que ela pretendia fazer. Lana se abaixou e tirou a short e a cueca que ele ainda estava usando.

“Nada de Lana, você me deu prazer, agora é a sua vez.” O pau de Sean soltou pra fora assim que sua cueca foi tirada, ele estava mais duro que pedra. A vontade de Sean era de deitar Lana de costas e fode-la de quatro. Mas Lana colocou-o tudo na boca sem nenhuma aviso. Lana chupava o pau dele sem nenhuma pena, as mãos delas apertavam o saco dele. Ela tirou da boca e Sean gemeu em protesto. Lana subiu seu corpo arranhando o abdômen dele ate chegar a boca. O pau dele batia na sua barriga.

“Você esta brincando comigo Lana...” Ele disse semicerrando os olhos.

“Eu? Estou apenas te dando prazer.” Ela levantou um pouco o quadril e se encaixou em Sean.

“Puta merda, como você é apertada.” Ele fechou os olhos e colocou as mãos na cintura dela. Ela começou a rebolar rápido e Sean a impediu. “Devagar...” Ele começou a controlar o movimentos dela. Ela se inclinou pra trás e apoiou nas coxas dele, nessa posição ele conseguia ia mais fundo, a respiração dos dois estavam pesadas e sincronizadas.

“Aah Sean...” Agora Lana já ia e vinha mais rápido, seu coração batia a mil, seus dedos já estavam doendo de tanto apertar as coxas de Sean.

Sean em um movimento rápido e único deitou ela e ficou por cima, sem sair de dentro dela momento nenhum, ele iria gozar a qualquer momento. Ele começou a fode-la com força e rápido, sua boca foi para os seus dela e começou a sugar. Lana gemia baixinho, no quarto só se ouvia o barulho das bolas de Sean batendo nela. Lana aranhava toda as costas de Sean, ele pode sentir as paredes dentro de Lana lhe apertar e em seguida gozar, ele liberou o jato grosso e forte junto com ela.

Ele enterrou a cabeça na vala do pescoço de Lana, na tentativa de controlar sua respiração.

“Se... sua mãe... ouviu, mato você.” Lana dizia em meio a respiração falha, ele ainda permanecia dentro dela e ela podia sentir ele pulsando de novo. Sean queria mais e ela sabia que também queria. Ela o apertou dentro dela e pode sentir ele ficando duro novamente, Sean levantou olhou o sorriso sacana que ela estava e beijo-a começando a estocar.


Notas Finais


🙈


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