História Simplesmente Amor - Capítulo 28


Escrita por: ~ e ~Viickloves

Postado
Categorias Lana Parrilla, Once Upon a Time, Sean Maguire
Personagens Colin O'Donoghue, Ginnifer Goodwin, Jennifer Morrison, Josh Dallas, Lana Parrilla, Rebecca Mader, Sean Maguire
Tags Seana
Visualizações 87
Palavras 5.375
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha quem resolveu voltar? 🙈🙈🙈
Aproveitem o cap de hoje 💜

Revisamos, mas é aquele velho ditado, né? Perdoe-nos qlqr erro.

Capítulo 28 - É medo, apenas isso.


Os dois casais foram no mesmo carro, Sean não gostou muito da ideia, mas acabou indo.

A limusine que estavam parou em frente ao grande hotel que seria a festa. Como era de se esperar, assim que a porta foi aberta e Marcel saiu juntamente com Dollores, dezenas de flashes se fez presente fazendo Lana lembrar-se o porquê evita tanto ir à festa com eles.  Lana acima de tudo ama ficar a sombra da fama de sua mãe e seu padrasto. Mas como nesse tipo de ocasião não podia escapar, ela aceitou a mão de Sean e saiu do carro.

A entrada do hotel estava cheia de fotógrafos, todo ano era assim. Não importava como estava à cidade se estava tendo qualquer outro tipo de evento, os fotógrafos estariam ali para a grande festa de aniversário da Fields Eng.

Sean colocou sua mão na base da coluna de Lana e foram entrando pelo tapete vermelho, até parem em um grande painel onde estavam Dollores e Marcel pousando para algumas fotos e falando com um ou dois repórteres.

“Lana, Lana.” Ela ouviu seu nome ser chamado por um dos fotógrafos. Virando-se para onde tinha ouvido com um sorriso no rosto.

“Maguire.” Eles ouviram e ele sério olhou em direção a voz. E mais flashes em direção aos dois.

“Então, a majestosa advogada Lana Parrilla está saindo com o grande empresário Sean Maguire?” Uns dos repórteres os pararam.

“Não precisa responder, Lana.” Disse Sean próximo a Lana enquanto pousavam para outra foto. Enquanto sorriam, outra vez o repórter perguntou.

“Desculpe precisamos ir.” Lana disse e saiu andando segurando a mão de Sean em direção à mãe que a chamava com um leve movimentar de cabeça. “Espera um minuto? Preciso tirar essa foto com eles, pode ir entrando se quiser.” Ela disse se virando para Sean.

“Não irei lhe deixar sozinha, espero aqui.” Ela sorriu em agradecimento e ele a acompanhou com os olhos, até ser interrompido pelo mesmo repórter que os incomodou minuto antes.

“Sr. Maguire, poderia falar conosco uns instantes?” Ele suspirou forte, sabia que não podia ser grosso com ele, não ali, não na festa de aniversário da empresa da família de Lana. Então apenas concordou com a cabeça.

“Sim.” Foi curto na resposta.

“Estaria o Senhor juntamente com a Senhorita Parrilla, juntos?” Ele perguntou enquanto flashes continuavam bombardeando Sean.

“Sou um velho amigo da família, estou apenas acompanhando a Senhorita.” Ele queria dizer que sim, ele e Lana estavam saindo juntos, mas não podia, não depois de ambos conversarem e acertarem a ir com calma.

“Nunca vimos o Senhor em nenhuma outra festa ou ocasião da família.” O repórter tentaria de todas as maneiras arranca-lhe alguma informação para por na primeira pagina da revista que trabalhava.

“Como disse meu caro, somos amigos antigos.” Ele olhou para onde Lana estava com a mãe o Marcel, e viu que ela o olhava. “Se me der licença, preciso entrar.” Sorriu cordial e caminhou em direção a Lana, podia ouvir o repórter reclamando por não ter conseguido nada.

“Desculpe passar por isso.” Lana disse lamentando a Sean, pois sabia o quanto ele pesava sua imagem.

“Não tem o porquê se desculpar, Lana. Eu sei bem como são esses eventos, sei o quanto esses repórteres podem ser como urubus querem tirar qualquer informação.” Ele sorriu para mais uma foto e foi caminhando para dentro junto com os demais.

“O que ele queria saber?” Ela o olhou de canto enquanto buscava sua mesa junto com sua mãe.

“Saber se estávamos saindo. Parece que todos já sabem que a senhorita não é mais casada.” Ela sentiu um calor na espinha, temendo a resposta que ele dera ao repórter. E Sean a sentiu ficar tensa, e foi logo falando. “Não se preocupe, disse que éramos velhos amigos.”

Um suspiro de alivio.

“Ah, vamos. Ali.” Disse guiando-o até a mesa onde ficariam.

A noite seguiu tranquila, Lana por algumas vezes suspirava em total tédio. Ela odiava festas assim, só vinha por conta do padrasto e de sua mãe. Que por sua vez tinha parado de implicar com Sean um pouco. Não que ela já achasse certo sua filha está saindo com outra pessoa, mas porque ela via o jeito que Sean a tratava, via que ele a tratava do jeito que ela se sentisse segura, via a proteção dele apenas no seu olhar. Por algumas vezes até puxou assunto com o loiro, fazendo com que Lana prestasse atenção com medo de sua mãe falar algo que não devesse.

Na hora do tradicional discurso, Marcel agradeceu a sua família, falou palavras tão lindas que fez Lana chorar. Ela sabia o amor que Marcel nutria por ela e por Deena, mas nunca se acostumava, era como se fosse à primeira vez que ele falava coisas bonitas para elas. Deena por conta de esta no finzinho da gravidez não pode ir, Dollores lamentou isso, porem entendia. Mas nem por isso Marcel deixou de homenageá-la. Dollores toda vez agradecia aos céus por ter escolhido o marido certo para ela. Não que ela achasse Samuel m péssimo marido, não se engane. Ele foi um marido excelente, um ótimo pai, um ótimo amigo, ela sofreu muito com sua perda. Ela pensou ate que nunca iria superar. Quando Marcel entrou em sua vida, foi como um anjo. Ele a ajudou a se reerguer. Quando ela precisou de apoio quando Lana sofreu, ele estava com ela. Ele sempre fazia de tudo para que ela, nunca lhe faltou nada.

 

X.X.X.X.X.X

 

“Mamãe amanha. Melhor dizendo mais tarde, vai precisar de mim?” Eles já estavam voltando para casa, se passa das dois da manhã.

“Não sei amor, pensei em sairmos só nós duas.” Dollores falou olhando para Sean, como se fosse um aviso.

“Ok, pretendia passar o dia todo na cama, mas tudo bem.” Dollores concordou com a cabeça e voltou a conversar com Marcel. “Tudo bem? Eu sei que viemos juntos, se dependesse de mim eu não sairia do seu lado, mas...” Ela levantou um pouco a cabeça que estava no ombro de Sean, que por sua vez fazia carinhos em seu ombro.

“Tudo bem, amor. Aproveito para analisar umas propostas que recebi e venho atrasando.” Ele lhe beijou a testa, num sinal de carinho, mais um.

“Desculpa se estou atrasando você no trabalho.” Ela baixou a cabeça lamentando.

“Já disse que você não me atrasa, Lana. Eu que olhei por cima essa proposta e não vejo que há vantagens para mim. Não sei se essa compra lucrar. Preciso analisar com calma, o Haras e as reuniões dessa semana estavam tomando meu tempo.”

“Tudo bem.” Ela levantou a cabeça e selou seus lábios no dele, num selinho rápido, para logo em seguida bocejar e voltar a encostar a cabeça em seu ombro.

O caminho do local da festa para a casa foi feito em poucos minutos. Marcel, Dollores e Sean conversavam sobre coisas da cidade e da festa, enquanto Lana tirava um leve cochilo.

Assim que chegaram à casa do casal, Sean teve pena de acordar Lana, iria carrega-la. Mas assim aqui ele se mexeu para pega-lá, ela despertou.

“Hum... Já chegamos?” Ela piscou enumeras vezes até se situar.

“Sim querida, Sean ia carrega-la para dentro, dormia tão sutilmente.” Marcel disse.

“Hum... não precisa, estou bem acordada.” Ela murmurou e todos riram.

“Ok.” Sean disse, dando a mão para ela sair do veiculo.

“Boa noite mamãe, boa noite Marcel. Até mais tarde.” Lana disse assim que entraram em casa. Todos se despediram e foram para seus quartos.

“Vem amor, vamos jogar uma água no corpo e vamos descansar.” Ele foi até o banheiro ligar o chuveiro na temperatura ideal e voltou para o quarto para buscar ela.

“Ah não, quero dormir. To com sono.” Ela balançava a cabeça negativamente.

“Ah sim, vamos amor, rapidinho. Vem.” Ele a puxou e foi tirando seu vestido junto com sua calcinha.

“Só se você vier comigo.” Ela fazia manha no caminho para o banheiro.

“Não, vou ajeitar a cama, vamos.” Ele a colocou no chuveiro e foi arrumar a cama, catou a roupa dela e colocou num canto dobrado, para amanhã ela resolver o que faria.

No banheiro Lana dava pulinhos, mesmo a água estando quente, ela pulava na tentativa falha de acabar logo.

Assim que terminou de ajeitar o quarto, Sean voltou para o banheiro e esperou Lana com um roupão em mãos.

Ela saiu e ele entrou.

Sean saiu com a toalha enrolada na cintura e outra secando os cabelos. Assim que saiu do banheiro, parou na porta. Sua visão foi tomada por uma Lana sentada na ponta da cama, com uma perna suspensa e outra embaixo de si. Estava com o roupão tampando apenas um ombro. O sono de Lana tinha indo por água abaixo, junto com a água que caia no seu corpo no chuveiro.

“Não estava com sono?” Ele ainda estava parado, apenas admirando a mulher a sua frente.

“Agora estou com outra coisa, que com toda certeza não é sono.” Ela lançava um olhar de estrema luxuria para ele.

Ele caminhou a passos lentos até ela.

“Então o que esta com vontade de fazer agora?” Ele se inclinou e sussurrou em seu ouvido. Uma corrente elétrica passou no corpo da morena. Ele levou sua mão direita e acariciou seu ombro exposto.

“Hum...” Ela gemeu baixinho. “Que você me possua.”

“É? Quer que eu faça isso?” Ele passou a mão que antes estava nos ombros dela, para o seio e o apertou, fazendo Lana gemer baixinho e jogar a cabeça levemente para trás.

“Unhum.” Disse manhosa, enquanto aproveitada a carícia do loiro.

Sean foi deixando um rastro quente da orelha ate o ombro da morena, as mãos ágeis de Lana foi para a cintura de Sean para se livrar daquela toalha que a impedia de tocar o membro dele.

“Alguém ta com bastante pressa hoje, em?” Ele a provocava, mordia e beijava seu ombro, fazendo o corpo dela se aquecer.

“Você não imagina o quanto.” Ela o puxou para um beijo sedento, se baixavam como se nunca houvesse sentido o sabor um do outro. Num movimentar rápido ela o trouxe para a cama e o deitou ficando por cima dele. Ela engatinhou até a chegar ao ouvido dele. “Só aproveita.” Ele ia falar algo quando sentiu o que ela pretendia, o pau dele latejou e inchou só pela ideia.

Lana foi beijando o peitoral dele, sem desviar o olhar um minuto sequer dele, agora era a vez dela lhe provocar. A cada beijo, a cada mordiscada de Lana, Sean suspirava em expectativa.

Lana deixou uma risada gostosa e extremamente sexy sair da sua boca.

“O que foi?” Disse Sean com dificuldade.

“Nada, apenas gosto de vê o efeito que tenho sobre você, caladinho senão vai ser pior pra ti.” Ela já estava chegando na virilha dele quando ele falou:

“Você não ousaria.” Ele se arrependeu no momento que proferiu essas palavras, porque Lana simplesmente subiu seu corpo voltando a deixar seus rastros quentes pelo ouvido, pescoço onde deu uma leve chupada, peitoral. Tudo feito em câmera lenta, de um jeito bem provocador.

Quando Lana beijou a base da virilha de Sean, um loiro soltou a respiração que nem sequer sabia que estava prendendo.

Lana sorriu com aquilo e pós a ponta da língua na cabecinha dele, o contato quente da língua dela, fez uma eletricidade passar no corpo de Sean. Ela levantou o olhar para o mesmo, ela amava vê sua cara de prazer.

Passou a língua da direita, para a esquerda e colocou todo na boca, um gesto tão rápido e preciso que Sean fechou os olhos e jogou a cabeça para trás.

Para ele ali era o céu, a boca de Lana para Sean era como se fosse veludo de tão macia que era, a cada chupada e lambida que Lana dava, ele tinha mais certeza que estava no céu e não sabia, ele se teletransportava. Ele se perguntava se aquela mulher era real, porque por algumas vezes chegava a duvidar.

Lana vendo o estado que Sean estava sorriu com o pau em sua boca e levou sua mão esquerda ate seus ovos, ela apertada, massageava eles enquanto sua boca subia e descia o masturbando. Sean não aguentaria mais por muito tempo se ela continuasse com aquilo.

Ele se inclinou um pouco, apenas para alcançar o os cotovelos dela para assim poder puxa-la e fazê-la sentar na sua cintura.

“Se você continuasse ali, eu não iria aguentar muito mais.” Ela soltou um sorriso satisfeito e se inclinou para beija-lo. As mãos dele foram diretas para o nó mal feito do seu roupão e assim que tirou ele se afastou do beijo e admirou o corpo dela.

“Gosta do que vê?” Ela passava a mão no próprio corpo, numa tentativa de instiga-lo mais ainda.

“Se eu gosto? Eu amo.” Ele se inclinou e sua boca capturou logo o seio esquerdo dela, pegando-a de surpresa e fazendo-a gemer alto com aquilo. “Xiu, que mesmo que sua mãe saiba que estamos aqui transando?” Sean riu daquilo, lembrando-se do que ela falou no dia que transaram na casa dele com sua mãe no quarto ao lado.

“Ca-cala a boca.” Ela abriu os olhos e disse com dificuldade. Ela começou a rebolar no colo dele, fazendo com que o sexo de ambos se tocasse, trazendo uma sensação gostosa.  Sean podia sentir o quanto ela estava molhada. Lana era sempre assim para ele, sempre estava pronta.

Ele pousou as mãos na cintura de Lana e há levantou um pouco, apenas o suficiente, para que ela encaixasse nele, ele a penetrou lentamente. Tão lentamente que estava uma tortura para ambos. Assim que entrou todo ela esperou alguns segundos apenas o suficiente para se acostumar com ele, pois não importava quantas vezes eles fizessem sexo, parecia que ela estava sempre mais apertada que a ultima vez.

“Céus, Lana. Tu esta tão apertada.” Ele disse prendendo a respiração e se controlando para não gozar no exato momento.

A resposta dela foi começar a subir e descer lentamente, numa espécie de tortura, com as mãos nos ombros dele, ela tinha apoio para isso. Ele cravou mais os dedos na cintura dela quando ela começou a subir e descer.

Jogando a cabeça para trás e deixando seu pescoço à mostra para Sean, ele atacou ali. Dando sutis beijos e leves chupões, sempre tendo cuidado para não deixa-la marcada. Ela começou a descer e subir mais rápido, ela a cada descida aumentava a velocidade.

“S-Sean...” Ela gemeu manhosa quando ele desceu a boca para seu seio. Ele ficou ali brincando, intercalando entre sugadas e beijos, ora rápido e ora devagar.

“Quero fazer um negocio, vem cá.” Ele disse não aguentando mais aquilo. Ela se levantou do calo dele com sua ajuda, e ele a pós de quatro na cama, porem com a cabeça e ombros encostados no colchão. Aquela visão dela totalmente ‘submissa’ a ele o fez ficar louco para possuí-la. Mas antes ele queria lhe dá mais prazer.

Abaixou-se e com a ponta da língua percorreu da entrada do anus dela ate seu clitóris, Lana se controlou ao maximo para não gemer alto, uma tentativa meio falha, pois assim aqui ele a penetrou com a língua na sua entrada ela precisou abaixar a cabeça na direção do colchão, para abafar seu gemido alto. Ele estocava com a língua enquanto sua mão passeava pelo corpo dela. Ele sentiu as paredes de Lana se apertar e o corpo dela tremer, nesse momento ele buscou a mão dela e a fez masturbar a si própria, enquanto estocava sua língua. Segundos depois ele sentiu o doce sabor do mel dela, percorrer sua boca, ele beijou por fim e se posicionou na entrada e foi penetrando-a lentamente, ele ainda podia sentir o quão inchada ela tava por dentro.

Para Lana, aquela posição estava deixando-a louca, pois ela o conseguia sentir o mais fundo possível dentro dela e ela estava amando aquilo, ela sentia como se o mundo pudesse acabar ali mesmo. Ela sentiu os beijos de Sean na base da sua coluna enquanto a estocava com força e precisão, os sons que ecoavam no quarto eram as respirações pesadas e o atrito entre os dois. Ele pós a mão por de baixo e começou a massagear os seios dela com uma mão, pois a outra estava apoiando seu corpo para que não caísse por cima de Lana, ele sussurrava no seu ouvido, palavras doces e excitantes ao mesmo tempo.

Mesmo tendo acabado de gozar pouco tempo atrás, ela sentia que gozaria de novo e que Sean também, pois podia o sentir crescendo dentro dela. Dito e certo, mais algumas poucas estocadas e os dois gozaram juntos. Ela podia sentir o jato quente do gozo dele dentro dela.

 

 

 

“Queria tanto a Deena aqui, mamãe. Sinto saudades dela.” Lana estava com Dollores na praça de alimentação do shopping próximo.

“Imagino, meu amor. O Patrick já vai nascer. Ela esta bastante ansiosa para ele. Você vem assim que ele nascer né?” Ela tomava um sorvete de pistache.

“Provavelmente mamãe, estou louca para vê meu sobrinho. Ainda não acredito que Deena vai ser mãe, coitado do meu sobrinho.” Lana ria enquanto devorava suas batatas fritas.

“Não fale assim da sua irmã, Lana.” Ambas seguraram a risada, mas não conseguiram.

Lana se sentia tão bem com sua mãe, sentia falta desses momentos descontraídos das duas, depois de todo o ocorrido, foram raros momentos assim.

“Ah mamãe, estou falando tão serio que ate à senhora concorda comigo.” Dollores apenas concordou com a cabeça.

“Filha...” Ela mudou seu tom de descontração para um tom serio.

“Eu conheço esse tom, mamãe. Se for pra falar de Sean e eu, nem começa. Estamos tão bem se divertindo.” Lana já estava repreendendo sua mãe, porque sabia muito bem que sua mãe reclamaria de novo.

“Também é sobre isso filha, mas é sobre o Robert.” Lana suspirou fundo antes de se explodir, ela sabia que a mãe se preocupava, mas ate hoje não concorda com isso.

“Diga, mamãe.”

“Me desculpa, filha. Você sabe o que eu passei quando tudo aquilo aconteceu, sabe o qual me sentir culpada por ter deixado você passar por aquilo?” A voz de Dollores já era de pesar.

“Não, mamãe. A culpa não é sua, foi do Daniel. Não se culpe por isso, por favor.” Lana já tinha lagrimas nos olhos, lembrar-se dessa época era muito ruim para ambas.

“Não filha, eu tenho minha parcela de culpa. Porque eu não reparei, eu não insistia quando você dizia esta tudo bem, se aquele homem tivesse feito algo que lhe tirasse de mim, eu não sei o que eu faria filha. Você e Denna são tudo para mim, meu amor. Eu sei que erro, Lana. Eu sei. Mas tudo o que faço é pra manter você segura, depois que eu perdi o Samuel, eu falhei com as duas, pois não fui forte para vocês. Mas depois que conheci o Marcel, Lana eu tentei recompensar vocês, mas ainda sinto que falhei e pelo visto falho ainda. Eu fico louca quando nem você nem a Denna me dão noticias, não que eu não me preocupe tanto com a Denna, mas ela não passou o que você passou. Então meu medo de lhe acontecer de novo é enorme. No Alfredo eu confiava, porque eu o conhecia, eu já tinha criado um tipo de confiança nele. Mas o Sean?” Dollores sorriu e negou com a cabeça. “Eu ainda não o conheço, eu fiquei sabendo um dia desses que você e o Fred tinham terminados, e agora você ta saindo com o Sean, tenho medo filha só isso.” Os olhos de ambas estavam cheios de lagrimas, Lana há tempos não via sua mãe tão vulnerável assim.

“Eu entendo mamãe, eu entendo. Mas a senhora precisa confiar em mim. Eu sei que sente medo, eu sei. Mas eu nunca deixaria outro homem tocar em mim, não do jeito que o Daniel fazia. Eu e o Fred terminamos porque não éramos mais para ficarmos juntos, somos amigos ainda. Eu amo muito o Fred, não como marido, mas o amo. Eu só tenho a agradecer a ele, por ter me dado ótimos momentos juntos e filhos lindos, porque mamãe amo aqueles meninos como se fossem meus.” Dollores limpou uma lagrima que caia no rosto de sua filha e sorriu com o que ela falava. “Também entendo o medo por Sean, mas acredite mamãe, ele nunca faria mal algum pra mim assim, nunca. Tenho certeza disso, eu confio nele e caso ele faça, eu juro por Deus que ele vai se arrepender. Preciso que me de um voto de confiança, mãe.”

“Eu vejo o jeito que ele lhe olha, sinto que ele cuida de você. Vejo isso, mas ainda sim...” Dollores tinha medo, ela não sabia se teria forças para passar tudo novamente.

“Então, mamãe. De esse voto, não só pra ele, mas para mim também e alem do mais, não estamos namorando, estamos tentando algo.” Lana colocou a mão em cima da de Dollores, num pedido de apoio.

“Hum... prometo tentar ta?” Lana sorriu largamente com isso, parecia ate que tinha quinze anos de novo e tava pedindo a mãe para ir num show.

“Agora... Vamos que tenho que levar algo para Bex, porque senão aquela ali surta e também quero comprar algo pra meu sobrinho lindo que vai nascer.” 

Elas levantaram e saíram a procura de presentes, para a Bex, Lana comprou algo bem sacana e para Patrick, uma linda pulseirinha de prata e pediu para gravarem a frase ‘Nunca desista dos teus sonhos’. Lana se apegou a essa frase de um jeito e por isso que passar para seu sobrinho, para que esse fosse seu mantra sempre.

 

 

 

Sean e Lana chegaram a Vancouver por volta das uma hora da manha de segunda-feira, ela pediu para ele deixa-la em casa, pois não queria atrapalhar a mãe dele tão tarde da noite, Sean mesmo relutante concordou.

Ele desde que conhecerá Lana, ele havia aprendido a da o braço a torcer às vezes. Sabia que não adiantava força-la a nada e ele com ela, não queria isso. Queria que tudo entre os dois fosse tranquilo, ele sabia que brigas iriam acontecer, mas tentaria ao maximo.

Segunda-feira Lana foi trabalhar a base do café duplo, por conta das duas noites perdidas do final de semana, ela mal dormiu direito e precisava ficar acordada para que não atrasasse nenhum processo, ela estava pensando seriamente em arranjar uma sócia ou um vice-presidente, pois de um tempo para cá tem sentido que o trabalho esta muito puxado, não que ela não se achasse capaz o suficiente, mas ela sabia que dividir a função era melhor. E para isso precisava achar alguém que ela confiasse.

Tenho algo pra te da algo, dorme lá comigo hj?

Lana esperou Bex responder, queria encontra-la à noite, mas lembrou-se que hoje era sua consulta com Dr. Richard e não poderia faltar.

Hm... será que você merece?  Me abandonou o fds todo. ����

A resposta de Bex foi rápida e ao ler aquilo soltou uma alta gargalhada.

Claro que mereço, sua amiguinha trouxe um presentinho que vc vai amaaaar. ��

Bex ao ler aquilo respondeu na mesma hora, aproveitando que ela estava online e não demoraria a respondê-la de volta.

Opaaaa, então vou sim. Oq é em? ��

Lana ria da curiosidade da ‘irmã’.

Só vai saber mais tarde, hj tenho consulta com Dr Richard, então assim que sair de lá, te aviso e te pego na porta do seu prédio.

Rebecca mesmo com muita coisa para fazer no trabalho, não deixava de responder na hora, ela estava louca para essa noite de irmãs, há tempos elas não tinham uma noite assim.

Ok, mas me da uma pistasinha do q é vai. ��

Não, só vai saber quando tiver lá. Agora vamos trabalhar, tchau, sis. ����

Rebecca ia responder, mas bem na hora o seu chefe a chamou, fazendo a ruiva tomar o susto e deixar a conversa com Lana de lado.

 

 

 

A consulta com o Dr. Richard foi mais leve do que ela pensou, ela lhe contou o que havia acontecido no meio da semana, sobre os meninos estarem com saudade e ela se culpa por conta disso e o doutor disse que isso é normal pelo fato do costume de convivência diário que eles tinham, mas que ela teria que arranjar um tempo para eles e ele amou a ideia do fim de semana juntos. Ela também lhe contou da viagem para a casa de sua mãe, da festa e finalmente da conversa que ambas tiveram, nesse momento o doutor ficou bem atento a cada palavra que ela proferia, não que ele não estivesse antes, mas ele sabia muito bem como era o relacionamento de mãe e filha. Ele disse que ela agora teria que ter mais paciência e que agora seria mais fácil, pois Dollores se abriu para ela, abaixando todas as muralhas que ela tinha em si. Ele lhe perguntou como ela e Sean estavam, também. E a resposta foi:

“Estamos ótimos, ele vem sendo uma ótima pessoa, ate com a Rebecca ele já conversou, saímos nos três para que ela pudesse conhecê-lo e a conversa foi super agradável.”

Depois de mais algum tempo de conversa, ela saiu e Pedro já estava a sua espera, ela lhe informou que iriam buscar a Bex e assim que ele deu a partida ela mandou uma mensagem para Bex, que já estava a sua espera.

Eles não demoraram mais de 20 minutos para chegar ate o prédio da Bex, quando eles chegaram ela estava na portaria conversando com Marc. Assim que Pedro abriu a porta para Lana e ela saiu em direção a eles.

“Oi chunhadinho.” Ela disse se aproximando dos dois e abraçando Marc.

“Oi cunhada. Quer dizer que hoje você vai abusar de minha noiva?” Ele fez uma cara de ofendido.

“Ela é caidinha por mim, sabe que temos uma relação antiga né? Então... sim hoje vou abusar dela.” Ela chegou perto de Bex e lhe deu um selinho de cumprimento. 

“Vocês sabem que to aqui, né?” Ela olhou para os dois indignada, porque falavam dela como se ela não estivessem ali.

“Sabemos, vamos logo ou você não quer ganhar a sua surpresinha?” Ela olhou para Marc com um sorriso sapeca nos lábios.

“Ok, já perdi minha noiva pra você, Lana. Já entendi.” As duas soltaram uma gargalhada alta. “Se divirtam.” Ele deu um beijo rápido em Rebecca e um na bochecha de Lana. “Vê se deixa um pouquinho pra mim.” Disse para Lana.

“Pode deixar, amor. Mesmo que ela me canse demais, sempre vou ter energia pra você.” Ela se aproximou de novo dele selando os lábios demoradamente e em seguida puxou Lana pelo braço em direção ao carro, onde Pedro aguardava as duas.

“Quem ouve nossa conversa, deve acreditar que temos algo mesmo.” Lana disse enquanto ia em direção ao carro.

“Deixa pensarem.” Elas riram e entraram no carro.

Elas foram o caminho todo conversando sobre coisas alheias. Assim que entraram no prédio, o porteiro lhe entregou um buque de rosas vermelhas, ela sorriu ao vê aquilo e não precisou ler o buque para saber quem havia lhe enviado.

“Deixa eu ler o cartão, sis.” Bex pegou o cartão que estava no meio das rosas enquanto Lana inspirava o doce cheiro das rosas. “Para você saber que estou a todo momento pensando em ti.” Bex lia o cartão enquanto caminhavam para o elevador.

“Às vezes me pergunto se esse homem existe sis.” Ela tinha um sorriso enorme nos lábios.

“Alguém ta toda apaixonadinha. A cada dia ele ganha um ponto a mais comigo.” Eles estavam esperando o elevador chegar ao andar da morena.

“E comigo também, sis e comigo também.” 

Assim que o elevador chegou Lana abriu a porta de casa e foi procurar um jarro para colocar. Rebecca foi direto pra cozinha vê o que tinha para elas comerem.

“Tu me chama pra passar fome, sis?” Ela falava um pouco alto da geladeira para que Lana escutasse. Lana ouvindo aquilo veio com o jarro já com as rosas dentro e pôs num cantinho antes de ir pra cozinha.

“Calma exagerada, vamos pedir pizza e tem sorvete no congelador, como cheguei essa madrugada não pedi para a Luiza para não vim hoje, dei o dia de folga. Você pede enquanto eu tomo um banho?” ela deu o numero da pizzaria a Bex sem ao menos esperar a ruiva responder.

“Vou pedir toda de calabresa, ta?” Ela viu a morena levantar a mão em um gesto de positivo enquanto ia em direção a escada.

 

 

“Estava precisando de um pouco de gordura no meio cardápio.” Elas estavam sentadas no chão da sala comendo a pizza e segundo elas assistindo um filme.

“Você quer ficar fazendo dieta louca, já disse que seu corpo ta perfeito, sis.” Lana falava enquanto pegava outra fatia de pizza.

“Tenho que esta bela para o meu casamento, Lana.” Ela revirava os olhos.

“Se você não parar com isso, vou da em você. Quer perder o que mais ai? Ta louca? Continuar na academia tudo bem é bom pra manter, manter eu disso, a forma. Mas nada de dietas, ok?”

“Ta, ta. Agora me diz, como foi o fim de semana com sua mãe?” Ela se virou pra Lana, ignorando por completamente a televisão ligada.

“Hum...” Ela terminou de engolir e respirou fundo para contar o que ouve e assim fez, contou tudo desde o momento que chegaram lá, contou da festa e da conversa das duas no shopping.

“Eu compreendo ela, sis. Cê sabe disso, não é?” Lana confirmou com a cabeça. “Então, nós nos preocupamos com você, sabemos de todo o que passou, só temos medo de acontecer de novo, tudo bem que às vezes sua mãe exagera, mas é o modo dela demonstrar e se ela te falou tudo isso sis, ela realmente ta disposta a tentar aceitar o Sean. Porque você mais do que eu, sabe como ela é.” Ela respirou fundo antes de falar.

“É, eu sei. Eu fiquei surpresa com ela se abrindo assim para mim, nunca há vi desse jeito. Só espero que ela não ultrapasse o limite de novo.”

“Você quem precisa da um voto de confiança a ela agora, vamos esperar pra vê.” Elas se levantaram para jogar a caixa da pizza fora e lavar as mãos. Botaram o sorvete em uma travessa menor, mas que fosse o suficiente para as duas.

“Agora seu presente, vamos. Ta lá em cima.” Elas desligaram tudo o que estava ligado no andar de baixo e subiram para o quarto da morena.

“Ai meu Deus, quanta ansiedade.” Bex estava de joelhos na cama, sentada em cima das próprias pernas enquanto Lana foi buscar a caixa com o presente dela.

“Quando passei por essa loja, eu imaginei você, mamãe perguntou se você usava isso pra eu ta comprando. Eu disse que você gostava.” Ela segurava a caixa na altura do rosto da irmã.

“Vamos Lana, me da isso logo.” Lana se segurava para não rir e assim que Bex esticou os braços ela deu a caixa.

“Você vai usar e quero saber se gostou depois.” Lana sentou do lado dela.

Rebecca abriu a caixa na velocidade da luz e quando conseguiu identificar o que era não conseguia acreditar que Lana tinha lhe dado aquilo.

“E ai, gosto?” Lana a olhava seria, tava difícil segurar a risada.

“Lana, não acredito que você comprou isso com sua mãe.” Ela olhava para a caixa aberta surpresa e Lana deu de ombros.

“Agora me diz, gostou ou não?”

Bex levantou o olhar pra Lana e lhe deu um sorriso sacana.

“Adorei, já sei ate como usar.”

Na caixa tinha uma algema, um tapa olhos e alguns géis lubrificantes para usar na hora do sexo, Lana deu um caixa de diversões a ela, sabia que Bex ia adorar aquilo.

“Você é a irmã que eu pedi a Deus.” Bex a abraçou e elas riram.

Depois de Bex falar como usaria aquilo com Marc, elas deitaram na cama para assistir um filme e conversarem um pouco, antes de deitarem ela buscou seu celular e mandou uma mensagem de boa noite para Sean e lhe agradeceu pelas flores e disse que estava com a Bex, por isso não ligaria para ele.


Notas Finais


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