História Simplesmente destino. - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias B.A.P
Personagens Bang Yongguk, Daehyun, Himchan, Jongup, Youngjae, Zelo
Exibições 13
Palavras 2.832
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, eu estou de volta com mais um capitulo desta fic neste dia muito especial que é o niver o Z! >.< aeeeee! Muitas felicidades pra ele!
Bom, venho através desta nota também pedir (rogar) aos meus queridos leitores que comentem por favor, falem comigo! Eu já havia dito que queria conversar com vcs novamente, mas parece que não surtiu efeito, então vou chamar aqui alguns nomes importantes pra mim sim; Myalvino, Ray_suga, ZareMon, Pequenina-Do-Min e TaeTae13 eu as convoco! Sério mores meus, sinto sodades de vcs, até mesmo daqueles fantasminhas que estão por ai!

Capítulo 28 - Finalmente, inteiramente minha!


Fanfic / Fanfiction Simplesmente destino. - Capítulo 28 - Finalmente, inteiramente minha!

               Zelo POVS On

Depois de toda a confusão do mês passado as coisas aqui em casa ficaram meio complicadas digamos assim, o Jae passou a ignorar a Hee nonna, o Dae acabou por ficar sentido com ele por esse motivo, já que eles são muito amigos e a Hee nonna é a mãe do filho do Dae, a duas semanas atrás o Jae partiu pro Japão atrás da Soo nonna e nos deu a informação de que ela estava mal e que foi internada por isso, mas agora já está fora de perigo; enquanto tudo isso os hyungs tentam ao máximo manter tudo em ordem com a empresa para que o Jae continue acompanhando a nonna.

Falando nos hyungs a vida deles não está nada fácil, estamos trabalhando duro nesses últimos dias, eu e o Up ainda temos um tempinho livre de vez em quando e aproveitamos pra ver as meninas, mas eles mal estão tendo tempo pra dormir, hoje por exemplo eu e o Up hyung acabamos de sair da empresa e cada um seguiu o caminho da casa da namorada. Pois é está tudo bem complicado por aqui, mas falando pelo meu lado, eu estou muito feliz. Tenho uma namorada perfeita, hyungs que me apoiam, nonnas legais e quatro sobrinhos lindos ( sem contar com o quinto que vem vindo); foi pensando em toda essa situação que eu cheguei até o apartamento da Mô, abri a porta da sala numa felicidade só, esperando encontrar ali a mulher mais linda desse mundo, mas ela não estava ali.

Procurei pelos cômodos e não a achei, por esse horário a Mô deveria estar na sala vendo algum filme, dorama ou lendo um livro, talvez na cozinha preparando um lanche da tarde ou talvez na varanda observando o céu ou o movimento constante na cidade, mas não ela não estava e isso passou a me preocupar. Fui em direção ao quarto procurando a pequena silhueta feminina, mas não a encontrei, quando já ia protestar um pequeno desespero ouvi o som da porta do box do banheiro deslizando, isso indicava que... Minha morena acabara de sair do banho! J

 Me sentei na cama aguardando que ela viesse a meu encontro o que não demorou muito, Moira logo saiu do banheiro  trazendo ao ar do quarto o seu perfume e aos meus olhos a beleza da perfeição, ela vestia uma camisola longa branca que contracenava muito bem com seu tom de pele, ela parecia tão dispersa que quando me viu arregalou os olhos e colocou a toalha que antes repousava sobre as madeixas negras sobre os ombros, cobrindo o decote da peça que vestia.

- Poxa amor, assim não vale! Estava uma imagem tão bonita de se ver! – Puxei um bico.

- Choi JunHong! O que você.... Porquê... Aish.... Z!

- Oi linda? Fala.  – Levantei da cama indo em direção a ela ficando por trás da mesma.

- Z você não avisou que vinha, eu podia ter... – Não deixei que ela terminasse, tomei- lhe o pescoço em um movimento rápido, distribuindo beijos pela extensão do mesmo.

- Você dizia o que mesmo morena? – Sorri mordiscando o lóbulo da orelha da mesma.

- Z... – Sua voz saiu arrastada enquanto ela acariciava a minha nuca com uma das mãos.

- Humm, esse rodeio todo só pra me chamar?! – Sorri – Não precisava amor, eu to aqui tão pertinho!

Ela sorriu e eu a virei pra mim, a puxei pela cintura, colando nossos quadris e a segurando com uma das mãos pela nuca, agora tomando seus lábios nos meus, os mordisquei e suguei. A cada beijo e caricia as coisas ficavam mais serias, fui andando durante os beijos e encostei a mesma na parede, ali voltei a dar atenção ao seu pescoço e minutos depois eu já a tomara  em meu colo e agora a depositava sobre a cama com todo cuidado possível.

Coloquei-me sobre ela de forma cuidadosa e calma, mais uma vez eu investia e sabia que só com paciência e afeto eu conseguiria fazer com que ela confiasse em mim a ponto de me deixar mostrar o quanto eu a queria. As caricias se aprofundaram, se tornando mais necessárias, Mô correspondia cada vez mais aos meus toques, até que, eu toquei sua barriga, mesmo por cima do pano pude sentir um nervosismo se instalar na minha pequena. – É Zelo aqui acaba por hoje, vamos avançando aos poucos! – Foi o que eu pensara no momento.

- Vamos parar por aqui, está bem? Não quero te forçar a nada! – Sai de cima da mesma me sentando ao lado dela na cama e sorrindo enquanto acariciava seu rosto.

- Z... Miane! – Ela abaixou a cabeça com um semblante triste.

- Ei, não... Calma anjo, não se preocupe, eu vou esperar o seu tempo! – Sorri dando um beijo na testa da mesma e me levantando para sair do cômodo. – Vou pegar um refresco pra gente e já volto! – Olhei pra mesma e ela ainda me olhava com uma carinha triste, parecendo se culpar. – Amor, só relaxa não quero te obrigar a nada que não queira!

Fui a cozinha, peguei suco pra gente e quando estava retornando ao quarto escutei algo que mudava toda a situação. Eu podia ver pela fresta da porta, Moira estava de costas pra mim, se mirando no espelho enquanto dizia palavras que me surpreenderam.

- Você não está me obrigando a nada Z, eu também quero... só que... Eu não sei o que fazer em relação a isso, é tudo muito novo de certa forma pra mim, além de que eu não tenho o corpo de nenhuma modelo, não tenho corpo ampulheta ou barriga negativa! ... E se você não ...

- Você é linda, não importa se você tem corpo ampulheta ou não, barriga negativa ou não. Se eu quisesse uma modelo eu teria pedido uma em namoro, não você! – Sorri a abraçando por trás, depois de ter deixado o suco sobre o criado mudo. – Olha pra lá! Está vendo? – Sorri apontando o reflexo de nós dois no espelho. – Aquela mulher ali, é linda, maravilhosa e eu a amo muito.

Moira virou pra mim esboçando um dos sorrisos mais lindos que já vi, seus olhos brilhavam e emanavam pra mim tanta alegria que foi impossível não sorrir e tomar-lhe os lábios de forma calma e mais carinhosa que eu podia, aos poucos tudo foi intensificando e eu voltei a deita-la na cama; eu investia mais uma vez e agora com mais cautela ainda.

Comecei a acariciar seu dorso distribuindo beijos, pequenos chupões e leves mordiscadas por toda sua extensão até o lóbulo da orelha, depois voltava aos lábios enquanto massageava sua cintura com força moderada. A minha pequena retribuía cada toque com um sorriso, um beijo, uma caricia e alguns gemidos que ela mesmo com muito esforço deixava escapar.

- Não amor, não precisa reprimir seus gemidos. Gosto de saber que te causo esse tipo de efeito! – Falei sorrindo ao pé do seu ouvido.

Chegamos em um ponto que não havia como, precisávamos de mais contato; olhando nos olhos guiei minha mão as alças da camisola e comecei a desce-las devagar pelos ombros femininos, senti moira se arrepiar e ao olhar pra ela recebi um sorriso como resposta, voltando ao que eu fazia comecei a beijar-lhe os ombros e aos poucos cada pedacinho de pele que ficava exposto, até que eu pudesse ver o sutiã de renda branca e o volume que eles acomodavam. Sorri deixando um ultimo beijo no ponto de convergência entre os dois seios da Mô e continuei a descer o tecido com calma, até que cheguei na região da barriga da mesma e a  senti retesiar-se.

- Mo?! – A encarei e vi seu semblante receoso. – Tudo bem, calma... quer parar? – A olhei um pouco preocupado.

- Nã... nã... não... eu só... pode continuar! – Ela gaguejava enquanto seus olhos fugiam dos meus em direção a parede atrás de mim.

- Amor?! – Toquei seu rosto a fazendo mirar-me. – Tem certeza? – Sorri acariciando seu rosto. – Eu posso esperar Mo, o importante é que você se sinta preparada. Não tem que fazer isso de forma hipotética!

- Não Z! – Ela respirou fundo, olhou nos meus olhos e sorriu. – Eu estou pronta, eu quero isso!

- Certeza? – A encarei sorrindo. – Eu realmente posso esperar amor! – Ela acenou com a cabeça em concordância. – Eu posso não conseguir parar depois Mo e ... – Não terminei de falar, ela tomara uma das minhas mãos a colocando sobre sua cintura fazendo com que apertasse o local.

- Eu quero! – saiu em um sussurro mas foi o suficiente para que eu ouvisse.

Sorri deixando-lhe nos lábios um beijo para logo voltar a retirar a peça que a cobria; devagar descobri sua barriga chegando ao baixo ventre, logo as coxas e depois deslizei o tecido pelas pernas da mesma até retira-lo e ele fosse para os pés da cama. Me ajoelhei de frente para a mesma, de forma que pudesse ver todo o seu corpo, ao meu ver Moira era perfeita, busto avantajado, quadris largos, coxas cheias e pernas torneadas, um conjunto de deixar qualquer um maluco.

Voltei minha atenção ao todo vendo-a por inteiro, tentei decorar as curvas de seu corpo de um jeito que eu pudesse guardar aquela imagem para sempre em minha memoria,  a lembrança do dia em que fiz minha a mulher mais linda desse mundo. Em meio aos meus pensamentos percebi quando Moira se mexeu e ao olhar seu pequenino rosto, pude ver o quanto o meu silencio à apavorava.

- Você é linda amor! – Abri o maior sorriso que pude e voltei a me deitar sobre a mesma apoiando meu peso sobre meus braços para não machuca-la. – Eu nunca vou me esquecer dessa  bela visão! – sussurrei em seu ouvido logo mordendo o lóbulo de sua orelha.

Continuamos com caricias, beijos, mordidinhas, chupões até que precisássemos de mais e mais, eu já estava apenas com a box e  ela apenas com a calcinha, não tinha mais como tardar o momento tinha que ser agora.

- Mo? – a encarei vendo seu olhar de surpresa ao intender o contexto pelo qual a chamei. – Ainda dá pra parar!

- Z eu... – Ela tomou um tom escarlate me deixando curioso para enfim dizer em um baixo quase inaudível. – Eu to com vergonha, não sei o que fazer!

Eu não tive nada mais o que fazer a não ser sorrir pela sua carinha e beijar-lhe a tez.

- Deixa que eu faço está bem? – Sorri e ela concordou. – Apenas sinta!

.....

 Eu me sentia completo, tudo tinha sido maravilhoso, todas as sensações ainda estavam presentes e a melhor de todas era a sensação de ter a minha pequena ali repousando sobre meu peito, nos meus braços. Após o ato minha morena logo dormira, do mesmo jeitinho que está no momento, alinhada ao meu peito; tê-la comigo é algo tão prazeroso, tão relaxante, tão libertador que eu poderia permanecer daquele jeito, naquela mesma posição para todo o sempre... Apenas pensando no quão feliz eu posso estar neste momento!

......

                                                                     Himchan POVS On

Acordei por volta das 09hrs da manhã, finalmente um dia de folga; havia um certo tempo que as coisas estão bem pesadas pro nosso lado, mas para a nossa alegria Jae nos dera noticias excelentes na ultima noite, segundo ele Soo já recebera alta e que voltam pra cá daqui a dois dias ou seja, tudo vai voltar ao normal.

Desci para a cozinha pensando nisso  e preparei o café para o pessoal, nessas horas agradeço por Dae estar morando com a Hee, afinal posso ter paz para cozinhar, mas de vez em quando bate uma saudade daquele comilãozinho aqui em casa!

Coloquei a mesa e ia em direção da escada quando a campainha tocou e antes que eu pudesse abri-la Nam passou por ela.

- Bom dia cunhadinha! – Ele me olhava com um sorriso debochado.

- Cunhadinha uma pinoia! – Pus a língua pro mesmo. – Bom dia hyung, mas porque tocou a campainha se tem a chave?

- Força do costume! – Ele deu de ombros. – Mas eai, cadê o povo?

- Eu ia chama-los agora, quer me ajudar? - Sorri maldosamente e ele sorriu de volta.

Subimos as escadas indo em direção aos quartos, entramos no do Up que por milagre havia voltado da casa da NaHee na noite passada. Ficamos cada um de um lado da cama e contamos nos dedos até três antes de darmos um tapa na testa do mais novo.

- Acorda Mongo! – Nam ria da cara de assustado do menor.

- O dia já nasceu Up hora de acordar! – Falei com o tom de voz mais calmo e com a cara mais inocente que podia antes de cai na risada.

- Agora vamos acordar meu maninho! – Nam correu a nossa frente até o quarto do irmão.

Entramos sem fazer nenhum ruído, abrimos as cortinas aos poucos, o descobrimos bem de vagar, contamos até três, Nam apertou uma buzina e nós nos jogamos sobre o líder que despertou apavorado até perceber o que acontecia e levantar fulo da vida saindo correndo atrás da gente.

- Suas pestes! – Guk gritava atrás de nós. – Corram mesmo, porque se eu pegar vocês, principalmente você Yong Nam, vocês vão ver, vão aprender a não me acordar mais assim!

Corremos até o quarto do zelo e abrimos a porta, quando Guk nos alcançou apontei pra cama.

- Não vai querer ser mal com o maknae, vai? – O maior trincou os dentes mas assentiu.

- Bom já que estamos aqui vamos acordar o pirralhinho! – Nam chegou perto da cama e virou a cabeça em nossa direção, foi então até a janela e abriu as cortinas iluminando o quarto, demonstrando que Zelo não estava ali.

- Hiiii, o Zelo não dormiu em casa! – Up encarou a gente.

- Que estranho, ele sempre volta da casa da Moira, não é Chan? – Guk me encarou.

- Hmm maknae, maknae! – Encarei a cama ia me expressar quando a campainha tocou novamente.

- Não fui eu agora! – Nam mostrou as duas mãos.

- Claro que não né cabeça, você está aqui dentro sua besta. – Guk deu um peteleco no gêmeo.

Descemos as escadas e eu abri a porta dei de cara com Lya segurando Astrid enquanto tentava controlar Rayssa que corria em volta dela atrás do meu pequeno que puxava Onix pela mão.

- Meninos uma ajuda por favor! – Lya dizia atrapalhada olhando as crianças correndo em volta de si.

Guk tomou Astrid do colo dela, Nam segurou Rayssa e eu peguei a mãozinha do meu pequeno que cismava em trazer Ônix agarrada pela mãozinha até que alguém a pegou no colo.

- Essa a gente toma conta! – Zelo dizia em um tom divertido enquanto virava a pequena de cabeça pra baixo e lhe fazia cocegas.

- Z! – Moira o repreendia. – Tome cuidado, ela fica com medo!

- Ôpa, desculpa pequena! – Ele arrumou a menina no colo. – Pronto agora está a salvo! – Sorriu olhando pra Moira que logo deu um beijinho no rosto da menor.

- E onde vocês dois estavam? – Lya encarava os dois enquanto afagava os cabelos da filha no colo do Guk.

- Estávamos em cassa unni! – Moira sorriu tomando a pequena do colo do Zelo.

- Hmnn! – Sorri pros dois afagando as costas do Heittor, que não parava de se mexer. – Minnie!

O pequeno me encarou e fez com que fez para poder passar para o chão indo até Moira e puxando a mão da pequenina nos braços dela, logo Onix também se encontrava no chão e corria atrás do meu menino.

- Esses dois estão com tudo hoje! – Lya dizia rindo.

- Appa me põe no chão ele vai roubar a minha irmã deu! – Rayssa se mexia no colo do Nam de forma apressada.

- Não vou não, porque ela já é minha! – Heittor saiu correndo puxando a Bang mais nova casa a dentro.

Nós adultos nos olhamos enquanto Rayssa e Astrid tentavam a qualquer custo ir pro chão, e Nam encarava a direção que meu filho havia tomado com cara de espanto.

- Ei! – Nam fechou a cara. – Como assim a minha bebe é sua que historia é essa?

O Bang mais novo me encarou e depois a todos.

- O que ele quis dizer com isso?

Os dois voltaram correndo rindo e pararam cada um em um lado, Heittor grudado na minha perna e Onix na do Nam.

- Esses dois são um casalzinho tão fofo! – Zelo pegou na mãozinha do meu pequeno.

- CASAL? – Nam olhava pra nós com cara de espanto. – Ah, não. Não mesmo! – Nam fechou a cara. – Nananinanão, meu bebe não!

- Nam por favor relaxe, eles são apenas crianças não sabe nem o que significa essa palavra! – Defendi meu minnie.

- Himchan tem razão Nam, eles são crianças não tem com que se preocupar! – Guk concordou comigo.

Fomos todos para cozinha tomar café e em meio ao papo reparamos que meu pequeno e Onix não estavam mais conosco na mesa.

- Ué gente, cadê as crianças?

...


Notas Finais


Gente eu realmente espero que gostem do capitulo e voltem a falar comigo! ^^
Bjs de Shokollaty da tia Anto! >.<


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