História Simplismente aconteceu - Capítulo 15


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Categorias Originais
Tags Bebida, Bissexualidade, Drama, Homossexualidade, Romance, Sexo
Exibições 24
Palavras 1.877
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom esse capítulo tive ajuda de uma amiga.. Espero que gostem

Capítulo 15 - Clarrice -Lembranças


Eu e Annabeth , sempre fomos amigas desde o primário. 3 ano pra ser mais exata. Nossa amizade foi aumentando a cada dia. Quando tínhamos 15 anos Annabeth conheceu ele Pedro.

 

 

       Tinha ciúmes de annabeth com qualquer pessoa , achei que era ciúmes de amiga. Mais na verdade era bem mais que isso, ver Annabeth com Pedro me corroía a alma, sabia que ela nunca iria ser minha.


     Eu descobri que gostava de garotas aos 12 anos quando fui dormir na casa dela, só estávamos nós duas na casa de praia de seu pai. Estávamos só de calcinha e sutiã pela casa, ver annabeth daquela forma mexia comigo. Sempre que olhava para ela sentia meu coração acelerar , quando ela se aproximava de mim ou deitava em minhas pernas faziam me tremer, e despertava em mim os melhores pensamentos.

 


      No mesmo dia decidimos assistir um filme e comer sorvete, bolo e etc.. (o que virou rotina sempre que Annabeth vinha dormir ou passar um tempo comigo). Decidimos assistir Moulin Rouge , na metade do filme Annabeth deitou em minhas pernas e não demorou muito para pegar no sono. Quando percebi annabeth ali dormindo como um anjo ,senti vontade de dar-lhe um beijo. Só em pensar senti meu coração acelerar, e a respiração ficar ofegante, com certeza estava vermelha .Para minha sorte annabeth estava dormindo.

 


    Me aproximei para dar-lhe um beijo..  estava a centímetros de distância da sua boca quando desisti da idéia. Não queria acabar a nossa amizade por isso, sem falar que annabeth não era como eu.


      Depois desse  dia, não conseguia tirar mais Annabeth da cabeça , nossa amizade foi crescendo e com isso meu sentimento por ela também.. Sempre que ela precisava estava lá, já que não podia te-lá.  Ajudar em que ela precisava me deixava bem. O simples fato de estar ao seu lado , fazia meu mundo parar, sentia-me satisfeita e triste por não poder nem sequer falar o que sentia.


Tentei esquece-lá, a forma que achei era saindo para a baldadas e bares.. Conhecemos pessoas e bebendo até cair. Cheguei a me relacionar  com Carlos um rapaz que conheci em uma das baladas. passamos 3meses juntos mais não consegui esquecer annabeth.

 


    Quando Annabeth  começou a namorar Pedro, senti-me arrasada. Sem falar que ele era um idiota, vivia magoando ela. Isso me deixava furiosa. E sempre que ela se magoava ela me ligava pedindo conselhos.


 
   O que me fazia ter mais raiva de Pedro. E ao mesmo tempo me fazia ter inveja. Sempre que ela pedia conselho, eu dava conselhos frios como por exemplo "AH HOMENS NÃO PRESTAM VIVEM NOS MAGOANDO". O que dava a impressão de que odiava homens. Mais não, só odiava Pedro.

 


     Eles viviam brigando eu gostava disso, pois ficava mais tempo com annabeth.


   Era uma sexta-feira estava com ressaca pois na noite anterior tinha bebido muito. Não sabia que horas eram mais devera ser umas 10h da manhã. Ainda usava a roupa da noite passada. Fui comer algo na cozinha , mais logo me arrependo, fiquei enjoada.

 


   Ouço alguém bater na porta quando me aproximo ouço a voz de Annabeth. Bom já imaginava que ela mais uma vez , deveria ter tido outra briga com pedro.  Abro a porta e deixou-a entrar.

 

 

      Bom ela havia tido outra briga mais dessa vez parece que ela deu um tempo... Me contive para não pular de alegria, ela estava de cabeça quente então ofereci minha casa para ela passar um tempo comigo.

 


-vem comigo vamos ter o dia das garotas! Disse  animada.

 


    Annabeth assentiu com a cabeça. Levei ela para o Roggeers um bar perto de casa, onde costumava ir diariamente. Passamos a noite lá bebemos muito quase não nos aguentávamos de pé, então decidimos voltar para casa. Mal lembro de como cheguei.

 


  Tínhamos acabado de chegar, Annabeth chorava pelos cantos com saudades de Pedro . Então decidi ir até ela para tentar conforta-lá.

 


-bê não fica assim por ele! Ele não mereci isso . Ver você assim me deixa muito mal.-falei abraçando-a.


-você não entende como é amar alguém que só te magoa.- retrucou Annabeth ainda chorando .

 


-Na verdade entendo bem... Gosto de alguém a anos mais nunca tive coragem de falar. A vejo e sinto vontade de beijar , abraçar, faze-lá feliz. Mais infelizmente isso não é possível .-disse olhando annabeth nos olhos.

 


-E quem é o sortudo? , perguntou annabeth arqueando uma sobrancelha.

 


-Na verdade é ela.

-Sério? Nossa porque nunca me contou? Essa garota deve ser uma idiota. Disse annabeth enquanto tentava me confortar dando-me outro abraço.

 


     Não queria perder essa oportunidade de poder me declarar para ela. Dizem que a bebida da coragem e para mim realmente deu. Era o que precisava.


-Essa garota não se toca mesmo, sabe quem ela é ? Essa garota é você, annabeth -digo me aproximando e olhando em seus olhos. - você é a tal garota idiota que não se toca, sim annabeth eu te amo.

 


     Não acreditei em que tinha acabado de falar , espera que annabeth me desse logo um fora. Mais não ela se aproximou de meus lábios e deu me um beijo.

 


       Em câmera lenta sinto Annabeth aproximar-se de mim, e tocar seus lábios aos meus. Aquele doce cheiro de bala de hortelã misturado com um gosto de cerveja. Me deixo levar pelo momento, rendendo-me á aqueles lábios que eu tanto sonhei em beijar.

Suas mãos rapidamente vão de encontro ao meu rosto, o apertando. Não consigo pensar em mais nada. Era Annabeth, a garota da minha vida. Quem eu amo desde criança.

Quase como um sonho. Um sonho do qual não quero acordar.

Rapidamente separo nossos lábios afastado-me, tomando conta do que estou fazendo.

— O que está fazendo? - pergunto assustada. Não queria que ela fizesse algo do qual iria se arrepender no outro dia.

Minha respiração descompassada. Sua voz rouca. Aquilo era totalmente excitante.

— Acho que te beijando... - ela diz confusa como se isso não fosse estranho.

Annabeth nunca ficou com nenhuma garota em sua vida. Apenas Pedro, seu primeiro e único amor. Assim como ela é o meu primeiro e único amor.

— Tem noção do que está fazendo? - pergunto recuando.

Só Deus sabe o quanto eu queria tê-la em meus braços. Do quanto queria abraçá-la e beijá-la.

— Não. E nem quero ter noção. - ela diz, arfando. Fecho os olhos pedindo aos céus, para conseguir me controlar.

— E se... E se você se arrepender? - pergunto.

Annabeth estava bêbada, e por mais que eu também estivesse, ainda conseguia pensar direito. Ela dá mais um suspiro, e novamente sinto o cheiro do seu hálito.

— Não quero pensar nisso agora, e acho que você também não. - ela fala, e depois puxa meu rosto para outro beijo.

Me deixo levar. Era isso que eu queria.

Seus lábios percorrem um caminho até meu pescoço, e suas mãos deslizam até minhas pernas pálidas apertando-as. Os cabelos loiros de Annabeth, estão caídos em cascatas sobre suas costas. Divinamente linda. Ela rapidamente, puxa os meus fios de cabelos ruivos para trás fazendo-me tombar. Fecho os olhos fortemente ao sentir o hálito quente da mesma, sobre meu pescoço. Logo depois sinto sua língua lamber todo o local. Gemo baixinho, sem conseguir me controlar.

Ela me empurra no sofá me deitando, e depois sorri maliciosamente. Lentamente, sobe sentando em minhas pernas, e me fita fixamente. Abre outro sorriso de canto de boca, e retira sua blusa deixando a vista seu sutiã preto de renda, com detalhes bordado. Sorrio inconscientemente, e ela curva seu corpo sobre o meu. Fazendo-me sentir seus seios enrijecidos por cima do sutiã sobre minha blusa fina na cor branca.

Mordo os lábios, quando as suas mãos frias levantam lentamente minha blusa, mostrando primeiro minha barriga pálida, e depois meu sutiã vermelho.

Ela sorri, e abaixe-se beijando os meus seios ainda por cima do sutiã. Arrepios tomam conta do meu corpo, a cada toque sinto uma corrente elétrica passar sobre meu corpo.

— Annabeth. - gemo baixinho, querendo dizer o quanto á amo. Mas desisto, quando seus lábios colam nos meus, tirando-me o ar.

Beijo-a também. Eu nem sabia exatamente o que estava fazendo, me sentia uma boba por que ainda não estava acreditando que estava beijando o amor da minha vida. Era um sonho. Repetia incansavelmente a mim mesma.

Ela põe seu dedo indicador direito sobre meus lábios, fazendo-me parar fitando aqueles olhos escuros. Minha respiração insiste em ficar cada vez mais descompassa, sinto meu coração bater cada vez mais forte contra meu peito.

— Não fala nada. - sussurra baixinho, bem próximo a minha boca.

E novamente me beija. Suas delicadas mãos, fazem um caminho começando do meio dos meus seios até a barra da minha saia jeans, e logo depois abre o zíper.

Sinto-a descer seus beijos, até meu pescoço. E quando chega ali, imploro para que não saia nunca mais. Ela começa dando beijinhos molhados, me causando os melhores arrepios. Sentia-me no paraíso. Depois passa a dar leves mordidas, fecho os olhos entregando-me ao prazer de estar ali, em seus braços.

Sua mão direita, desce ainda mais. E enquanto beija meu pescoço, ela toca em minha calcinha, e sinto-a sorrir sobre meu pescoço ao tocar a minha calcinha completamente encharcada.

Mordo novamente meus lábios quando Annabeth toca meu clítoris ainda por cima da minha calcinha.

— É Clarice, acho que realmente excitei. - ela diz baixinho com os lábios entre colados em meu pescoço.

"Porra" - penso.

 Minhas mãos brutalmente apertam as costas pálidas de Annabeth, que começa a fazer leves movimentos circulatórios sobre meu clítoris enrijecido, loucamente excitado. Sinto-o pulsar, e meu coração bater mais e mais forte. Também sinto o calor tomar conta do meu corpo, quando a mesma desliza suas mãos por dentro da minha calcinha. Gemo um pouco mais alto, e ela leva seus beijos de novo até meus lábios, tentando calar os meus gemidos.

Sem mais demora, ela me penetra com dois dedos fazendo arquear as costas. E com isso, cravo minhas unhas em suas costas fazendo-a gemer também.

Entre os beijos, ela para e me fita fixamente. Estou a mercê dela, como sempre estive. Meus olhos estão fechados fortemente. E ela cada vez mais rápido, me penetra fazendo-me sentir um prazer incontrolável.  Rapidamente chego ao meu ápice, me entregando.

Ela tira seus dedos, e depois me dá outro beijo. Enquanto ainda tento recuperar o ar.

Saindo de cima de mim, ela vai até a cozinha saltitante e volta com outra cerveja em sua mão:

— A festa ainda não acabou. - fala sorrindo, balançando a cerveja em sua mão.

Sorrio também. Eu á amava tanto. Tanto. Tanto.

— Acabou sim! - rebato, levantando-me e pegando a cerveja de sua mão. Ela reluta um pouco, mas por estar muito bêbada logo se rende. — Agora vai dormir.

— Vem comigo. - pede com aquela carinha de quem sabe que não consigo negar.

Assento com a cabeça, e nós vamos até o quarto. Ela deita, e eu faço o mesmo ao seu lado. Annabeth pousa sua cabeça sobre meu peito, abraçando meu corpo ao seu como se eu fosse um urso gigante. Começo a fazer carinho em seus cabelos loiros, e ela subitamente adormece em meus braços.

— Eu te amo. - sussurro baixinho depois que ela cai no sono, abraçando-a fortemente. — Sempre amei.

 


 

 


 


Notas Finais


Bom caso queiram visitem o perfil da Xo.Xo.Xo.swen ela que me ajudou a fazer esse capítulo... Até a próxima


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