História Simply Amazing - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias David Luiz
Exibições 14
Palavras 1.548
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meninas, tudo bom ?? Ta, parei, gentee, essa é a minha segunda fic, novamente do menino luiz, eu sei que a capa é lixo e a introdução também, mas juro que a historia é legal... eu acho hahaha. Sério, leiam, se divirtam (ou não) e comentem o que estão achando ta? Até porque da a maior motivação pra continuar, enfim, espero que gostem.

Capítulo 1 - Capitulo 1


Fanfic / Fanfiction Simply Amazing - Capítulo 1 - Capitulo 1

 

 

Acordei com o despertador tocando, um pouco perdida, olhei no relógio e deu um pulo, atrasada novamente, qualquer dia não vão mais me deixar entrar nessa escola do caralho. Fui pro banheiro, me arrumei, prendi o cabelo porque a situação não estava fácil, voltei pro meu quarto, arrumei minha mochila e desci, encontrando minha irmã e minha mãe na cozinha

- Bom dia - disse sentando

- Já pode levantando de novo, hoje é seu dia de comprar pão - disse rindo

- Ah mãe, nem vem 

- Nem vem você dona Carol, qual era o combinado? Um dia eu, outro você, você falou que ia me...

- Ai ta, ta bom - interrompi o discurso apelão dela - eu vou, não precisa de discurso não - ela riu 

- Pega um trocado na minha carteira - eu revirei os olhos, levantei, peguei cinco reais na carteira dela e sai, desci a rua correndo até porque estava atrasada, a padaria era perto mas ainda tinha um pouco de dificuldade de acha-la, esse bairro era todo confuso, eu e minha mãe acabamos de nos mudar, morávamos em Porto Seguro,eu era muito tranquilo, passava uma paz fora do normal, porém ela decidiu abri uma loja juntamente com a minha tia aqui em Salvador, foi uma decisão bem arriscada, mas até agora esta dando certo, minha mãe sempre teve o sonho de fazer moda, sinto que atrapalhei um pouco a vida dela perante isso, já que assim que engravidou cancelou todos os seus planos para começar a trabalhar, deixando essa parte de lado, eu admiro essa mulher demais, minha vó faleceu quando ela tinha 15 anos de idade, deixando ela e minha tia, ela me teve extremamente nova, com 16 anos, meu "pai" não quis assumir, sumiu no mundo assim que descobriu a gravidez, quando eu tinha 5 anos de idade minha tia casou e se mudou aqui pra Salvador, e desde então somos só nós duas, eu admiro demais essa mulher, nunca me deixou faltar nada, já trabalhou até de faxineira pra me dar tudo de bom e do melhor, apesar de termos uma condição humilde, não tenho direito de reclamar de nada, e eu ralo muito pra retribuir isso a ela. A padaria pra me ajudar estava lotada, com uma fila desnecessária, parei na fila e comecei a olhar os doces que estavam na minha frente, babando né, um com cara de mais gostoso que o outro

- Esse doce é uma delicia 

- Oi? - olhei pro dono da voz, era um garoto alto, com o cabelo raspado nas laterais e alguns cachinhos em cima e o nariz enorme

- esses doces que você ta olhando, são uma delicia 

- aé? nunca comi, na verdade é a segunda vez que venho aqui, mas tem cara mesmo

- nossa, você tem que provar então, melhor doce da região apesar que você não deve ser daqui né? ou acabou de se mudar?

- acabei de mudar, faz duas semanas na verdade

- ah sim... você era de onde? - garoto curioso gente

- Porto seguro

- sério? sempre quis ir lá, dizem que é lindo

- realmente... lá é maravilhoso, bem diferente daqui, não que aqui seja feio né - ri - é lindo também, mas lá é mais tranquilo

- imagino - nossa conversa foi interrompida pois tinha chegado a vez dele na fila - 20 pães por favor - gente, esse menino mora com quantas pessoas? pra que tudo isso de pão? parei de prestar atenção na vida dele, e voltei a olhar os docinhos, depois de uns 5 minutos esperando, chegou minha vez, pedi meus humildes quatro pãezinhos, e fui pro caixa, o menino curioso estava passando na fila do lado, assim que pagou deu um sorriso e um tchauzinho, eu ri e acenei de volta, apesar de estranho, ele é simpático. Voltei pra casa, tomamos café, terminei de me arrumar e saímos juntas, até porque a lojinha é perto do colégio, só desço alguns pontos antes, assim que cheguei o sinal tocou

- eai pretinha - o Lucas disse assim que sentei na minha carteira

- eai doido - ele riu - tudo bom?

- tudo, e você?

- tudo péssimo né, quinta feira ainda - ele riu

- para de show, falta só um diazinho 

- ai to cansada meu filho, queria que fosse sexta ja, meio dia de preferencia - ele riu, o Lucas foi a primeira pessoa que falou comigo quando cheguei, de cara já pegamos intimidade, ele é bobo demais, já me identifiquei né, ele é todo popularzinho, joga futebol em algum time que eu nunca lembro o nome, as meninas já caiam matando né? Além do fato dele realmente ser muito bonito, tenho que admitir. Tirando ele eu não tenho muitos amigos, aqui é uma escola totalmente elitista, cheio de gente chata, nariz em pé, e eu, bolsista, negra, moradora de um bairro pobre, eles não queriam nem aproximação né, mas não faço questão nenhuma que gostem de mim também, é um sentimento de nojo totalmente reciproco.

- Ana Carolina e Lucas, já cheguei na sala viu? Só pra avisar - a professora disse, cortando nossa conversa, nós rimos e paramos de conversar, as aulas passaram voando, logo bateu o sinal pra ir embora, peguei minha bolsa e fui em direção a saida 

- espera caralho - o Lucas disse correndo na minha direção, eu ri 

- você corre muito feio, certeza que é jogador?

- cala a boca, eu corro lindamente, tudo o que eu faço é lindo, pra combinar comigo - eu revirei os olhos e ele riu - inclusive, tem que ir me ver jogar qualquer dia ein 

- eu não, não entendo nada de futebol, vou ficar perdida lá

- não precisa entender, vai só pra me ver e torcer por mim mesmo

- já tem menina demais fazendo isso Lucas - rimos - imagina, além de ficar que nem uma sombra sua na escola, ainda tem que ir nos jogos, as meninas que você pega me matam meu filho - ele riu

- foda-se elas, você é minha melhor amiga e minha convidada, elas não tem que falar nada, agora na verdade não estou nem te convidando, estou convocando, vai ter jogo domingo e eu quero você lá, vou até segurar um lugar pra você 

- olha, cadeira cativa e tudo, gosto assim - rimos

- é sério besta

- ta garoto, vamos ver, vou pensar 

- pensa com carinho - entramos no ônibus e fomos o caminho todo dividindo o fone, no meu celular dessa vez graças a Deus, esse garoto tinha um gosto musical péssimo, só Deus na causa, descemos no mesmo ponto, ja que morávamos perto, ele morava no centro de treinamento do time que jogava, junto com os outros jogadores, alguns quarteirões depois de casa. Assim que cheguei já fui me despindo, estava um calor do cão. Comi o que tinha sobrado da janta, lavei a louça, e resolvi ir pra casa da minha tia, subi, tomei um banho gelado, coloquei uma roupa fresquinha e sai, fui andando mesmo, já que não era muito longe, já cheguei entrando mesmo, dando de cara com a Isabela.

- não bate mais na porta não? - ela disse rindo

- não, sou da família, não preciso disso - ela riu e eu sentei no sofá com ela, a Isa era minha prima, que na verdade eu considerava irmã, nós eramos grudadas, e continuamos, mesmo ela se mudando pra cá continuamos a nos falar e passar as férias juntas, ela era só dois anos mais velha que eu, porém era totalmente doidinha, as vezes parece que a mais velha sou eu.

- to indo pra praia, vamos? 

- bora, mas me empresta um biquíni ai, não to afim de voltar em casa pra pegar 

- você é folgada ein bichinha - eu ri - pega lá - subi, peguei um biquini e uma saida de praia, sou folgada mesmo, deixei minhas roupas em cima da cama dela, mandei mensagem pra minha mãe avisando onde estaria, voltei pra sala, nós trancamos a casa, montamos na bike e fomos pra praia. Assim que chegamos lá encontramos alguns amigos dela, que eu já conhecia de algumas vezes que vim aqui, eles eram uns amores

- ih ala a chaveirinho - o Gabriel disse assim que me viu, eu ri

- ai me da paz ein Gabriel, da paz - rimos 

- ta fazendo o que aqui pretinha? - a Luana disse me abraçando 

- to morando aqui agora Lu, pra felicidade da nação - rimos 

- felicidade de quem minha filha? se liga né - o Jeferson disse, eu mostrei o dedo pra ele e sentei na areia, ficamos conversando, jogando vôlei, fazendo guerrinha de água... bom, foi bom pra caralho! Quando começou a escurecer, a fome começou a bater em todo mundo e como ninguém tinha dinheiro, cada uma caçou seu rumo né. A Isa me deixou em casa, entrei já debaixo do chuveiro pra tirar aquele tanto de areia que tinha no meu cabelo, terminei e coloquei um vestido, porque aqui o calor não da uma trégua, fiz a janta e logo minha mãe chegou, nós almoçamo, ficamos conversando enquanto assistíamos novela e logo fomos dormir.

(...)



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