História SIMPLY LOVE - G Dragon - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Jay Park
Personagens G-Dragon, Jay Park, J-hope, Jimin, Jungkook, Personagens Originais, Suga
Tags Amor, Big Bang, Bts, Hetero, Jay Park, Simply Love, Sra Suga
Visualizações 21
Palavras 1.698
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


* Resurge dos mortos*
AEEEEEO PORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
CHEGAY!!!
Finalmente consegui finalizar o capítulo! Uh! Não me matem, onegai, a autora ama vocês :3 <3
Bom, boa leitura, e leiam as notas finais
Chu, bolinhos! S2

Capítulo 8 - I Will Not Forget


Fanfic / Fanfiction SIMPLY LOVE - G Dragon - Capítulo 8 - I Will Not Forget


Assim que o avião decolou, ela fechou os olhos. Não queria ver aquele momento, não queria ver que estava partindo... começou a chorar. Se pudesse, faria o piloto voltar, desceria do avião, e da Coréia não arredaria o pé novamente. Todos ali, reunidos, fizeram-na perceber o quão especiais eram: saber que passaria um bom tempo sem vê-los era... destruidor. Burra, burra, burra, era o que repetia a si mesma, Mei queria bater a cabeça em uma parede ou algo parecido. Deixou as emoções tomarem conta, e olhe só o que fizera... quatro anos longe. De Jay, de sua omma, JiMin, tia Nara, Ji Yong... 
Ji Yong.  O que fora aquilo? O último beijo, desesperado, urgente, cheio de promessas. Então, ele a amava. Ele faria aquilo se a megera estivesse ali? E Ji Yong disse com todas as letras: eu te amo. Como todos teriam reagido? Mei não teve tempo para ver, tinha de correr ou perderia o voo. Virar as costas e correr nunca foi tão difícil. Ela soluçava baixinho, dera a sorte de conseguir um lugar na janela: estava situada nas asas do avião, e aquilo fê-la sentir-se mais segura. Nas mãos, estavam as sacolas de Ji Yong e Sarah. Ainda em prantos, enfiou uma das chupetas na boca, na tentativa de conter o choro, sentindo aquele gosto perfeito que lhe trazia as melhores lembranças, depois abriu a sacola da amiga: encontrou uma caixa média, e nela havia um pequeno unicórnio de pelúcia, uma pulseira  — daquelas que tinham pingentes que se completam  —, chocolates, cartas, várias fotos das duas, um chaveiro  e um anel. 
 —  Ah, Sarah, sua boba...  — murmurou consigo mesma, tentando controlar as lágrimas que desciam ao olhar as fotos. Momentos registrados, desde quando eram dois embrulhos com cara de joelho na creche, o primeiro dia de aula, várias de quando estavam no ginásio, o colegial, festas, de quando Sarah quebrou a perna e elas passaram o dia comendo e assistindo doramas no quarto, ou apenas fotos aleatórias, tiradas em ocasiões inoportunas, como uma de Mei em que ela comia lámem: podia-se ver JiMin rindo ao fundo, ela tentara pedir a amiga que não o fizesse, o que contribuiu para que a foto ficasse cômica, ou a de Sarah, dormindo e babando no aniversário de quinze anos: a Park se lembrava bem do clique, fora ela quem tirara a foto, antes de acordar a amiga com um café especial, era convidada da família Kim para participar do momento. Algumas da sessão que fizeram juntas, em comemoração aos 15 anos de amizade estavam entre elas, ao todo eram 30 fotos, Mei contou. Não leu as cartas, não tinha suporte emocional, nem visão o suficiente para isso: as lágrimas caíam sem parar, e ela não queria mais contê-las, apenas sorria, tentando afastar a saudade que já doía no peito. 
  — Ahn, moça...? — sobressaltou-se com a voz ao lado: de início não pôde ver o rosto do menino, mas assim que limpou o rosto, teve vontade de chorar ainda mais.  — Você está bem?
O menino com traços asiáticos falava em coreano, mas tinha um sotaque diferente, como se fosse de outra cidade se não Busan. A pele muito branca se destacava, os lábios rosados e inchadinhos eram chamativos, e os olhos castanhos eram calorosos, embora ele tivesse o olhar tímido. Mas não foi a beleza que lhe chamou a atenção, e sim, a tonalidade dos fios: eram platinados, quase o tom que Ji Yong usava... a diferença era que os cabelos estavam repartidos e "soltos", ele não usava boné. 
  — Oh, sim, estou. — fungou, guardando as fotos e fechando a caixa. — Me desculpe, eu te incomodei? 
— Não. — respondeu de imediato, dando de ombros, e virando-se para a frente: estava um pouco inclinado para ela, tentando ver se estava bem. — É que você estava chorando... 
— Ah, sou meio emotiva, sabe? — limpou o que restava das lágrimas e pegou outro doce: aquele tinha acabado. —  Aceita? 
  — Não posso. — ele mordeu os lábios, olhando desejoso para a chupeta. — Sou diabético. 
— Desculpe. — envergonhada, Mei recolheu os doces, e evitou a sacola de papel que continha o presente de Ji Yong: tinha medo, como se abrí-la fosse a confirmação do que acontecia com ela: a Park, apesar de tudo, não se dera conta. Não queria aceitar.  — Qual o seu nome?
  — Tudo bem. — ele deu um sorriso de canto, o qual Mei achou curioso. — Min YoonGi, e o seu?
— Mei... — respondeu, olhando a sacola de papel. Estava morrendo de curiosidade, e debatia mentalmente sobre abrir ou não. — Park Mei. 
[...] 
— Ji Yong, o que aconteceu aqui? — Yang Mi, ou a sra Park, perguntou assim que viu a filha desaparecer. Todos encaravam-no, em expectativa, quando respondeu:
  — Mi, eu... — ia dizer "posso explicar" e achar uma desculpa, mas não havia desculpas. Yang Mi era a única dos Park, a única mesmo, que, mesmo sabendo dos sentimentos da filha, fechara os olhos para aquilo, como se fingir que não existisse encorajasse a filhar a esquecê-lo. Não era a favor, tampouco contra um relacionamento entre os dois, pelo menos, não até Ha Nui aparecer.     — eu amo a Mei.    
  — ... nesse caso, espero que saiba o que está fazendo.  — a sra Park disse, depois de minutos tentando entender, e suspirou. Olhou para Nara, que apenas sorriu, e todos permaneciam num silêncio mortal. Apenas Sarah lançou a Ji Yong um olhar compreensivo e feliz: torcia pelos dois juntos. Jay apenas suspirou, balançando a cabeça, sabia que, uma hora ou outra, isso ia acontecer, mas não sabia como lidar. 
Aos poucos, um a um, aqueles que vieram se despedir de Mei foram embora, todos com a curiosidade palpável: e Ha Nui, a belíssima namorada de Ji Yong? O que ele faria? O mesmo expirou, fazendo uma prece silenciosa, um pedido para que tudo desse certo. Não se arrependeu de seus impulsos, mas agora tinha que lidar com as consequências. 
  — Conversamos depois, ok? — Jay disse-lhe, ele apenas assentiu, e saiu do aeroporto, indo para o estacionamento. A consciência de que a namorada o esperava no carro, provavelmente pronta para dar um chilique, fez toda a euforia e adrenalina que sentia escorrerem como água pelo ralo. Ainda que o coração estivesse acelerado, ainda que ele ainda sentisse os lábios de Mei sobre os seus, toda a magia tinha sido esmagada pela realidade que lhe esperava. Não teve tempo de raciocinar o quão perto estava dela, tinha-a em seus braços, e agora, estava tão longe... não teve tempo para pensar sobre isso, pois por mais que tivesse se atrasado ao máximo, achou rapidamente o próprio carro. 
Lee Ha Nui parecia furiosa, sentada no banco do passageiro. 
Batia os pés contra o tapete do automóvel, e tinha os braços cruzados. Quando ele entrou, virou o rosto para o outro lado — o que fê-lo lembrar de quando contou sobre o relacionamento para Mei. Mas nem de longe sentiu a angústia que sentira aquele dia, Ji Yong não estava nem mesmo incomodado, apenas formou um bico nos lábios, pensando em quando ouviria a voz de Mei outra vez. 
E em como contaria a Lee Ha Nui, que tinha beijado Mei, na frente de todos daquele aeroporto. 
Porque com toda certeza, se ele não contasse, hora ou outra alguém contaria. 
— Não vai dizer nada? — ela virara o rosto colérico para ele, que apenas gemeu em desaprovação. — Fala sério, Ji Yong! Viu, você ouviu o que aquela pirralha fez comigo? E não fez nada! Eu deveria terminar com você, foi ridículo! 
— Hoje não, Ha Nui. — Murmurou, ligando o carro e o rádio, que tinha acabado de anunciar as horas. 13h10min. — Hoje não. 
— Hoje não digo eu! Estou cansada dessazinha fazer o que quer! Infantil! — ela explodiu. — Olha como me tratou, desde a primeira vez... ela ama você, Ji Yong, e não sei porque diabos, VOCÊ NÃO DEIXA CLARO QUE É MEU! — Ao terminar o desabafo, a Lee estava gritando. 
— HOJE NÃO HA NUI! NÃO ESTOU COM PACIÊNCIA PARA SEU CIÚME RIDÍCULO... NÃO VOU ATURAR VOCÊ FALAR ASSIM DELA!   — O Kwon gritou de volta, nervoso, e ela se virou para ele por completo:
— Não grite comigo! O que há com você? É só mencionar essa menina e nada fica bom entre nós... até parece que você gosta dela! — Os olhos de Ha Nui estavam marejados e a voz era de choro, pura chantagem emocional.    
  — Estou avisando... — a promessa fê-lo fechar os olhos rapidamente, a cabeça de Ji Yong borbulhava, eram tantas questões... a situação com Mei, a situação com Yang Mi, Jay Park, JiMin... até mesmo, seus alunos, muitos dos colegas de Mei estavam ali, o que ele faria dali em diante... 
— É verdade! Parece ser mais homem dela do que meu! Diga-me, por acaso gosta dela, Kwon Ji Yong? — a mulher esperava irritá-lo com aquilo, para que ele negasse. 
— Tudo bem, você está pedindo... — murmurou, apertando os dedos no volante. Estava irritado, muito irritado. Passou o dia inteiro ouvindo-a reclamar, atrasou-se por causa dela, o trajeto para o aeroporto fora um inferno, agregado a disputa contra o tempo... —  Eu amo a Mei. E você sabe disso. 
Lee Ha Nui interrompeu a frase que fazia, na intenção de insultá-lo, incrédula. 
  — É... o que? 
— Eu amo a Mei. Não como irmã, e você sabe disso. Agora pare de me amolar, porque você não entrou no escuro. — ele expirou. — E nada de chiliques, você está ficando insuportável! 
Ha Nui engoliu em seco, derramando as lágrimas que se formaram. Sentia-se humilhada. Tentou falar, várias vezes, mas o som não saia. 
Foi quando notou a camisa totalmente amarrotada do namorado. 
  — Essa camisa, fui eu quem... p-passei pra você...  — nem conseguiu terminar, estava arrasada. 
  — Não vou mentir, pergunte. — O Kwon estava calmo agora, e dirigia com cautela, pronto para o que vinha a seguir. Jogaria limpo, ia expor tudo: cartas na mesa. 
— Ji Yong... você... porque está todo amarrotado? — foi incapaz de perguntar "você me traiu?". 
— Eu beijei a Mei, Ha Nui. — ele preparou-se para os gritos, mas a Lee permaneceu silenciosa. — E sei... que estou errado. Você não merece isso, e estou te contando antes que alguém te conte. Acho melhor terminarmos, para o seu bem. 
A pressão de Ha Nui caiu, ela ficou tonta e recostou-se no banco, muda. 
Não, aquela pirralha não pode ter conseguido isso...    
 


Notas Finais


TANANAAAAAAM
Suga diabético... tive que fazer esse trocadilho, desculpa kkkkkkkkkkk
E aí?! O que acharam?! Comenta aí em baixo, vou adorar saber :3 Fiz esse cap cheio de emoções só pra descontrair, né... XD estava louca pra postar em Simply Love, simplesmente loucaaa! Postei uma one pra vocês com o GD, pra compensar todo esse tempo sem postar... o link tá aí em baixo :3
Kissus S2
>> https://spiritfanfics.com/historia/loser--kwon-ji-yong-g-dragon-9341257


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