História Pecado Prazeroso - Capítulo 1


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Categorias Jay Park
Personagens Jay Park, Personagens Originais
Tags Incesto, Jay Park, Romance, Sexo
Exibições 81
Palavras 596
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi :)
Boa leitura...

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Pecado Prazeroso - Capítulo 1 - Prólogo

Pecado Prazeroso

Washington

Três anos antes

Lizzie

 

  Terminei de passar o rímel e conferi meu vestido. Ajeitei o cabelo e calcei meus sapatos. Era um dia aguardado por mim. Era minha formatura. Um ciclo estava se fechando em minha vida, para outro ciclo começar.

  Fui até a porta do quarto do meu irmão, bati duas vezes e esperei até que ele pudesse abrir. Assim que a porta se abriu, pude ver a imagem do meu irmão plantado em minha frente. Ele vestia uma calça jeans simples e sua boa e velha regata cinza.

— Jay, você não vai? — perguntei, afinal ele seria meu par

— Claro que não.

— Mas a gente combinou! — grito sem paciência

— Você combinou, eu não. — ele revirou os olhos e tentou fechar a porta, coloquei a mão evitando que ele acabasse com aquela conversa.

— Você... Jay, por favor, eu não tenho companhia.

— Não me importo

— Tanto faz. — tirei a mão da porta e me virei.

  Eu teria que ir ao baile sozinha, eu não me importava, na verdade eu me importava sim. Por um momento quis chorar, mas engoli aquela vontade de deixar as lágrimas correrem pelo meu rosto.

— Eu não preciso de você, Jay. — falo sozinha assim que desci as escadas

//

  Já se passava das quatro da manha. O sol não havia nascido, mas a escuridão da noite não era tão forte. O céu já clareava. Tirei os sapatos e chequei meu celular, mamãe não havia retornado minha ligação, então ela já estava vindo. Senti minhas pernas vacilarem, mas conseguir ficar em pé.

  Todas já haviam ido embora, era exatamente cinco da manhã. O carro da mamãe parou, andei até o veiculo. Assim que abri a porta vi Jay no volante.

— Cadê a mamãe? — perguntei entrando no veículo e batendo a porta com força

— Você está vendo ela aqui? — ele retirou o cinto de segurança e se virou me encarando

— Seu idiota, vamos que eu estou cansada.

  Ele não respondeu, apenas ligou o carro e deu partida, o caminho de casa nunca fora tão longo. Jay dirigia atentamente, embora estivesse cansado, era notável pelo tamanho de suas olheiras.

— Onde estava?

— Por que quer saber?

— Porque quero saber se me trocou por algo mais importante. — digo baixo mais o suficiente para ele escutar

— Estava em casa, bebendo.

— E isso foi melhor do que ter me levado ao baile? — cruzei os braços fitando a estrada

— Sim.

Bufei e ele parou o veículo.

— Será que dá pra você parar de ficar puta comigo? Só porque eu não quis ir na droga de baile com você. — ele disse alto.

— Você é patético garoto! — gritei

— Tanto faz... — ele voltou a dirigir.

  A chuva caiu, estranhei afinal o céu estava limpo. O clima estava ruim dentro do veículo, odiava ficar mal com Jay, nós nunca brigávamos, mas recentemente tudo que fazíamos eram trocar ofensas. Resolvi pedir desculpa mesmo ele sendo errado.

— Me desculpe Jay... — sinto o olhar dele sobre mim

— Acho que era para mim falar isso. Me desculpe, irmãzinha.

  Tudo estava no lugar, mesmo chateada eu não queria ficar brigada com Jay, por algum motivo ele era a pessoa que eu mais gostava de estar perto. Talvez esse tenha sido o motivo que chamei ele para o baile.

 Nós nos olhamos por um segundo, antes mesmo que pudéssemos sorrir um paro outro, senti o impacto. Foi doloroso. Tentei me manter acordada mais minha cabeça rodava, o vidro cortou minha pele. A ferragem me pressionava. Olhei para o lado e não vi Jay. Desespero, essa foi a palavra do último sentimento que eu tive antes de apagar.

Jay!


Notas Finais


Enfim, é isso, eu tive que reescrever o prólogo.
Qualquer é só me falarem.
Bjs :)

PS: O nome da fic foi alterado para português, perceberam né? kkkk Motivos: gosto mais desse título em português


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