História Síndrome de Estocolmo - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Drama, Justin Bieber, Parker, Síndrome De Estocolmo
Exibições 31
Palavras 2.708
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Josei, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


É, eu sei que eu demorei mais do que eu disse que demoraria (o que é bem verdade), mas eu fiquei doente, tive que fazer alguns trabalhos/estudar para provas e ainda tive um bloqueio criativo.
Talvez essa parte do bloqueio criativo me atrapalhe muito, mas eu vou fazer de tudo para postar pelo menos um capítulo por semana (não garanto).
Quero agradecer imensamente a minha amiga Giulia, que me ajudou a escrever esse capítulo me dando algumas ideias. Sério, obg linda! :')
Eu estou postando esse capítulo pelo celular, então os parágrafos vão ficar meio estranhos.

Enfim, boa leitura! *-*

Capítulo 3 - Die Young


  POV'S "Deus"

Meus olhos estavam vidrados nas esmeraldas enormes que me fitavam. Pela expressão nos olhos da mulher creio que se fosse possível já teria arrancado toda a minha roupa. Ah, como eu queria que ela pudesse fazer isso!

Acho que meu organismo está um pouco enferrujado, porque depois do sexto shot de tequila estava me sentindo um pouco tonto. Deve ser esse o resultado de mais de quatro meses sem ingerir álcool.

Eu ainda não conseguia desgrudar
meus olhos da deusa grega que agora vinha na minha direção. Sério, ela era linda demais para ser real, na verdade, pelo meu estado de provável embriaguez ela provavelmente não é real, ou pelo menos não é tão bonita quanto eu acho que é. Mas eu não vou ligar pra isso, estou afim de sexo não importando com quem.

Depois de muitos outros shots de tequila e troca de olhares a mulher veio ao bar pegar mais uma cerveja. Foi aí que eu decidi garanti minha noite.

-Deixa que eu pago. - A mulher sorriu e eu entreguei o dinheiro ao barman. Ela tirou uma mecha do cabelo loiro do rosto e se sentou ao meu lado. - Sou Justin.

-Valeu pela cerveja. Bonnie. - E assim começamos a conversar.

Não prestei muita atenção na conversa, até porque eu não conseguia desviar meus olhos do enorme par de seios da mulher. Só sei que nas partes que eu prestei atenção dava para saber que ela é universitária (como praticamente todo mundo daqui) e veio de New York
para passar uns dias.

-Nós deveríamos ir para um lugar mais calmo, não acha? - Questionou Bonnie, mordendo a ponta da minha orelha de maneira provocativa. Estava louco para que ela quisesse algo logo, até porque eu não poderia ficar ali a noite inteira esperando sua boa vontade. Me limitei a sorrir e segui-la.

Fomos para o andar de cima, onde estavam os quartos. Era bem fácil ouvir os gemidos vindos dos outros quartos, o que com a ajuda das luzes fracas dava um clima muito mais sensual ao lugar. Entramos no único quarto em que a porta estava aberta, fechando a porta logo em seguida.

Era um quarto bem comum (se fosse levar em consideração o preço que é pra conseguir acesso a um desses), mas como não precisaria de nada além de uma cama estava tudo bem. Fechei a porta indo até a mulher que estava sentada na cama.

Puxei a loira da cama, prensando-a na parede azul marinho. Mordi seu lábio inferior dando início ao um beijo totalmente necessitado. Tudo nela parecia me excitar naquele momento. O gosto de cerveja misturado com canela, seus dedos que puxavam meu cabelo, os suspiros que ela soltava quando nossos lábios se separaram, tudo, exatamente tudo, me deixava mais louco por ela. Quem sabe essa seja minha melhor foda de todos os tempos. Bem, era isso que eu pensava e esperava.

Joguei seu corpo na cama, começando a me despir. Não estava muito afim de enrolação, então ficar com roupas atrapalharia muito. Percebendo minha pressa Bonnie começou a retirar seu vestido, deixando a mostra seus seios.

-Percebi que você ficou encarando eles a noite inteira. - Bonnie começou a apertá-los, deixando os mamilos rosados aparecerem entre seus dedos. -Então por que você ainda não veio brincar com eles? - Beleza, aquilo era tudo que eu precisava ouvir.

Fui até a mulher começando a massagear o belo par de seios que ela tinha. Bonnie por sua vez, estava começando a respirar de forma pesada, soltando vez ou outra um gemido fraco. Eu nunca havia ficado excitado só com os gemidos de outra pessoa mas com ela foi diferente, de fato aquela seria um transa inesquecível. Caí de boca em seu mamilo esquerdo, chupando-o com toda a vontade que eu fiquei a noite inteira.

-E-ei...eu também quero...ahn...brincar... - Gemeu ela, me fazendo parar. Estava esperando ansiosamente ela dizer isso, então não perdi tempo e me sentei na beirada da cama.

Bonnie se ajoelhou e começou a puxar  minha boxer devagar, mordendo o lábio inferior quando enfim meu membro saltou para fora. Ela não perdeu tempo e começou a lamber toda a extensão do meu membro, me fazendo ficar com a respiração um pouco pesada.

Acho que meu corpo realmente estava começando a enferrujar porque quando ela começou a chupar minha glande eu quase tive uma ejaculação pra lá de precoce. Tentei a todo custo ignorar meu corpo e continuar na mesma, arfando somente quando ela começou a de fato movimentar a boca dela em meu membro.

Bonnie ia cada vez mais rápido me fazendo ver estrelas. Com toda certeza se eu fizesse um top dez de melhores boquetes que eu já recebi ela estaria entre as três primeiras. Meus gemidos roucos começaram a se tornar mais altos, assim como a música do lado de fora, que dizia a todo momento para aproveitarmos  noite.

Let's make the most of the night Like         

we're gonna die young

Eu sentia que estava cada vez mais próximo de um dos melhores orgasmos da minha vida quando meu celular começou a tocar alto, cortando totalmente o clima.

-Acho melhor você atender... - Dava pra ver que ela estava tão frustrada quanto eu, mas eu não tinha nenhuma opção além de atender aquela merda.

-Sinto muito senhor "Deus", mas sua folguinha acabou. - A voz debochada de Kimberly me fez trincar os dentes. - Pela sua frustração atrapalhei algo.

-Sim, você atrapalhou. - Respondi de forma grosseira, ouvindo um suspiro do outro lado.

-Pra quê essa grosseira?! Na próxima aproveite melhor seu tempo. Vou desligar então até quando você chegar aqui. Beijinhos. - Grunhi de frustração e atirei meu celular longe.

Comecei a catar minhas roupas com raiva, tendo toda a atenção de Bonnie em mim. Dava pra ver que a raiva era algo presente em nós dois, mas acho que eu estava bem pior que ela. Creio que ela não ficou quase seis meses dedicando sua vida à bisbilhotar a intimidade de alguém, muito menos cuidando para que essa pessoa não fizesse nada demais.

-Sinto muito por isso. - Sorri constrangido pegando minha jaqueta. Bonnie estava ajeitando o vestido, então nem sequer prestou muita atenção em mim.

-Tudo bem. - Bonnie acendeu um cigarro e pegou sua bolsa. - Espero que se existir uma próxima eu possa aproveitar você. - E assim ela saiu do quarto, me deixando sozinho/excitado/frustrado/com pensamentos homicidas.

                   
                         [...]

Se eu dissesse que não tomei todo o fardo de cervejas que eu comprei em uma loja perto da casa onde eu estou seria mentira. Acho que beber só me deixou mais frustrado e com mais vontade ainda de descontar minha raiva em alguém, mas em quem? Bem, aí é que está o problema.

Abri a porta do quarto em que Melany estava com força, sem nem sequer ligar para o fato dela descobri onde está. Só queria muito descontar a raiva que eu sentia pela minha noite desastrosa, e com certeza não existia ninguém melhor que ela para sentir minha raiva, até porque se eu estou ali a culpa é dela.

Melany deu um pulo, quase batendo sua cabeça na guarda de metal da cama. Ela estava assustada, olhando para mim como se eu fosse o diabo. Naquele momento eu realmente senti que de fato era o mais perto dele na Terra.

-Sua vadia maldita. - Grunhi, levantando-a por uma mecha de cabelo. Dava para ver o medo em seus olhos e eu não vou mentir: estava amando a expressão de pânico dela. - Você sabe o que fez? Sabe?! - Ela mexia a cabeça mostrando que não sabia, mas eu sentia que ela estava mentindo. - VOCÊ SABE SIM! - Gritei, dando um tapa em sua face. Estaria mentindo se não dissesse que gostei de ver seu corpo tremendo e sua respiração falhando. - Você atrapalhou a que seria uma das melhores fodas da minha vida. Está feliz?! - Ela negava com a cabeça, começando a se encolher cada vez mais. - Bem, de qualquer forma você vai ter que terminar o serviço. - Grunhi, começando a abrir minha calça.

Eu não sei direito quando essa ideia me pareceu boa, só sei que sentia que era o certo a se fazer. Beleza, isso não chegava nem perto de ser algo certo, mas agora eu já estava ali, com a calça arriada e o membro pulsando.

-Po-por favor não... - Dizia ela aos prantos.

-Sinto muito, mas hoje eu não vou ficar sem uma foda. - Respondi, indo até a cama.

Abaixei sua calça, abrindo bem suas pernas. Ela se debatia muito, sentando a todo custo se soltar da algema. Segurei seu pulso com uma das minhas mãos e tampei sua boca com a outra. Não queria que ninguém a ouvisse gritar, se é que ela vai fazer isso.

Melany tentou fechar as pernas porém, consegui colocar minhas pernas no meio antes. Eu estava louco para penetrá-la logo e terminar o serviço que Bonnie não conseguiu.

-Não se preocupe, eu vou amar isso. – E assim penetrei ela com força. Melany gritou, mas este foi abafado pela minha mão.

Sentia o sangue escorrendo de seu interior apertado, mas eu estava muito concentrado em me aliviar para me importar com isso. As lágrimas molharam todo o seu rosto e minha mão e seus gemidos eram de pura dor.
Ia cada vez mais rápido, gemendo baixo cada vez que seu interior me apertava na tentativa de me “expulsar”. Estava em total êxtase com aquilo, era como se eu estivesse nas nuvens. Soltei um gemido um pouco mais alto quando enfim conseguiram gozar, me desfazendo dentro do útero da mulher.

Fiquei um tempo na mesma posição, apenas fitando a mulher que tremia e chorava abaixo de mim. Eu estava ofegante, e ela praticamente se afogando nas próprias lágrimas.
Sai de dentro dela, fechando minha calça. Poderia ter ficado para limpar a bagunça, mas estava muito cansado para fazer qualquer coisa. Apenas fechei a porta, deixando a mulher atirada na cama.

       
                 POV'S Melany

Com toda a certeza, essa é a maior dor que eu já senti...

Não consegui dormir aquela noite por causa da dor. Minhas pernas doíam muito, assim como todo o meu corpo. Pensei que aquela vez do seu surto eu tinha sentido dor, mas nada se comparou a essa. Pensei que aquela história de "feridas na alma" não significavam literalmente o que significam, até porque eu não sabia que era possível sentir aquele tipo de dor (até agora).

As batidas na porta fizeram meu corpo tremer de um jeito que eu nem sabia que era possível. Acho que dessa vez eu estou realmente traumatizada. Talvez não literalmente traumatizada, mas em choque com certeza. Fechei meus olhos com força, rezando para que ele não estivesse mal intencionado dessa vez.

-Nós temos que conversar. – Sua voz estava mais firme do que nunca. Abri meus olhos devagar, encarando as orbes claras do homem.

Eu estava assustada, lembrando do motivo de ter uma pequena poça de sangue na cama. Tinha muito medo dele querer uma segunda rodada, até porque sentia que meu corpo não aguentaria.

-O-o que você quer? – Minha voz estava trêmula e eu sentia que estava soando frio.

Me encolhi amedrontada quando ele começou a se aproximar de mim, ainda me fitando com firmeza. Eu ainda rezava para que toda a minha vida nos últimos dois meses fossem só um pesadelo, mas eu acho que depois de tanto tempo eu já teria acordado.

-Eu preciso de um favor seu. – Suas mãos puxaram o lençol que cobria meu corpo. “Deus” examinou todo o “estrago” com frieza, soltando um suspiro pesado depois de um tempo. – Não pensei que o estrago fosse dessa magnitude. – Ele se inclinou na minha direção, abrindo a algema. Acho que se fosse em qualquer outra ocasião teria arranhado ele no momento em que fui pega no colo, mas eu me sentia tão fraca que nem sequer conseguiria fazer isso. 

Ele me levou até o banheiro, me sentando na borda da banheira para me ajudar a retirar o resto das roupas. Ficar sentada era uma tortura, mas eu tinha que pelo menos fingir que não me importava.

Depois que ele me ajudou a me despir, “Deus” me colocou na banheira, ligando a água quente (que eu nem sabia que tinha), para encher a banheira. Era como se a cada centímetro que a água subia, mais eu sentia dor. Não conseguia sentir nada encostando em mim, e com a água não seria diferente.

-Se lave que eu vou ajeitar tudo. – Concordei com a cabeça pegando um sabonete. – Volto em alguns minutos para te ajudar a sair daí. – Fui deixada sozinha novamente.

Eu não posso dizer que a água fez milagres no meu corpo, mas quando “Deus” me ajudou a levantar com toda a certeza estava me sentindo bem melhor. Talvez a água quente tenha anestesiado tudo, ou talvez eu só estou querendo acreditar nisso.

“Deus” me largou na cama (que agora tinha lençóis limpos) se sentando ao meu lado.  Ele continuava me encarando de forma estranha, provavelmente pensando sobre o que ia me falar.

-Voltando ao que eu ia falar... – Fiquei encarando o homem, esperando que ele dissesse seja lá o que fosse logo. “Deus” mexeu no cabelo nervosamente e voltou a me encarar. - ...Eu queria pedir que isso ficasse só entre nós dois. Não seria agradável se alguém mais soubesse. – Não entendia o porquê daquilo, mas não iria ser eu a infeliz que negaria algo pra ele.

-Ok... – Respondi um pouco receosa. Era obvio que eu ia comentar isso no futuro, mas ele não precisava saber (ainda).

Depois disso eu me limitei a prestar atenção no noticiário, que pela ironia do destino era meu único divertimento. As notícias sobre meu desaparecimento eram cada vez menores e até onde eu entendi a polícia está começando a ficar sem ideia de onde me procurar. Sem falar que ninguém descobriu nada sobre meus sequestradores, o que deixava eles procurando uma agulha num palheiro. Com toda a certeza vou ficar muito tempo aqui.

Queria muito saber como está meu pai e minha irmã, e se eles sentem tanta falta de mim quanto eu sinto deles. Talvez se eu tivesse sido mais cuidadosa não estaria aqui, sofrendo como nunca antes. Não posso dizer que estaria em paz, até porque eu estava me desentendendo muito com a minha irmã, mas estaria bem melhor do que agora. 

   
                    POV’S “Deus”

-Você já fez muita merda, mas hoje você está de parabéns. – Respirei fundo para não socar a cara do meu amigo (até porque ele estava certo). – Sério Justin, o que você vai fazer se ela abrir a boca?

-Na verdade eu ainda estou pensando nisso. – Traguei meu cigarro como vontade, sentindo a fumaça se entranhando nos meus pulmões. Comecei a fumar muito mais depois de tudo, acho que o nervosismo está me matando aos poucos. – Queria encontrar algum jeito dela não contar por vontade própria, mas acho que isso é impossível. – Comentei colocando o cigarro no cinzeiro. Meu amigo parecia pensativo, como se pensasse algum dos seus planos estranhos.

-Na verdade existe sim. – Arqueei a sobrancelha, esperando ele continuar sua linha de raciocínio louca. – Tipo, porque você ia querer ferrar a vida do cara que você gosta? – Encarei ele perplexo, tentando entender o que diabos ele queria dizer com isso. Na verdade eu meio que entendia o que ele queria dizer,  mas era algo tão bizarro que eu realmente nem sei se ele quer dizer isso mesmo.

-Ryan, pelo amor do que você acha mais sagrado, me diz que não é isso que eu estou pensando. – O homem riu e estralou seus dedos, como sempre faz quando está entediado.

-Eu espero que seja, porque isso vai salvar sua pele.  – Ryan se inclinou na minha direção, me olhando fixamente. – Pensa bem no assunto, Justin. – Dito isso ele saiu da sala.

-Realmente eu vou pensar muito bem nisso. – Comentei para as paredes, jogando minha cabeça para trás.
Eu acho que esse não vai ser o momento mais glorioso da minha vida mas fazer o quê? Não vou fazer mal a ela, pelo menos não fisicamente. Acho que infelizmente esse vai ser meu único jeito de passar por isso ileso.

Se prepare Melany Parker, pois eu vou fazer você se apaixonar.


Notas Finais


Sinceramente eu não sei se a cena Hot ficou boa, até porque eu nunca tinha feito uma.
Espero que vocês tenham gostado do capítulo e até o próximo! *-*-*


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