História Síndrome de Estocolmo - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~Sopaah

Postado
Categorias Originais
Exibições 51
Palavras 1.040
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Slash, Survival, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Desculpe demorar para postar! Tive um pequeno bloqueio criativo e não tinha idéias, obrigado por acompanharem nossa obra!

Capítulo 3 - Provas ilusórias


Camile Cooper, 1 semana após desaparecimento...

Poucos dias depois do desaparecimento de meu irmão, minha casa virou uma bagunça. O estresse e preocupação toma o ar de nossa casa me deixando mais desconfortável a cada dia. Eu apenas queria que tudo fosse como antes...

Mesmo o odiando pelo seu jeito mimado e narcisista, ele ainda é meu irmão.

Não posso andar de cabeça baixa, isso só deixaria meus pais mais tristes, claro que ficariam.

Estou à caminho de um discurso para explicar o acontecido junto de meu pai, eu não queria sair de casa e compartilhar uma situação delicada para estranhos porém não posso fazer nada em relação à isso, apenas tenho que aceitar.

Ao chegar no palco fico ao lado do meu pai esperando minha vez e olho para o público. A maioria eram pessoas famosas e ricas, provavelmente vivem na burguesia que nem eu e meu irmão vivemos, e nasceram em berço de ouro. Bom, eu não tenho nada à reclamar.

Meu pai pede silêncio e começa a falar:

― Olá senhoras e senhores, estamos aqui presentes para falar de um acontecimento terrível em nossa família... ― Ele choraminga ―Nosso filho, Lucas Cooper, está desaparecido desde a última sexta-feira sem deixar pistas, a polícia está investigando o caso o mais rápido possível e nenhum de nossos conhecidos ou amigos de Lucas o viu depois disso. Não podemos contar muita coisa, mas não posso revelar mais do que isso. Deixarei agora minha filha, Camile Cooper, falar sobre.

Na verdade, meu pai não está não está preocupado com meu irmão, mas sim, com os negócios da família, que vão ser passados para ele quando meu pai se aposentar. Se meu irmão não voltar mais, ele não conseguirá levar seu trabalho adiante, motivo? Ele me odeia, ele acha que eu não serei o suficiente para liderar isto como meu irmão, estou convivendo com ele apenas pela mamãe.

Subi em cima do altar onde estava um papel com falas escritas para eu dizer, como se fosse apenas um teatro feito para enganar aos meus olhos.

Comecei à discorrer o meu ponto de vista e contei sobre como meu irmão era, de uma forma que não manche a imagem de minha família.

10 minutos depois...

Como falar pode ser tão cansativo? Bom, pelo menos acabei. Agora só quero ir para o meu quarto e dormir.

Lucas Cooper, sem conhecimento do tempo e de sua localização...

Fico pensando como minha família deve estar, provavelmente já devem estar fazendo um escândalo, acho que toda família faria? Bom, eu não ligo, eu já estou amando ficar aqui, mesmo que seja um lugar asqueroso e sujo, tenho Jackson! Eu descobri enquanto eles falavam, foi difícil ouvir oque aquele cara com máscara fala, deve ser ruim respirar ali dentro.

Toda tarde ele vem ver como eu estou, ele não é fofo? Ele é tão lindo, eu não entendia oque sentia no começo, mas com o tempo consegui perceber oque era... era amor! É muito estranho esse sentimento, quer dizer, eu já estive com outras pessoas mas era apenas por meu dinheiro ou pela minha beleza. Com Jackson é... mm... eu realmente não sei, é bom? Bom, não vou perder meu tempo pensando em coisas bobas, ele deve chegar à qualquer momento!

Minutos depois, a porta se abre.

O homem que usa aquela máscara passa pela porta, destruindo minhas expectativas. É meio estranho ter ele aqui, quase nunca vem aqui! E quando vem, é pelo Jackson, provavelmente ele funciona como um vigia noturno, é mais fácil já que ele pode tirar a máscara quando quiser sem se preocupar com as pessoas.

Ele olha pra mim e senta na cadeira empoeirada que Jackson costuma sentar pra me observar. O silêncio começa a tomar conta da sala. Decido tomar uma iniciativa:

― Hey... você é muito calado... o gato comeu sua língua?

Ele me ignora.

― O jacaré comeu sua orelha também?

O cara mascarado suspira e pega uma caneta e um bloco de notas pequeno. Ele escreve “Eu não quero falar”.

― Você é muito chato, eu prefiro o Jackson...

Ele fica surpreso, imagino como deve ser seu rosto, e escreve rapidamente “Prefere? Estou desapontado, parece que não fiz o papel de sequestrador charmoso direito de novo...” e inseri um rosto triste ao lado.

― Pelo menos você tem senso de humor. ― O elogio.

― Qual é seu nome?

Minha pergunta o fez ficar triste e abaixar a cabeça, mas posteriormente a ergue. Pega novamente seu bloco de notas, pensa e transcreve: “Eu não posso dizer...”.

― Então seu nome vai ser... Loy!

Pergunta “Loy?”.

― Tem um segredo por trás desse nome, se você descobrir, apenas se descobrir, eu te conto um segredo.

Ele aceita.

No final, acho que o gato não comeu a língua dele, Loy é apenas um panda quieto.

Agente 148, 1 mês após o desaparecimento...

Meu nome é Abel Sirhan, em meu trabalho sou chamado como Agente 148, isso porque eu participo muito de casos de sequestros e desaparecimentos, na maioria das vezes acaba bem sucedida.

Desta vez, investigo sobre o desaparecimento de Lucas Cooper, garoto de 17 anos, estatura média e filho de um grande e famoso executivo em Kaping Ville.

Sua última aparição foi em uma festa na casa de seu melhor amigo, Patrick Garcês. Os envolvidos informaram que ele estava acompanhado de um cara de cabelos negros, entre seus 20 à 25 anos.

Não foi deixado pistas algumas, minha companheira de equipe, Lais Pacheco, foi investigar a casa dele e de Patrick Garcês enquanto entrevisto os principais suspeitos. Coloco meu óculos e fico esperando Lais chegar, ela já deve estar voltando.

20 minutos depois...

― Senhor, senhor... ― Alguém me cutuca tentando me acordar.

― Ahn?

― Sou eu, Lais... ― Responde.

― Ah! É você... eu só cochilei um pouco... ― Digo sonolento.

― Consegui perceber. Bem, olhe isso. ― Ela me mostra um cartão de acampamento que fica ao norte da cidade, localizada na floresta Leugen.

― Isso quer dizer que...

― Sim, pode ser esse o lugar, mas para isso temos que verificar a área primeiro, eu não confiaria muito por ser apenas um cartão comum, mas quem não arrisca não petisca, não é?

― Ok, vamos amanhã...


Notas Finais


Mystery! Mystery everywhere!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...