História Sing Me To Sleep [Interativa] - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Fanfic Harry Styles, Fanfic Interativa, Fanfic Louis Tomlinson, Harry Styles, Hot, Louis Tomlinson, One Direction
Exibições 21
Palavras 2.634
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom dia pessoas :)
Tenham uma ótima leitura e desculpem essa pessoinha aqui pela demora.

Capítulo 9 - What Happened, After All?


Fanfic / Fanfiction Sing Me To Sleep [Interativa] - Capítulo 9 - What Happened, After All?

- Olha eu sei que não devia mas... - se aproximou de mim, parando ao meu lado perante a grande vidraça. - Precisamos conversar.

- Sobre...? - virei-me para ele, logo me arrependendo de ter o feito pelo fato de já não saber nada só de me perder naquele azul indecifrável de seus olhos.

- Você sabe. - dito isso apenas continuamos nos encarando em um silêncio eloquente. - Aquilo.

- Não sei do que você está falando. - foi tudo o que eu consegui falar seguindo até meu leito.

- Amber eu sei que não devíamos mas creio que seja preciso esclarecermos algumas coisas. - apoiando em seu braço consegui sentar-me na cama.

- Obrigada. - agradeci cabisbaixa com as mãos sobre minhas pernas. Percebi que com um aceno de cabeça ele sentou-se a meu lado. Isso já está passando dos limites de suportável. Tenho de dar um basta nisso e o mais rápido possível. - Como você está?

- Estou até bem mas não vamos falar sobre isso e sim sobre aquele... Beijo... Se é que foi um... Enfim, você me entendeu.

- Pensei que aquilo tinha morrido ao nascer. - comentei ainda cabisbaixa pois sei que o simples ato de olhar em seus olhos já me deixa confusa o suficiente para fazer alguma besteira. Ou melhor, sentir. - Se for sobre aquilo afetar nossa relação, não se preocupe. - brincava com a barra da roupa que a enfermeira havia me dado para vestir a pouco tempo atrás. - Nem pensava mais sobre aquilo.

- Mas eu não. - uma de suas mãos foram parar nas minhas que logo pararam. - Amber, olhe para mim.

- Você está me assustando. - comentei ainda estática. Aquele contato além de me deixar assustada também estava me deixando um tanto.. Como dizer... Um tanto confortável.

- Não quero que se assuste. - negou com a cabeça. - Quero que me olhe nos olhos e fale que não sentiu nada com aquilo.

- Eu... - ergui meu olhar ao seu mesmo sabendo as consequências deste simples ato. - Eu... Não é questão de sentir algo ou não Louis, mas sim de ser errado.

- Então como é possível sentir algo bom fazendo a coisa errada?

- Louis, por favor, não dificulte as coisas e não me deixe mais louca ainda. - levantei-me, ignorando sua tentativa de manter-me ali. - Você não ver que aquilo não devia ter acontecido?

- É mas aconteceu e sei que assim como eu você também sentiu algo bom! - levantou-se.

- E daí?! - já não tinha mais cabeça e só queria liberar tudo e fazê-lo entender que aquilo é errado. - Você tem namorada!

- Désiré Lamartine? - ele sorriu e naquele momento eu senti não só nojo dele mas também de mim por ainda insistir em manter contato com ele. - Ela me odeia!

- Então termine! - meu tom de voz estava nivelado com o seu. - Não vejo o que há na sua cabeça para continuar um relacionamento com alguém que supostamente te odeia!

- Não é tão fácil assim, Amber! - sem o entender apenas o encarei com nojo. Afinal, quem é Louis Tomlinson de verdade? - Não posso simplesmente chegar e cancelar um contrato!

- Contrato? - mais confusa fiquei. Um silêncio eloquente caiu novamente no quarto e continuei estática o vendo sentar-se na cama.

- É, um contrato. - cabisbaixo ele deslizou suas mãos por seu sedoso cabelo. - Um contrato no qual Désiré e eu temos de ser um casal.

- Está me dizendo que todas aquelas intrevistas, fotos, flagras, posts, declarações de amor... Lousiré... É tudo uma mentira? Uma invenção? Uma encenação só para aparecer? - ele assentiu e eu já não sabia se tinha dó ou mais nojo dele. - Como você pôde? Sabe quantas garotas estão chorando? Quantas você quebrou o coração?

- Eu sei que errei. - continuava cabisbaixo. - A relação fã e ídolo é muito forte e ainda mais Directioners e One Direction. Sei que elas estão sempre nos apoiando, torcendo por nós em cada apresentação, depositando todo o amor delas em nós, tendo que aturar todos os "eles nem sabem da sua existência", brigando com pessoas que falam mal da gente... Sei que elas nos mandam mensagens maravilhosas mas que acabam chorando ao pensar que nós não vimos... Sei que elas sofrem e que não merecem isso mas eu não tive escolha. - ele ergueu seu olhar e quase chorei ao ver lágrimas rolarem por sua face. - Acha mesmo que eu queria machucar minhas garotas? Se sou quem sou hoje é tudo graças a elas.

- Eu... - não tinha palavras para me expressar. Sei que ele errou mas o homem tem disso. Ninguém é perfeito. - Me desculpe.

- O único que deve pedir desculpas nesta história sou eu. - ele limpou as lágrimas. - Mas infelizmente não posso. Não por enquanto.

- E quando, Louis?

- Vou contratar um advogado, sair da Modest, não sei, mas vou cancelar esse contrato. - ele parecia decidido. - Vou fazer isso pelas minhas garotas e que se dane Désiré e suas chantagens.

- As vezes temos de abrir mãos de algo que gostamos por algo que amamos. - sorri para ele, sentando-me a seu lado com uma mão em seu ombro. - Mesmo que isso doa. Mas a vida tem dessas coisas e bom, como você disse, a relação fã e ídolo é forte.

- Obrigado. - ele ergueu seus olhar até o meu e sorri para ele encarando aqueles olhos azuis avermelhados. - Você é uma pessoa maravilhosa.

- Só procuro compreender as pessoas assim como eu gostaria que elas me compreendessem.

- Mas voltando a falar sobre aquilo... Você não me disse se sentiu ou não o mesmo que eu.

- Talvez.

- Talvez? - sorriu. - Você está brincando, não está?

- Toc Toc. - a porta se abriu e vi Aaron parado nos olhando um tanto confuso. Percebi em seu braço alguns curativos. - Ah... Está tudo bem? Estou atrapalhando? Eu posso sair e...

- Não, já falamos o que tínhamos para falar. - Louis levantou-se e eu continuei calada o vendo dar um tapinha no ombro de Aaron. - Se cuida e muito obrigado Amber.

- Desponha. - assenti o vendo fechar a porta e Aaron aproximar-se com uma mochila nas costas. - O que houve com esse braço?

- Acidente doméstico. - deu de ombros. - Como você está?

- Estou bem melhor. - o vi sentar-se a meu lado com um doce sorriso. - E você? Como está e por quê não está na escola?

- Estou bem, obrigado e hoje é sexta, o professor do primeiro horário só chega lá pelas oito.

- Veio com sua mãe?

- Está tão na cara assim?

- Sim porque só ela para te fazer usar esse suéter azul bebê. - sorri não sei se mais da careta dele ou do suéter.

Harry On

Já havia chegado em casa e mesmo querendo conversar e matar a saudade de cada pessoa que estava naquela casa eu tinha de falar com alguém em específico: Anne.

- Pai, o senhor viu a mamãe? - perguntei me aproximar do pai após um longo papo com alguns primos.

- Sua mãe está um pouco magoada desde que veio de Londres. - suspirou. - Estamos preocupados com ela mesmo ela nos dizendo que está bem....

- Mas então, o senhor sabe onde ela está? Quero falar com ela.

- Sim, claro. No jardim.

- Obrigado.

- Não foi nada.

Com um aceno de cabeça segui pela grande casa até chegar ao jardim, onde de longe avistei aquela bela mulher sentada em um balanço debaixo de uma cerejeira que permitia cair algumas flores. Uma bela e confortante imagem. Aproximei-me dela, sentando no balanço do outro lado da árvore. Não poderia me sentir melhor. Aqueles balanços tiveram grande importância na minha infância.

- Acho que não perdi a manha. - comentei pegando um pouco de impulso. - Mas falando sério agora... - parei. - Mãe, me desculpa por ter te magoado.

- Estou bem Harry. - um sorriso fraco se desenhou em seus lábios rosados e isso só me fez sentir pior ainda.

- Mãe, não mente para mim. - ela desviou seu olhar para a sua frente.

- Não estou mentindo.

- Mãe, olha.. - deixei o balanço e aproximei-me dela me agachando perante ela. - Eu fui um idiota ao falar aquilo para a senhora. Posso ser quem for, até o rei do mundo mas sempre farei questão de receber aquele cafuné maravilhoso que só a senhora sabe fazer. - sorrimos. - Eu te amo. Amo desde sua unha do dedão até o fio de cabelo da sua cabeça mas as vezes a senhora... Bom... Sabe que a morte da (S/n) mexeu e sempre mexerá comigo. Sabe, eu amava ela e perdê-la, ainda mais daquele jeito, não facilita as coisas...

- Harry, eu quem pesso desculpas. - suas mãos tocaram minha face de um jeito que fechei meus olhos satisfeito. - Sei como se sente, sei como é perder alguém que você ama, sei que não é fácil. - suspirou e eu abri os olhos. - Também sou culpada.

- Não precisa pedir desculpas para mim, mãe. Sabe que te amo independente do que acontecer e que não seria nada sem você.

- Também te amo meu bebê.

- Então a senhora me desculpa? Me desculpa por ser um tolo? Um idiota de marca maior?

- Claro que sim! - sorrimos. - Você é meu bebê!

- Vem cá mamãe, abrace seu bebê! - a puxei para um abraço, o que resultou em nós dois caídos sobre o gramado e rindo.

- Harry!

- Vem cá Gem, deita aqui. - indiquei com a mão o lugar a meu lado direito e com um sorriso bobo Gem juntou-se a nós. - As mulheres da minha vida! - passei um braço no ombro de cada uma e sorri assim como elas encarando o céu azul sem nenhuma nuvem.

- E eu? - ouvi a vovó perguntar com as mãos em sua cintura e batendo um pé no chão. - A vovó não conta?

- Vem cá mãe, deita aqui. - mamãe sorriu e a vovó continuou parada.

- Vocês estão loucos se acham que vou sujar minha roupa!

Rimos. Ou melhor, gargalhamos mesmo.

....

- Tem certeza de que não quer que eu vá com você? - já era a milésima vez que a mamãe perguntava aquilo e eu apenas negava com a cabeça, tentando manobrar minha moto na tentativa de conseguir tirá-la daquela garagem cheia de trecos que raramente usamos.

- Não precisa mãe. - finalmente só após a mamãe tirar aquela caixa de só Deus sabe o que tem lá, consegui tirar a moto. - A Gem andou usando minha moto, não foi? - perguntei colocando a moto no tripé vendo seu tanque antes cheio agora pela metade.

- Na verdade... - mamãe sorriu sem jeito. Aí tem coisa.

- Na verdade...?

- Pedi para seu pai me ensinar a andar nela. - entregou-me as chaves. - Desculpe.

- Não, tudo bem. - peguei o capacete que estava sobre uma mesa. - Só tenha cuidado para não cair. - depositei um beijo estalado em sua bochecha direita. - Não quero minha mamãe machucada e muito menos o papai.

- Somos Styles, bebê! Andar de moto está no sangue!

- Mãe, desculpa, mas não fala mais isso não. - como resposta recebi um fraco tapinha no ombro e após colocar o capacete levantei o tripé da moto e subi na mesma.

- Aw, você fica tão lindinho nessa moto! - graças ao capacete ela não apertou minhas bochechas. - GEM, TRAZ A CÂMERA! - oh não. Isso não.

- Não mãe!

- Diga X, Hazzy! - antes que eu pudesse reagir Gem surgiu em minha frente com uma câmera e quase cego fiquei com o flash. Ugh, bendita câmera! - Aw, meu maninho é tão fofo! - ele mostrava a foto para mamãe e posso dizer com toda certeza que as duas estavam vomitando arco-íris.

- Posso ir agora? - perguntei e ao virar-me para elas outro flash veio e dessa vez não era de Gem. Era de Melissa, uma prima.

- Essa vai virar camiseta! - ela sorria aos pulos de alegria. - Imagina quantas vou vender!

- Ah eu quero uma! - mamãe logo deu corda para ela e tudo o que tenho a dizer é : Eu mereço.

....

Após descer da moto segui até ao cemitério onde foi feito três túmulos em homenagem a (S/n) e seus pais. Foi uma ideia na qual fiz questão de colaborar assim como toda a população da pacata e pequena Homes Chapel. Eles eram muito queridos por todos sem falar que é uma maneira de demonstrarmos nosso amor por essa família tão boa.

- Olá menino Styles!- Steven, o senhor responsável pelo cemitério cumprimentou-me assim que pelo grande e enferrujado portão passei. Steven Mosley é um humilde senhor que perdeu toda sua família em um incêndio quando criança e após completar dezoito anos saiu do orfanato e arranjou emprego como porteiro e acabou casando-se com Maya, uma bela mulher que logo engravidou mas acabou morrendo no parto assim como o bebê. Steven nao suportou a perda da mulher e filho e então resolveu que iria cuidar do cemitério e morar nele só para ficar por perto de seus amados. Confesso que a (S/n) e eu tínhamos muito medo dele mas após a morte dela vi que estava errado.

Flashback

Lágrimas caiam de seus olhos. Eu estava de joelhos perante o pequeno túmulo feito para a (S/n). Em minhas pequenas mãozinhas estavam algumas rosas. Chovia sem parar fazia alguns dias. O céu estava sempre cinza após sua morte.

- Não tem medo de pegar um resfriado, menino Styles? - ergui meu olhar na direção daquela poderosa voz e encontrei o Sr. Mosley com suas roupas sempre pretas e um guarda-chuva da mesma cor. Admito que fiquei com medo mas a essa altura nada mais fazia sentido. - Venha, vou preparar um chocolate quente para você. - ele estendeu sua mão e eu continuei estático só o olhando. - Olhe, eu sei como é perder alguém que se ama mas pegar um resfriado só irá piorar as coisas. Venha comigo, não tenha medo. - assenti e agarrei sua mão, caminhando entre os túmulos com aquele senhor que eu tanto tinha medo.

Flashback Off

- Olá Steven! - o abracei. - Como está? - perguntei após o abraço ser desfeito.

- Vou levando. - assentiu. - E vós?

- Estou até bem.

- Veio para vê a menina (S/s)?

- Sempre. - sorrimos e saímos andando pelos túmulos, que não eram poucos.

                                   Horas depois...

Daniel On

- SOCORRO! - saí gritando a todos pulmões pelo grande hospital. Meu coração estava para sair pela minha boca. - SOCORRO!

- O que houve? - uma infermeira surgiu em minha frente e eu pus minhas mãos em seus ombros desesperado.

- AMBER SUMIU!

- Como? - ela estava apavorada assim como eu que estava a chaqualhando sem parar. Mas não era para menos. Amber havia desaparecido de seu quarto. - Senhor, por favor, queira manter a calma!

- COMO?!

- Acalme-se, iremos achá-la. - a infermeira falava calmamente mas nem tanto, o que só me deixa mais louco. Como uma garota quase sem forças pode sair se um hospital assim? Como eles puderam deixar isso acontecer? E o mais importante : Onde ela está? Está bem? E o que pode ter acontecido? Só espero que não algo ruim.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...