História Singularidades - Fanfic Interativa - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Escola, Fanfic Interativa, Ficha, Fichas, História Interativa, Interativa, Magia, Peculiares, Poderes, Romance, Sci-fi, Singulares, Super Poderes
Exibições 59
Palavras 2.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oiw! Espero que gostem do capítulo ^^ fiz um pouco na pressa durante a madrugada quando tive um daqueles surtos criativos meio loucos dhsnshdm estou viajando e tals, então desculpem se eu demorar para responder.
Boa leitura~

Capítulo 4 - Capítulo 3


Assim que chegou ao destino, Levi Devitt deixou um sorriso de ansiedade escapar, deixando a mala leve que tinha em mãos sobre o último degrau da escadaria.

Havia tempos desde que o rapaz de baixa estatura estivera num local agradável como aquele. Os anos mais recentes vinham sendo um inferno no meio das frequentes trocas de orfanatos, num eterno vai-e-volta para decidir onde o deixariam. Por sorte, um instrutor de sua escola anterior descobrira sobre suas visões e o enviara para a Academia Orwell, um lugar fascinante e completamente novo para ele.

As paredes altas e brancas da área da secretaria pertencente ao colégio estavam repletas de quadros com pessoas marcantes que tinham sido alunas de lá. Levi não reconhecia muitas das figuras, então apenas aproveitou o breve momento para observá-los mais de perto.

Chegou perto de uma das molduras, vendo o rosto de uma jovem adulta de sorriso doce e pele morena. Sua trança bem feita estava tingida de azul-claro e assim como suas vestes. Ela era, de fato, muito bonita.

— Johanna Mendes, classe de mil novecentos e oitenta e oito. Destaque em Camuflagem e Métodos de Proteção por três anos consecutivos — leu em voz alta.

— Também conhecida como Mulher Invisível pelos Não-Singulares. Ajudou na missão de resgate de um avião desaparecido em mil novecentos e noventa e quatro, a chamada "Missão Aeronave Fantasma" — um timbre feminino soou.

Tomando um susto, o rapaz virou-se e deu de cara com uma garota de cabeleira longa e clara. Ela usava um vestido simples e branco, que, apesar de básico, destacava seus orbes turquesas.

— Apenas fatos históricos — complementou a loira, encolhendo levemente os ombros.

— Imaginei — falou Levi, tamborilando os dedos na perna de forma discreta devido à sua ansiedade constante.

Ambos continuaram percorrendo os próprios olhares pelos retratos até o garoto perder a paciência e puxar conversa no lugar de esperar que a outra fizesse isso.

— Você é novata também ou...?

— Sou — ela sorriu de canto.

— Ah, legal. Sou Levi Devitt, mas, se quiser, também aceito Lee! — disse com um pouco de animação demais, tentando ser mais amigável.

Rosalie Salvatore, porém prefiro Rose — ela se apresentou — Veio sozinho?

— Vim. Quero dizer, trouxeram-me para cá e falaram para eu esperar por aqui, mas não tenho ninguém vindo realmente junto. Tive companhia só no caminho mesmo, entende? — explicou com rapidez, fazendo Rose confundir-se um pouco — E você?

— Meu primo, Nico Adamatti, está comigo. Ele foi falar com a coordenadora daqui ou algo do gênero, mas logo volta — ela deu um sorriso meio tímido.

Neste momento, um rapaz alto entrou na sala, fazendo os dois pousarem os olhos nele. Este, diferentemente de Levi e Rosalie, parecia um tanto familiarizado com o espaço e carregava uma mala razoavelmente grande. Os cabelos castanho-escuros tinham um corte curto e sua altura chegava a ser um tanto destacada entre os outros no cômodo.

— Conhecem Brooklyn Fisher? — perguntou o desconhecido.

Tanto Rose quanto Lee balançaram a cabeça negativamente, gerando um suspiro por parte do outro. Ele parecia bem preocupado.

Pouco tempo se passou e logo o primo de Rose entrou no local, sendo acompanhado por uma moça na faixa dos quarenta anos, a qual usava um blazer acinzentado com o logo da escola e uma saia da mesma cor. Sua camisa clara estava perfeitamente passada e seus saltos baixos reproduziam um som em perfeito ritmo ao atravessar a sala.

— Olá, sou a senhorita Hummel e sejam bem-vindos à Academia Orwell de Singulares! Infelizmente, a diretora está numa reunião no momento, mas cruzarão com ela futuramente nos corredores — a mulher esclareceu, olhando para sua prancheta — Novos alunos? — todos assentiram — Certo... Rosalie, Nico, Levi, Hiram e... Há gente faltando por aqui — concluiu a coordenadora — Bom, veremos isso depois. Sigam-me.

O grupo foi atrás da adulta, que adentrou uma sala escura, com algumas poucas cadeiras posicionadas para uma projeção na parede. Estranharam um pouco, mas preferiram não questionar.

— Peço que se sentem nos lugares com seus respectivos nomes. Em cima cada um deles há duas chaves: a do seu quarto, cujo número está marcado no chaveiro, e do seu armário de aulas de combate, que também está com a numeração anotada em si. Junto disso, tem o mapa da academia inteira para que não se percam, o manual com as regras de nosso colégio e, claro, um panfleto com tudo que será necessário entenderem inicialmente por aqui — ela deu um sorriso forçado — Passaremos um vídeo que deixará clara nossa proposta e funcionamento, além de mostrar um pouco de alunos notáveis daqui. Aproveitem.

A mulher retirou-se num instante, fazendo todos se espantarem, exceto Nico, que, por já ter conversado com a moça, sabia que a singularidade dela era a super-velocidade. Sentando nos assentos indicados, os calouros pareciam um tanto perdidos, todavia se contentaram em somente checar o que haviam recebido.

Um suspiro geral ocupou a sala assim que o vídeo iniciou-se, contando sobre os ilustres anos de história da academia e as matérias que a mesma proporcionava. Tudo bastante explicativo, contudo meio tedioso.

Nico e Rose já estavam sussurrando entre si sobre algo relacionado à escola, enquanto Hiram esforçava-se para não soltar sua opinião sobre aquela projeção. Levi já encarava os próprios pés, brincando com os botões de sua camisa para controlar sua agitação típica.

Quando o vídeo acabou, as luzes acenderam e um grupo de estudantes, acompanhado pela senhorita Hummel, caminhou até o centro da sala. Hiram não evitou demonstrar certa alegria ao ver a irmã mais nova no meio da pessoas presentes.

— Bom, agora que já foram esclarecidos, sinto que ficaram mais confortáveis na companhia de alunos da mesma idade — a mulher riu de leve, ainda que não houvesse motivo — Qualquer dúvida, estou sempre à disposição para ajudá-los na minha sala. Espero que tenham um bom ano por aqui.

A coordenadora logo saiu mais uma vez, deixando os novatos e veteranos apenas se entreolhando. Isto é, com a exceção de Brooklyn, que correu para o irmão, dando um abraço apertado nele. Por sua vez, Hiram correspondeu, envolvendo a garota em seus braços de modo caloroso. Os outros ao redor não conseguiram segurar o olhar de admiração e curiosidade sobre os irmãos Fisher.

— Senti sua falta, Castiel — a menina disse, dando um sorriso ao pronunciar o apelido do familiar.

— Também senti a sua, Brooks.

Não demorou muito para os dois começarem um diálogo sobre como vinham sendo os últimos meses e o que andavam fazendo, todavia acabaram tendo de ser interrompidos para que Stefani informasse algumas coisas solicitadas pela coordenação da escola. Não que ela estivesse muito motivada a parar o reencontro da amiga com o parente, mas dever era dever.

— Oi, gente! Eu sou a Stefy! — a garota de pele morena exclamou — Estes são Louis, Brooklyn e Jonathan — ela disse, apontando para cada um enquanto falava — Nós fomos chamados para ajudá-los nesse primeiro dia aqui. Cada um de nós vai guiar um de vocês!

Stefy deu um pulinho animado, o que fez seu melhor amigo rir baixo, assim como John.

— Bom, vamos acompanhar vocês até seus devidos quartos — Lou coçou de leve a nuca — ... Por que não dividimos quem vai com quem agora, hm? — os alunos novos trocaram olhares — Vou levar isso como um sim — disse num tom divertido — Vejamos...

Brooks apertou de leve o braço do irmão, como se dissesse "pode deixar que eu o guio", fazendo os outros emitirem um riso suave e permitirem a partida dos dois. Ninguém seria louco de separar a dupla novamente, ainda mais naquele momento.

Depois de uma breve pausa, Louis chamou Levi para vir consigo, já Stefy resolveu acompanhar Rosalie, não conseguindo evitar certo receio por saber da singularidade de Nico, o qual terminou sendo guiado por Jonathan, que sequer sabia sobre o poder do rapaz.

———————

— Então, o que te faz um Singular? — Louis perguntou com uma expressão alegre e doce no rosto.

Por mais que não tivesse o costume de corar, Levi não conseguiu conter o rubor em suas bochechas ao ver o adolescente ao lado de si sorrindo. Tinha de ser muito cego para não notar o quanto o rapaz loiro era bonito. Além disso, soube logo de cara que teria um bom relacionamento com ele, visto que, mesmo mal o conhecendo, Lou já havia se oferecido para carregar a mala de Lee até o quarto e feito algumas piadinhas bobas. Louis era um garoto muito gentil e o moreno admirava isso.

— Premonição — mordeu o lábio inferior — E o seu?

— Veja por si mesmo — disse com serenidade.

Tirando uma caneta do bolso, Louis desenhou uma borboleta no próprio braço e esperou sua singularidade agir. O jovem de estatura baixa observou curioso, mas seus olhos arregalaram ao ver uma das asas do desenho desprendendo-se no braço do menino e, sem muita demora, a outra também fazendo isso. Oh, não.

— Essa coisa tá... Viva?

— Totalmente — o de cabelos claros riu um pouco.

Logo o animalzinho pôs-se a voar, pousando delicadamente no dedo de seu criador e seguindo o percurso pelo ar. Lee encolheu-se um pouco, agarrando o braço do rapaz mais alto por impulso.

— O que foi? — Lou deixou um riso percorrer sua garganta.

— Digamos que... Não gosto muito de insetos...

— Tem medo? — abaixou um pouco o volume da fala.

— Medo? Ah, claro que não! — Levi riu irônico — Tenho pavor.

Um tom profundo de vermelho tomou conta do rosto do loirinho ao ver o garoto mais baixo acabar de falar, desenhando rapidamente um saco plástico e prendendo a borboleta dentro dele. Louis não fazia o estilo de pessoa que lidava bem com medos. Não era o tipo de coisa com que se devia brincar, pelo menos na opinião dele.

— Desculpe — mostrou-se constrangido — Eu... V-vou deixá-la no meu quarto. Dou um jeito depois — murmurou, segurando a sacola com a mão oposta à próxima do moreno.

— Tá bem — consentiu, acompanhando o novo conhecido — Qual é o seu dormitório? — perguntou, ainda meio inseguro por causa do inseto tão perto.

— Onze — sorriu de canto.

— Sou do setenta e cinco — comentou o rapaz baixo, olhando para o chaveiro esverdeado com o número de dois dígitos — Seu colega de quarto é legal?

— Tenho um quarto só para mim — respondeu — Todo mundo do quarto um ao doze tem. Uma das vantagens de "destaques da escola" ou coisa do gênero. É uma seleção que acontece em todo final de ano onde são ditos os dois melhores alunos de cada matéria e eles recebem quartos sem colegas e outros "privilégios". Considero tudo isso bobagem, mas Stefy falou que eu merecia isso. Muitos alunos têm dificuldades em Cura e Trabalho em Equipe e ela disse que nada era mais justo que eu receber uma recompensa por estar me esforçando tanto nisso... Acho que ela me mima demais — riu fofo, corando de modo suave.

Quando enfim chegaram ao número onze, Lou jogou rapidamente a sacolinha dentro do local, possibilitando que o de baixa estatura tivesse uma vista parcial de onde o mais velho dormia. Cobertores de estampa xadrez, um abajur de lava, paredes pintadas de azul claro com várias fotos coladas, algumas com pessoas que Lee reconheceu e outras não... Era uma composição divertida e aconchegante.

Logo os dois seguiram para o 75, cuja porta estava perfeitamente pintada de cinza escuro. Um suspiro certamente nostálgico foi liberado por Louis, pegando a chave do mais baixo e abrindo o dormitório.

Os olhos azuis de Lee desanimaram um pouco ao ver o ambiente escuro do quarto, perguntando-se se não poderia dividir o quarto com o loiro ao invés de seja lá quem fosse seu colega com péssimo gosto para cores. Quem juntava armários cor de cobre com paredes em profundo violeta só podia estar com sérios problemas de combinação. Se pelo menos fosse roxo, talvez melhorasse um pouco a mistura.

Havia algumas prateleiras repletas de livros antigos e poucos porta-retratos, acompanhando uma escrivaninha cheia de mapas desenhados à mão, misturados com canetas, réguas e anotações por todos os cantos da mesa. Interessante até.

— Ele nunca aprende a se organizar... — o mais alto suspirou, mas não demorou para interromper seu próprio pensamento — Hey, Levi, o que acha de assistir a umas aulas antes de participar também? — sugeriu assim que a ideia passou por sua mente.

O moreno acenou positivamente, fazendo um risinho escapar dos lábios do outro. Mal podia esperar a reação dele.


Notas Finais


E aí? O que acharam?
Perdão por qualquer erro, eu tive de fazer sem Word e meio apressada :p
Desculpem pelo fato de nem todos os personagens aparecerem, mas equilibrar a atenção para cada personagem, ainda que foque mais em alguns em certos momentos. Ainda preciso me ajeitar com isso ^^
Já estou começando a formar uns shipps aí u_u planejando as cenas e tals... Mas já aviso que um par aparecer inicialmente não significa que ele ficará fixo até o fim.
Próximo capítulo já vamos ter aulas <3 alguma preferência? Comentem, pls!
Beijinhos ><

Ah, fiz uma nova fic interativa: Safety Pin - Interativa. Basta pesquisar e dar uma checada :3 mandem personagens para ela, pls <3 estou precisando! Vou adicionar o link assim que o Wi-Fi melhorar por aqui °3°

PS: FECHAREI AS VAGAS NA SEGUNDA E SÓ HÁ MAIS DUAS DELAS, SENDO AMBAS FEMININAS!


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