História Sinto o gosto da morte. - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lobisomem, Lutas, Mortes, Vampiros, Violencia
Visualizações 4
Palavras 530
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Uma boa leitura a todos neste final de semana.

Capítulo 3 - Internato Ocleys


Fanfic / Fanfiction Sinto o gosto da morte. - Capítulo 3 - Internato Ocleys



Foi nesta ocasião que descobre que existem vampiros e que tudo o que havia me acontecido não era uma alucinação da minha cabeça. Aposto que para vocês também é um choque saber sobre isto, embora muitos de vocês não acreditaram em mim, em nada que há neste caderno ; bem acreditando ou não isso não mudará quem sou ou que existimos.

Seus cabelos negros como a noite destacava seus olhos verdes e curiosos, seus lábios pálidos ainda exalava desejo. Ele era belo e atraente. Suavemente ele depositou a xicara sobre a cabeceira de madeira rústica ao lado da cama e voltou sua atenção para mim.
-Onde estou? E quem é você?-pergunte-lhe sem falha na voz.
-Me chamo Filipe de Valois e a mademoiselle encontra-se no Internato Ocleys. - Um silêncio pairou pelo ar por instantes, dando abertura para que ele prosseguisse. -Como se chama a mademoiselle?
-Isso não importa, Já estou de Saída. Mas obrigada pelo acolhimento.
-sinto muito,mas não poderá parte agora. Preciso antes que me diga de onde veio e onde está seu criador. Ele não deveria tê-la deixado sozinha em sua primeira alimentação, correndo o risco de nos revelar. Diga-me onde está seu Delta.
-Meu delta? Do que você está falando?
-Delta é o vampiro que a transformou. -Nada falei apenas o olhava confusa, pois era assim que estava. -Vós não tém ideia do que está acontecendo não é mesmo? -O meu silêncio confirmava sua pergunta. - Você deve imaginar o que está acontecendo, já que a várias ramificações de nós.
- Eu não sou uma vampira, isso é maluquice.
- A mademoiselle sabe que não. Você se recorda do ataque de ontem àquele bêbado na praça, onde sua sede por sangue o matou e logo enseguida desfaleceu embriagada de sangue. Todos nós nos sentimos assim na primeira alimentação. -Era alarmante o conhecimento dele sobre o que eu havia feito.
-Como você sabe sobre isto?
- Eu estava passando por lá as 3 da manhã quando vi você avança em sua presa e desfalecer, e percebe que estava sozinha, sem seu delta do lado, então a coloquei no banco de trás do carro e o corpo no porta malas, fui até o cemitério da cidade para enterra o corpo em uma cova qualquer e me deparei com um túmulo revirado e ali o enterrei e agora estamos aqui. Diga-me Você sabe quem a transformou?
-Sim, e imagino que aquele desgraçado esteja apodrecendo ou sendo comido pelos urubus agora.
-Se você matou seu delta então como se transformou?
- Eu não faço ideia, imagino que tenha haver com o sangue dele, pois aquele maldito me fez beber seu sangue depois que cravei uma madeira em seu pescoço. -Filipe estava pensativo e calculativo. -Posso ir embora agora?
-Perdon mademoiselle, mas não sairá daqui até á ontem do Conselho.
-O quê? Que merda é essa de conselho? Eu não vou ficar aqui. -caminho a passos firme até a porta, mas Filipe se postar em minha frente, o empurro mas ele não se move, sou pega por ele pelos braços e sou arremessada na cama; antes mesmo de conseguir me ergue Filipe está sobre mim e aperta minha nuca e desfaleço.




Notas Finais


Está muito curto eu sei, mas é só para vocês saberem que não abandonei a história e que estou cheia de ideias. Embora não tenha tempo.


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