História Sintoma chamado Kyungsoo - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens D.O, Sehun
Tags Doctor!au, Dohun, Sesoo
Exibições 482
Palavras 913
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu tardo, mas não falho!

Essa fanfic foi a pedido da Daniele naquele fatídico sábado de bosta, onde a gente tinha que terminar um trabalho chato do nono círculo do inferno bem no tempo e então estávamos perto de desistir quando fizemos o combinado de que ganharia fanfic em troca quem terminasse os trabalhos. E como combinado, aqui está a fanfic dona @daniele, sua Sesoo! Não é lá aquelas coisas, especialmente a capa (porque eu sou uma negação nas artes) mas é de coração! Espero que goste!

E para qualquer outra pessoa que vier favoritar ou ler, espero que goste também!

boa leitura~~

Capítulo 1 - Capítulo Único


 

Talvez fosse aquele monte de café amargo ingerido aos rios durante o plantão. Ou talvez fosse o plantão por si só. E se fosse, talvez, um pouco daquele doce de origens duvidáveis que Baekhyun dera gentilmente com sorriso estúpido no rosto depois da cirurgia, dizendo para que comessem bem? Baekhyun era desses de aprontar. Talvez fosse aquele quarto de descanso que parecia pequeno demais para Kyungsoo e Sehun – o primeiro substituindo um colega naquele fim de semana e o mais novo um residente da emergência no último ano.

Estava calor. Muito calor. E lá fora nevava. Absurdo. Mas Kyungsoo não conseguia cochilar, nem Sehun. Parecia que um fio de eletricidade passeava pelas células de cada um, mantendo-os esquisitos. Então acabaram daquele jeito sem ao menos fazer ideia de como haviam se colocado nele; Sehun sentado no chão frio com um dos pés de Kyungsoo nas mãos, massageando-o devagarinho.

– Doeu, Kyungsoo?

Kyungsoo tinha a cabeça anuviada, os pensamentos bem longe do correto para que conseguisse raciocinar direito, por isso não fez muita questão de preparar seu mental como fazia usualmente ou suspirar bem fundo ao perguntar a Sehun o que aquilo significava. Inclinou a cabeça para o lado, os olhos escuros prendendo-se no residente, e se demorou a dar a Sehun o gostinho do momento enquanto o observava. Depois cedeu curioso, talvez por sentir uma vontade ridícula de empurrar os cabelos negros do rapaz para trás, deixando os olhos bonitos bem evidentes naquele rosto que fazia as garotas do hospital suspirarem.   

– Doeu o quê? – perguntou baixo, deixando os olhos fitarem Sehun demoradamente.

– Quando você caiu do céu.

Kyungsoo riu contido.

– Pensei que você fosse mais criativo – disse calmo. – Mas acho que já está na hora de você parar de andar com o Baekhyun.

– Baekhyun conseguiu um namorado com essas cantadas – Sehun devolveu sorrindo.

– Pelo cansaço qualquer um consegue – falou em meio a um suspiro extasiado ao sentir os dedos de Sehun em seu tornozelo. – Ainda me dói lembrar que perdi um bom dinheiro apostando que as calças de Jongin não cederiam.  

– Baekhyun é um exemplo a ser seguido.

– A ser seguido para o inferno, você diz?

Ambos riram. O silêncio voltou e médico mais velho deixou escapar uma espécie de gemido com a massagem que recebia, fechando os olhos por breves segundos para saborear do contato.

– Quer tanto assim um namorado? – Kyungsoo questionou depois, repassando uma das frases de Sehun em sua cabeça.

– Só se ele puder ser você.

– E acha que vai conseguir alguma coisa comigo usando essas cantadas do Baekhyun?

– Está me desafiando, doutor Do?

– Apenas lembrando que você está nessa há mais de um ano e eu não me sinto nem um pouco tentado a perder minhas calças.

– Tem certeza disso? – Sehun soltou o pé de Kyungsoo e se colocou sobre os joelhos, tentando fazer a expressão mais sensual que conseguia naquele momento. A vergonha já lhe matava internamente, mas não estava em condições de deixar que a danada o dominasse de novo como tinha feito por quase todo o tempo de sua residência ou quando Kyungsoo lhe sorria sem motivo algum. E Sehun agradeceu mentalmente por Baekhyun ser um bom amigo e não ter colocado leite naquela sobremesa, porque também não seria nem um pouco divertido sofrer da sua intolerância à lactose justamente ali, ao ponto de estragar o clima e o ar do quartinho minúsculo. – Porque eu não sou desmaio, mas posso te fazer perder os sentidos.

Kyungsoo soltou um riso e remexeu as pernas, prendendo-as no pescoço de Sehun de modo que o residente não pudesse fugir dali – o que, sinceramente, não era algo que ele queria ou ia fazer.

– Essa foi boa.

– Garanto que fica melhor se eu usar a boca.

– E quem está te impedindo?

O trabalho de Kyungsoo só foi puxar Sehun com suas pernas para cima e o resto ficou por conta do mais novo. As pernas presas no pescoço de Sehun deram lugar aos braços que se apertavam ali enquanto a boca do residente fazia a cantada tornar proporções verdadeiras. Foi assim que o jaleco de Kyungsoo, mais blusa cirúrgica sumiram por sobre sua cabeça, caindo sem camisa sobre a cama do quarto de descanso com o corpo alto de Sehun enroscado ao seu. O beijo estalava na medida que iam se apertando mais com as mãos, ou que a boca de Sehun abandonava a de Kyungsoo para aproveitar do momento em experimentar a pele da sua clavícula, do seu peitoral, descendo um tantinho a mais para baixo, parando ali no umbigo.

A pontinha da língua de Sehun sugou a cavidade, e Kyungsoo suspirou lânguido, os dedos se prendendo nos cabelos negros do outro. E assim Sehun desceu com ela, umedecendo aqui e ali, percorrendo o caminho de pelos finos que se escondiam nas calças de Kyungsoo. Olhou com vontade para a parte avolumada se despontando no tecido e ousou puxar com os dedos o elástico. Mas Kyungsoo sorriu e segurou sua mão, balançando a cabeça divertidamente.

– Vai ter que usar muitas cantadas do Baekhyun para tirar minhas calças.

E levantando-se da cama, Kyungsoo vestiu a camisa e o jaleco e se inclinou para Sehun, chocando os lábios num beijo lento.

– Você não é pescoço, Kyungsoo, mas mexe com a minha cabeça! – soltou animado, vendo o mais velho sair do quarto de descanso com um sorriso na boca.

Uma hora ou outra aquelas cantadas meio lixo de Baekhyun funcionariam com Kyungsoo e Sehun conseguiria o tão desejado namorado – sem as calças, de preferência. 

 


Notas Finais


obrigada por ler ♥


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