História Sintonia - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Armin, Castiel, Kentin, Lysandre
Exibições 8
Palavras 790
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Orange, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem.
Essa parte eu tive que refazer praticamente toda. Sério, estava catastrófico.

Boa leitura.

Capítulo 4 - Leve


“Alô? Quem é o insistente?!”

“Mittyh?”

Uma expectativa crescente percorreu meu corpo quando ouvi meu nome, eu sabia quem era, a voz doce, melodiosa, que parecia cantarolar o meu nome, fez percorrer um arrepio na minha espinha, merda. Era Lysandre. Enquanto tentava recompor a postura, respirei e perguntei ainda desnorteada:

“S-Sim. E você, quem é?”

“Lysandre.”

Eu senti um breve sorriso do outro lado da linha, talvez ele tivesse notado que eu estava afetada.

“Diga.” Tentei disfarçar o interesse e a curiosidade na palavra.

“Você não vem?” Ele foi direito.

“Onde?”

“No Lago.”

“Ah. Tem muita gente?”

“Na verdade, não.”

Ele pareceu hesitar e assumi que apesar de ter muita gente sair parecia melhor que ficar presa em um quarto.

“Estou indo.”

“Ok.”

“Até logo, Lysandre.”

“Lys -ele me corrigiu- lembra, Lys, repete comigo, vai no três. Um, dois, três. Lys.” Ele riu.

Eu detestava isso, eu não era intimida dele e não pretendia ser. Ele me dava nos nervos.

“Lys. Feliz?”

“Claro. Assim está melhor. Até logo, Senhorita Mittyh.”

Fui ao lago e tinha muita gente, pelo menos pra mim. O ruivo, que agora tinha nome, Castiel; um moreno alto e de belos olhos azuis, que eu não havia entendido o nome, então o chamava de "Menino do PSP", ele por algum motivo riu e diferente do que eu imaginei, não ficara chateado, na verdade, disse que até gostou e que deveriam chamá-lo assim; ao seu lado na roda estava Alexy, seus olhos rosados que, eu tenho certeza, são lentes, eram lindos e, davam uma bela atenção as madeixas azuis; perto dele estava Nathaniel um rapaz sério, não fazia muitas piadas, parecia perder a paciência algumas vezes com Castiel, mas nada muito relevante a ponto de brigarem; mais adiante se encontrava Violette, uma menina simpática de olhos acinzentados brilhantes, cabelo lilás, que por algum motivo não parava de me encarar; ao lado dela, Íris, sem dúvida, foi a que me dei melhor, apesar da minha personalidade e não gostar de pessoas, ela é o tipo de pessoa que você quer ter como amiga; também estava lá Melody, uma menina estranha, mas simpática e Kim, uma morena demasiadamente linda.

Lysandre me convenceu de que estava muito tarde, disse que me levaria pra casa, pois era o mínimo que ele podia fazer e que ficaria preocupado se eu voltasse sozinha, mesmo eu insistindo que estava tudo bem, ele me levou, eu agradeci, dei tchau e ele me beijou na bochecha, ambos coramos, pensei em lhe retribuir o beijo, porém pareceu extremamente impossível, eu tenho menos de 1,60 e ele muito mais de 1,80, contudo eu fiquei na ponta dos pés, me apoiei nele, mesmo assim ainda era muito difícil, fitei o chão chateada, entretanto ele abaixou a cabeça e soltou uma leve risada, entendi aquilo como uma permissão, aproximei-me do seu rosto com um sorriso na boca, Lysandre virou, em segundos nossos lábios se encontraram em um breve selinho e, não meus lábios e sua bochecha direita como era previsto, ele riu como se estivesse brincando com a minha cara, fiquei extremamente envergonhada e ele riu mais ainda, aquele riso que derrete, que os olhos ficam pequenos e a risada engasga, eu me senti tão bem que fiquei a vontade o suficiente para não sair correndo, era um acidente, ficaria tudo bem.

“Você não precisa ficar tão vermelha, não se preocupe.”

“Cala a boca, eu não estou vermelha.”

Fiquei frustrada, eu realmente estava.

“Cala a boca, eu não estou vermelha, bléh.”

Ele me imitou de uma maneira tão tosca e recheada de trejeitos que eu não pude evitar a risada presa na garganta. Minha risada me traiu e fez aquele barulhinho constrangedor de engasgamento, então tampei a boca e sufoquei a risada. Ele repousou sua mão sobre a minha e a puxou delicadamente, aproximou-se com cuidado e uniu nossos lábios, de uma maneira calma, doce. Distanciou-se, prendeu meu olhar no teu e disse:

“Não sufoque seu riso. Eu gostei, é uma característica peculiar, admito, mas é sua.”

De forma mais ousada dessa vez, ele se fez perto novamente, reconhecendo que já tinha permissão, tornou a unir nossas bocas com mais intimidade, com uma vontade mais latente e em sintonia o beijo seguiu um ritmo leve, como nós nos sentíamos. Abraçamo-nos por um tempo, até ele fazer um contato mais dialético:

“Esse não foi um acidente.”

“Eu acho que sim.”

“É mesmo?”

E ele me beijou outra vez.

“Não, não estou convencida. Definitivamente, acidente.”

Ele riu e distribuiu sobre o meu rosto vários beijinhos.

“E esse? Esse? Que tal esse?”

Eu soltei um riso fraco, enquanto sentia minha bochecha enrubescer.

“Eu gostei daquele. Vamos tentar de novo.”

E nos beijamos mais uma vez, foi a primeira vez que eu notei a sintonia.


Notas Finais


Até o próximo capítulo.

Beijinhos.


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