História Sister Salvatore 2°Temporada - Capítulo 7


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Damon Salvatore, Elijah Mikaelson, Hope Mikaelson, Klaus Mikaelson, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Crystal Reed
Visualizações 120
Palavras 1.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem☆

Capítulo 7 - "Who do we kill first?"


Fanfic / Fanfiction Sister Salvatore 2°Temporada - Capítulo 7 - "Who do we kill first?"

               P.O.V Alyssa

— O que foi? — Pergunta Sophie se jogando na poltrona.

— Fizemos um trato, você protege meu filho e eu desfaço o exercito de Marcel. Enquanto estive ocupado fazendo a minha parte do trato, você deixou Alyssa ser atacada e quase morta por um grupo de bruxas lunáticas. — Fala Klaus irritado e se senta no sofá à frente da dela, reviro os olhos.

— Eu não tive nada com isso, eu juro. Nos estamos ligadas, se lembram? Ela morre, eu morro. — Fala Sophie.

— Então quem eram? — Pergunta Rebekah ao meu lado.

— São uma facção de esgrimistas, Sabine fez a burrice de contar uma visão do bebê. — Fala Sophie o que faz eu me aproximar mais dela.

— Que tipo de visão? — Pergunto e me sento no braço do sofá ao lado de Klaus.

— Ela vê coisas toda a hora, são muitas abertas à interpretação. Acho que está errada nessa. — Fala.

— Como por gentileza foi interpretada essa visão? — Pergunta Klaus e se ajeita no sofá.

— Basicamente que o bebê traria morte para as bruxas. — Fala Sophie um pouco hesitante.

— Ah bom, apartir de agora gosto mais da criança. — Fala Klaus.

— Por que elas não gostaram disso? — Falo com falsa mágoa e Klaus sorri para mim.

— Sophie olha, eu prometi ao Elijah que protegeria o bebê milagroso da família enquanto ele tenta ganhar a confiança da tal Davina. Porque não diz o quanto essa facção é esgrimista? — Pedi Rebekah e se senta no sofá.

— Elijah tem contato com a Davina? — Pergunta Sophie supresa e olho para Klaus que retribui o olhar.

— Tem, eles estão conversando agora. — Fala a loira simplesmente.

— Eu acho que ela tem muita à dizer sobre as bruxas. — Fala a morena.

— Continue. — Incentiva Klaus.

— Eu nem sempre fiquei do lado das bruxas. — Fala Sophie e reviro os olhos e me levanto da onde estava.

— Eu dispenso histórias sobre sua vida, Deveraux. — Falo e vou para a cozinha.

Escuto Sophie falar sobre a colheita mas a história dela é interrompida pelo Marcel ligando para o Klaus e o chamando para ir até um informante.

— Não pode ir lá agora, tenho que juntar os restos das bruxas e consagra-los. Se eu não conseguir antes do por do sol, perdemos a ligação com a magia. — Fala Sophie e reviro os olhos.

— Essas bruxas tentaram matar Alyssa. Eu prefiro que o informante de Marcel não encontre nada que leve até nós, a ela ou você sabe, aquilo alí. — Fala Klaus e aponta para mim, forço um sorriso para ele e tomo um pouco do sangue que estava na caneca antes de o responder.

— Obrigada pela parte que me toca, idiota. — Falo e tomo mais um gole.

— Fica aqui e guarda o resto da história para quando eu voltar em. — Fala Klaus apontando para Sophie e passa por mim saindo da casa.

— Babaca. — Falo e subo as escadas.

(...)

Sophie se agachou em frente ao que parecia ser uma prateleira e pegou um vidro empoeirada e se levantou indo até a mochila, a morena colocou a mochila nas costas e quando se virou para sair dalí deu de cara comigo.

— Aí, o que foi? — Pergunta irritada e sorrio irónica para ela.

— Você vai para lá de qualquer jeito, não é? Eu quero ir junto. — Falo.

— Não dá, já fui atacada pelo Klaus de manhã, não tô afim de repetir. — Fala e tenta passar sobre mim.

— Espera um pouco. E se o que as matou ainda estiver lá, você estará segura comigo, já que ele odeia as bruxas e por algum motivo desconhecido ele gosta de mim. — Falo.

— Desculpa mas eu não acredito que você está preocupada comigo. — Fala e tenta passar ao meu lado mas barro sua passagem com o braço.

— Não estou querendo te acompanhar por caridade ou tédio. Sua vida ainda está ligada à minha e não quero correr o risco de você ser morta e levar minha filha com você. E outra o único motivo de eu ter voltado para essa maldita cidade foi para descobrir mais sobre a minha mãe e sua irmã disse que Marcel expulsou os lobisomens da cidade pro rio e ontem tenho certeza que um lobo salvou a minha vida. Então eu vou junto, você querendo ou não. — Falo irritada e sinto a presença de Rebekah logo atrás de mim.

— Será que vocês podem serem mais idiotas? - Pergunta a loira e me viro para ela e reviro os olhos. - Isso não é brincadeira, ouviram Klaus, ele e Marcel estão indo para o mesmo lugar. — Completa.

— Então os distraia e você sabe que não vai conseguir me impedir Rebekah e outra, desde quando você se tornou a responsável? — Falo e olho para Sophie e depois para Rebekah.

— Vai se ferra Salvatore! — Exclama a loira.

— Vamos lá, Bekah. Você sabe o quanto eu quis saber mais sobre minha mãe biológica, não vai negar o pedido da sua melhor amiga gostosa e grávida, não é? — Falo e faço beicinho.

(...)

— Qual o problema, Rebekah? Não gosta de eu estar com seu ex? — Escuto Klaus falar ao telefone para a loira que vinha logo atrás de mim.

— Que barulheira ridícula é essa aí no fundo? — Rebekah pergunta e reviro os olhos.

— De acordo com uma linda placa aqui, bar do biliorde. — Fala Klaus e bufo irritada e desvio de um galho.

— Peça algumas rodadas de bebidas e fique longe das bruxas mortas por um tempo. Sophie tem uma missão, a mamãe tem uma jornada espiritual e eu vou manter a promessa de protegê-la. Enrole por favor. — Fala Rebekah e encerra a ligação.

(...)

— E essa tal de colheita? — Pergunta Rebekah.

— Klaus mandou esperar. — Fala Sophie.

— É e também mandou ficar longe daqui e estamos nesse lugar úmido, quente e nojento. — Reclama Rebekah.

— Como pode perceber, não obedecemos o klaus. — Falo e para de andar fazendo elas pararem de andar também.

Dou alguns passos para frente e encaro os corpos mutilados, Sophie se agacha e abre a mochila. Examino o lugar até ver marcas de patas na terra, olho para o lado e vejo em uma das árvores marcas de garras.

— São marcas de lobo? — Pergunta Sophie confusa.

— Não. — Respondo irônica e escutamos barulhos de passos se aproximando.

— Quem tá aí? — Grita Rebekah e logo vemos um cara se aproximar.

— O que é isso? Um original.— Fala e então desaparece dali, ótimo um lacaio de Marcel.

— Klaus vai nos matar. — Falo e olho para Rebekah.

(...)

— Deixa ver se eu entendi. Contra toda a lógica você e Alyssa saíram e encontram um homem que pode ser o informante de Marcel e aí o perderam. — Fala Klaus e reviso os olhos.

— Agora que sabemos que sou um fracasso como amiga e como original. Sabe que ele está indo falar com Marcel para me dedurar, um cara magro com pressa, parece que levou um susto. — Fala Rebekah irritada.

— Eu cuido disso, mas eu preciso que o destraia. — Fala Klaus e balanço a cabeça em negação.

— Estou indo. — Fala Rebekah e encerra a ligação, a loira bate no braço e se volta para mim e Sophie.

— Ele deve estar de bom humor, não gritou e não está aqui tentando nos matar. — Falo tentando ver o lado bom e Rebekah revira os olhos.

— Se eu deixar vocês sozinhas, vocês sobrevivem? — Pergunta Rebekah e reviro os olhos.

— Vai lá, Mikaelson. — Falo sorrindo para ela e a mesma desaparece dalí.

(...)

— Nem que eu precise amarrar você, essa foi a última vez que saiu. Afinal o que você e os lobos tem? — Fala Rebekah se servindo de Whisky.

— Não me faça perguntas complicadas, Bekah. Isso é estranho, mas eu sinto como se estivéssemos ligados. — Falo e Rebekah me estende o copo com bebida, arqueio a sombrancelha e ela pega o recado e bebe todo o líquido.

— Realmente, estranho. — Concorda e sorrio.

A porta da casa foi aberta e Klaus passou por ela ganhando a atenção de nós duas.

— Klaus finalmente... - A loira interrompeu a fala assim que Elijah entrou logo atrás do loiro, a mesma correu até o moreno e o abraçou. - Ah, Elijah. Está salvo. — Fala aliviada e se afasta da mesmo.

Elijah pousou o olhar sobre mim e sorri para o mesmo e sai da onde estava indo para fora.

— Agora que está de volta, seu plano é matar o Niklaus? — Escuto Rebekah perguntar.

— Colicença, só um momento. — Escuto o moreno falar e sinto o mesmo me seguir.

— Onde ele vai? — Escuto Rebekah perguntar.

Paro na varanda e fico de costas, a porta se abre e sinto Elijah se aproximar e me viro para ele.

— Você voltou. — Falo e sorrio para ele que retribui o sorriso

— É, voltei. — Concorda, nos encaramos por um tempo em silêncio e então meu semblante se fechou e lhe dei um tapa o pegando de surpresa.

Eu tenho mais de cem anos e em toda a minha vida pessoas me fizeram promessas e não a cumpriram, então, não faça promessas se não for cumprir. - Falo e sorrio para ele. - Seja bem-vindo de volta, a casa estava tediosa mesmo. Talvez as suas discussões com Klaus sobre meu bebé animem as coisas. — Passo por ele e entro novamente em casa, sinto o olhar de Klaus queimar sobre mim e começo à subir as escadas para meu quarto, até que paro e me viro para ele e o vejo com o semblante fechado. Reviro os olhos e volto à subir as escadas.

(...)

— Tudo o que nos trouxe há New Orleans era mentira. Essa história que Sophie Deveraux inventou, essa... luta pelo Quartel Francês, a guerra entre vampiros e bruxas não era so pelo território, era pela Davina. A oito meses Sophie Deveraux e a irmã dela, Jane-Anne perderam tudo e quatro meses depois uma garota grávida entra no restaurante delas e a esperança se renova. Jane-Anne sacrificou a vida dela para que a irmã pudesse te usar pra achar Davina. Se Sophie Deveraux conseguir capturar Davina, ela vai poder trazer a filha de Jane-Anne de volta, nos pensamos que a guerra era por poder mas é por família. Para devolver a vida da sobrinha, Sophie Deveraux vai lutar até a morte e isso a torna muito perigosa. — Conta Elijah encarando nos três.

— Uma pergunta. - Falo ganhando a atenção dos três. - Quem matamos primeiro? 


Notas Finais


Favoritem a fic♡
Comentem o que acharam do cap★

Duas pessoas irão aparecer no próximo capítulo, quem vocês acham que será?


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