História Sisters By Chance - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Mistério, Romance
Exibições 10
Palavras 3.253
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Capítulo grande para compensar os dias que eu não atualizei. Me desculpem, estava sem inspiração.
Tomara que gostem!...

Capítulo 9 - Apolo, deus do sol, obrigada!


Fanfic / Fanfiction Sisters By Chance - Capítulo 9 - Apolo, deus do sol, obrigada!

"- Como é a ter a mesma impressão digital?
- Como é ser desinformado? Porque gêmeos NÃO têm as mesmas impressões digitais. E, a propósito, são pessoas diferentes também."

*Três dias depois do desaparecimento de Malluh*

•Madduh POV•

O barulho do ventilador de teto estava acabando com os meus ouvidos. A polícia deveria trocar essa merda. E a política deveria ser mais eficiente também. Fazem duas horas que eu estou aqui esperando para saber se eles tiveram alguma informação da Malluh. Depois de três dias, eu já estava pirando e querendo notícias dela. Eu não me lembrava de nada que aconteceu na festa e cada vez que eu tentava lembrar, minha cabeça doía. Um policial chegou perto de mim e da minha mãe com alguns papéis entou:

- Senhora Kate?

- Sim, sou eu mesma. Alguma novidade sobre a minha filha? - Minha mãe se levantou e ajeitou o casaco.

- Infelizmente não temos nenhuma informação sobre a sua filha, mas vamos continuar procurando. - E saiu.

- A polícia é uma merda, isso sim!- Exclamei depois de cruzar o portão da delegacia.

- Eles estão fazendo o trabalho deles.

- Não estão não! - Minha mãe segurou minha mão e me olhou.

- Repita isso vinte vezes que você passa a acreditar - Uma lágrima solitária saiu dos seus olhos e ela me abraçou. Eu até poderia sair daquele abraço, mas ela estava precisando. Então eu só deixei ela afundar sua cabeça no meu ombro e chorar.

Cadê você nessas horas, Malluh?

•Malluh POV•

•Três dias antes•

- Mas...Q-que m-m-erda é essa? - Perguntei espantada.

- Sua diversão da noite! - Bradou - Vamos entrar? - Puxou o meu braço. E entramos no recinto.

Abrimos a tranca da porta e Melanie foi na recepção, depois passamos por um corredor e vimos um bar muito grande e chique na direita, na esquerda sofás e mesas muito bem arrumadas e chamativas, no meio era a discoteca e mais a frente tinha um palco. Arregalei meus olhos e agarrei o braço de Melanie, que deu uma risada. Fomos até o bar e Melanie pediu dois shots*, mesmo eu insistindo que não iria beber. Então ela pegou o copo e enfiou todo o líquido na minha boca, que desceu rasgando pela garganta. Eu só estava acostumada com dois ou três goles de cerveja, não com essas bebidas quentes.

- É o seguinte - Se virou para mim - Daqui a pouco começa o show e você tem que disfarçar essa tua cara de peixe morto!

- Que show? - Perguntei confusa. Eu estava mais confusa do que o normal.

- Eu nem deveria te explicar, mas eu vou - Bebeu mais um pouco - Antes da diversão maior, eles chamam as mulheres para desfilar para eles.

- Eles quem?

- Clientes, cabeça oca! Então quando eles chegarem você tem que fazer o que os caras mandarem.

- E se eu não quiser?

- Você não tem o que querer aqui menininha. Aqui quem manda são eles.

Uma voz falou ao microfone e chamou todas as meninas para ficar atrás do palco. Melanie segurou em minha mão e me guiou para trás do palco. Chegando lá, várias mulheres falavam sem parar. Melanie soltou o meu braço e foi falar com uma mulher de cabelos vermelhos. Fiz menção de sentar perto de uma garota com cabelos platinados, mas a mesma me olhou tão feio que eu preferi sentar no chão do lado de um armário pequeno.

Apoiei minha cabeça nos meus joelhos e me encolhi. Aquele estava sendo a pior dia da minha vida!

Ouvi um barulho vindo do armário, como se fossem suspiros e arregalei os olhos, com a possibilidade de existirem fantasmas naquele lugar.

"Fantasmas não existem e nem se escondem em armários, Malluh. Abre logo esse armário!" - A voz da minha irmã ecoou em minha cabeça e eu fiz o que ela provavelmente faria. Abri o armário. E lá encontrei uma garotinha de cabelos loiros, lisos e de pele branca com os olhos vermelhos. Ela se assustou e se apertou no armário, fechando os olhinhos azuis e abrindo de uma forma frenética.

- Oi - Falei e fiz menção de tocar nela, mas a mesma se esquivou, com medo - Calma, eu não vou te machucar. Pode ficar tranquila, eu sou amiga.

- Como vou saber se você é amiga? - Me perguntou com a voz falha.

- Você vai ter que confiar em mim - Sorri - Meu nome é Malluh e o seu? - Exitou um pouco, mas depois me respondeu.

- Amora

- Muito prazer Amora. Posso saber o que você está fazendo aqui?

- Eu não sei - Limpou as lágrimas com sua mão pequena - Eu tava com a Lili, iai um homem grande chegou e me trouxe pra cá.

- Um homem grande?

- Uhum. Eu fuji dele e me escondi aqui. - Olhei nervosa para a garotinha que estava a minha frente. Será que eles pegaram ela para fazer alguma coisa? Um homem chamou todas as meninas para entrar no palco e eu olhei mais uma vez para Amora.

- Vamos fazer assim Amora: Você fica aqui escondida, até eu te chamar tá legal? - Balançou a cabeça - Me prometa que não vai sair daqui, eu não sei o que eles querem mais eu não vou deixar que nada de mal te aconteça. Tudo bem?

- Uhum

- Ótimo. Eu tenho que ir, mas eu volto. Fica bem, pequena - Passei a mão pela sua mãozinha e fechei a porta do armário, me juntando as meninas, que agora estavam formando uma fila.

Melanie me puxou para perto dela e me olhou de cima a baixo.

- Certo, não esquece que você é uma diva!

- Eu sou? - Perguntei indiferente

- Você é. E não esqueça que o seu nome é outro.

- Como assim?

- Você acha que a gente dá nossos nomes verdadeiros? Meu nome aqui é Vanessa. E o seu?

- E-eu não sei - Essa era nova pra mim

- Então trate de inventar um e desfilar bonito!

- Eu vou desfilar?

- Todas nós vamos - Se virou para frente.

Ótimo! Agora eu tinha que inventar um nome, tentar desfilar direito e ainda tentar tirar Amora daqui. Teria coisa pior? Sim, teria. E eu descobri isso quando entrei no palco e fui aplaudida junto com as demais.

Vários homens aplaudiram enquanto as mulheres sorriam de orelha a orelha. Por favor, alguém me acorda desse pesadelo! Duas mulheres começaram a desfilar enquanto os homens soltavam coisas como: "gostosa!", "te pego!", "vem pra cá". A cada palavra que saia da boca deles, eu tinha vontade de vomitar. Melanie segurou meu braço mais uma vez e, depois de umas cinco meninas desfilarem, ela disse que seria a nossa vez. Estremeci e quando deu nossa vez, fui puxada com tudo pela Melanie. Eu não sabia desfilar!

Claro, já tive sonhos na vida de ser modelo, mas isso nunca deu certo pela minha altura. Mas então eu percebi, com o passar do tempo, que ser modelo requeria uma imagem perfeita. E perfeita eu não sou. Nenhum de nós somos.

Vários homens gritaram quando Melanie deu uma rebolada no centro do palco e mandou beijo pra todos. Melanie até tentou me levar para o meio, mas eu recusei, recebendo vários olhares dela.

Alguns homens gritaram:"essa daí é tímida","não vai fazer nada?", "ei loirinha, vem cá!". Até tentei seguir o conselho de Melanie e sorrir, mas eu não conseguia. Eu precisava sair dali e arrumar um jeito de tirar Amora dalí. Aquele ambiente não é favorável para uma criança!

- Ei loirinha! Suas pernas são curtinhas assim mesmo!? - Um homem gritou alto e todos riram jogando as bebidas para o alto.

Saí do palco junto com as meninas e olhei de soslaio para o armário.

- Você foi péssima, mas parece que eles gostaram - Melanie segurou meu braço mais uma vez. Eu já estava ficando cansada disso. - Agora que o desfile acabou você pode ir...- Eu ia sorrir, mas Melanie apontou pro bar - ficar por aí. Sei lá, fica no bar. Pede uma bebida. Os caras que gostaram de você vão chegar junto.

- E o que eu faço se eles chegarem junto?

- Então você aproveita e beija muito! - Saiu andando em direção ao bar. Tinha muita gente alí, quando tudo ficasse mais calmo eu daria um jeito de tirar Amora dalí. Agora a única coisa que posso fazer é ir para o bar e tentar me esconder o máximo possível dos homens que querem "chegar junto".

Me sentei olhando para todos os lados em um dos bancos altos do bar. Uma mão gelada tocou a minha e eu me assustei, olhando apressadamente para quem me tocava.

- Desculpe, não queria te assustar. Você está bem? - Um garoto de olhos verdes e cabelos claros, encaracolados de pele quase morena, me perguntou.

- Por que não estaria?

- Eu vi você no palco e não me pareceu a vontade. É nova aqui? - Fiquei calada, eu não estava querendo conversar com ninguém agora - Acho que é. Todas as garotas novas sempre se assustam mais depois se acostumam.

- Não era para eu estar aqui.

- Não era pra ninguém estar aqui. Mas estamos - Sorriu, limpando alguns copos - Sou Apolo - Estendeu a mão para mim e eu apertei.

- Tipo o deus do sol?

- Sim, mas Apolo também é  deus da beleza, das artes, da poesia, da música, da profecia e do arco e flecha. Que é descrito fisicamente como um jovem alto e bonito; o mais belo dos deuses.

- Nossa!

- Minha mãe é apaixonada por mitologia grega e por isso o nome. Qual o seu nome? - Pensei um pouco em qual nome dizer.

- Manuela

- Prazer Manuela. - Sorri meio sem graça. Ele misturou algumas bebidas e eu poderia dizer que ele era um barmen muito bonito.

- Eu gosto de mitologia grega - Falei - Já li a coleção de livros de Percy Jackson e os Olimpianos.

- Sério? Eu também! Bom, o gosto por mitologia passou da minha mãe pra mim, mas eu não sou louco de colocar nomes gregos nos meus filhos.

- Eu gosto de nomes mitológicos. Apesar de ser estranhos, mas eu gosto.

- Qual você mais gosta?

- Vênus - Ele deu uma risadinha - Sério! Eu gosto do nome Vênus! Vênus é a deusa do amor e da fertilidade, significa desejo sexual, amor.

- Eu sei disso e também gosto do significado, mas não do nome.

- Cada um com seu gosto!

- Mas, iai o que uma apreciadora de mitologia grega está fazendo aqui?!

- Foi por causa de uma grande confusão.

- Como assim?

- Eu só posso te dizer que uma pessoa quer me ver aqui e me mandou pra cá.

- Ah, seu cliente. - Falou na maior naturalidade e eu quis bater nele.

- Diferente do que você pensa, eu não tenho clientes. Eu não sou puta. Só estou aqui porque uma pessoa muito perigosa me obrigou a vir e se eu não fizer o que ele manda, ele vai acabar comigo e com a minha irmã.

- Tudo bem, desculpe. E que eu já vi de tudo por aqui, estou sempre esperando o pior.

Olhei para o trás e vi Melanie indo para o outro lado junto com um homem muito bem vestido. Ela sorriu pra mim e me deu um tchau com a mão, ela parecia bem bêbada.

- Tem algumas meninas que precisam beber para enfrentar o que vem pela frente - Apolo falou - Não deve ser fácil se sentir vendida a um homem e passar o noite com ele e ainda fazer o que o indivíduo mandar.

- Deve ser difícil mesmo.

- Várias garotas estão aqui porque precisam, ou são obrigadas. Por isso os caras pagam bebidas para elas e depois as levam pra cama. A bebida ajuda a não lembrar de nada no dia seguinte.

- Pobre Melanie - Suspirei

- Quem?

- Ninguém - Olhei em seus olhos - Então isso quer dizer que daqui a pouco um homem vai pagar uma bebida pra mim e vai tentar me levar pra cama?

- Sim. Na verdade, eu ainda não sei como eles não chegaram. Quer dizer, você é uma menina muito bonita. Q-quer d-dizer eu... - Gaguejou

- Tudo bem, eu entendi. - Sorri e me apoiei no balcão do bar - Será que você pode me ajudar?

- Se estiver ao meu alcance...

- Será que você tem como me ajudar a sair daqui sem ser embriagada e com um homem? Eu não quero isso pra mim e eu estou aqui por medo de uma pessoa. E ainda...

- Ainda...

- Tem uma criança lá trás que se escondeu em um armário por medo, então eu tenho que tirar ela daqui antes que alguém ache ela e faça alguma coisa - Sussurrei

- Uma criança? Eu não sabia que eles faziam esse tipo de coisa com criança. Que horror!

- Eu também acho. Por isso que eu tenho que ir embora daqui com ela.

- Tudo bem, vou te ajudar. - Olhou para os lados - Não olha agora mais tem um cara alto vindo na sua direção. Ele vai te oferecer uma bebida e você vai aceitar, então eu vou colocar um calmante da bebida dele e depois você o leva para o quarto.

- E o que eu faço depois? - Não deu tempo para ele me responder porque um cara de terno, alto sentou ao meu lado e colocou a mão na minha coxa.

- Quer uma bebida, delícia? - Seu hálito estava puro de bebida. Assim seria fácil enrolar ele.

- Claro - Sorri meio sem graça e ele pediu "o de sempre" para Apolo.

- Está curtindo a noite?

- Sim, estou.

- Tenho certeza que irá se divertir mais no quarto comigo - Sussurrou no meu ouvido e eu tive vontade de vomitar. Sorri sem graça e Apolo colocou as bebidas no balcão. A bebida dele parecia maior que a minha. - Então, qual é o nome dessa belezinha? - Apertou minha coxa

- Manuela

- Nome lindo esse seu. É o nome da minha filha - Sorriu

- Você tem uma filha?

- E quem não tem? - Gargalhou

- Bom, eu não tenho - Resolvi falar

- Sorte sua. Filho da muito trabalho.

- Mas é assim que tem que ser. Filho tem que dar trabalho mesmo, por isso se chamam filhos. - Sem ele ver, Apolo colocou um vaso de uma planta no balcão e eu despejei todo o líquido lá, colocando na boca em seguida para fingir que tinha bebido.

- Vai com calma belezinha. Assim você vai ficar louca!

- Por que você não bebe a sua também? - Sorri colocando, contra vontade, minha mão da sua.

- Claro! - Virou todo o líquido na boca e fez um "ahhh" depois de beber tudo. - Ótimo. Traga mais duas! - Bradou, eu olhei para Apolo, que deu um sorriso nervoso e mordi o lábio - Morte o lábio não belezinha, assim você me deixa louco - Tentou me beijar mais eu mas eu me virei para o lado, fingido arrumar o vestido.

- Aqui - Apolo colocou os copos na mesa e afirmou com a cabeça. Mais calmante na bebida dele. Ótimo. O homem virou o copo com tudo e puxou o meu braço.

- O que você acha da gente ir para o quarto agora? - Sussurrou pra mim e eu olhei para Apolo nervosa, e o mesmo me deu um sorriso e afirmou de novo com a cabeça.

- Vamos sim - Sorri

O homem pegou na minha mão e me puxou, mas antes Apolo derrubou no chão de propósito uma bebida do lado que a gente estava e eu me abaixei para ajuda-lo.

- Tudo bem, você vai pro quarto com ele e daqui a pouco ele dorme. Então você dá um jeito de sair de lá e vem para o bar que eu vou te dar uma roupa de faxineira. Você pega a menina e vamos embora, já que meu turno já está acabando. - Assenti e me levantei, sendo levada para o quarto.

No quarto só existia uma cama redonda com lençóis de ceda de cor prateada. O homem começou a tirar o terno e me puxou para cama. Sorri nervosa e saí da cama, sendo puxada de novo e falei que iria tirar a roupa para ele. Ele sorriu alto e eu fiz menção de tirar o vestido. Mas quando o vi, ele já estava dormindo. Soltei um "ufa" e abri a porta com cuidado, olhando de um lado para o outro. Passei despercebida por alguns "casais" que estavam se pegando e fui em direção ao bar. Assim que Apolo me viu, abriu a portinha do bar e eu entrei.

- Ainda bem que você chegou, daqui a pouco meu turno acaba. Toma - Me entregou uma roupa azul - Se troca alí e vamos ver essa menina.

- Obrigada - Me troquei e saímos do bar rumo ao armário que tinha atrás do palco. Abri o armário rezando para que Amora estivesse alí. Então me surpreendi quando recebi um abraço apertado dela.

- Oi minha pequena, você está bem? - Perguntei

- Aham

- Esse aqui é o Apolo - Apontei para ele, que sorriu - E ele vai me ajudar a te tirar daqui. - Ela sorriu

- Vamos - Apolo me chamou e fomos com cuidado para a porta dos fundos. Ele abriu a porta dos fundos e eu pude sentir o vento frio da noite. - Boa noite senhor vigia - Me assustei com um homem alto, gordo com aparência de cinquenta e seis anos.

- Onde vão? - Perguntou com a voz grossa.

- Meu turno já acabou e o dela também - Apontou pra mim.

- E de quem é essa criança?

- É minha filha - Falei

- Tão nova?...Tudo bem, vão embora. - Fomos embora

- Ufa! - Soltei - E agora? Para onde eu vou com você, pequena? - Pensei alto.

- Se você quiser, pode ficar lá em casa. Meu pai só volta amanhã, minha vó deve estar dormindo a essa hora.

- Eu não sei...eu nem te conheço direito.

- Eu sei mas...onde você vai ficar com ela? - Pensei um pouco - Faz assim, vocês dormem lá hoje e amanhã você decidi o que fazer. Tudo bem? - Assenti e fomos andando até a casa dele.

Chegando lá, ele arrumou um colchão para Amora e um para mim. Amoro dormiu como um anjinho e Apolo me ofereceu suco e eu aceitei.

- Como poderiam fazer isso com uma criança? - Se lamentou

- Você trabalha lá a muito tempo?

- Desde que meu pai se afundou na bebida. Então o dinheiro acabou e eu precisei trabalhar para comprar os remédios da minha vó. Foi naquele lugar que eu achei trabalho por um salário bom. Claro, você só ganha o dinheiro no final do mês se manter silêncio sobre o lugar.

- Deve ser ruim pra você.

- Todos os dias - Apolo se deitou e
antes de dormir, me virei para ele e falei:

- Apolo,deus do sol, obrigada.

Dormi pensando em ligar amanhã bem cedo para David. Mas não, eu não ligaria.


Notas Finais


*shots: pequenas doses em pequenos copos de bebida alcoólica.
Beijos!


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