História Six Feet - Capítulo 13


Escrita por: ~

Visualizações 280
Palavras 3.721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Slash, Survival, Suspense, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hieee
Mais um capítulo e adianto que esse ta DAQUELE JEITO
Espero que gostem <3

Capítulo 13 - Tempestuous Polaroid


Fanfic / Fanfiction Six Feet - Capítulo 13 - Tempestuous Polaroid

A van dos repórteres para em um lugar vazio no parque, Kéfera desce do mesmo acompanhada por Gusta. Eles caminham pela grama e Gusta vai até Kefera.

— Você tem certeza que quer fazer isso? — Gusta pergunta, com um pouco de medo. — Não sei se é uma boa ideia…

— Claro que é! — Kefera diz, olhando em volta certificando-se de que estão sozinhos. — Precisamos ganhar dinheiro com esses acontecimentos, e o melhor jeito é fotografando o assassino. — Kefera explica. — Qualquer revista ou jornal pagaria muito para ter uma foto do Whiteface na primeira capa.

— É, mas não vai ser uma foto real. — Gusta diz, e a mulher revira os olhos.

— Mas ninguém precisa saber! Se você não abrir sua boca grande, ninguém vai descobrir que é só uma fantasia. — Ela diz. — Agora vai logo vestir a roupa, eu vou achar um lugar bom para tirarmos as fotos.

Gusta volta para a van, e Kefera começa a andar em direção às árvores, procurando o lugar perfeito para as fotos. Uma pessoa anda em direção a ela em passos lentos, usando manto preto e máscara branca. O Whiteface. A garota olha para trás, mas não se espanta.

— Já? Se vestiu rápido, em… — Ela diz, virando-se para o outro lado e continuando andando. — Podemos tirar as fotos aqui, tem bastante mato, dá pra acreditarem que estávamos escondidos ou algo do tipo. — O Whiteface caminha para mais perto dela, que vira-se. — Está me ouvindo falar? Parece que nem está prestando atenção! — Ela exclama, e ele não se move. — Mas que droga, você poderia ser útil pelo menos uma vez e fazer o que eu mando?

O Whiteface ergue uma das mãos agarrando o pescoço dela, e o apertando com força, enquanto a garota começa a bater no braço dele.

— Me solta, idiota, isso não tem graça? — Ela grita.

O Whiteface tira algo do bolso, um canivete, a garota vê o próprio reflexo na lâmina, e quando o mascarado a ergue, ela finalmente percebe que ele não está brincando. Ela grita e tenta impedi-lo, mas é tarde demais, e ele corta sua garganta com o canivete.

O sangue espirra do pescoço da mulher, que aos poucos vai morrendo. O Whiteface solta o corpo dela no chão, e espera até ela não se mexer mais. Ele segura seu pé e a arrasta, deixando uma trilha de sangue até a van. Ele abre a porta do fundo da mesma, revelando o corpo morto de Gusta lá dentro, com facadas na barriga. Ele joga o corpo da mulher dentro, e fecha a porta deixando os dois lá.


Six Feet:

“Tempestuous Polaroid”


Algumas horas antes


Cellbit está deitado em sua cama assistindo séries em seu celular, quando Luba abre a porta.

— Oi. — Cellbit diz, pausando o que estava vendo.

— Ah, desculpa ter entrado sem bater.

— Sem problemas, eu não estava fazendo nada demais mesmo. — Cellbit diz, corando depois de perceber o que falou.

— Ah, eu só queria dizer que estou saindo, vou… Comprar umas coisas. — Cellbit nota que o outro está todo arrumado, e sorri.

— Sei, comprar…

— Hey, eu estou falando sério. — Luba Diz, sorrindo. — Enfim, o Emisu ligou, ele estava te chamando para sair, ir ao parque se não me engano. Deveria ligar para ele.

— Vou fazer isso…

— Ok. Estou indo então. — Luba diz. — Comprar coisas…

— Sim, comprar coisas. — Cellbit diz, e sorri.

Emisu e Cellbit chegam no parque, aquele lugar ainda causa calafrios em Cellbit, as lembranças ruins que ele tem dali não o deixarão tão cedo. Ele e o moreno evitam passar perto do lugar onde Mauro foi assassinado, pra falar a verdade, a cidade toda tem evitado essa parte do parque.

Eles vão para um lugar mais afastado, onde ficam sozinhos escutando os sons dos pássaros e vendo a luz do sol refletindo no lago. Eles sentam sobre suas sandálias, um ao lado do outro.

— Que bom que me chamou para vir ao parque hoje, estava mesmo precisando sair pra tomar um ar fresco. — Cellbit diz, o dia está nublado, mas ainda assim parece agradável. — Todas essas coisas estão me deixando muito estressado.

— Eu entendo, todas essas merdas e nós nem sabemos quando tudo isso vai acabar. — Emisu diz.

— Pois é, quando voltei para cá, esperava que tudo fosse ser como antes, nós juntos novamente e nos divertindo. — Cellbit olha para baixo. — Não que eu teria que ver amigos meus morrendo.

— E eu nunca imaginei eu mesmo em um filme de terror, mas é basicamente o que está acontecendo agora. — Emisu olha para o outro. — Mas tem algo bom nisso tudo…

— O que?

— Você… Você voltou e eu ainda não consigo acreditar. — Emisu sorri, e Cellbit sorri de volta. — Eu achei que nunca mais te veria, nunca mais falaria com você, mas você está aqui agora, e estou muito feliz.

— Eu também estou feliz por estar revendo vocês. — Emisu desfaz o sorriso ouvindo o “vocês”. — Meus amigos de infância.

— Pelo visto, não apenas nós, não é… — Emisu diz. — Você também fica muito felizinho quando está com o Phoenix por exemplo.

— Ah, sim, mas não é a mesma coisa. — Cellbit explica. — Eu conheci ele a pouco tempo, vocês eu conheço desde criança.

— Pouco tempo, mas o suficiente para ele tentar pegar você toda vez que tem chances. — Emisu diz.

— Não é bem assim. — Cellbit diz. — Na verdade, ele até tenta, mas eu não gosto dele desse jeito, de qualquer forma.

— E do Felps? — Emisu pergunta, fazendo o outro ficar envergonhado.

— Ele é meu amigo, ué, também gosto dele como amigo. — Cellbit diz, sabe que em partes aquilo é mentira, mas prefere mentir.

— Hm, tudo bem… — Emisu diz, olhando para as próprias mãos tentando tomar coragem. — Mas… Não foi pra falar deles que te chamei aqui.

— E para que foi? — Cellbit pergunta, curioso.

— E-eu… Bom, meio que eu estou tentando te dizer isso a um tempo. — Emisu diz, envergonhado, e Cellbit já sabe onde isso vai dar. — É sobre o que eu sinto por você… Eu sei que talvez você me veja só como amigo ou algo do tipo, mas eu não consigo negar para mim mesmo o quanto eu gosto de você.

Cellbit continua calado. No fundo ele já sabia que Emisu gostava dele, mas ele não tem tanta certeza assim sobre seus sentimentos com o outro.

— Emisu eu… — Cellbit fica calado, apenas encarando o outro. — Eu não sei o que dizer, eu… — Ele desvia o olhar.

— Não precisa dizer nada… — Emisu diz, desviando o olhar também. — Não é recíproco, não é? Eu sabia… Não devia ter falado essas coisas, eu sou um idiota, mesmo!

— Não é isso… — Cellbit diz, movendo os ombros de Emisu para o menino voltar a olhar para ele. Ver Emisu triste é a última coisa que Cellbit quer, e ver o garoto triste por causa dele seria pior ainda. — É só que…

Ele não sabe que palavras usar, seus olhos estão encarando os olhos do moreno, seus rostos estão próximos e suas respirações já estão quase no mesmo ritmo. Cellbit apenas fecha os olhos e se entrega, encostando seus lábios nos lábios de Emisu. O moreno se assusta no começo, mas logo começa a seguir o ritmo do beijo.

Eles movem os lábios juntos e Emisu pede passagem com a língua, e Cellbit não exita em unir as suas línguas em um beijo calmo. Emisu leva as mãos até a cintura de Cellbit, aproximando os dois um pouco mais. Cellbit admite para si mesmo que Emisu beija muito bem, melhor do que ele esperava, e quando o beijo se desfaz, ele vê Emisu sorrir, e ele sorri também, recebendo um selinho do outro.

— Esse dia não poderia ficar melhor. — Emisu diz, sorridente.

Eles ouvem um grito vindo da floresta, e logo os dois se levantam assustados.

— O que foi isso? — Cellbit pergunta.

— Não sei, acho melhor irmos para outro lugar. — Emisu sugere.

— Claro que não, pode ser alguém em perigo. — Cellbit diz, segurando a mão do outro e puxando-o. — Vamos investigar…

Cellbit puxa Emisu para entre as árvores, eles caminham em passos rápidos pelo lugar, seguindo a direção de onde veio a voz. Eles seguem até Emisu ver algo no chão.

— Espera! — Ele para e Cellbit para também. — Olha isso… Parece sangue.

Cellbit olha para baixo e vê uma trilha de sangue seguindo para uma clareira. Eles caminham seguindo o sangue para ver onde ele vai dar, até que chegam na clareira, onde vêem uma van. Cellbit caminha em direção da van.

— Cellbit, é melhor voltarmos. — Emisu sugere, um pouco apavorado.

— Essa é a van daquela repórter irritante. — Cellbit diz, chegando na porta do fundo da van. — Mas o que ela estaria fazendo aqui?

Ele se pergunta, abrindo a porta. Quando vê o que tem lá dentro, Cellbit se assusta, o sangue de Kefera e Gusta pinga para o lado de fora da van. O coração do garoto acelera. Ele vira-se para Emisu.

— Emisu, olha iss… — Antes de terminar a frase, ele vê o Whiteface atrás do moreno, e só consegue o olhar assustado. — EMISU!

Antes do moreno se virar, o Whiteface o acerta na nuca com um objeto que ele segurava em suas mãos. Cellbit tenta ver o que seria o objeto, e então percebe que é uma câmera fotográfica polaróide, talvez uma das câmeras de Gusta. O Whiteface ergue a câmera e tira uma foto de Cellbit, a foto sai e ele chacoalha ela até a imagem aparecer. Ele a mostra para o garoto, que rola os olhos em volta procurando por onde vai escapar.

— Uma linda foto, não é mesmo? — O Whiteface pergunta, essa é a primeira vez que ele fala de verdade com Cellbit, e não por mensagens, mas o garoto está tão nervoso que nem consegue prestar atenção na voz do mascarado. — E lindo ver o desespero das vítimas antes de matar elas, mas é diferente com você, Cellbit, seu desespero parece ser mais bonito, mais artístico!

O Whiteface solta a câmera e a foto no chão, perto de Emisu, e começa a se aproximar de Cellbit.

— Dá até pena de matar você, Cellbit! — O Whiteface tira um canivete do bolso e o abre, deixando Cellbit ver o sangue na lâmina. — Mas há coisas que precisam ser feitas…

Cellbit não pensa duas vezes antes de começar a correr, e o Whiteface o persegue. Cellbit então entra na floresta, com a intenção de despistar o assassino entre as árvores, mas o Whiteface parece manter o olho sempre ligado nele. O garoto consegue sair da floresta e correr pela grama, ele olha para trás para ver se o Whiteface ainda ao persegue, e acaba se esbarrando em alguém. Ele vira-se assustado.

— Cellbit, do que está fugindo? — Felps pergunta, enquanto Cellbit tenta falar entre sua respiração pesada.

— O assassino… O Whiteface! — Cellbit diz, e Felps o olha confuso. — Ele estava… Ele estava me seguindo.

— Espera, está dizendo que o assassino está aqui? — Felps olha além de Cellbit, para a floresta, como se procurasse pelo mascarado. — Então temos que ir embora…

— Não, o Emisu está lá! — Cellbit diz, virando-se. — Temos que voltar e buscar ele…

— Cellbit, não! — Felps diz, segurando a mão do outro garoto. — Ficar aqui é perigoso, e se o assassino realmente estiver lá, voltar lá é mais perigoso ainda!

— Está me dizendo para deixar ele? — Cellbit pergunta.

— Cellbit… Eu só quero que fique seguro… — Felps diz, puxando o garoto para mais perto. — Vem comigo, não vou te deixar aqui, quando chegarmos lá, pedimos ajuda.

Uma chuva fraca começa a cair, e Felps leva Cellbit para fora do parque em passos rápidos. Eles se manteriam de mãos dadas todo o caminho até em casa, a chuva piorou e eles tiveram que correr para chegar na casa do loiro.

Quando chegam na casa, entram pelos fundos, passando pelo jardim de Luba e entrando pela porta da cozinha, os dois encharcados. A casa está silenciosa, e não há sinais de ter alguém ali.

— O Luba não está? — Felps pergunta, enquanto tira os sapatos para não sujar a casa de lama.

— Não, ele saiu pra comprar umas coisas… — Cellbit diz, ouvindo os trovões do lado de fora.

— A chuva realmente piorou bastante. — Felps diz.

— Sim, acho que você vai ter que esperar ela passar… — Cellbit diz, coçando a nuca. — Se não tiver problema nenhum nisso, claro.

— Não, eu fico, sem problemas. — Felps diz.

— Vamos lá em cima, precisamos nos enxugar. — Cellbit diz, andando na frente e o outro o segue. — Estamos encharcados.

Felps vai com Cellbit até o andar de cima, e o louro o guia até seu quarto. Eles entram e Cellbit vai até suas gavetas procurar por uma toalha. Enquanto isso, Felps tira a sua camisa molhada, deixando-a sobre uma cadeira qualquer.

— Toma essa. — Cellbit diz, virando-se com duas toalhas, e entregando uma para Felps. Quando ele vê que o outro está sem camisa, ele para alguns segundos olhando o corpo de Felps, dividido em gominhos apesar do outro não ser assim tão forte. —  Ah… Tem roupas secas no guarda roupa, escolhe uma que caiba em você… Eu vou me secar em outro lugar.

Cellbit sai do quarto e vai para o quarto de Luba, onde tira as próprias roupas se enxugando com a toalha e vestindo as secas. Ele volta para o seu quarto, e quando entra, Felps está sentado em sua cama usando uma de suas bermudas e uma camisa. O moreno olha para Cellbit, que caminha até seu lado sentando-se.

— Acha que a chuva vai demorar? — Cellbit pergunta, quebrando o gelo.

— Não parece que sim. — Felps diz, olhando pela janela.

— Minhas roupas couberam em você. — Cellbit diz. — Achei que ficariam apertadas.

— Estão um pouco, mas pelo menos estão secas. — Felps diz. — Bom, menos minha cueca é claro, mas eu não iria pegar uma sua emprestada, né. Mas a cueca é de menos…

— Sim, eu acho… — Cellbit diz.

— E você, está se sentindo bem? — Felps pergunta. — Sabe, poderia ter pego um resfriado ou algo assim. — Cellbit sorri. — O que foi?

— Nada, é só que você foi de super frio comigo para super preocupado. — Cellbit diz.

— Eu sempre fui super preocupado. — Felps responde. — O super frio era só minha maneira de esconder isso de mim mesmo…

Cellbit para e encara o outro, que olha para o chão como se evitasse o olhar do loiro. Não demora muito para que Felps mova seus olhos olhando na direção de Cellbit e deixando seus olhares se encontrarem. Felps chega mais perto de Cellbit, que fica parado sem saber como reagir, o maior encara os lábios do menor enquanto se aproxima, e Cellbit fecha os olhos esperando por aquilo.

Seus lábios se encontram, em um começo calmo, um beijo sem pressa, aos poucos seus lábios vão se abrindo e suas línguas logo se encontram também, completando o beijo.

Eles se separam por alguns instantes, respirando fundo e olhando um nos olhos do outro, e então voltam a se beijar, mas desta vez com um pouco mais de pressa, as mãos de Felps seguram a cintura do menor e o deita na cama, deitando-se sobre ele. Eles continuam se beijando enquanto as mãos de Felps entram na camisa de Cellbit puxando-a para cima.

— Você quer isso? — Felps pergunta no ouvido do outro, ele não quer fazer nada sem que o outro queira também.

— Quero… — Cellbit diz no ouvido do maior.

Logo ele ajuda Felps a tirar suas camisas e seus corpos se esquentam enquanto seus membros roçam um no outro por dentro das bermudas. Suas mãos passeiam pelo corpo do loiro sem medo de explorá-lo. Ele chega a apertar a bunda do loiro, que geme baixo com a ação.

Felps leva suas mãos aos botões de sua bermuda, abrindo-os e tirando a mesma, logo fazendo o mesmo com a de Cellbit. Os dois continuam se movimentando com os corpos um sobre o outro, seus membros excitados roçando um no outro pelas cuecas.

— É a sua primeira vez? — Felps pergunta, e Cellbit concorda com a cabeça.

O maior sorri, e tira a própria cueca e a cueca do outro, deixando seus membros expostos. Cellbit olha para baixo admirando o membro do outro. Felps desce pelo corpo de Cellbit com mordidas de leve e chupões que fazem o loiro gemer baixo. Felps chega ao pênis de Cellbit, envolvendo a cabeça do mesmo com a boca, ele rodeia o local com a língua e seus olhos podem ver Cellbit se contorcendo de prazer. Felps arrisca mais, colocando mais do pênis do outro na boca, o loiro apenas aproveita a situação, agarrando o lençol com força. Quando vê que Cellbit está perto do seu ápice, ele para, voltando para cima, beijando o outro e dando chupões em seu pescoço.

Felps ergue uma mão e procura algo dentro da sua calça dobrada ao lado da cama de Cellbit, um pacote de camisinha, e volta a beijar o loiro. Ele coloca a camisinha no próprio membro e segura as duas mãos de Cellbit, matendo-as acima da cabeça do loiro. Aos poucos Felps aproxima seu membro da entrada do loiro, que geme com o contato.

— Devagar… Por favor… — Cellbit pede.

— Eu vou devagar, prometo. — Felps diz, no ouvido do outro.

Felps começa a penetrar o loiro, que arqueia a cabeça para trás sentindo uma dor um pouco incômoda. Seus pulsos continuam apertados um no outro sobre sua cabeça. Felps termina de penetrar todo o seu membro em Cellbit, e começa a dar estocadas fazendo o outro se acostumar.

Logo ele começa a aumentar a velocidade, indo mais e mais fundo dentro do loiro, que apenas geme de olhos fechados. Felps insiste em beijar os lábios de Cellbit a caba gemido do outro. Ele solta as mãos do loiro, que as leva para duas costas, arranhando a mesma enquanto Felps estoca mais e mais forte.

Quando os gemidos de Cellbit começam a se intensificar, Felps toca seu membro, masturbando o loiro lentamente enquanto continua estocando. As unhas de Cellbit arranham as costas do outro enquanto sente seu ápice chegar. Felps deixa que Cellbit goze primeiro, sujando seu peito e sua barriga, e Felps goza logo depois. Eles se dão um último beijo antes de se jogarem de lado cansados. Mas logo levantam para tomar banho.

Cellbit permanece abraçado ao maior, ambos deitados sobre a cama cobertos por um lençol. Cellbit está deitado sobre o peito de Felps, que abraça o loiro.

A consciência de Cellbit começa a pesar, ele não devia ter feito isso, apesar de ter sido bom, apesar dele ter gostado, há algo ali que ainda parece errado. Ele se senta na cama e veste sua roupa, se levantando.

— Onde vai? — Felps pergunta.

— Preparar algo para beber. — O loiro responde, caminhando para fora do quarto.

Ele desce as escadas e vai para a cozinha, da janela da cozinha dá para ver a chuva ainda caindo forte, e ele sente um arrepio depois de um vento frio invadir o lugar.

— Não lembro de ter deixado a janela aberta… — Ele diz para si mesmo, enquanto caminha para a janela, fechando-a.

Seu celular vibra em seu bolso, e ele o pega vendo que recebeu uma mensagem.

Dois em um dia só, você não perde tempo não é?”

Cellbit se assusta ao ler a mensagem, e se assusta mais ainda ao ouvir alguém batendo na porta de uma maneira nada delicada. Ele olha para a mesma assustado. Aos poucos vai tomando coragem para se aproximar, devagar, sem pressa. Ele envolve a maçaneta fria e a gira, abrindo a porta.

Do outro lado da mesma, ele vê um Emisu olhando-o irritado. O garoto está encharcado, e nem parece ligar.

— E-Emisu… — Cellbit fica sem palavras.

— Eu estou bem, obrigado por se preocupar! — O moreno diz, e joga algo para Cellbit, mas parece ser leve e cai no chão. — E toma isso, talvez queira guardar de recordação.

O moreno vira as costas e se afasta.

— Emisu! EMISU! — Cellbit grita, mas o outro continua andando fingindo não ouvir.

Cellbit olha para baixo, para o chão, e vê o que Emisu jogou para ele. É a foto que o Whiteface tirou, ele olha para a mesma sentindo o arrependimento crescer ainda mais. Felps entra na cozinha, e o loiro se vira para ele.

— O que aconteceu? Por que está de porta aberta? — Felps pergunta.

— Você precisa ir… — Cellbit diz.

— Mas ainda está chovendo. — Felps diz.

— Eu sei, mas é melhor você ir… Eu te empresto um guarda chuva.

— Está bem. — Felps diz.

Cellbit o acompanha até a porta, ele pega um guarda chuva atrás da mesma e entrega para Felps, o outro se despede e vai embora.

O loiro volta para seu quarto, se trancando no mesmo e se jogando na cama. Algumas lágrimas insistem em escapar dos seus olhos. Como pode ser tão cruel? Como pode sempre estragar tudo.

Seu celular vibra. Mais uma mensagem.

Quem será a sua terceira vítima do dia?”

Cellbit começa a digitar uma resposta.

Estou cansado das suas mensagens, porque não vem aqui e me mata já que é isso que quer fazer?”

Não demora para o outro responder.

Talvez eu tenha decidido fazer do jeito hollywoodiano”

Mais uma mensagem.

Tirando um por um de você”

Outra mensagem, esta vem com uma foto.

Quem sabe o próximo seja ele”

Na foto, Cellbit vê Luba correndo para fora do carro com sacolas de compras nas mãos, indo até a porta enquanto a chuva o molha.

O loiro levanta correndo e vai para fora do quarto, o Whiteface está lá fora, com Luba. Ele chega no andar de baixo e vê a porta aberta, mas luba não está ali.

Alguns segundos depois, o loiro cruza a porta com sacos de mercado e fecha a porta com o pé.

— Oi Cell, o que houve? Parece assustado. — Luba diz.

— Nada demais… — O garoto mente. — Ouvi um barulho e vim ver o que era…

O celular vibra e o garoto o pega.

“Ficou preocupado, loirinho?

Pois devia!”


Notas Finais


E ai? Gostaram?
Espero que sim :3
Vocês estão mais perto de descobrir quem é o Whiteface do que imaginam jsksksk
Mas podem ir mandando as teorias até lá pq adoro saber os suspeitos de vocês

Bjos e até szszsz


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