História Skarlet (Leo) Vixx [vampiros] - Capítulo 4


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Categorias VIXX
Personagens Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, N, Personagens Originais, Ravi
Tags Hentai, Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, Ravi, Romance, Suspense, Terror, Vampiro, Vampiros, Vixx
Exibições 53
Palavras 1.595
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Por essa vocês não esperavam (`・ω・´)

Sim, pasmem, postei outro em menos de 12 horas POKASOPASOP

>,<

Capítulo 4 - Explicações


Fanfic / Fanfiction Skarlet (Leo) Vixx [vampiros] - Capítulo 4 - Explicações

Acordei  em uma cama pequena. Minha cabeça doía. Me sentei e olhei em volta, era um quarto não muito grande, cheio de prateleiras com livros e uma cômoda. Leo estava lendo sentado na cama ao lado.

Ele era...? Lembrei do que aconteceu na noite passada e minha respiração começou a descompassar.

“Eu não sou vampiro.” Afirmou ele calmamente sem desviar os olhos do livro.

Um sentimento de alívio me preencheu, fazendo minha respiração amenizar. Coloquei a mão sobre o pescoço mas não encontrei nada.

“O que aconteceu ontem?” Perguntei.

“Suas memórias esvaíram junto com o sangue?” Ele respondeu seco.

Então havia acontecido mesmo...

“Mas... então onde... por que não estou com os machucados?”

“Provavelmente eles deram o sangue deles pra te curar” Disse virando uma página do livro que lia.

“C-Como assim?” Perguntei não entendendo nada. Ele não respondeu. “Eu nem sabia que eles tinham sangue” Terminei a frase e ele deu um riso debochado.

“Você realmente não sabe de nada.” Disse ele ainda com um sorriso debochado.

“Então me explique!” Supliquei.

“Por que eu faria isso?” Perguntou ele erguendo uma sobrancelha, mas nunca olhando na minha direção, sempre pro livro.

“Você é humano, deveria pelo menos ser um pouco legal comigo, ainda mais na situação em que estou.” Disse desapontada.

“Não vou criar laços com uma presa que provavelmente amanhã estará morta.” Disse seco. Isso me rasgou por dentro.

“M-mas Ravi, ele disse, ele ordenou a eles que não me matassem...” Disse desesperada com as mãos entre meus fios de cabelo.

“Por que ele faria isso?” Perguntou incrédulo.

“Eu não sei, ele disse que eu sou... Sukar...ah não sei... eu não lembro o nome”            Disse frustrada.

“Skarlet? Mas esse tipo de sangue é impossível encontrar.” Ele disse perdendo a pose e largando o livro pra se sentar do meu lado. Ele olhou nos meus olhos, curioso, um pouco perto demais. Os olhos dele eram escuros e muito bonitos. Depois, passou as costas da mão no meu rosto e então começou a se inclinar direcionando o rosto pra perto do meu pescoço e eu instintivamente comecei a me afastar até ele segurar meus braços.

“Quieta” Disse autoritário. Gelei. Ele não era um vampiro mas conseguia ser assustador como um.

Respirou fundo próximo ao meu pescoço, o que me causou um arrepio. Então ele se afastou.

“Até eu sinto algo diferente no seu cheiro, imagino eles.” Disse logo antes de voltar pra sua cama e sentar, pensativo.

“Vai responder minhas perguntas agora?”

“Tudo bem...” Disse voltando a ler o livro.

“Qual é a do sangue deles me curar?”

“Sangue vampiro cura humanos”

“Como?”

“Eu poderia te explicar mas você não entenderia metade das palavras que eu dissesse.” Disse me direcionando um olhar sério.

“Água Benta?” Ele riu alto.

“Crucifixos?” Ele me dirigiu um olhar debochado e disse

“Me poupe das coisas ridículas da sua lista.”

“Então alhos...?”

“Eles comem normalmente.”

“Como assim comem??”

“Eles podem comer comida humana, mas não vai matar a fome. Se ficarem sem sangue, começam a dissecar, até virarem uma múmia viva, sem forças pra nada.”

“O sol prejudica eles de alguma forma?”

“Eles queimam.” Falou e me olhou como se fosse óbvio. “Ou você achou que eles brilhavam?” Perguntou soltando um riso baixo voltando à ler o livro.

“Como se vira um vampiro?”

“Por quê? Está interessada?” Perguntou ele.

“Credo, não mesmo. Só curiosidade.” Respondi com uma careta.

“Você tem que morrer com sangue vampiro no organismo.”

“Então se eu morresse agora...”

“Entraria em transição.”

 “Transição?”

“Sim, quando você acordasse da morte, teria que escolher, ou você se alimenta de sangue humano e vira 100% vampiro, ou morre de vez.”

“Envelhecimento?”

“0.”

“Vida eterna?”

“Até uma estaca de madeira encontrar o seu coração. Ou por maneiras óbvias como decapitar e carbonizar.”

“Ravi não vai ficar bravo de você estar me falando como posso matá-lo?” Ele riu.

“Se acha que pode matá-lo, você realmente não sabe de nada. Ele tem 512 anos, é o mais velho e forte daqui. Arranca a sua cabeça estalando os dedos” Estremeci com o pensamento.

“Qual o problema do Hyuk?” Disse me lembrando vagamente de como ele tinha me atacado.

“Ele é novo... Não sabe se controlar. Ainda mais perto de um sangue como o seu. Se dependesse dele, com certeza você já estaria morta.” Virou a página.

“Superpoderes?”

“Força, velocidade, regeneração acelerada, audição aguçada. Alguns vampiros têm a compulsão. É tipo uma hipnose, mas só funciona com humanos. Com isso eles podem apagar a memória da pessoa ou mandar nela como bem entender. Hyuk é o único daqui com esse dom. Foi um dos motivos pelos quais o Ravi ‘adotou’ ele”

“Como veio parar aqui?” Perguntei e ele suspirou.

“Eu estou aqui desde que nasci. Minha mãe me abandonou justo na porta desse lugar porque era a residência mais afastada da cidade, perfeito pra que ninguém conseguisse testemunhar o que ela fez. Quando Ravi abriu a porta e me viu, uns 26 anos atrás, ele queria um humano de confiança e sabia que se pegasse algum de fora, as chances de traição eram altas. Ele então decidiu poupar a minha vida e me criar. Basicamente eu estou preso aqui, assim como você. A diferença é que eu nunca fui atacado.”

“O que você faz?”

“Saio de dia fazer coisas, entrar em lugares que eles não podem como casas de pessoas. Eles só entram se forem convidados... bom são muitas coisas. ”

“Não se sente mal ajudando esses monstros?” Perguntei indignada.

“Eu não tenho escolha.” Disse sério. “Fui acostumado a viver assim.” Terminou, com um tom triste. Imagino quais experiências de vida teriam feito ele ficar assim.

Um silêncio tomou conta do quarto e pouco tempo depois minha barriga roncou.

Abri a boca e antes mesmo de começar a falar ele me interrompeu.

“A cozinha é lá embaixo, se vira.”

Lá embaixo? Eu vou ter que sair desse quarto?

“M-mas... eles, estão aqui?? Quer dizer, está ensolara...”

“Nós dois somos os únicos que precisam de comida pra sobreviver aqui, não tem motivo pra eles estarem na cozinha.”

“Mas e se me virem?? Principalmente aquele esquisito...” Disse lembrando o pouco que conseguia dele me atacando.

“Eles devem estar dormindo, vai logo. Na pior das hipóteses não podem te matar mesmo.”- Disse impaciente.

Decidi que ficaria no quarto. Eu podia aguentar. Quando Leo fosse comer, eu iria com ele...

Deitei na cama e me cobri. Ele riu da cena.

“Você é patética. Parece um gatinho assustado.”- Afirmou. Aquilo doeu um pouco por algum motivo.  

Juntei o pouco de coragem que eu tinha e me levantei. Só aí percebi que a minha calça estava toda rasgada. Fiquei com um pouco de vergonha, mas continuei andando normalmente pra fora do quarto. Logo à direita, estavam as escadas. Desci-as devagar, olhando atentamente para o piso de baixo procurando por alguém. Não achei. Continuei descendo, mais confiante agora.

Quando cheguei lá embaixo olhei para os lados e vi uma porta que dava em um lugar com uma pia e vários armários. Fui até lá e era mesmo a cozinha.

Achei macarrão e coloquei-o em cima da mesa, voltando para procurar por alguma panela. Achei uma em um dos armários baixos que haviam lá. Quando a peguei, alguém me levantou pelo braço bruscamente, me fazendo derrubá-la. Era Hyuk. Enchi os pulmões com ar para gritar.

“Você não pode gritar.” Disse olhando nos meus olhos. Depois disso, eu não consegui soltar o ar. Era como se meu corpo não me obedecesse. Eu só conseguia olhar pra ele desesperada. Logo seus olhos ficaram vermelhos e ele atacou meu pescoço, me apertando contra ele. Eu abri a boca pra gritar mas não saía. Eu tentava empurrá-lo pra longe mas ele só forçava mais o seu corpo contra o meu.

“Não...” Pedi baixo, enquanto perdia as forças. Do nada ele me soltou, com uma expressão de dor, caindo a minha frente. Atrás dele estava Leo. Quando olhei de novo para Hyuk, ele estava com uma estaca cravada em suas costas.

“D-desgraçado, eu vou te matar!” Disse Hyuk tentando tirar a estaca e gemendo de dor.

“Pode tentar, se quiser.” Disse Leo frio.

Não consegui sustentar o peso do meu corpo e senti que ia desabar, mas Leo me segurou, passando o meu braço por cima dos seus ombros.

“Você está bem?” Perguntou ele já andando e me levando com ele pra longe dali.

“Eu... não con...seguia. Gritar.” Terminei a frase com um certo esforço.

“Aquele desgraçado... ele usou a compulsão.” Disse irritado.

Agora já estávamos nas escadas. Eu falhei em subir o primeiro degrau, e teria caído se meu braço não estivesse em volta dele. Estava muito fraca. Parecia que adormeceria a qualquer momento, mesmo tendo acabado de acordar. Num piscar de olhos eu estava subindo as escadas sem esforço nenhum. Quando raciocinei, percebi que ele estava me levando no colo.

“Aish, você só me dá trabalho.” Disse ele exasperado.

Enquanto subíamos eu fiquei olhando para seu rosto.

“Você... é bonito.” Soltei sem pensar muito. Na mesma hora ele olhou incrédulo pra mim e desviou o olhar rapidamente. Parecia ter corado um pouco.

“Não está falando coisa com coisa, temos que curar você logo.” Falou sério, recuperando a pose.

Quando percebi, ele me deitou e foi procurar algo em um criado mudo ao lado de sua cama.

Voltou com um frasco vermelho.

“Beba.” Disse abrindo e me entregando. Me sentei e bebi sem raciocinar muito.

“Hm... não é tão ruim. O que... é?” Perguntei olhando o frasco, agora vazio.

“Sangue.” Respondeu ele simplesmente. Tossi.

“Que nojo.” Falei, deitando na cama aceitando o que aconteceu e fechando os olhos.

 


Notas Finais


AAAAAAAAAA eu amo essa históriaaaa <3


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