História Skate Thoug! - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Bandaskatethoug Lola
Exibições 11
Palavras 3.480
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heeeey! Voltei... pois é, 5 dias... nem é tanto assim!
Enfim... BOA LEITURA

Capítulo 2 - 2


   

                   LAURA

         o tava acreditando que eles tinham planejado uma festa assim... Nossa. Só não chorei por que não sou dessas coisas. Mas meu sorriso, tenho certeza, tava de orelha a orelha. Como foi que eles conseguiram me enrolar? Certo que de vez enquanto eu desconfiava, mas eles diziam que era coisas de família e tals, que não tinha nada a ver comigo.

        - Curtiu? Diz que sim pelo amor de deus! - Mateus suplicou la debaixo.

        - Se eu curti? Eu achei muito foda, mano! - falei olhando ao redor. Tudo tava decorado de vermelho e preto. Tinham várias bolas enormes espalhadas pelo local, o bolo tinha o formato de uma bateria, muito top, tava simplesmente maravilhoso.

       Botou a mão no peito e suspirou - Ufa! Ainda bem, por que se não eu te estrangularia, deu um baita trabalho fazer tudo isso! - Mateus falou.

          Desci do palco e cumprimentei todos que estavam na festa. Porra, eles trouxeram até meus parentes do interior, tava morrendo de saudades deles. A festa já tava na metade e as crianças já tinham ido embora há um tempo... só maiores de dezoito. Hehehe.

         O meu "crush" tava na festa. E me olhava de vez enquanto.
- Hoje tem!! - pensei. O Mateus já tinha pegado a maioria das meninas da festa, inclusive minha prima, a Karen e o Marcos dançavam animadamente na pista, a Angela tava de agarros com um amigo nosso e eu... bem eu tava tomando porre de vodk e whisky no bar, sozinha.

        - Por que a pessoa mais importante da festa ta sozinha? - ouvi uma voz grave ao meu lado.

       - Ah, oi Vitor! Tudo bem? - falei virando o rosto para encará-lo.

       - Tudo e tu? Nunca mais apareceu na pista la do centro! - falou virando pra frente e pedindo uma cocacola pro barman. É, ele não bebe.

         - Ultimamente eu ando muito ocupada! Mas sexta juro que apareço! - disse tomando outro gole da minha bebida.

        - Então... - passou a mão nos cabelos. - Tu quer ficar comigo? - perguntou. Direto ele não?

        - Quero! - falei. Direta eu não?

       - Tá, vou te esperar la naquela mesa lá, tá bom? - apontou pra uma mesa com um sofá vermelho ao redor, tava escuro lá! Gostei.

        Voltei minha atenção pra ele. - Tá, já to indo!!

        Ele saiu e foi me esperar. Eu pedi um 'trident' pro barman e fui me encontrar com ele.

        - Oi de novo! - disse assim que eu sentei ao seu lado.

         Sem esperar eu responder, ele agarrou minha nuca e me beijou urgentemente. Como é que ele sabia que eu gostava assim? Meu deus, que homem maravilhoso e de beijo viciantemente bom.

         Nos separamos por falta de ar. - Nossa! - eu disse.

      - Tu beija melhor do que eu imaginei! - falou.

          Sem esperar eu me gabar ele me beijou de novo e de novo e de novo.

         Quando eu vi, já estava no colo dele com uma perna de cada lado do seu corpo. - Vamo prum lugar mais reservado?

      - Vamo! - respondi me levantando do seu colo. É... já dava pra sentir uma leve ereção. Melhor eu ficar quieta.

          Quando a gente chegou em um dos quartos da boate aos beijos e amassos, a primeira coisa que ele fez foi me empurrar na cama e tirar a camisa. Subindo em cima de mim logo em seguida. Me sentei na cama e tirei minha longa blusa. Ele sentou na cama também e eu sentei no seu colo. Destribuiu beijos pelo meu maxilar, pescoço e ombros. Parando para encarar meu sutiã, com muito cuidado ele o abriu parando, de novo, para encarar meu seios nus. Com uma rapidez surpreendente, ele abocanhou um dos meus mamilos enquanto massageava o outro. Eu segurei seus cabelos lisos e os puxei, encentivando-o a continuar. Depois que meus mamilos enrrigeceram ele virou na cama, fazendo com que eu ficasse embaixo do seu corpo escultural. Me beijou de novo e foi descendo os beijos por meu pescoço, colo, seios e barriga, parando na minha intimidade, ainda coberta pelo o pano do legging e calcinha. Com cuidado, ele foi puxando o meu legging pra baixo, eu o ajudei a tira-lo. Fitou minha intimidade por alguns segundos me deixando constrangida. Depois tirou minha calcinha, parando de novo pra me fitar.

          - Tu tem uma tatuagem aqui? - me perguntou.

      - Tenho! Algum problema?

     - Pelo contrário, achei excitante! - me olhou com certa malícia. Abriu minhas pernas com nenhum cuidado, botando-as cada uma em um do seu ombros e em seguida me invadiu com a lingua sem nenhuma preliminar.

         Menino, assim tu me mata de tesão!  - pensei.

         Em um movimento natural eu puxei seus cabelos, deixando alguns gemidos escaparem sem querer. Em resposta ele apertou minhas coxas com vontade. Depois de alguns segundos, ele subiu de novo, me beijando. Olhei pra baixo e vi que ele ainda tinha roupas. Sem pensar, me virei na cama, fazendo ele ficar por baixo.

        - Agora é minha vez! - falei. Logo em seguida, desci beijos igual a ele anteriormente. Parei no volume da sua calça. Abri o zíper o encarando e desci sua calça devagar, torturando-o, depois foi a vez da sua cueca, seu pênis praticamente saltou pra fora da cueca. Sorri pra mim mesma. Agarrei seu membro com as duas mãos, fazendo-o gemer, o que me deixou mais excitada ainda, se era possível. De uma vez, abocanhei seu membro até onde dava, comecei fazendo movimentos de vai e vem devagares pra me acustumar com o tamanho e a grossura. Realmente era muito grande e muito grosso. Depois de um tempo fazendo isso, senti seu membro pulsar e então parei, recebendo um olhar de não entendimento.

     - Não gosto que gozem na minha boca! - falei e comecei a fazer movimentos de vai e vem com as mãos.

     Logo ele se liberou, o liquido meio amarelado e quente jorrou de seu membro, o fazendo gemer alto.

      - Ainda aguenta outra? - perguntei desafiadora.

      - Lógico que sim! - me puxou pra cima de si. Nos beijamos mais um pouco e ele levantou procurando alguma coisa.

      - O que tá procurando?

       - Minha calça! - respondeu.

        - Ja vai? - fiiz biquinho.

        - Não! Claro que não! Vou só pegar uma camisinha!

        - Não precisa! Eu sou histeril, lembra? - falei. - A não ser que tu tenha alguma doença?!

        Ele riu e foi pra cama de novo. - Não, eu não tenho nenhuma doença! - falou.

       - Então o que tá esperando pra me fuder de uma vez?

        - É pra já madame! - ele disse.

        Logo em seguida, subiu em cima de mim, posicionando seu membro da minha entrada e me penetrando devagar. Os movimentos começaram lentos, enquanto a gente se acustumava um com o outro. Eu entrelacei minhas pernas no seu quadril e comecei a dar leves arranhões nas suas costas. Quando os movimentos se intencificaram e os nossos gemidos já não eram controlados, suas costas estavam quentes de tanto que eu arranhava.

        - Tu é tão apertada, Laura! - falou meio ofegante.

        - Tu é tão grande e grosso, Vitor! - comentei.

        Depois de alguns minutos entre gritos/gemidos altos, mordidas e beijos. Finalmente alcançamos o ápice. Juntos. Ele se esparramou dentro de mim, gemendo e eu também. Quando ele saiu de dentro de mim e se deitou ao meu lado. Começamos a rir.

      - Por que tu nunca mais me procurou? - perguntou ele me olhando.

      - Tu não tava namorando? - respondi com outra pergunta.

      - Não! Quem disse isso?

       - Não lembro!

      Sim, sim. Eu e o Vitor tínhamos um lance que era só pregação e nada mais. Nos conhecemos desde o ano passado e ele é meu crush. A gente combinou no início que era só sexo e beijos. E não passou disso. Nem vai passar. Eu não me dou muito bem em relacionamentos sérios, nem ele. Isso, de certa forma, é bom. Como é que eu consigo não me apaixonar? Simples, já sofri muito por paixões e amores, não pretendo voltar a sofrer tão cedo de novo.

...

        Cheguei em casa e fui direto pro banho, amanhã eu não teria que ir a aula pelo simples fato de estar passada em todas as materias. Fim da escola, terceiro ano do ensino médio. Eu faria faculdade agora e isso me frustava, eu já sabia exatamente que faculdade iria fazer, mas não seria no Brasil e isso me frustava, ainda bem que meus amigos iriam comigo. Nossos pais que fizeram esse acordo de mandar a gente pra mesma faculdade no mesmo país, na mesma cidade, no caso na Inglaterra, especificamente em Londres. Eu tenho uma amiga que mora lá, Giselly, ela se mudou faz três anos pra lá e a gente se fala quase todo dia. Ela disse que tá anciosa pela minha chegada e dos meus amigos. Afinal, é lá que mora minha boyband favorita, One Direction. Sim, eu sou directioner. Quando eles anunciaram o hiato, nossa, eu fiquei triste, mais triste de que quando o Zayn abandonou o grupo. Depois de um ano achando que eles se separariam, por causa das carreiras solos, eles voltaram, vinheram pro Brasil na turnê do MITAM, eu fui nos shows que tiveram no Rio de Janeiro e em São Paulo. Fiquei no camarote, ia até pegar autógrafo, mas tinha muita gente, então desisti.

        Daqui pro fim de dezembro, a gente vai viajar, já tá tudo organizado, nossos pais compraram uma casa lá pra gente. Exagerados. Carros também, e tudo mais que jovens gostam. A casa é grande, pelo que eu via nas fotos e no video que o corretor fez, tem quartos de sobra, piscina e até pista de skate, acredita? Pois é...

         Eu to animaderrima pra assumir o lugar do meu pai na empresa dele, por isso que vou fazer administração. Sinceramente, eu gosto da idéia, meu pai disse que tem coisas que ele vai me contar depois, mas nada que mude muita coisa.

       A banda? É só um passa tempo, nada sério. Somos só nós cantando Charlie Brown Jr., Hungria, Costa Gold, Racionais, Pacificadores e tudo que diz a respeito do rap, reggae e rock. De vez enquanto, quando o show rende e a plateia mostra que ta gostando, a gente canta algumas internacionais, eu canto, né? O Mateus disse que não canta por que ele não tem tempo pra essas frescuras... que guri veado.

...

      Hoje eu to terrivel. Mentira, como é natal eu vou me comportar.

        Nossa, 2019 ta acabando... passou tão rápido! Daqui a duas semanas eu e a galera tamo indo viajar. Minha mãe anda chorando pelos cantos, reclamando que eu vou deixar ela sozinha nessa casa enorme. Dramática. Eu já falei com os pais da minha prima e com ela pra ela passar uns tempos aqui, ela vem, mas minha mãe disse que nada me substitui, - eu sei, eu sei! - mas daqui a um tempo ela já vai tá todo encantada pela minha prima. Ah, esqueci de apresentar ela, o nome dela é Maria, ela tem dezoito anos igual eu e ja começou a faculdade de direito dela. Ela é super gente boa, carismática, inteligente e tals. Ela vai vir semana que vem.

         Eu, particularmente, já comecei a arrumar minhas coisas, são 4 malas, eu sei que é muito, mas eu vou morar lá, então, né, vale um desconto, sem contar nas fotos e objetos que significam pra mim. Tem meus skates também. Minha mãe quer que eu não leve, que é pra mim comprar lá, mas eu não consigo. Já existe um sentimento. Tendeu? São anos juntos, não dá pra jogar fora.

          Bom, agora deixa eu falar um pouco da minha vida: Meu nome vocês já sabem, minha idade também, deixa eu ver... minha mãe e meu pai são separados faz alguns anos, meu pai casou de novo e minha mãe preferiu ficar solteira. A minha madrasta, na verdade, é uma bemdrasta, me dou super-ultra-mega-hiper bem com ela, minha mãe também, quando eles terminaram não teve nada de briga, nada de um não olhar pro outro, nada disso. Eles viraram amigos, como eles já eram, só que sem sexo. Às vezes, minha mãe faz jantar aqui e convida ele e a minha bemdrasta e virse-versa. Eu sou do sul, a minha terra tem um céu azul, é só olhar e ver... pois é. Eu sou gaúcha, do litoral, Capão da Canoa pra ser mais exata. Sou brasileira. Meus melhores amigos são: Mateus, Angela, Karen, Marcos e a Giselly. A Gih, como eu acho que vocês sabem, mora em Londres, logérrimo. Eu morro de saudades dela. Ela também é directioner, e nós vamos no show da One Direction lá. É verdade, a gente já tem até ingresso. O Mateus, meu melhor amigo desde sempre ele é um bad boy, pelo menos tenta ser. De vez enquando ele tá Louis Tomlinson da vida e outras, ele tá Zayn Malik, vai entender. A Angela é o estilo de patricinha, sabe? Mas é só estilo mesmo. Ela é uma das melhores pessoas que eu conheço, as vezes ela da uma estrapolada, mas nada muito extravagante. A Karen, bom, ela é uma menina que aparenta ser quieta, daquelas que só observam, mas quando você conhece ela melhor, ela vira uma matraca que meu deus. O Marcos é o nerd da turma, o nerd mais gostoso e lindo que eu ja conheci, Karen que não me escute. E eu... eu sou a menina recatada, de um sorriso timido e lindo! Mentira, digamos assim que, eu seja a bagunça da turma, pois é, eu sou. Hahaha (imaginem um sorriso maligno) e é isso ai.

        - Laura?! Onde tu botou o adesivo que eu te dei? - meu primo, Hiury, perguntou. Levantei a blusa e mostrei o adesivo do Deadpool que ele tinha me dado. Nem parece que tem 20 anos, nem eu que tenho 18. - Ficou lindo! - os olhos dele brilhavam.

        - Vó, quando a janta sai? Já são nove da noite e eu tô morrendo de fome veia! - falei, encarando a senhorinho que estava com um pote de arroz nas mãos.

       - Espera esfomeada! - ela respondeu.

       - Mãe me ajuda!!!! - gritava meu outro primo, Diego, pra minha tia, Geovana. Ele tava cheio de batom na cara. Eu ri. Por que tava engraçado.

        - Eu ja disse pra tu não mexer nas minhas coisas, Diego!! - dessa vez foi Maria. Ela subiu as escadas correndo, atrás do irmão.

         - LAURAAA! - Mateus gritava lá do quarto. Sim, ele passava o natal com a gente, além de nós sermos amigos, nossos pais também eram. Angela e a família dela também, Marcos e a família dele também, Karen e a família dela também. Meu pai também estava com a sua mulher, minha vó, minha tia, meus primos e eu não tenho irmãos. Mas enfim, todo mundo tava... ainda bem que a casa é enorme.

       - Que é Mateus? - respondi.

      - Por que essas malas aqui? Ta planejando ir sem a galera é? - respondeu com outras perguntas. Subi as escadas com o Marcos, a Karen e a Angela no meu encalço.

      - Não, trouxa! Só comecei a arrumar mais cedo! - respondi entrando no meu quarto.

       - Por que? - ouvi a voz de Angela desafiadora.

       - Por que sim! Olha o tanto de coisa que eu vou levar! - apontei pras 4 malas. - se eu deixasse pra arrumar tudo em cima da hora tu acha que eu conseguiria?

       - E verdade! Pensando por esse ângulo... vou começar a arrumar as minhas amanhã! - Karen disse.

       - Eu também! - Marcos.

       - Pois é... - Angela.

       - Ta, agora vem aqui e me diz que bota eu uso? - Mateus perguntou entrando no meu closet.

        - Por quê? Esse tênis ta te incomodando? - perguntei.

       - Não! Só por que tuas botas são legais... - falou pegando a minha favorita.

      - Não... tu sabe que essa eu não empresto! - falei tomando a minha bota preferida das suas mãos.

      - Por quê? - falou abaixando os ombros. - Por favor... só uma veizinha, nunca te pedi nada! - terminou fazendo bico.

      - Já tão brigando de novo por causa dessa bota? Laura tu ta levando aquilo tudo de roupa e ainda tem esse monte aqui? - Marcos disse invadindo o meu closet.

        - Nós não tamo brigando! - eu disse ignorando a segunda parte.

        - É... eu só to tentando fazer a Lah emprestar essa bota pra mim. - Mateus disse.

           - Eu não vou emprestar, não adianta... - falei saindo do closet e sentando na cama.

         - Tá bom, desisto!! - Mateus disse se sentando ao meu lado e me abraçando. - Será que a tua prima me da mais uma chance?

       - Acho que dá... pergunta pra ela! Mas vai logo que o vizinho ta dando em cima dela há um tempo já!! - falei.

        - Depois eu vou, agora eu tenho coisas mais importantes pra fazer, tipo cosquinhas... - falou levantando as mãos e mexendo os dedos. Droga.

         - Karen, Marcos, Angela me ajudem pelo am... - não consegui terminar a frase. Que cara chato, que eu amo.

        Quando eu vi, a gente ja tinha espalhado as penas dos meus travesseiros por todo o quarto. O Marcos que começou. Eu tava tentando sair de baixo da Angela e da  Karen, enquanto o Mateus e o Marcos faziam cosquinhas na gente. Elas são muito gordas, me ajuudem.

         - Mas o que é isso? - ouvi a voz da minha mãe na porta. Imediatamente a gente parou o que tava fazendo. Eita, fudeu.

        - Foi a Laura que começou! - Mateus me acusou.

         - Eu? - bati nele com o pano do travesseiro que eu tinha na mão.

        - É versade tia Cris! - Angela concordou. Bati nela também.

        - Não se faz Laura! - Marcos disse.

         - É... eu ouvi bem quando tu disse bem alto que era pra gente fazer guerra de travesseiros! - Karen continuou.

          Não perdi tempo e pulei em cima dos meus queridos amigos e bati neles, lógico que eles revidaram... eu acabei com um monte de gordos sentados em cima de mim. Só sairam quando minha mãe disse que a comida tava pronta. Gordos fazendo gordices.

         Depois que todo mundo foi embora pra suas supostas casas, só eu e meu amigos ficaram, iamos fazer maratona de séries e filmes, peguemos um monte de salgadinhos, refri, cerveja, bolachas, pipocas e tudo que tinha que tava em saco plástico e em latinhas de alumínio que desse pra comer. Subimos pro meu quarto e lá ficamos, passamos a noite acordados... mentira, depois que a comida acabou os gordos dormiram, todos na minha cama, ainda bem que ela era de casal... mas tadinha, teve que aguentar o quintuplo de gorduras.

...

     Acordei dormindo no chão como sempre acontecia quando eles dormiam lá em casa. Toda dolorida pra ser mais exata, ainda bem que o meu tapete era macio, limpo e quente. Fui pro meu closet, escolhi um short roxo jeans e uma blusa regata preta, peguei tambem roupa íntima e fui pro banheiro, fiz minha higiene  e entrei pro banho que durou uns bons dez minutos, peguei a toalha, me sequei e depois enrolei ela no meu cabelo. Vesti minha roupa e penteei os cabelos. Depois sai do banheiro e as pessoas carinhosas que dormiram comigo ainda estavam dormindo. Desci pro primeiro piso e a minha mãe tava tomando café.

       - Eai mãe, tudo bem? - falei me sentando ao lado dela.

        - Bom dia não existe mais? - falou com o olhar direcionado pro jornal ao seu lado.

        - Tava só tentando socializar, desculpa! - falei.

       - Hmm... o pessoal ta dormindo ainda? - perguntou.

      - Lógico... veia, por que o tio e tia não quiseram ficar aqui em casa? - perguntei. Realmente me intrigava, por que, como eles moram longe deveriam ficar, mas escolheram alugar um apê no centro.

        - Eles não queriam incomodar! - falou.

     
          Ai tem... Meus tios, nem a minha avó ficava aqui em casa quando vinham pra nossa cidade. Estranho. Acho que é por que eles não gostam do meu pai. 

           

 
   



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