História Skin only - Capítulo 25


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Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Christophe Giacometti, Georgi Popovich, Ji Guang-Hong, Lee Seung Gil, Leo de la Iglesia, Michele Crispino, Mila Babicheva, Minako, Otabek Altin, Personagens Originais, Phichit Chulanont, Victor Nikiforov, Yakov Feltsman, Yuri Katsuki, Yuri Plisetsky
Tags Otayuri, Victor Nikiforov, Victuri, Yuri!! On Ice, Yurionice, Yuuri Katsuki, Yuurikatsuki
Visualizações 277
Palavras 1.771
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie oie amorzinhos, como vocês estão??

Olha so, nem enrolei tanto dessa vez, poemos ouvir um amem?
Weeeeee

Não vou enrolar muito aqui não, sei que vocês estão com saudades dos povs do Vic... Espero que gostem do capitulo.

Como sempre agradeço a todos por sempre estarem aqui com a tia Juh e obrigada a cada favorito e a cada comentário, obrigada aos meus fantasminhas e a todos que ainda não desistiram de mim...

Seus lindos<3

Capítulo 25 - Victor Nikforov - Parte l


                

                Um raio de sol batia exatamente em meu rosto, fazendo-me acordar pelo incômodo da claridade me atingindo.

         Meus braços envolviam o pequeno corpo que ainda repousava tranquilamente sobre meu peito e o calor que emanava de Yuuri me dava a certeza de que aquilo não era um sonho.

         Apalpei o criado mudo ao meu lado à procura de meu celular, dando um jeito de me proteger daquela luz irritante. O relógio marcava exatamente sete da manhã, ainda era cedo e eu ainda estava sonolento. Sendo assim o aconcheguei ainda mais para perto de mim e assim peguei mais uma vez no sono.

 

 

         A cama estava vazia, o quarto estava relativamente escuro  e barulho de chuva e trovões podiam ser ouvidos. Aos poucos meus olhos foram entrando em foco, e coloquei-me a tentar determinar o motivo de está sozinho ali.

         Enrolado em um lençol, levantei-me e observei o quarto: as roupas ainda estavam jogadas em um canto qualquer e a luz do banheiro acessa. Logo percebi por cima de todo o barulho de chuva que alguém tomava banho.

         O certo seria deixa-lo tomar seu banho e não incomoda-lo, mas minha mente, como sempre quando se tratava daquele rapaz, me traía e simplesmente me peguei abrindo a porta que levava ate aquele cômodo.

         O vidro do box, assim como todo o banheiro, estava embaçado graças ao vapor que saía da água que escorria pelo corpo que se encontrava ali.

         O encontrei curvado, a cabeça apoiada sobre os joelhos dobrados e a água quente caindo diretamente sobre suas costas, que já estavam vermelhas devido ao impacto da água constante em um mesmo lugar.

         Nenhuma reação... de inicio foi isso que vi: ele só estava ali, jogado no chão, claramente chorando.

- Yuuri... Yuuri você está bem? - o indaguei enquanto abria a porta do box e entrava, agachando-me à sua frente e tocando-o para chamar-lhe a atenção.

         Seus olhos estavam vermelhos, as lágrimas se misturavam com a água que escorria de seu cabelo. Indefeso... essa era a única definição que eu tinha daquela pessoa à minha frente.. Yuuri, estava completamente indefeso.

         Minha mão foi até seu rosto, e meu dedo capturou uma das  lágrimas que escorria por ali.

- O que aconteceu?

- Não é justo... nada disso é justo... tudo é uma merda...

         A voz desesperada se misturava agora com soluços, e suas mãos foram até as laterais de sua cabeça, agarrando-se aos  cabelos ali.

- Tá tudo errado... Victor... tá tudo errado...

- Yuuri... me fala o que está errado? – Segurei suas mãos o mais firme que pude, tentando acalma-lo e fazendo com que o mesmo diminuísse a pressão que exercia em seus cabelos...

- Yuuri! Fala comigo! Yuuri! Yuuri, o que está errado? Yuuri!

         Sua cabeça moveu-se e seus olhos escuros fitaram-me, tão profundos quanto o oceano, e entre soluços ele me respondeu.

- Eu te amar... eu te amar está errado Victor... eu não.. poss... eu não posso amar... eu não devia amar.

         A água era quente, as mangas de meu roupão já estavam encharcadas e provavelmente meus olhos estivessem marejados... mas meus braços envolveram aquele corpo completamente, trazendo-o para o mais próximo que a física nos permitia.

         Seu rosto se escondia em meu peito enquanto minhas mãos afagavam seus cabelos molhados. Eu ainda achava impressionante o quanto nossos corpos se encaixavam tão perfeitamente, não só no sexo, mas em qualquer situação... parecíamos ter sido feitos sobre medida um para outro.

- Tá tudo err...

- Shhhhh... há quanto tempo você está aqui nesse chão? Vamos...

         Minha mão foi até o registro, desligando a água.

- Venha.

         Meus braços encaixaram-se sob seus braços, erguendo-o e levando-o em direção ao quarto para coloca-lo sobre a cama, depois troquei meu roupão ensopado e peguei algumas toalhas no banheiro.

         Lágrimas ainda escorriam freneticamente de seus olhos enquanto eu o enxugava. Assim como uma criança, eu o cuidei, enxuguei seu cabelo e o fiz vestir um roupão, para em seguida deitar-me ao seu lado e o trazer novamente para meu peito, onde o mesmo continuou chorando por mais algum tempo.

         Essa era a segunda vez que o via chorar, e com toda certeza foi uma das piores visões que eu já tive na vida.

- Sabe Yuuri... eu também devo estar errado.

         Finalmente ele havia se acalmado e apenas alguns soluços o acometiam irregularmente.

- Se amar uma pessoa faz com que estejamos errados, então... então eu estou muito errado...

         Meus dedos passeavam levemente sobre o roupão em suas costas enquanto eu procurava as palavras para falar aquilo que eu nunca havia me atrevido a falar para ninguém em toda a minha vida. Eu não entedia como e nem por que eu sentia a necessidade de falar aquilo, mas ao mesmo tempo sentia que era a única coisa que eu precisava falar, não só para mim e nem apenas para Yuuri... eu sentia que deveria gritar aquilo para todos ouvirem.

- Yuuri... Eu te amo...

         O rosto do mesmo escondeu-se ainda mais em meu peito enquanto sua mão apertava fortemente a barra do  roupão que eu vestia.

- Tá tudo errado Victor...

          O escutei falar com o rosto abafado contra mim.

         Ajeitei-me sobre o colchão segurando seu rosto com uma de minhas mãos, fazendo com que o mesmo olhasse em meus olhos.

- É tão ruim assim me amar?
         Seu semblante se distorcia em uma agonia que eu nunca vira na face de nenhuma outra pessoa.

- Não... eu só não tenho direito de viver algo assim Victor.

- Por que você diz isso? Eu te amo... eu te quero... eu vou cuidar de você. É logico que você tem direito de amar, e tem direito de ser amado, e mesmo que não tenha, agora já é tarde, porque EU TE AMO!

         Meus olhos estavam fixados naquelas orbes esuras, mostrando toda a verdade que eu sentia naquelas palavras. Em algum momento, o que era só atração, só sexo, virou amor, e eu nem sei em qual ponto de toda essa confusão eu havia me perdido. A única coisa que eu sabia e tinha certeza era que eu o amava, que o queria para sempre daquele jeito, perto, tão perto a ponto de nossas respirações se misturarem de uma forma que não houvesse outra saída que não fosse olhar um nos olhos do outro.

         Novamente, lágrimas escorriam por seu rosto quando o puxei para um beijo, selando nossos lábios e me entregando ao sabor que apenas Yuuri possuía. O senti ajeitar-se melhor sobre meu corpo, assim ficando sobre mim e proporcionando um contato maior de nossos lábios.

         Meus olhos estavam fechados, mas eu o sentia como nunca. Eu conseguia vê-lo em minha mente perfeitamente, cada detalhe de seu rosto, assim como a imagem do mesmo jogado no chão do banheiro, se lamentando por me amar, algo que nunca pensei que poderia acontecer.

         Nossas línguas dançavam uma com a outra, e pelo gosto salgado em minha boca eu sabia que o mesmo continuava chorando. Cessei nosso beijo segurando as laterais do seu rosto e o trazendo em direção aos meus lábios para assim  depositar um beijo em sua testa.

-Você não acredita em mim? Yuuri?

         Seu rosto balançou negativamente, e seus olhos fecharam-se por alguns segundos.

-Eu acredito em você Victor. Eu acredito.
-Então...?

         O indaguei enquanto secava mais uma lágrima que escapava de seus olhos percorrendo seu rosto.

-Eu pertenço àquele lugar. Você precisa entender que eu nunca poderei viver algo assim. Eu morrerei lá.

         Levei algum tempo para processar sobre o que Yuuri falava. E muito provavelmente meu coração deve ter parado uma batida quando finalmente entendi do que se tratava. Yuuri vivia naquele maldito lugar. Usavam aquele corpo que eu tanto adorava como fonte de diversão e lucro.

- Eu lhe tirarei de lá, você não precisa voltar... Eu...

- Victor...

         Fui interrompido por seu dedo indicador em meus lábios, fazendo com que eu me calasse.

- Eu não posso sair de lá.

- Yuuri...Por que?

- Por vários motivos... não é tão simples.

- Quais são esses motivos? Me diga Yuuri

- Você não entenderia.

- Claro que entenderia, me diga.

         O semblante de Yuuri era como pedra quando o mesmo respirou profundamente e me respondeu com um único nome, o que me fez sentir como se estivesse sendo jogado em um poço de puro ódio.

- Seung...

         Respirei fundo tentando não me alterar durante a conversa. Não que eu fosse me irritar com Yuuri, mas minha raiva em relação a tudo que aquele maldito estava provocando em minha vida me tirava do sério e me fazia perder o controle.

- Eu possuo uma dívida com aquele lugar. Mesmo que eu fuja, eles irão atrás de mim, eles não me deixarão em paz não importa aonde eu vá, e nem quão longe eu vá...

         Minha cabeça dava voltas a cada vez que tentava imaginar que tipo de pessoa era esse tal de Lee. Leo já havia me conseguido algumas fotos de Seung, um rapaz jovem, cabelos escuros, pele tão clara quanto a minha. Por alguma razão ele me lembrava alguém... só não conseguia saber exatamente quem.

- Do que realmente se trata sua dívida com ele, Yuuri? Dinheiro?

         Os olhos do moreno se fecharam levemente enquanto o mesmo negava minha pergunta com um balançar de cabeça.

- Então me fala... o que te prende a ele? O que te prende àquele maldito lugar? O que te prende àquele homem? Me fala que corrente é essa que eu juro, eu te prometo que vou quebra-la... me deixe ajudar, por favor... Yuuri.

         Mais uma vez os olhos do moreno se estreitavam e ameaçavam transbordar bem diante de mim. Tão diferente do Yuuri que eu me acostumara a ver naqueles últimos seis meses, tão diferente do Yuuri forte e determinado que eu aprendera a amar, tão diferente, tão... indefeso.

- Você não pode me ajudar... ninguém pode. Desde quando cheguei à mansão Lee deixou claro que eu só me livraria de tudo aquilo quando morresse.

         Eu queria, na verdade eu precisava entender o que Yuuri queria dizer. Eu queria entender o que tanto o prendia àquele lugar repugnante, o que aquele maldito tinha contra ele e por que iria atrás dele assim... eu precisava saber de toda a história de Yuuri... desde o início.

         A face do moreno se retorceu em uma tristeza misturada de puro desespero quando escutou o meu questionamento. Eu podia ver que aquelas lembranças o quebravam por dentro. Na verdade, se eu parasse para prestar atenção, poderia escutar cada pedacinho dele se quebrando bem diante dos meus olhos.

-Yuuri... como você foi para lá? Como você foi parar na mansão?

 

Continua.

 


Notas Finais


Então? o que acharam?? Hem? hem? hem?
Espero que tenham gostado, e que não tenha ficado muito bad.
LINKS QUE TALVEZ VCS POSSAM GOSTAR.
https://spiritfanfics.com/historia/together-9150753

GRUPINHO DE FÃS DO FACE.
https://www.facebook.com/groups/1874625306135729/

oUTRA FIC YOI DA TIA JUH, PASSEM LÁ.

Vamos aos tópicos, acho mais fácil falar com vocês assim.

-FINALMENTE ELES ADMITIRAM QUE SE AMAM... Aleluia, aleluia... Ja tava na hora ne seus viados lindos.

-Finalmente saberemos como nosso lindo Katsudom foi parar naquele inferno, as coisas começam a se desenrolar mais rapidamente agora entre eles dois.
-Não teve limão, pq ne. a situação não foi favorável, mas espero que tenham gostado, bem, a fic não é so sexo ne...

-Espero que tenham gostado, e desculpe qualquer erro que tenha no capitulo e desculpem minha demora pra postar tbm.


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