História Skinny Love - Capítulo 30


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Drama, Mistério, Original, Romance, Skinny Love
Exibições 27
Palavras 3.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá, como vocês estão?
Cheguei com mais um capitulo pra vocês ❤ Espero que gostem.

Boa leitura.

Capítulo 30 - Madness


XXIX

 

Eu não encontrei nenhum resquício de força ou motivação dentro de mim na manhã seguinte para ir ao colégio. Além dos cortes e arranhões espalhados por todo meu corpo, que nem sequer haviam começado a cicatrizar, deixando toda a extensão da minha pele dolorida e em tons de roxo esverdeado, um processo humano no qual não era natural para mim. Ao levantar meu corpo do estofado, minha cabeça ainda vagava por um lugar distante dali, enquanto eu observava a desordem que havia se tornado o cômodo a minha frente. Havia vidro por toda a escada e o vento da tempestade havia trazido folhas e gravetos retorcidos para dentro da sala, além de ter derrubado tudo ele pudesse carregar. Os quadros se soltaram das paredes, trincando o vidro da moldura, os jornais que antes ficam dobrados à mesa de centro, agora suas páginas estavam em toda sala, o abajur sobre a cômoda havia tombado, juntamente com os adornos sobre ela, que agora o que restava eram os cacos no chão. A tempestade pareceu ter ocorrido ali dentro.

No fundo da minha mente eu sabia que era minha obrigação arrumar aquela bagunça, e que eu não iria me sentir melhor enquanto não fizesse. Era por onde eu teria que começar. Mas em uma expectativa covarde e indolente, eu apenas fechava os olhos com força desejando que todo o caos desaparecesse, e não estava pensando somente na sala a minha frente.

Com suspiro que significava muito mais do que expressava, eu juntei meus cabelos para o alto, os prendendo em um coque e levantei do sofá com um impulso. E dirigindo até a dispensa a esquerda da cozinha, notei como lugar estava intacto, parecendo que a tempestade havia atingindo apenas a sala. Adentrei o cômodo apertado indo ao fundo dele, onde peguei o que precisaria para começar. Pouco depois eu estava varrendo os estilhaços de vidro do carpete da escada, e os juntando com os outros enfeites quebrados que eu já havia admitido a perda e os lancei dentro do lixo junto com as folhas e gravetos. Enrolei o pesado e grande tapete manchado de sangue, e o carreguei com dificuldade até os fundos da casa, onde o empilhei junto com as caixas de papelão, lâmpadas quebradas e moveis cheios de cupim. Eu arfava passando as mãos por minha testa suada, enquanto fitava o tapete carmim que eu sabia que não iria ter o tempo de lavar, mas preferi me confortar dizendo para mim mesma que faria isso no fim de semana. Depois de bater as almofadas e juntar todas as páginas úmidas do jornal da semana interior, onde a manchete ainda trazia o nome Lilian Andrew eu vi que era hora de me desfazer daquilo. Pus a cúpula de volta no abajur e olhando em volta, o caos havia terminado. Eu subi as escadas pensando que não poderia dizer o mesmo da minha mente.

 

A água da banheira estava quente, cheia até a borda e transbordou espalhando água pelo piso branco quando entrei nela. Todo o banheiro era como um cubo alvo e cheio de vapor. Vi os ferimentos em minha pele sob a água tremeluzente, eles pareciam estar começando a fecharem agora. Naquele momento me dei conta que a falta da minha graça era a última coisa no qual me preocupava. Por um século eu me passei por humana, mentindo pra todos e pra mim mesma tentando me convencer a cada dia que era como eles. Talvez agora eu realmente fosse.

Minha mente martelou a pergunta que eu estava tentando evitar desde quando abri os olhos. Onde estaria Thomas. Minha alma estava transbordando de culpa e preocupação, e o que me dava um conforto remoto era que não havia nenhum sinal de que um caos estava se iniciando, o que indicava que Thomas estava bem dentro do limite da situação. Me repreendi mentalmente, pois estava esperando o céu se abrir ou saraivas de fogo. Procura-lo me ocorreu várias vezes, e em um ato imprudente eu faria isso, mas me doía admitir que Thomas não quisesse ser achado, menos ainda por mim. A situação era instável e tudo estava muito recente, e eu sabia que estava doendo nele com uma fratura exposta. Mas eu estava presa nesse paradoxo onde meu desejo era ficar perto dele para protegê-lo dele mesmo, e longe ao mesmo tempo para protegê-lo de mim. Esses pensamentos fizeram meu cérebro começar a borbulhar e eu me afundei na banheira, fechando os olhos e deixando a água me cobrir completo.

 

Eu adormeci, mas foi como um piscar de olhos. Fechei meus olhos, mas no segundo seguinte eu estava acordada, com um olhar arregalado, o peito arfando e a sensação desesperadora que o tempo fugia de mim. Pareceu apenas poucos segundos, mas o sentimento crescente era que eu havia perdido horas em alguma falha de noção de tempo dentro do meu cérebro. E não encontrei nenhum sinal que me confirmasse isso. Eu não conseguia encaixar todos os últimos acontecimentos em uma ordem cronológica, todas minhas ações flutuavam em minha mente totalmente desprendida umas das outras. Olhei para a sala a minha frente e me esforcei para encontrar o peço vago de memória onde eu havia chegado ali. A claridade cinza da tarde entrava por todas as frestas e janelas, juntamente com um murmúrio cada vez mais audível. No começo soava como o chiar do vendo, um ruído branco que se tornou vozes sussurrando coisas incompreensíveis, cada vez mais altas. Foi quando um estalo dentro de mim me fez despertar para perceber que algo estava errado. Me levantei em um salto, me perguntando se os murmúrios eram mesmo reais, de alguma forma eles pareciam estar ecoando em minha cabeça, me seguindo para onde quer que eu me movesse. Ao alcançar as escadas, as vozes que aumentavam gradualmente, se distinguiram, se tornando claro os murmúrios que elas repetiam. “Você tem que me ajudar” “Por favor” “Me ajude”. As palavras fez uma náusea preencher meu estômago, com as vozes se tornando cadê vez mais altas eu corri até a porta da frente implorando por respostas. Ao abri-la, o choque me fez congelar. Acima de mim, o céu cinza se abria em um redemoinho de luz branca e destruição, ventava forte e abertura no céu parecia estar sugando toda energia ao seu redor. Parada ao portal da entrada, eu senti um calafrio ao olhar ao meu redor. As pessoas vinham de todos os lados, centenas delas, se agrupavam rodeando a casa. Suas expressões eram abatidas e aterrorizadas, elas murmuram juntas as mesmas frases. Imploravam por suas vidas, pedindo por ajuda em um sussurro desesperado.  O som vindo da multidão era angustiante. Então eu comecei avistar rostos familiares no meio da multidão que se formava em minha volta. A bibliotecária, Sr. Firtz, o professor de historia, vários rostos conhecidos do colégio, e entre eles também estava Ciel. Sua expressão estava perdida, ela olhava em volta e tremia murmurando, “Por favor”. Como se estivesse compelida á isso, assim como todos os outros ali. Senti todo meu coração se apertar, a culpa havia me esfaqueado pelas costas de novo. Eu corri até ela, mas ao descer os quatro degraus da escada eu me encontrei no momento seguinte ao topo da escadaria sobre a janela quebrada da sala. Minha visão se tornou turva e eu girei em meus calcanhares enquanto uma enxurrada de perguntas atravessavam meu cérebro. Eu não tive tempo de encontrar uma resposta, o que veio a seguir foi uma série de gritos de aflição.  Desci os degraus o mais rápido que consegui e o que encontrei ao alcançar a porta foi uma luz ainda mais ofuscante partindo do céu. A multidão gritava em dor, cobrindo os olhos, outros se jogavam no chão em desespero.  A tentativa de ir até lá foi falha novamente, pois ao deixar a casa, eu me vi na cozinha no mesmo segundo.  O enjoou em meu estomago crescia juntamente com os gritos e a suplicas por ajuda. Ao tentar deixar a casa, mais uma vez eu me deparei com meu quarto, e ao chegar a porta novamente a cena havia se tornado ainda mais terrível.  A aglomeração estava agora quase todos de joelhos ou tombados ao chão, havia sangue escorrendo dos seus olhos e se espalhando por suas mãos, enquanto os gritos se tornavam ainda mais dolorosos. Eu berrei de angústia e indignação, lutando para chegar àquelas pessoas mais vez. A atitude foi falha mais uma vez, e em todas outras vezes que tentei, foram dezenas delas. Mas antes que eu pudesse pisar no gramado eu estava dentro de algum cômodo dentro da casa novamente, e eu corri para porta da frente em todas às vezes, implorando aos céus que me deixassem sair.  As suplicas faziam meus ouvidos zunir, e ao me achar sob a escadaria da sala outra vez, eu já estava suando, com meu coração batendo demasiadamente rápido, e chorando de um ódio frustrante. Ao correr para a porta novamente, eu errei um dos degraus o que me levou ao chão com uma pancada. Eu não tinha mais forçar para levantar, todo meu corpo tremia e eu ouvia meu choro sobre as vozes que agora imploravam pela morte. Meus cabelos negros caíam sobre meu pescoço e grudavam em minha pele suada, e por entre cortes deles, pela porta aberta da minha frente e eu ainda via as pessoas. Pessoas as quais eu conhecia, e me importava, pessoas aquelas que sequer tinham ideia do porquê de estarem ali, ou do por que tiveram uma morte extremamente cruel, pessoas que nem estavam envolvidas no caos que eu havia criado, pessoas inocentes. Eu vi todas elas morrerem. Implorando por suas vidas e aos berros de dor. Quando o brilho ofuscante branco chegou o seu auge tudo em minha volta foi iluminado. Eu ainda chorava, soluçando, fraca e sedenta demais para me levantar ou apoiar nos próprios pulsos. Então meu pulmão que implorava por mais ar em meio ao meu pranto,  começou a falhar. Eu não conseguia mais respirar.

— Ellizabeth? —A voz sou distante e perdida, com um ruído abafado. Um eco vagando muito longe de mim, eu estava em uma camada profunda fora do alcance daquele que chamava meu nome. Todo o ambiente em minha volta se tornou embaçado e a sensação de sufocação aumentava a cada segundo. Minhas mãos se fechavam em punhos e meus pulmões se contorciam em pontadas de dor. — ELLIZABETH! — Então as mãos firmes me alcançaram através daquela concentração destorcida de realidade, segurando em meus ombros e me puxando para fora da água.

A claridade invadiu repentinamente meu campo de visão, em seguida eu tossi engasgada com a água que abafava minha garganta. Ao olhar em volta, as paredes brancas do banheiro me cercavam e os olhos estalado de Mikael, que estava ajoelhado ao meu lado, me encarando em busca de respostas, mas a única ação que expressei foi o choro de desespero e medo que não consegui evitar.

— O que diabos você está tentando fazer? — gritou ele, mas a preocupação estava estampada em sua voz. Eu tremi, me encolhendo na banheira ainda cheia de água.

— Ele vai matá-los. Ele vai matá-los, Mikael... — repeti em meio aos meus soluços e sua expressão se abrandou.

— O quê? — murmurou ele apertando os olhos em mim. Eu apertava meus braços em volta dos meus joelhos e meus cabelos negros molhados colavam em volta dos meus ombros.

— Castiel. Foi uma visão. Ele vai matar aquelas pessoas. — contei em desconsolo, não conseguindo conter meu pranto. — Por minha causa, por causa do que eu fiz... Eu sinto muito, Mikael. — sussurrei a última frase deixando minha cabeça tombar sobre meus joelhos. Eu sentia meu corpo cada vez mais fraco e sensível a cada lágrima que escapava dos meus olhos, além da minha graça ter sido quase esvaída do meu corpo, aquela visão havia devastado meu interior me causando danos que eu sabia que não seria capaz de reparar.

— Vamos. Vou te tirar daqui. — murmurou Mikael antes de mergulhar braços e envolvê-los em meu corpo nu, me erguendo da banheira em seu colo. Ele apanhou a toalha mais próxima, me cobrindo com ela e seguindo para o quarto.

Depois de me colocar sobre a cama eu levei um tempo para organizar todos os acontecimentos dentro da minha mente e forçar as lágrimas a cessarem. Ainda soluçava quando me levantei, deixando a toalha branca que envolvia meu corpo cair. Mikael se virou e eu caminhei a até a cômoda de madeira branca, pegando uma camisola velha e a vestindo, jogando meus cabelos molhados para trás. As imagens do homicídio em massa ainda perturbavam minha mente que trabalhava arduamente em pleno silêncio em busca de uma solução. Mikael se aproximou de mim, mas eu não me virei.

— Eu acho... — ele começou, mas a frase não foi concluída. O ouvi respirar fundo. — Acho que fui muito duro com você ontem à noite. — disse ele com um ar pesado, e eu olhei pra ele por cima dos ombros. — Principalmente depois do que havia acontecido. — Eu abaixei a cabeça e só consegui assentir, o que lhe fez soltar um suspiro frustrado. Ele me segurou pelos ombros, me fazendo olhar pra ele. Sua expressão era angustiada e rígida. — Eu sinto muito, Ellizabeth. Eu nunca quis te machucar. — disse ele em voz baixa, sua voz soou áspera. — Eu não vou me perdoar pelo que fiz a você. — confessou ele ainda mais baixo. Não consegui expressar a surpresa, meus olhos se apertaram nele.

— Faz 5.311 anos que eu te conheço, Mikael. — comecei. — E essa é a primeira vez que vejo você dizer que sente muito. —disse e ele forçou um sorriso.

— E provavelmente é a última. — respondeu Mikael e eu me afastei dele, passando as mãos meus cabelos molhados e embaraçados

 — Eu deveria ter te escutando. —admiti olhando pela janela do quarto. Lá fora fazia uma noite clara e fria, a luz cheia se sobressaia no céu escuro e uma camada de neblina cobria todo o gramado.

— Você deveria. — confirmou. — Mas agora vamos lidar com isso. — Ele se aproximou e eu me virei pra ele. Eu não soube dizer se as palavras de Mikael foram apenas para me confortar, pois eu mesma não conseguir produzir alguma esperança sobre isso.

— Eu nem sei o que supostamente eu deveria fazer. — disse e soou como uma confissão desamparada. — Thomas não vai me ouvir, Castiel está furioso, tem uma cidade inteira em perigo por minha causa, eu tenho uma semana para lidar com isso e eu não quero te envolver nisso ainda mais.  — Ao fim da frase, eu estava mentalmente exausta. Mikael apertou os olhos pra mim com desaprovação.

— Eu já estou envolvido. Céus! Ellizabeth, quando você vai perceber que eu estou fazendo isso porque eu quero? — Ele entrelaçou as mãos pelo meu pescoço, me fazendo olhar para ele. — Eu sempre estive aqui. Por cinco séculos! Então não me afaste agora. Não aja como se não precisasse de mim, eu sei que precisa. — disse ele convicção e eu estava em uma batalha interna para manter meus olhos fixos nos seus. — Tanto quanto eu preciso de você. — sussurrou a última frase, e eu não respondi. Tentei me afastar, mas não consegui suas mãos estavam entrelaçados firmemente em meio aos meus cabelos.  Olhei para ele incerta, que sustentou meu olhar com uma frustração passiva. Ele estava certo em cada palavra. Eu precisava dele, muito mais do que tinha vontade de admitir. E me encarando como se pudesse enxergar tudo dentro de mim, Mikael abaixou seu rosto próximo ao meu, tomando meus lábios em um ato preciso. Em meio aos segundos que pareceram correr em câmera lenta eu sequer tive o tempo de dar um passo para trás.  Ele apertou seus firmes lábios contra os meus enquanto centenas de pensamentos e memórias preencheram minha mente e eu tentava arduamente ignorar a parte dentro de mim que desejava mais. Sua boca se moveu em consonância com a minha, quebrando todas as barreiras dentro mim. Logo suas mãos rígidas em meu pescoço se abrandaram e acariciavam meus cabelos. Agora eu já não podia evitar os impulsos dentro de mim que levaram minhas mãos percorrer todo seu peitoral. O beijo antes determinado se tornou mais e mais ansioso e anelante. E mesmo depois de um século, Mikael ainda me causava as mesmas sensações. Me fazendo me sentir em casa a cada vez que apertava meu corpo contra o dele. Então ele passou seus braços fortes por minhas coxas, me erguendo do chão, e eu fechei minhas pernas em volta de sua cintura. Ele me pôs sobre minha cama em seguida. Senti minha pele se arrepiar e sangue correr vigorosamente pelo meu corpo, deixando minha pele quente ao ver Mikael se livrando com facilidade de sua camisa preta e lançando longe antes de reclinar-se sobre mim novamente. Senti sua respiração ofegante próxima ao meu pescoço.

— Sabe por quanto tempo eu esperei por isso? — murmurou ele. Todos os anseios que eu havia mantidos enterrados por anos afloravam em minhas entranhas a cada toque dele em minha pele.

— E o que está esperando agora? — murmurei em resposta. Ele levantou seu rosto sobre o meu, notei seus olhos que pareciam mais vívidos do que nunca e seus lábios enrubescidos antes dele juntá-los aos meus novamente.

 

A manhã acinzentada do dia seguinte atravessou as cortinas e preencheu todo o quarto, me despertando. Girei os olhos em minha volta ainda tonta de sono. Sobre as cobertas brancas, vi Mikael sentado à beira da cama, as costas nuas e a calça escura, os cabelos negros bagunçados e um olhar vidrado que me fez me virar para ele em alarme. Seus olhos azuis encaravam um ponto fixo, e seu rosto não expressava nada. Eu me levantei hesitante, não conseguindo evitar minha voz de tremer.

— Mikael, o que houve? — perguntei sentindo a apreensão tomar conta de mim. Ele não disse nada, se levantando em um salto em seguida. Em uma ação rápida demais para meu cérebro ainda embriagado de sono acompanhar, ele apanhou a camisa preta a vestindo e passando a mão pelos cabelos negros nervosamente. 

— Tem alguma coisa errada. — murmurou ele que andava de um lado para o outro ao redor da cama.

— Mikael! — gritei e então ele olhou mim. — Me diz o que está acontecendo. — exigi e ele se aproximou de mim subitamente.

— Eu posso sentir essas coisas. Faz parte disso, ser um Anjo da Morte. — Ele começou com urgência. — Eu posso sentir quando uma pessoa está prestes a morrer. Como um sexto sentido.  E tem alguém muito perto da morte agora. — Ele levantou os olhos para mim, e ao ouvir suas palavras, eu senti todo meu corpo gelar e o pânico assumir o controle do cérebro.

— Quem? — perguntei e minha voz soou áspera, o receio das suas próximas palavras começou a fazer meu estômago se revirar.

— O nephilim.


Notas Finais


Thelisa shipers don't kill me, plz ~medo~ haha

Comentem e me contem o que vocês acharam ❤

Ah, também queria dar parabéns (de novo) pra @Riv , minha querida leitora, amiga e unicórnio que fez aniversário essa semana ❤🌈

🌸 Novidade 🌸
Eu escrevi uma nova fanfic. É um conto curtinho de um crossover entre Sherlock e Doctor Who, se se interessarem deem uma olhadinha lá:
https://spiritfanfics.com/historia/a-cup-of-tea-6976337

Obrigada por lerem, até o próximo.
love you all ❤


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