História Skins and Masks - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hoje o capítulo é da Thalia, sobre a visão dela, espero q gostem
<3

Capítulo 3 - Thalia I


Fanfic / Fanfiction Skins and Masks - Capítulo 3 - Thalia I

- Sim, Annie, eu já te falei que você só precisa trazer uma tequila! – Annie parece ter um ataque do outro lado da linha de tanto que ela falava. – Não, porque eu vou roubar a coleção de bebidas que o meu velho tem. Sim, Annie, eu não ligo. – Franzi o cenho com aquela pergunta. – Ah, e Percy vai fazer os petiscos. Não, eu não quero saber se estamos fazendo ele de empregado até fora da sua casa. – Ela tentava discutir comigo. – Ninguém mandou ele ser o único a saber cozinhar bem de nós. Tá, tudo bem, tchau.

- Bom, tá na hora de dar bom dia pro meu pai. – Me levantei em um pulo da cama, indo na direção da cômoda.

Meu pai era Zeus, um empresário que investiu em uma empresa de aviões e ficou bilionário. Ele é a pessoa mais rígida do mundo, com todo o negócio de valores e não sei o que. Eu até gostaria mais um pouco dele, se não fosse por Hera sempre tentando me atormentar de maneiras diferentes. Minha madrasta é a definição do carma de uma vida passada. Pelo menos, ela é a desculpa pro meu comportamento muito convencional.

Cheguei perto do som, um conhecido meu estava vendendo. Nada melhor do que um som que alcança toda a casa. O aumentei até a metade, selecionando minha playlist de rock. “Papai vai adorar”, pensei comigo mesma, apertando o play. E realmente, cinco segundos depois, Zeus estava na minha porta.

- Thalia, que bagunça é essa? – Ele gritava, e soava mais como trovões. – Abaixe isso agora mesmo! – Se o som não estivesse tão alto, eu juraria que ele estava batendo na porta.

- O que? – Eu gritei de volta, sorrindo. – Aumentar? Que bom gosto repentino, pai! – Girei o regulador de volume no máximo.

Fui na direção da janela, passando por ela. Tinha um degrau bem pequeno para eu apoiar meus pés, me esgueirando até o quarto de Jason. Passei bem devagar, e vi a imagem de Zeus, trajando formalmente uma samba canção e regata brancas. Eu deveria tirar uma foto e mostrar para seus funcionários, mas não tinha muito tempo. Me esgueirei até o andar de baixo, chegando a cozinha. Peguei uma maçã, e foi o tempo de Hera vir em minha direção quase explodindo de tão vermelha.

- Essa bagunça é por sua causa, mocinha? – Os cabelos castanho escuro dela esvoaçavam enquanto ela vinha na minha direção.

- Ah, vamos lá, Hera. É só música! – Eu disse, mordendo um pedaço da maçã. – Você devia se acalmar, esse estresse excessivo tá te deixando um pouco gorda. – Eu disse, e ela imediatamente olhou para a barriga, desesperada. – Madrasta querida, não vou ficar para me despedir de vocês, mas boa viagem! Vou ficar com saudades. – Fiz falsa cara de choro, girando a maçaneta. – Ah, e quase ia me esquecendo. Toma! – Joguei a chave do meu quarto pra ela, que quase a deixou cair, ainda por causa do comentário da barriga. – Fala pro meu pai que eu amo ele. – Acenei enquanto saía.

Bom, vocês provavelmente nunca vão passar por essa experiência, mas sair de casa ao som de Hera gritando é uma bom incentivo para começar melhor sua manhã. Fui direto pra casa da Piper, os pais dela eram um ator e uma estilista bastante renomados e não paravam em casa. A porta estava sempre aberta, Piper era realmente louca. Subia as escadas, e vi uma Piper chorosa, limpando as lágrima com um pano umedecido, enquanto assistia A Culpa é Das Estrelas.

- Você tá chorando com essa merda? – Eu me deitei do lado dela.

- Respeite meus sentimentos Thalia, respeite. – Ela tomou um gole de tequila na garrafa, limpando mais um pouco das lágrimas. – Ele morreu no final.

- Cala a boca! – Eu tomei a garrafa da mão dela, bebericando também e fazendo uma careta quando a tequila passou queimando pela minha garganta. – Me dá um cigarro, Piper.

- Acabou. – Ela disse.

- Ei, você não é encarregada de levar os cigarros hoje? – Eu perguntei, e ela arregalou os olhos. – Puta que pariu, Piper. Você falou que já tinha eles.

- A gente vai ter que pedir pro Nico. – Ela disse, e se você não sabe, ir na casa do Nico não é muito bom. A gente até mandaria uma mensagem, mas ele quebrou o celular.

- Vamos, chorona. – Eu a ajudei a levantar, e acabei com a garrafa de tequila em uma virada só.

Descemos as escadas, a casa de Nico ficava em um dos últimos lugares do condomínio. Caminhamos até ela, e do lado de fora dava pra ouvir a gritaria.

- Você foi irresponsável, você toca a campainha. – Eu cruzei os braços, e Piper bufou, marchando até a porta e tocando a campainha.

- Que foi? – Nico abriu a porta gritando. Ele estava sem camisa, e com um baseado na boca. Bianca gritava atrás dele, ela tacou uma peça de cerâmica e Nico abaixou a cabeça, deixando a peça voar do outro lado da rua e se estraçalhar. – São vocês garotas... BIANCA, PELO AMOR DE DEUS, PARA COM ESSA PORRA, A GENTE TEM VISITA! – Bianca gritou e subiu as escadas.

Nico entrou em casa, e Piper me olhou com os olhos castanhos arregalados, e eu dei de ombros. Entramos, e ele estava na cozinha. Colocou dois copos na mesa e uma garrafa de whisky, apagando o baseado na torneira e jogando em uma panela suja. Ele se virou pra gente novamente e pegou um cigarro, acendendo-o.

- Vão ficar caladas? Desembuchem! – Ele soltou a fumaça do cigarro, nos encarando. Nico era o retrato da boa conduta.

- Nico, você não vai colocar uma... Camisa? – Piper perguntou e Nico revirou os olhos.

- Piper, fala logo o que você quer. – Ele disse, se encostando na bancada da pia.

- Piper não conseguiu arrumar os cigarros, Nico. – Eu disse, eles iriam ficar nessa enrolação o tempo todo. – Precisamos de você!

- Puta que pariu, eu não tinha que levar só as drogas? – Ele disse, franzindo o cenho.

- É, mas precisamos de mais um favor. – Eu disse, derramando o whisky no copo.

- Tá, só um minuto. – Ele saiu, eu virei o copo e nós o seguimos. – BIANCA CADÊ AS PORRAS DOS MEUS CIGARROS?

- EU NÃO SEI NADA SOBRE SEUS CIGARROS, MOLEQUE! – Ela gritou e ele tentou abrir a porta, mas estava trancada.

- ABRE ESSA PORRA, SUA VAGABUNDA! – Ele esperou e sem resposta. Nico cerrou os dentes e chutou a porta, arrombando-a. Eu adorava ele, muito impulsivo. Olhei para Piper, que estava aterrorizada.

- SEU FILHO DA PUTA, OLHA O QUE VOCÊ FEZ COM A MERDA DA PORTA! – Bianca levantou em um pulo, indo conferir a porta.

- AQUI MEUS CIGARROS, SEU RESTO DE ABORTO! – Ele abriu uma caixa, que estava cheia de pacotes de cigarro.

- VOCÊ VAI DESCONTAR ESSA BUCETA DESSA PORTA DA SUA MESADA, ARROMBADO! – Eu percebi, que os diálogos entre Nico e Bianca, nunca faltavam xingamentos ou gritos. Eles eram piores do que eu e meu pai.

- Aqui seus cigarros! – Ele abriu a caixa, me mostrando.

- Por que você tem tantos cigarros? – Piper perguntou, ela não vinha muito na casa de Nico. Só veio em uma festa, e nunca mais quis voltar.

- São os da semana. – Ele apagou o que ele estava fumando na mesa, jogando no chão. – Tomara que a festa seja boa.

- Vai ser. – Eu sorri

 

(...)

 

- Aqui, suas tequilas. – Annabeth as deixou na mesa, falando alto por causa da música. Meus pais já tinham ido embora, e todos tinham chegado.

- É, e aqui estão seus petiscos. – Percy tinha terminado de cozinhar, colocando na forma enquanto sorria.

- Tá, eu vou ali no banheiro. – Annabeth disse, saindo da cozinha.

- Ei, pequeno Percy. – Nico chegou sorrindo, com uma forma de brownies. – Você que é um bom cozinheiro, experimente um pouco dos brownies que eu fiz.

- Ah, claro, Nico. – Eu fui tentar interromper Percy, mas não deu tempo. Ele pegou um e mastigou. – Ficou bom, parabéns. – Nico sorriu, e Percy pegou mais um.

Bem o estrago já estava feito, um brownie a mais não ia mudar nada.

 

(...)

- Piper, você ainda vai se arrepender de ter passado tanta maquiagem na cara. – Percy disse, e Piper abriu a boca. – Dizem, que quem passa muita maquiagem fica com mais rugas. – Todo mundo riu.

- É verdade. – Jason disse e Piper socou o ombro dele, rindo. Annabeth chegou, e a cena não agradou muito ela.

- Eu não acredito! – A festa já tinha começada, Percy estava sentado na sala. Annabeth conseguiu sair do meio do pessoal dançando e olhou para Nico. – Eu não posso acreditar que você drogou Percy.

- O que? Eu só dei um brownie pra ele, relaxa Annabeth. – Nico disse.

- É, Annabeth, relaxa. – Disse Percy, balançando o corpo, sem conseguir se equilibrar.

- Ei, Nico, me ajuda a descer com os cigarros. – Eu disse e ele assentiu. Subindo as escadas junto comigo.

Entramos no meu quarto, e eu acendi as luzes, me virando para ele, que sorriu. O sorriso de Nico devia ser a oitava maravilha do mundo, meus deus. Ele deu um passo, encurtando a distância e aproximou seu rosto, deixando uma certe tensão. Quando íamos selar nossos lábios, ele agarrou uma mão na minha bunda e a outra na minha cintura com força, puxando meu corpo contra o dele, enquanto sorria de canto, convencido.

- Nico Di Ângelo, seu tarado! – Eu disse, mordendo o lábio inferior e ele me levantou.

- Parece que eu não sou o único. – Ele disse quando eu entrelacei minhas pernas na cintura dele. Eu sorri e Nico pressionou os lábios contra os meus, invadindo minha boca sem permissão. Seu beijo era tão selvagem como ele, causando uma série de arrepios que eu não conseguia descrever.

Eu coloquei minhas mãos entre seu rosto, e ele passou a sustentar meu corpo pela minha bunda, apertando-a. Eu desci, e nós entramos no closet, tínhamos que ser discretos, tínhamos concordado que iríamos manter isso em segredo. Quando fechei a porta, Nico me pegou pela cintura e me girou, me pressionando contra a parede e beijando meu pescoço. Aquele momento foi realmente indescritível, a tensão sexual estava no limite. Ele desceu, distribuindo beijos pelo meu corpo, e abaixou minha calça, pressionando o dedo contra minha intimidade e me provocando a soltar um gemido. Ele sorriu, e quando ia arrancar minha calcinha, a porta abriu, e eu quase pulei de susto.

- Cara, que puta vontade de mijar. – Era Percy, ele incrivelmente não estava vendo nós dois, estava olhando para baixo. Eu e Nico ficamos em silêncio, ele começou abriu o zíper e quando ia tirar o “amiguinho” pra fora, Nico gritou.

- Percy não mija em mim! – Percy levantou os olhos, que estavam semicerrados. Eu rapidamente arrumei minha roupa, embaraçada.

- Nico? Thalia? – Não, a cabeça do meu pau, filho da puta! – Vocês estavam...? No banheiro? Vão para um quarto! – Ele levantou as calças. – Quando ia virar as costas, Nico saiu, o segurando pelos ombros.

- Percy, têm que me prometer uma coisa. – Ele olhou sério para o garoto que assentiu.

- Qualquer coisa irmão! – Ele disse, sorrindo.

- Não conte pra ninguém que nos viu juntos, eu e Thalia queremos manter nosso relacionamento em segredo.

- Tudo bem, mas vão para um quarto e tranquem a porta, pelo amor. – Percy disse, cambaleando.

- Eu levo ele lá pra baixo, Nico. – Eu disse, e ele fez uma cara de criança que perdeu o brinquedo.

Eu desci com Percy, a festa ainda estava rolando, Leo dançava todo desengonçado. Annabeth e Piper estavam conversando, Jason pegando uma líder de torcida e eu auxiliando o drogado.

- Ei, Thalia. – Percy sentou em uma das cadeiras, com dificuldade. – Me faz um milk-shake?

- Claro. – Eu ri com o pedido repentino, pegando o leite e o sorvete. – Você não vai atacar nenhuma garota, Percy? – Eu brinquei com ele.

- Não... – Ele pensou um pouco. – Eu quero atacar é um milk-shake. – Eu ri novamente. Gostava de Percy, ele era sincero e gentil, não fazia muitas perguntas também.

- Tem medo de se machucar com Annabeth? – Eu perguntei e ele crispou os lábios, tentando raciocinar sob o efeito da maconha.

- Não, acho que ela tem um bom coração, não me vejo sendo machucado por ela. – Ele disse, encostando a cabeça na cadeira, quase dormindo. – E você? Não assume Nico por que tem medo de ele quebrar seu coração?

- Ninguém quebra meu coração. – Eu disse, olhando em seu olho. Coloquei as coisas do milk-shake no liquidificador e bati.

- Sabe, Thalia. – Ele disse, apontando pra mim, quase batendo a cabeça na mesa. – Você devia assumir Nico, vocês são um casal muito bonitinho. Além disso, quem melhor que você pra dar um jeito nele?

- Como assim?

- Bem, me disseram... – Ela pausou, para retomar o raciocínio. – Que Nico está desperdiçando muito da sua vida brigando, se drogando e essas coisas. Eu acho que você colocaria qualquer um na linha. – Eu ia argumentar contra ele, mas ele abaixou a cabeça e fechou os olhos.

- Idiota. – Peguei o milk-shake e o acordei. – Toma.

- Pra mim, Thalia? – Percy perguntou, sorrindo, ainda com os olhos de quem acabou de acordar. – Como você sabia que eu queria tanto um milk-shake? – Ele pegou o milk-shake e começou a sorve-lo ruidosamente.

- Você é maluco, Jackson. – Eu disse, sorrindo.


Notas Finais


Ei, eu tenho uma coisa pra perguntar a vocês? Vocês querem as cenas com sexo explicito ou não? Porque eu tenho que saber se vcs querem q eu escreva as cenas de sexo, ou só deixe a entender q eles foram pra cama.
O que acharam do capítulo?
bjs


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