História Skins and Masks - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não sei se vcs vão gostar mto desse capitulo, foi treta q deu no final, mas tudo vai se acertar kkkkkkkkkkkk

Capítulo 4 - Jason I


Fanfic / Fanfiction Skins and Masks - Capítulo 4 - Jason I

- Mas, o que está acontecendo aqui? – Acordei em um pulo com a voz estrondosa de meu pai, uma pilha de garrafas que estavam por cima de mim caíram quando levantei e olhei para ele. Zeus jogou a mala no chão e entrou na casa, passando o olho por cada canto dela, balançando a cabeça negativamente. – Eu deixei a casa com vocês por um dia e já traíram minha confiança? – Ele travou os olhos em mim, tentei me esconder, mas ele me viu. – Jason, até você?

- Ei, você deve ser o pai da Thalia. – Quando eu ia tentar dizer alguma coisa, Percy atravessou a sala com um prato na mão, e um sorriso estampado no rosto. – Sente-se, eu fiz o café da manhã!

- Quem é você, garoto? – Meu pai o olhou de cima a baixo, não tinha gostado. Percy estava sem camisa, só de calça e avental. Sem vergonha era a definição para ele.

- Percy Jackson, eu trabalho na casa de Annabeth. – Annie levantou a mão, revirando os olhos de tão bêbada e caindo com o braço novamente. Eu reprimi uma risada, e meu pai me olhou severamente. – Ei, não fique assim. Se conversar com Atena, eu limpo isso. – Percy sorriu. – Vamos, pegue pelo menos um cookie.

- Se eu pegar, você para de falar na minha cabeça? – Zeus disse, estupefato e Percy assentiu. Meu pai pegou o cookie, e fez uma careta surpresa. – Garoto, isso aqui está realmente bom.

- Receita de família. – Ele disse, contente. – Pode sair, dar uma volta com a sua esposa. – Ele acenou para Hera que estava do lado de fora, mas ela o ignorou. – Eu termino isso em uma hora.

- Uma hora? – Zeus riu. – Você é maluco, criança.

- Cem pratas. – Percy o encarou com um olhar desafiador e um sorriso convencido.

- Tudo bem. – Zeus disse, não gostava de ser desafiado. Ele saiu, e quando chegou lá fora, Hera arrumou seu cabelo e camisa havaiana. – Garoto, se você pintar a cerca a tempo, eu dou outra chance para os idiotas dos meus filhos.

- Ei, isso é uma tarefa sua. – Disse Hera, cruzando os braços.

- Cada um jogas com as peças que tem, minha querida. – Disse meu pai, entrando no carro.

- Então, bando de bêbados. – Percy gritou, e todos os presentes levantaram a cabeça, não conseguindo raciocinar direito. Annabeth, Thalia, Nico, Piper, Leo e eu. – Está na hora de trabalhar. Leo, você fica encarregado de pegar as garrafas. – Leo foi tentar questionar, mas Percy o interrompeu. – Sem mais, Leo. Você ouviu o barbudo.

- Tudo bem, mas só porque o pai de Jason me assusta. – Leo se levantou prontamente, pegando as garrafas, cambaleando de quando em quando.

- Ei, quem teve a magnífica ideia de jogar papel higiênico molhado em cima do teto? – Percy disse, olhando para cima. E todos olharam para Nico.

- O que foi? – Ele disse, dando de ombros. – Parecia uma boa ideia sob o efeito da maconha.

- Tudo bem, Nico, você cuida disso. – Percy disse, e Nico se levantou, pegando uma vassoura.

- Thalia, você pega os restos de comida. – Minha irmã não acatava ordens, mas ela aceitou prontamente.

- Piper, dê um jeito de melhorar essa cara e lavar a louça. – Percy disse, com as mãos na cintura.

- Claro, capitão. – Piper bateu continência, e Percy revirou os olhos, sorrindo. Ele pegou um copo de água e jogou em Annabeth, que acordou, mas parecia que ela tinha acabado de sair de um afogamento.

- Mas que porra? – Ela olhou pra Percy.

- Princesinha, você não fica de fora. – Ele cruzou os braços, estampando mais uma vez o seu sorriso. – Vamos, passe uma vassoura na casa.

- Eu não vou fazer isso. – Annie disse, franzindo o cenho.

- Então, vou avisar Zeus para falar com sua mãe sobre as doses de tequila que você andou virando. – Ele disse, convencido.

- Chantagista do caralho. – Ela disse, se levantando e pegando uma vassoura.

- Ei, Jason. – Eu olhei para ele. – Me ajude com a cerca, por favor.

Eu não gostava de receber ordens tanto quanto minha irmã, mas ele estava salvando a pele de cada um de nós, e ainda foi educado comigo, então assenti e o segui. Chegamos, e eu o indiquei onde ficava a tinta e os pincéis.

- Valeu, Jason. – Percy sorriu mais uma vez, e eu assenti. Ele pegou o pincel, e começou a fazer a repintura da cerca. A destreza tomava conta de suas mãos, parecia até um artista pintando aquilo. Eu me agachei e tentei o acompanhar, mas ele era muito rápido.

- Ei, Percy. – Eu molhei o pincel na tinta e ele me olhou. Aquela pergunta me matava, eu tinha que saber. – Por que você está sempre sorrindo? Sabe, você parece pegar um trabalho pesado, não se divertir muito como nós, e sempre está sorrindo.

- Bem, a vida é dura e ás vezes parece que ela é muito mais dura comigo do que com os outros. – Eu quase sempre me sentia assim, reconheci aquelas palavras que refletiam muitos dos meus pensamentos. – Mas, a cada sorriso que eu dou, parece que ela fica mais fácil. Cada gentileza, parece que ela ficava mais doce. – Ele molhou o pincel, voltando a pintar as cercas. – A cada ação boa que vem do fundo do meu coração, parece que eu me sinto mais leve. Pensamentos muito negativos não fazem bem, prefiro ser otimista e sorridente.

- Não quero te obrigar a falar do seu passado, mas... – Aquilo parecia ser indelicado, porém, eu tinha que perguntar. – Como foi antes de chegar aqui?

Olha, você pode me chamar de louco por perguntar isso a uma pessoa, mas Percy chegou aqui do nada, parece um menino prodígio, eu tinha que saber alguma coisa sobre ele.

- Sofrido, por isso mudei. – Ele disse, e seus olhos de um verde mar claro como águas cristalinos, pareciam que tinham ficado mais escuros, relembrando o passado. – Por isso mudei, tenho que conseguir um pouquinho de dinheiro. – Ele sorriu. – Mas, mudando de assunto, você é capitão do time de futebol?

- Sim, da nossa escola. – Eu abri um sorriso grande, adorava falar de esportes. – Você gosta de algum esporte?

- Na prática, natação. Mas eu adoro ver jogos de futebol. – Ele disse, sorrindo.

Eu admito que tinha ficado com um pé atrás sobre Percy, mas ele na verdade era um cara gentil e legal. Eu não tinha gostado do jeito muito certinho dele, tinha gerado uma desconfiança. Voltamos rindo para a casa, que mais parecia um inferno.

- Não é assim que se varre, Annabeth. – Nico tomou a vassoura da mão dela, varrendo como demonstração, mas presumo que os dois estavam errados.

- Caralho que peitos grandes, como que a gravidade se aplica a isso? – Leo disse, afundado no sofá com o celular na mão.

- Essa panela tá muito nojenta, vou deixa pro Percy. – Piper disse, inocente. Mal sabia que ele estava atrás dela.

- Pronto, terminei. – Thalia disse, terminando de juntar as pilhas de lixo na mesa.

- O que diabos vocês estão fazendo? – Percy elevou o tom de voz, e todos deram um pulo, assustados. – Nós não espantamos a sujeira, nós arredamos ela. – Ele pegou a vassoura da mão de Nico e demonstrou a maneira certa de varrer.

- Leo, toma vergonha na cara, seu tarado! – Ele disse, indo para a cozinha falar com Piper.

- Ei, cara. É uma atividade saudável, entendeu? – Leo tentou explicar, enquanto as garotas riam. – Conhecer o próprio corpo.

- Piper, isso é só massa, provavelmente de bolo. – Percy chegou por trás dela, e a instruiu como fazia. Piper corou, e eu não sei porque, mas me senti desconfortável.

- T-Tudo bem, eu entendi. – Ela disse, e ele foi na direção de Thalia.

- Thalia, é pra você pegar o lixo e colocar ele em uma sacola plástica. – Percy disse, a mostrando a sacola. Provavelmente se fosse outra pessoa que falasse com ela daquele jeito, ela o mandaria a merda.

- Desculpa. – Minha irmã pediu desculpas, puta merda, Percy tinha um efeito hipnotizante sobre as pessoas.

- E agora, meus queridos amigos desprovidos de técnicas domésticas. – Ele disse, andando de costas até a cozinha. – Eu vou fazer alguma coisa para agradar os pais dos dois ali. – Ele apontou pra Thalia e pra mim. – Então arrumem alguma coisa pra fazer, vocês não são crianças, sabem identificar uma coisa fora do lugar. – Ele foi na cozinha, e apareceu na borda porta. – O que estão esperando? – Eu assim como todos, corri para arrumar alguma coisa pra fazer.

A coisa que eu mais odiava no mundo era receber ordens, mas eu não iria desafiar Percy. Ele era muito gentil, mas sabia comandar quando ele queria. Após um tempinho, nós ouvimos o barulho do motor de um carro, todos sabiam que era meu pai, se nos assentos da mesa. Ele abriu a porta, olhando em volta.

- Eu gostaria de saber como vocês arrumaram essa casa a tempo. – Ele murmurou, nos encarando com uma cara de surpresa. – Como garoto?

- Bem, senhor Zeus. – Percy saiu da cozinha, com uma forma na mão, a colocando no centro da mesa, com os pratos já posicionados. – Eu só pintei a cerca e cuidei da comida, Thalia e Jason comandaram a casa. – Ele ralou o queijo em cima da comida, e eu pude ver. Um macarrão com massa e pedaços de tomate. Leo tentou roubar um filete de macarrão, mas Percy deu um tapa em sua mão. – Eu agradeceria eles se fosse você, ainda conseguiu se safar de pintar a cerca. – Ele disse, e jogou algumas especiarias por cima do macarrão, servindo o prato de Zeus e Hera e posicionando-os sobre a mesa. – Podem se servir! – Ele disse, com seu melhor sorriso convencido.

- Macarrão? – Hera disse, cheirando a comida. – Como acha que isso vai nos satisfazer?

- Macarrão é uma comida muito fina, feita na Itália, senhora. – Percy disse de braços cruzados. – E não se cheira comida, além de mal-educado é feio. – Todos seguramos para conter o riso, mas Zeus não.

- Eu gostei de você, garoto! – Zeus disse, provando o macarrão. – Puta merda, isso aqui tá muito bom.

- Pai... – Thalia falou. – Você disse puta merda?

- Eu não estou de terno hoje, filha. – Ele deu de ombros e nós rimos.

- Isso está realmente bom, garoto. – Hera disse, já se sentando para acabar com o prato. Todos nós encaramos Percy, e ele nos olhou de volta.

- Tá bom, podem pegar. – Ele disse, como se fosse o pai de uma grande família, mas não foi uma boa ideia. Todos nós parecíamos selvagens atrás dos utensílio de pegar macarrão, eu achei até que ia dar briga.

- PAREM! – Zeus gritou e eu pensei, lá vem. Ele pegou o utensílio, o levantou e disse. – O garoto colocou pouco pra mim, eu comprei esse macarrão, eu me sirvo.

 

(...)

 

- O que nós vamos fazer? – Eu perguntei para Percy, bebericando minha cerveja.

- Não tenho nem ideia, cara. – Ele disse, bebericando a sua também.

- O Leo aqui tem! – Leo chegou, com uma garrafa de whiskey, copos daqueles de dose e limões. – Nós vamos jogar um jogo inventado por mim.

- Qual jogo? – Annabeth apareceu, se jogando em uma poltrona.

- Leo’s Game. – Leo disse e todos riram. – Calem a boca. O jogo é o seguinte, eu faço uma pergunta sobre mim para a outra pessoa do sexo oposto, e se ela acertar, tomamos só uma dose. Se errar, tomamos duas doses e nos beijamos!

- Que jogo estúpido! – Eu disse, rindo. – Não era para nós beijarmos a pessoa se ganharmos? Tipo uma recompensa?

- Jason, não questione o jogo. – Leo disse, servindo cada um dos copos. – Nós vamos tomar uma dose para esquentar.

- Tudo bem, já que vocês querem. – Eu disse tomando a dose, junto a todos.

- Tudo bem, eu inventei o jogo, eu escolho o primeiro casal. – Disse Leo, sorrindo de canto. – Annabeth e Jason.

- Hum... Tudo bem. – Annabeth pensou, e teve uma ideia mordendo o lábio inferior. – Qual é o tamanho do meu sutiã?

- Hum... Deixa eu pensar. – A pergunta era muito fácil, os peitos dela não eram lá essa coisa. – P. – Eu disse, sorrindo, achando que eu tinha acertado.

- O que? – Ela abriu a boca, olhando para as amigas em volta. – É M, seu imbecil.

- Errou feio, cara! – Disse Nico, quase rolando de rir.

- E-Eu não sabia. – Eu disse, e pela risada dos garotas, eu devia estar vermelho como um pimentão. – Me desculpa.

- Foda-se, Jason. – Ela tomou uma dose, e eu a companhei. Tomamos a outra e chupamos os limões, quando olhei para o lado vi Annabeth vindo pra cima de mim. Ela colocou as mãos entre meu rosto e pressionou os nossos lábios. Foi uma miséria de um selinho e dois segundos.

- Que beijo merda, hein. – Disse Leo, revirando os olhos.

- Bem, já beijaram, vamos seguir em frente. – Percy disse, e se não queria parecer desconfortável, não conseguiu.

- Tudo bem, vamos tomar mais uma dose e seguir o jogo. – Tomamos a dose, e Annabeth tinha que escolher. Ela deu uns pulinhos em cima de uma almofada e mordeu o lábio inferior.

- Nico pergunta a Thalia. – Os dois se olharam surpresos, mas riram. Não sei o motivo, Nico devia ser o amigo gay dela.

- Com quantos anos eu perdi o cabaço? – Ele perguntou, já enchendo seus copos. Thalia sorriu.

- Quatorze. – Disse ela com os olhos semicerrados.

- Treze! – Disse ele, tomando a dose, e ela o acompanhou. Porra Nico tinha transado com um cara aos trezes anos, puta merda. Ele já sabia disso aos trezes anos? Eles tomaram a segunda e chuparam o limão.

Nico agarrou Thalia pela nuca, e pressionou seus lábios em um movimento repentino, Thalia colocou as mãos entre seu rosto e Nico invadiu sua língua. Que merda é essa? Demorou uns dez segundos e eles pararam.

- Então... – Leo disse, não sabendo encontrar palavras. – Tomamos mais uma dose e Nico escolhe. – Tomamos a dose e Nico olhou no rosto de cada um.

- Piper pergunta a Percy. – Ele olhou, malicioso. Não gostei da ideia, ainda não sabia o motivo.

- Hã... – Piper pensou, batendo o indicador nos lábios. – Com quantos anos você acha que eu perdi a virgindade?

- Você é virgem! – Disse Percy, servindo o uísque.

- Você... Tá certo, como você sabe? – Ela tomou a dose.

- Tive essa impressão. – Ele disse, tomando a dose dele.

Quando Percy se virou para falar com ela novamente, Piper pulou em cima dele, selando seus lábios. Percy fez um olhar surpreso, mas logo fechou os olhos, descendo a mão por sua cintura. Piper colocou a mão atrás do ouvido dele e apoiou o braço em seu ombro, os dois se deitaram no chão e ficaram lá.

- Então... – Disse Leo, se levantando. – Parece que o jogo acabou.

Eu me levantei e olhei para Annabeth, que parecia tão desconfortável quanto eu. Eu não sei se era por causa de um casal se beijando na minha frente, não sabia. Mas, peguei a garrafa de whisky, me sentei ao lado de Annabeth, virando ela e a oferecendo um pouco.

- Valeu. – Ela pegou e virou também a garrafa.

- De nada. – E eu ela ficamos lá, o resto da noite, assistindo TV enquanto os dois se pegavam.

 


Notas Finais


O que vocês acharam? Acho que muitos não vão gostar de Piper e Percy, mas vou tentar a sorte kkkkkkkkkjjj
Comentem o que acharam.


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