História Skins and Masks - Capítulo 6


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O capítulo de hoje foi menor, mas foi de coração
<3

Capítulo 6 - Piper I


Fanfic / Fanfiction Skins and Masks - Capítulo 6 - Piper I

- Can you see it?  - Cantei, sem pelo menos uma música de fundo. Rebolei o corpo enquanto cantava, e passei o microfone pra Thalia.

- Eu não vou cantar com você, Piper. – Ela disse, virando sua garrafa de vodca.

- Vocês são muito chatos! – Dei uma ênfase necessária no muitos pra expressar minha frustração. Fiz uma cara emburrada, que praticamente nunca dava certo, pois eu parecia uma criança com minha cara emburrada, e isso só provocava risadas. – Do que vocês estão rindo? – Eu quis tentar parecer normal, mas meu tom de voz saiu elevado.

- Você fica muito fofa emburrada! – Percy disse, sorrindo enquanto jogava com Jason. Meu rosto esquentou, eu talvez tivesse corado... Tá nada de talvez, eu realmente corei. Tive uma ideia, mordi o lábio inferior e sorri.

- Percy, vamos pegar um pen drive de música lá em cima. – Eu disse, segurando seu braço e o puxando até as escadas da sala.

- Por que eu? – Ele perguntou e eu revirei os olhos, ás vezes a inocência das pessoas pode ser bastante irritante. Subimos as escadas, e eu vi Leo mandando um joinha pra Percy de relance, e todos rindo.

Subimos as escadas, e desviamos dos corredores, ele praticamente sendo arrastado por mim, e chegamos ao quarto dos meus pais. Abri a porta, e Percy mantinha seu cenho franzido.

- Piper, a gente vai pegar o seu pen drive no quarto dos seus pa... – Eu tenho que te confessar, eu sou lerda ás vezes, mas não tenho paciência com outras pessoas do tipo. Interrompi Percy, selando nossos lábios, e ele demorou um pouco pra corresponder, interrompendo o beijo enquanto sorria dizendo. – Entendi agora.

- Você é realmente lento, Percy. – Eu sorri, e dessa vez ele me beijou.

Percy me levantou no ar segurando a minha bunda, e eu não contive os gemidos quando ele distribuiu beijos molhados pelo meu pescoço. O moreno me prendeu contra a parede, agora me segurando pelas minhas coxas, e eu prendi minhas pernas em sua cintura. Percy me cedeu espaço, e arrancou minha blusa, distribuindo mais beijos pela minha barriga e inclusive deixando um chupão ali. Mordi o lábio inferior, soltando mais um gemido e sorri quando ele roçou sua intimidade contra a minha. Percy saiu dali, me jogando contra a cama de quatro e retirando minhas roupas o mais rápido que podia. Ele também tirou as suas, cobrindo seu membro com uma camisinha.

- Você tem certeza? – Ele olhou para mim, preocupado. Mordi o lábio e assenti.

 

(...)

 

- Mais forte, mais forte... – Eu gemia em puro prazer, Percy me segurava pelos cabelos e os puxava toda vez que estocava minha intimidade, estimulando ela com sua outra mão. Eu estava de quatro e ele ajoelhado, enquanto gemíamos juntos. Eu estava quase no auge do prazer, quando ouvi o ruído da porta se abrindo.

- Filha, eu e seu pai voltamos de viagem e... – Minha mãe, puta merda , cacete, porra, buceta.  Ela olhou pra cima e arregalou os olhos amendoados quanto eles passaram por mim e Percy.  – Ai, meu deus. – Ela gritou.

Em um pulo Percy saiu de dentro de mim, e vestiu sua cueca, me jogando a minha calcinha. Em alguns segundos estávamos vestidos novamente, encarando minha mãe embaraçados.

- Então, mãe... – Eu tentei quebrar o silêncio. – Este é Percy. – Eu disse, tentando engolir a vergonha.

- Sua camisa está virada do avesso, garoto. – Minha mãe disse, balançando a cabeça em desaprovação. – Afrodite, aliás.

- Piper... – Percy disse, coçando o cabelo e alternando o olhar entre mim e a porta. – Eu tenho que terminar minhas... Minhas obrigações na casa de Annabeth.

- Claro, pode ir. – Eu disse, sorrindo timidamente para ele. Que desenhou um falso sorriso no rosto.

- Ah, foi um prazer te conhecer, Afrodite. – Ele estendeu a mão para minha mãe, que olhou para ela hesitante. Percy percebeu e arregalou os olhos. – Desculpe, é claro que você não vai pegar aqui, já que eu passei na... – Ele cerrou os dentes e fez uma expressão do tipo “falei merda” e realmente tinha falado. – Eu só vou... – Ele apontou pra porta e minha mãe assentiu. Percy deu as costas, cumprimentando meu pai com o queixo.

Eu desenhei um sorriso falso no rosto pra minha mãe, e meu pai entrou no quarto com o cenho franzido.

- Garoto simpático. – Ele disse, com seu sorriso de canto. – O que foi?

 

(...)

 

- Então quer dizer que eu e sua mãe trabalhamos pra sustentar essa casa, e quando voltamos, pegamos você na nossa cama com um garoto? – Tristan vociferou, frustrado.

- Ah, por favor, vocês fazem muito escândalo atoa. – Eu disse, cruzando as pernas na mesa.

- Escândalo atoa? – Meu pai perguntou, socando a mesa, passando a mão pelos lábios. – Eu e sua mãe sustentamos você, Piper. E minha nos retribui dormindo com um garoto na nossa cama, que maravilha.

- Você quer saber de uma coisa, pai? – Eu franzi os olhos, agora eu ia jogar tudo na cara dele. – Vocês me sustentam mesmo! – Ele assentiu. – Trabalho, trabalho e nada de Piper. Eu fui criada por empregadas! – Ele ia protestar, mas eu não deixei, agora era minha vez. – Vocês são todos vidrados por trabalho que não tiveram tempo de dar amor á filha, e se ela teve que buscar no primeiro garoto que ofereceu, me desculpe, pode chamar os paparazzis pra mim.  – Eu cuspi as palavras nele, me levantando e saindo do cômodo. Meu pai tentou me barrar, mas eu debati meu ombro com o dele bruscamente e passei.

- Piper, volte aqui. – Ele não vociferou dessa vez. Sua voz estava mais calma, mas eu ignorei, escondendo as lágrimas. Abri a porta da frente da casa e vi Percy, andando de um lado para o outro, provavelmente indeciso se voltava lá ou não.  – Piper, meu deus. – Ele correu na minha direção. – Quantos meses você pegou de castigo?

- Nenhum, idiota. – Sorri e ele retribuiu, me abraçando. – Percy?

- Fala morena! – Ele disse, enquanto mantinha os braços em volta do meu pescoço.

- Promete que mesmo se nós acabarmos isso, você vai me manter como prioridade, mesmo sendo apenas amigos? – Eu disse com a voz embargada com o choro. Você provavelmente deve estar pensando que estou me fazendo de vítima, se você pensa assim, vá ver a história de outro personagem. Uma pessoa que não se simpatiza com a solidão não vai me entender.

- Ei, morena. – Ele disse, soltando meu pescoço e pegando em minhas mãos. – Você não devia fazer perguntas como essas. – Ele disse, olhando em meus olhos com aquele sorriso reconfortante que só ele sabia fazer. – Meus amigos sempre serão minha prioridade, ainda mais uma amiga especial como você! – Ele disse, passando as costas dos dedos na minha bochecha, e novamente meu rosto esquentou. Ele sorriu, se divertindo com aquilo.

- Você tem certeza? – Aquele era um momento todo íntimo, eu não era a Piper extravagante de sempre, eu estava totalmente tímida. Olhei para Percy, hesitante, mas ele sorria como uma criança.

- Você é a pessoa com o maior coração que eu já vi, Piper. – Se eu podia corar ainda mais? Não sei, mas meu rosto conseguiu esquentar novamente, e o sorriso de Percy se estendeu ainda mais. Ele me puxou pelas minhas mãos, e eu encostei minha cabeça em seu peito, enquanto ele aninhava meu cabelo.

 

(...)

 

Coloquei minha perna na banheira, experimentando a água, que estava na temperatura perfeita. Então, terminei de amarrar meu coque e entrei de vez. Coloquei uma toalha dobrada sob meu rosto e encostei minha cabeça na beirada da banheira.

Tentei mergulhar em meus pensamentos mais profundos, mas eu provavelmente não era tão profunda quanto pensava. Acabei pensando só na dor e sofrimento que sentia, e retirei a toalha do meu rosto. Peguei uma caixinha que sempre ficava na beirada da banheira, e a abri.

Ali estava uma das soluções dos meus problemas, peguei um das giletes da caixinha e o posicionei sob meu antebraço. Passei o olho por ele, cheio de cicatrizes. Cicatrizes que aliviaram a dor temporariamente quando eu não tinha mais ninguém ou algo para recorrer. Apertei a gilete, mas então, me dei por mim mesma. Eu não iria fazer aquilo novamente, eu finalmente tinha alguém que gostava de mim, e que provavelmente não iria me abandonar. Tudo que eu sempre quis eu consegui, alguém que realmente fique do meu lado, amor e carinho. Não precisava mais da gilete. Suspirei e a joguei novamente na caixinha, afundando meu rosto na água.


Notas Finais


Olha, muitos de vcs provavelmente vão falar que a Piper se faz de vítima com os cortes e etc, mas algumas pessoas ficam sem alternativas e acham realmente que esse é o único meio de aliviar a dor! Não saia falando besteira antes de tentar entender pelo que os outros passaram, ok!?
Tudo bem, o próximo capítulo vai ser do nosso querido Nico, e eu quero que esse seja um capítulo tão especial quanto o do Leo foi, porque esse Nico é inspirado em um personagem muito foda de uma série que eu assisto, e eu tenho expectativas
Valeu por ler, e até mais!!
Ah, e eu já vou começar a fazer o do Nico, se eu tiver paciência pra fazer ele inteiro, provavelmente sai a meia noite!


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