História Skins and Masks - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Palavras 2.981
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem, vou postar agr pq tenho uma prova pra fazer, tomara q vcs curtam
bjss

Capítulo 7 - Nico I


Fanfic / Fanfiction Skins and Masks - Capítulo 7 - Nico I

- Puta que pariu... – Abri os olhos ainda meio embaçados e apertados.

Um sinal de que a sua última noite foi boa, é quando você acorda e não sabe ao menos onde está. Esse era meu caso, do meu lado tinha um consolo bastante realista, o qual tinha escrito socialismo á caneta preta. Esfreguei meus olhos e olhei em volta do que foi uma festa.

Se não é a ressaca confundindo minha cabeça, um cão lambia um pouco de vodca derramado no chão, mas eu não liguei, a bebida ainda fazia efeito na minha cabeça. Um zunido terrível invadia meu ouvido, meu raciocínio estava mais lento que o habitual e eu exalava álcool. Mais um dia normal quando se é Nico Di Ângelo. Olhei mais um pouco, e vi uma garota dormindo com a mão no pau mole de um cara, ele ia ser muito zoado quando acordasse. Acho que tamanho não era seu forte. Olhei mais um pouco, e vi que eles tinham conseguido arrancar a porta do lugar, só não me pergunte como.

 Espero que não tenha sido eu, pensei comigo mesmo. Me levantei, cambaleando um pouco, mas consegui me equilibrar. Vi algumas pílulas do outro lado, e caso você não saiba, ficar drogado com remédios é uma das melhores coisas que existem! Passei a mão nele, e o destaquei da cartela, o lançando em minha boca, e sentindo as pílulas descerem pela minha garganta, que estava muito seca por sinal. Fui na direção de um dos bêbados que estava lá, o cara estava apagado, acho que alguma daquelas garotas podia fazer um boquetão pra ele, e o filho da puta não ia nem se mover. Passei a mão no cigarro que se encontrava em seu bolso, juntamente do isqueiro e peguei também a garrafa de rum que ele mantinha na mão, indo até o lugar que foi uma porta.

- Ah, Nico Di Ângelo, onde você vai parar? – Franzi o cenho com a pergunta retórica que eu fiz a mim mesmo, virando alguns goles da garrafa de rum e olhando para a rua. A festa tinha sido em uma república no centro da cidade, e os carros passavam lá fora. Uma mulher passou e olhou para o meu pau, rindo. Aquilo não me agradou, olhei para baixo e a imagem que eu vi era um tanto quanto... Foda. Uma cinta pau estava amarrada no lugar onde era pra ser meu pau, mas a cinta o cobria. Percebi também que a cinta era a única peça de roupa que eu trajava. – Filho da puta, que negócio maneiro! – Acendi o cigarro com o isqueiro, saindo da república.

 

 

(...)

 

 

- Ei, Bianca, olha o que eu achei! – Entrei em casa gritando minha irmã, porém, só via a imagem do meu pai, sentado em uma das poltronas, ao lado de Persefóne, a minha madrasta que não era tão odiável assim, e de minha irmã que o servia café. – Ah, pai. – Eu disse, e ele encarou a cinta pau na minha cintura.

- Você é decepcionável, Nico. – Ele disse, balançando a cabeça negativamente. Mas, não era como quando um amigo seu briga com você ou usa sarcasmo. Ele estava decepcionado de verdade, e pra ser sincero, eu sempre fui um motivo de decepção, não me importava tanto mais.

- É, eu já ouvi isso antes, Hades. – Eu disse, fechando a porta e indo ao centro da sala. Persefóne estava embaraçada, e Bianca não sabia como reagir. – O seu papo de que eu sou a decepção da família e essas coisas. – Dei de ombros, cruzando os braços.

- Primeiramente, me chame de pai! – Seu olhar era tão duro quanto frio, ele tinha desgosto ao falar comigo, aquilo realmente me feria, mas não iria me dar por vencido, ainda mais com meu pai. – Agora, mais respeito quando você se dirigir a mim... Você não saiu na rua desse jeito, não é?

- Saí! – Dei de ombros novamente, e ele subitamente revirou os olhos, travando o maxilar.

- Você não entende, não é Nico? – Hades passou de desgosto, á um pouco de fúria e arrependimento. – Você é um desgosto para essa família, e nem ao menos tenta mudar isso. – Ele se expressava nervosamente com seus gestos, Bianca desceu as escadas correndo me entregando algumas roupas dobradas. – Eu sinto o cheiro de álcool e de cigarro daqui! – Ele disse e eu já tinha desamarrado a cinta e vestido a cueca, entrando na calça. - Eu sustento você e sua irmã, pago o colégio mais caro desse estado e você me retribui assim?

- Oh, Hades, me desculpe, sinceramente... – Eu disse, com uma compaixão mais falsa que a parte de baixo do cabelo de Perséfone. – Eu não sabia que as pessoas se contentavam com colégios caros, e não com amor. Vou tentar ser um filho melhor á partir de agora. – Revirei os olhos, colocando a blusa.

- Amor? Como eu vou dar amor para você, garoto? – Ele disse, girando seu anel de caveira. Só fazia isso quando estava muito estressado ou nervoso, ou seja, raramente. – Um moleque que só sabe ir para festas, se drogar, se embebedar, negligencia seus estudos, negligencia uma vida respeitável.

- Não se faça de bobo, Hades. – Eu disse, amarrando o tênis. Não me dei ao trabalho de olhar para ele. – Você me odeia desde o acidente, nunca me amou, mas também não me odiava. – Eu terminei de amarrar o tênis e o encarei no fundo de seus olhos. – Você sabe que a culpa é minha, e não me perdoa pela morte dele.

- NÓS DOIS SABEMOS QUE A CULPA FOI SUA! – Hades vociferou, seu maxilar tremia com a raiva acumulada ao tentar pronunciar o nome. – D-Dylan só morreu pela sua irresponsabilidade, você o matou.

- Eu sei disso, Hades. – Eu me levantei o encarando. Contrai os lábios, e uma lágrima escorreu dos meus olhos. Não foi aquele choro que seus olhos ficam vermelhos, foi um choro sincero, e a lágrima despencou. – Você me deixou ciente disso aos meus oito anos, quando eu tentei te convencer que foi um acidente. – Hades cerrou os dentes, se remexendo desconfortável na poltrona. – Eu sei que quem matou o meu irmão foi eu, me desculpe por arrancar seu filho de você... Te digo de todo o coração que não era a minha intenção! – Hades me olhou tipo não diga isso. – A decepção da casa vai embora agora, pai. Seja um bom pai pelo menos pra Bianca! – As palavras saíram pelos dentes. Me levantei e me direcionei a porta.

- Volte aqui, garoto. Seu pai está falando com você! – Era a voz de Perséfone, ela disse com uma autoridade que eu só acatava do meu pai, ou de minha falecida mãe. Eu travei o maxilar e continuei andando. – Ouça o senso da razão, moleque. – Eu perdi o controle.

- COM QUEM DIABOS VOCÊ PENSA QUE VOCÊ ESTÁ FALANDO? – Eu me virei e fui na direção dela, vociferando de uma maneira que até Hades se surpreendeu. – PEGA A MERDA DO DINHEIRO DO VELHO, VAI FAZER UMAS COMPRAS!

Meu maxilar tremia de tanta raiva, olhei nos olhos de Hades e demonstrei que não era só ele que tinha raiva, não era só ele que sofria pelo meu irmão, não era só ele que tinha o direito de lamentar sua morte. Peguei minha carteira do meu bolso, sem tirar os meus olhos do dele. Arranquei uma foto do meu irmão e a soquei na mesinha que nos separava.

- Dylan era bom demais para uma família como nós, tentem pelo menos não sujar a memória dele apontando dedos para outros e falando de quem é a culpa. – Desviei o olhar e olhei para Persefóne que me olhava boquiaberta, sem reação. Previsível. Olhei para Bianca, que tentava falar alguma coisa, mas não conseguia. Compreensível. Olhei novamente para Hades, que tentava encontrar argumentos, mas apenas me encarou com puro ódio.

 

 

(...)

 

 

 

Eu estava na rua, meus pensamentos me corroíam. Eu não conseguia ao menos raciocinar direito, e perdi o controle quando vi dois irmãos brincando. Eles estavam felizes, um deles parecia ser mais atentado e o outro mais correto. A imagem de Dylan veio na minha cabeça, a visão do acidente não saia da minha mente, seu corpo jogado na árvore sem vida não me dava sossego. O ar de repente ficou rarefeito, eu olhava em volta arfante e cada sorriso das pessoas era uma facada.  De repente, um cara esbarrou em mim, ele era só um pouco mais alto e me olhou com o cenho franzido.

- Olha por onde anda, esquisito. – Ele estava acompanhado, por uma garota, provavelmente sua namorada. Ela riu com o comentário. Eu semicerrei os olhos e avancei.

Um, dois, três, quatro, cinco e não foram suficientes. No primeiro murro ele caiu, e eu dei o resto da sequência quando eu fiquei por cima do seu corpo no chão, ele não sabia como reagir e quando eu parei, ele estava ensanguentado. De repente, eu senti uma mão pesada na minha têmpora e um instante depois me vi no chão. Olhei de súbito para o lado e vi a imagem da namorada do cara assustada, com a mão machucada do soco e o olhar desesperado. Eu me levantei, ela encolheu as pernas, assustada. Ela tinha um olhar do tipo por favor, faça o que tiver que fazer comigo, mas não com ele.

E eu? Eu corri, corri o mais rápido que pude, corri sem rumo. Eu estava perdendo o fôlego, minhas pernas ardiam e fui parar no último lugar que eu queria estar. Na porta do cemitério, um cara vendia flores. Peguei um baseado no meu bolso e acendi com o isqueiro de sua barraquinha, colocando vinte pratas no seu colo e pegando um buquê. Olhei pra ele, que dormia e sorri de canto.

 

(...)

 

 

- Você foi o melhor cara que eu conheci, Dylan. – Falei, apagando o baseado na lápide do meu irmão e soltando a fumaça no ar. Eu segurava as flores na outra mão, e recostei minhas costas na lápide do meu irmão. – Eu realmente não quis te matar, Dylan. Você sabe, não é? – Contrai meus lábios, fechando os olhos e deixei as lágrimas caírem. – Você sempre foi melhor que eu. Nunca se envolveu em coisas erradas, sempre tirava notas boas, sempre me impedia de brigar, - Sorri com a dor que o soco da mulher me causou. Ela tinha um punho muito pesado. - Sempre obedecia o papai... – Mordi meu lábio inferior, abaixando a cabeça, tentando suportar a dor. Se eu podia chorar mais, as lágrimas aproveitaram aquele momento, eu devia estar vermelho de tanto chorar. Apertei a base do buquê. – Você não queria andar de buggy aquele dia, mas eu insisti, Dylan. Eu insisti. – Levantei a cabeça, respirando e continuando. – Eu queria me mostrar pra você, irmão. Eu queria mostrar que era tão legal quanto meu irmão gêmeo que conseguia agradar o papai. Afinal, Hades só não pirou com a morte da mamãe por sua causa. – Eu acabei sorrindo, ainda dizendo com a voz embargada com as lágrimas. Me levantei do túmulo, olhando para a lápide. – Me desculpe por te matar, irmão. – Dessa vez, meu olhar só possuía arrependimento. Um arrependimento que me corroía a cada segundo. Joguei as flores, regando o chão com minhas lágrimas.

Me virei do túmulo do meu irmão, e andei pelo cemitério. Avistei uma mendiga sentada na parede do retângulo que circundava o cemitério, ela usava um cobertor, mas sentia frio. Ela era muito nova pra ser mendiga, devia ser uns cinco anos mais velha que eu, tendo seus vinte e um anos. Pensei no que Dylan faria, e retirei meu casaco, deixando no seu colo. Ela sorriu e agradeceu. Eu retribui com o sorriso tímido de alguém que acabou de se afogar em seu próprio choro.

Achei uma capela no cemitério, e me sentei no degrau, pensando. Coloquei o restinho do baseado na boca, e peguei o isqueiro, riscando a pedra. Mas, nem sinal do fogo. Tentei várias vezes. Por fim, joguei tanto o isqueiro quanto o baseado longe, socando um dos pilares da capela. Abaixei a cabeça e coloquei as mãos no rosto, e comecei a gritar. Gritos de puro desespero, um desespero que estava em meu peito á muito tempo. Hoje, eu não ia resistir a dor que eu acumulei por todos esses oito anos. Gritei tanto, que quando parei, eu finalmente peguei no sono.

 

 

(...)

 

 

Acordei no degrau da capela, eu não fazia ideia das horas, e não tomava um banho á uns dois dias, estava completamente fodido. Mas, alguém lembrou de mim. Olhei para baixo e vi um cobertor por cima de mim. Me levantei e cobri minhas costas com o cobertor andando pelo cemitério. Avistei a mesma moça de antes, porém, sem o cobertor agora, mas vestindo meu casaco.

- Obrigado! – Sorri timidamente pra ela, retirando o cobertor e entregando pra ela.

- Sem problemas! – Ela sorriu novamente, abrindo zíper do casaco.

- Pode ficar. – Ela me olhou, e assentiu agradecida.

- Tem água fresca ali. – Ela apontou para uma torneira do outro lado, e eu assenti. Naquele momento, percebi o quanto era fraca sua voz. Ser mendigo não devia ser uma parada fácil.

- Toma. – Peguei minha carteira, e peguei o que eu tinha. Quatrocentas pratas. Dei pra ela, eu não ia precisar. E, se precisasse, era provavelmente pra drogas. Ela precisava mais, eu acho que era o que Dylan faria.

- Eu não posso aceitar. – Ela disse, inclinando a cabeça e a abanando.

- Bem, eu também não aceitaria o cobertor, mas você não me deixou escolhas. – Coloquei o dinheiro no seu colo, e fui na direção da torneira. A água parecia me renovar, ingerir água após passar uma semana inteira tomando só vodca é uma sensação indescritível.

Andei pelo cemitério, hoje era um dia especial. Um dia que eu nunca comemorava e nunca comparecia, afinal, ninguém queria a minha presença. Eu estava realmente mal vestido, Bianca pegou qualquer trapo que viu e me entregou. Uma camiseta branca, uma calça jeans uns dois números maiores, um tênis branco também. Só vestia isso.

Fui na direção do túmulo do meu irmão, o padre ainda não tinha chegado. Os familiares estavam todos lá, afinal, não é todo dia que celebramos a morte do filho querido da família. Zeus, Hera, Thalia, Atena, Annabeth, Percy, estavam todos lá. Alguns do condomínio que conheceram Dylan, outros familiares, outros nem sabiam onde estavam. 

Hades veio na minha direção, mas ele não tinha o mesmo olhar de desgosto, era só um olhar de arrependimento. Eu nunca o via daquele jeito, não tinha como adivinhar muito bem.

- Nico, eu estou arrependido por tudo. – Hades falou, passando a mãos nos lábios. – Por tudo que eu fiz, por tudo que eu te falei. Você ainda é meu filho, e eu cometi muitos erros. Você não é culpado pela morte do seu irmão, eu tentei te culpar para não admitir que foi minha a culpa... Não viva o resto do seus dias com ódio do seu pai por causa de um pesar antigo. – Ele falou e a atenção de todos foi desviada para nós.

- Pesar não, ódio. – Eu o cortei na mesma hora, exibindo somente fúria no olhar. – Um ódio puro e maior do que da primeira vez que você disse que me odiava... Você declarou inimizade quando disse que eu era culpado da morte do meu irmão, e por isso, eu não vou te perdoar. Afinal, após tudo isso, eu ainda sou filho do meu pai.

Hades balançou a cabeça, buscando alguma coisa para falar, mas ele não tinha argumentos. Eu já disse o que tinha que dizer, passei por ele e Thalia veio correndo em minha direção. Ela envolveu meus ombros com seus braços, e pressionou nossos lábios na frente de todos. Quando nos separamos, ela me deu uma flor. Ela não sorriu e não disse nada, somente arrumou minha camisa e beijou minha testa. Eu assenti, olhando em seus olhos.

Deixei Thalia e Hades para trás, indo na direção do túmulo do meu irmão. Os familiares se postavam do seu lado, e eu não deixei de olhar no rosto de cada um deles. Levei a flor ao meu nariz, beijando-a e a jogando no túmulo.

Dei ás costas a todos, me despedindo da cerimônia com aquela cena.

 

 

(...)

 

 

- Eu sabia que você estaria aqui. – Bianca disse, com a cabeça acima da minha, deixando seus cabelos caírem por cima de mim. Eu estava encostado em uma lápide.

- Bem, hoje em dia não podemos nem conversar com os mortos em paz. – Eu disse, e ela revirou os olhos, se sentando no meu colo. – Achei que você não gostava mais de fazer isso.

- Velhos hábitos nunca mudam, e você está namorando, sua puberdade também já passou. – Ela disse e nós rimos. – Me desculpa por não te defender... Na verdade eu nunca te defendi Nico, sou uma péssima irmã quando nosso pai começa a discutir com você.

- Não se culpe. – Eu disse, pegando o cigarro que estava em minha boca e pisoteando-o. – Eu e Hades nunca vamos parar de discutir, é perda de tempo.

- Acho que você não precisa mais ser defendido. – Ela encostou no meu peito. – Me desculpa também por gritar com você, te xingar, essas coisas de irmão. – Eu cerrei os olhos e a encarei, Bianca crispou os lábios, com uma expressão de coitadinha, me arrancando um suspiro.

- Tá, me desculpe também por fazer essas coisas. – Revirei os olhos e ela sorriu. – Infantil.

- Também te amo, irmão. – Ela disse, colocando a cabeça no meu peito.

- Você acha que ela está junto do nosso irmão? – Eu disse, tirando o ombro do caminho e vendo a escritura na lápide Maria Di Ângelo.

- Com toda certeza, nós temos que acreditar. – Ela disse, fechando os olhos.

- Sim, temos. – Falei, acariciando o cabelo de Bianca e pensando na imagem de minha mãe e Dylan juntos.

 


Notas Finais


O que vocês acharam? O capítulo do Nico e do Leo foram os que eu mais gostei, sinceramente. O próximo será da Annabeth..
Ah, vou dar um presente pra vcs então.
No final da fic, um personagem vai morrer. Tem duas referências de séries que eu assisto na parte que o Nico vai pra celebração, se vcs acertarem uma das referências, eu falo um dos personagens que eu estou pensando. Se acertarem as duas, eu falo os três. KKKKKKKKK, boa sorte!


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